Notas iniciais
OLÁAAAAA. Atrasei uma semana a postagem do capítulo, pra variar, mas eu fiz ele enooooorme pra recompensar. Estou perdoada? Aviso: quando terminarem de ler não me matem!

Elena

Damon não deixou que eu o beijasse por muito tempo, me afastando para que pudesse ver meu rosto.

– Você me ama? — ele repetiu, como se não houvesse ouvido direito.

Ele tinha um brilho nos olhos e um sorriso torto que me faziam querer agarrá-lo mais rápido.

Meu próprio sorriso cresceu e eu assenti timidamente.

– Eu amo.

E no próximo segundo eu estava pendurada em seus braços, rodando com ele no ar e soltando pequenas gargalhadas histéricas até que ele cobrisse minha boca com a sua. E ele me beijou. Desesperadamente. Apaixonadamente. E quando me colocou novamente no chão, apenas me beijou com mais intensidade. Eu cambaleei, quase podia sentir minhas pernas virando geleia. Damon rodeou minha cintura com seu braço, me mantendo firme contra seu peito e aprofundou o beijo, procurando minha língua com a sua.

E, céus, isso parecia tão certo.

Levantei meus braços, tentando reaver o controle do meu corpo, e os rodeei em seu pescoço, tentando aproximá-lo mais de mim, mesmo que ele já estivesse o mais próximo possível. De repente não era o suficiente. Meu corpo estava queimando em um desejo cru que eu nunca havia sentido antes, minha pele seminua se sentia incomodava com o roçar de suas roupas, então abaixei meus braços e enfiei minhas mãos por dentro de sua roupa, ansiando sentir sua pele.

Ainda não era o suficiente.

Me afastei um pouco de Damon, sem quebrar o beijo, abrindo os poucos botões de seu terno e tentando tirá-lo de seu corpo. Damon quebrou nosso beijo, terminando de tirar o blazer e o jogando em algum canto do quarto. Seus dedos foram para sua gravata, que ele afrouxou e tirou pela cabeça.

Apertei meu lábio inferior entre os dentes para conter um gemido. Damon tirando a roupa era a coisa mais malditamente sexy do mundo.

Ele me olhou de cima a baixo, como se percebesse pela primeira vez que eu estava apenas de calcinha e sutiã na sua frente.

Mas ele não fez o que eu pensei que faria — algo como terminar de tirar a roupa e me agarrar, — não, no lugar disso ele congelou no lugar e me encarou fixamente.

– O que estamos fazendo? — ele perguntou.

Seus olhos ainda estavam mais escuros do que nunca e sua voz extremamente rouca, mas seu tom era sério, o que me trouxe um pouco de volta a realidade também.

– Estamos nos beijando — falei.

Damon balançou a cabeça negativamente, como se tentasse clarear os próprios pensamentos.

– Isso está muito além de um beijo, Elena — ele disse, gesticulando com a mão para minha seminudez.

Então eu abaixei os olhos, ficando envergonhada pela primeira vez. E se eu estivesse errada e ele não me quisesse como eu o queria?

Meu rosto subiu para o ultimo tom de vermelho e eu encarei meus pés.

– Desculpe — sussurrei. — Eu achei que você também queria — tapei meus olhos com as mãos. — Céus, eu sou tão idiota — dei as costas para Damon, gesticulando com a mão para que ele saísse. — Por favor, vá dormir e amanhã finja que nada disso aconteceu. Por favor.

Senti os braços de Damon me rodeando enquanto ele me abraçava por trás.

– Você não é idiota — ele disse, soando completamente sincero — e eu quero. Muito. Eu seria um imbecil se não quisesse, princesa.

– Mentiroso — acusei, — posso não ser experiente nisso, mas sei que quando um cara quer... — pausei, fechando os olhos e ficando mais envergonhada — bem, quando um cara quer você sabe o que, ele não para tudo e fica argumentando o contrário.

Senti quando ele suspirou contra meu pescoço.

– Elena — ele murmurou, parecendo um pouco frustrado, — você de calcinha e sutiã na minha frente é a visão mais malditamente sexy do mundo — então ele me surpreendeu, aproximando seu quadril e pressionando uma nada pequena ereção contra minha bunda, — está sentindo? — perguntou — Eu desejo você, princesa. Desejo você igual jamais desejei outra pessoa na minha vida.

Você não se lembra de toda a sua vida, eu quis falar, mas não podia, pois estava completamente congelada.

– Você nem faz ideia de quantas vezes eu sonhei com você — continuou, — sonhos quentes, princesa. Quentes a ponto de eu acordar desse jeito — ele pressionou mais o quadril contra mim, fazendo com que outra onda de calor me inundasse. — Inferno, eu me masturbo pensando em você, Elena. Todos os dias eu penso em como seria tocar você onde ninguém jamais tocou, beijar você onde ninguém jamais beijou e acordar com você nua ao meu lado depois de uma exaustiva e maravilhosa noite de sexo.

Ele se separou de mim, me virando até que estivesse de frente para seu rosto.

Meu rosto estava quente. Céus, meu corpo inteiro estava quente, e não era apenas de vergonha.

Damon passou um dedo gentilmente em minha bochecha corada.

– Mas eu amo você — ele disse, — eu respeito você e não quero fazer nada precipitado. Por isso eu estava parando e argumentando. Não quero forçar você, Elena. Nunca.

Coloquei minha mão em cima da sua que estava em meu rosto.

– Não está me forçando a nada — falei, finalmente encontrando minha voz. — Caso não tenha percebido, eu estava praticamente pulando em você há poucos minutos atrás. Eu decidi sozinha, Damon, sob nenhuma influência.

Ele colocou um pouco do meu cabelo atrás de minha orelha.

– Você tem certeza?

Quase bufei.

– Já me perguntou isso — retruquei.

Um quase sorriso despontou dos seus lábios.

– Só quero ter certeza de que você tem certeza — disse.

– Eu tenho — falei, tentando transpassar essa certeza em meus olhos.

Damon ainda parecia cético.

– Odeio ser chato, princesa — ele insistiu, — mas estamos falando da sua virgindade, e só se perde a virgindade uma vez, então você tem que ter certeza absoluta de que não vai se arrepender.

Abri a boca para frisar o que eu havia acabado de dizer, mas Damon colocou um dedo sobre meus lábios, me calando.

– Porque — continuou, — se for prazer o que você está procurando, existem outras formas de conseguir e eu ficaria feliz em te mostrar.

Voltei a abrir a boca, mas então a fechei, curiosidade me invadindo.

– Quais outras formas? — perguntei, a curiosidade vencendo minha decisão.

Um sorriso lento e malicioso se espalhou nos lábios de Damon quando ele abaixou o rosto e me beijou rapidamente.

– Posso te mostrar agora — disse, — se prometer que vai me mandar parar caso eu ultrapasse algum limite ou você desista.

Assenti.

– Prometo — falei, apesar de duvidar que houvesse algum limite que eu não permitiria a ele ou que eu iria desistir.

Então Damon voltou a me beijar, um pouco mais lento dessa vez, caminhando um pouco para frente, fazendo com que eu tivesse que acompanhá-lo. Minhas pernas bateram contra algo macio, e eu percebi que ele estava me guiando para a cama.

Imediatamente gostei do rumo que as coisas estavam tomando e tentei aumentar a intensidade do beijo lento que Damon me dava, mas isso fez com que ele se afastasse.

– Calma — pediu, rodeando minha cintura com um braço e me deitando delicadamente na cama, com ele por cima de mim. — Não apresse as coisas — disse, — quero aproveitar o momento.

Assenti com a cabeça, apesar de me sentir um pouco frustrada.

Damon voltou a me beijar devagar, seus lábios mal fazendo pressão sobre os meus. Levantei meu rosto, buscando mais contato, mas ele se afastou, mantendo o beijo dolorosamente lento. Impaciente, rodeei minhas pernas em seu quadril e o puxei com força para baixo, fazendo com que seu peso caísse um pouco sobre mim, ergui meus braços, infiltrando meus dedos eu seu cabelo macio e tentando persuadi-lo a aprofundar o beijo.

– Calma — ele repetiu contra meus lábios, mas eu o ignorei, descendo minhas mãos para sua camisa e tentando abrir os complicados botões.

Consegui abrir quatro, quando as mãos de Damon se fecharam contra as minhas e ele levantou meus pulsos até que ficassem presos acima da minha cabeça. Ele não disse nada, seus lábios saindo dos meus e indo para minha mandíbula, onde ele depositou pequenos beijos, subindo para minha orelha e em seguida descendo para meu pescoço.

E então eu estava voltando a ficar quente. Parei de ligar para a lentidão que ele levava as coisas e comecei a perceber o quanto aquela combinação de beijos calmos e sensuais era gostosa. Ele estava me enlouquecendo aos poucos e eu me contive para não voltar a atacá-lo.

Não que eu pudesse fazer muita coisa com meus braços presos.

Damon passou a mordiscar e lamber minha pele e eu gemi, sentindo ele chupando meu pescoço delicadamente, como se não quisesse deixá-lo marcado. Ele lambeu a base do meu pescoço devagar e em seguida soprou a pele úmida, fazendo com que meu corpo estremecesse em um arrepio involuntário.

Seus lábios desceram para meu colo, perigosamente perto dos meus seios e eu gemi e me contorci abaixo dele, sem saber exatamente o que meu corpo queria. Mas quando sua boca passou direto por meus seios e foram para minhas costelas, me senti estranhamente decepcionada.

Seus dedos soltaram meus pulsos e ele continuou aquele caminho torturante até meu umbigo, onde rodeou com a língua, então saltou minha calcinha, beijando minhas coxas até meus joelhos.

De repente ele parou, erguendo seu corpo sobre o meu novamente, um sorriso malicioso em seus lábios.

– Acho que vou parar de torturá-la agora — ele disse.

Assenti, respirando rápido em ansiedade.

– Eu agradeceria — murmurei.

Seu sorriso aumentou e ele se deitou ao meu lado, tirando um pouco do seu peso de cima de mim.

– O que você quer que eu faça? — perguntou.

Encarei-o sem entender.

– O que?

Ele passou um dedo delicadamente em minha barriga nua.

– Onde quer que eu a toque? — explicou.

Minha pele enrubesceu.

– Você disse que ia me mostrar outras formas de... — engoli em seco, meu rosto ficando mais vermelho — Sentir prazer.

Ele sorriu como o gato de Cheshire, levando um dedo até a base da minha barriga, onde brincou com o elástico da minha calcinha.

– E eu vou — confirmou, — mas quero que me diga por onde começar — Damon aproximou o rosto do meu, me encarando com seus maravilhosos olhos azuis. — Onde quer que eu a toque?

Fechei os olhos, sabendo que ele estava me testando e, reunindo toda a coragem que eu podia, falei o que estava pensando:

– Quero que me toque onde me tocou domingo — respondi, então mordisquei os lábios, reunindo mais coragem para pegar a mão de Damon que estava em minha barriga e colocá-la no meu sutiã, diretamente em cima do meu seio. — Aqui.

Ele pareceu surpreso com a iniciativa, mas não disse nada, começando a me acariciar por cima do sutiã. Sua mão trabalhou seu caminho, de um seio para o outro, em um toque gentil, mas muito mais torturante do que seus beijos. Ergui meu tronco, exigindo mais contato, ao que ele obedeceu tateando minhas costas até encontrar o fecho de meu sutiã. Damon o tirou, jogando-o pelo chão do quarto e expondo meus seios, agora totalmente livres. Sua cabeça abaixou e sua boca circulou meu mamilo antes que eu tivesse alguma chance de me envergonhar por minha nudez.

Eu estava gemendo, algum extinto selvagem estava tomando conta do meu corpo e eu enfiei meus dedos em seus cabelos, trazendo seu rosto o mais próximo que eu conseguia. Damon estava chupando meus peitos com uma paixão que eu achava impossível, ele mordiscou minha pele, rodeou meu mamilo com sua língua e então o sugou forte até a pele quase começar a arder, então ele simplesmente passou para o outro seio.

Não sei quanto tempo ele ficou intercalando de um seio para o outro, mas meu corpo tremia em uma necessidade que eu nunca havia sentido.

Quando sua mão se esgueirou por minha barriga, infiltrando minha calcinha, me senti perto de explodir em chamas. Ele tateou rapidamente dentro da minha calcinha, seus dedos deslizando facilmente na minha umidade. E, inferno, eu estava tão úmida.

Damon gemeu ao perceber o quanto eu estava excitada. Ele não parou de chupar meus seios, seus dedos tateando as dobras inchadas do meu sexo, um dedo longo encontrou seu caminho para dentro de mim e eu gritei.

Senti quando ele tirou seu dedo e voltou a colocá-lo, seu polegar estimulando meu clitóris enquanto ele continuava os movimentos de vai e vem.

Meu corpo estremeceu e eu me mexi em direção à sua mão, rebolando sem qualquer vergonha até que senti algo se construindo em mim, procurando seu caminho para fora. Eletricidade pura queimou meu corpo e saiu em ondas por minhas extremidades.

Cai na cama, exausta, mas ao mesmo tempo experimentando o maior surto de alegria do mundo.

Eu havia acabado de ter um orgasmo e um sorriso bobo e estúpido não queria deixar meus lábios.

– Isso foi... — sussurrei, apenas porque achava que devia dizer alguma coisa — Uau.

Damon me deu um meio sorriso sexy, levantando uma mão e tirando uma mecha de cabelo do meu rosto.

– Sim — concordou, se abaixando e me dando um beijo nos lábios. — Foi incrível.

Encarei ele, mordiscando os lábios.

– Eu nunca tinha... — pausei, um pouco envergonhada em admitir.

– Tido um orgasmo? — Damon completou.

Assenti, meu rosto ficando levemente rosado.

O sorriso dele aumentou, e ele abaixou para me dar outro beijo lento.

– Foi uma honra te proporcionar isso, então — murmurou, parecendo feliz.

Eu sorri também.

Damon levantou, poucos segundos depois, me deixando um pouco desnorteada.

– Já volto — ele disse.

– Aonde vai?

Mas ele não respondeu, sumindo na porta que levava para meu banheiro. Pensei em levantar para segui-lo, mas duvidava seriamente que minhas pernas respondessem.

Ouvi o barulho da torneira sendo aberta e logo em seguida Damon estava de volta, com uma toalha de rosto molhada entre os dedos.

– Para que isso? — perguntei, quando ele se sentou na minha frente na cama.

– Vou cuidar de você — disse, simplesmente, engatinhando para o meio das minhas pernas.

Apenas observei quando ele abriu caminho para o meio das minhas coxas, mantendo minhas pernas afastadas ao seu redor. Ele abaixou a toalha úmida, passando ela por toda a extensão inferior das minhas coxas e pela minha virilha.

Então eu percebi: Damon estava me limpando.

Sorri novamente, o mesmo sorriso bobo de antes.

– Não precisava — sussurrei, um pouco emocionada.

Ele balançou a cabeça, terminando o que estava fazendo e colocando a toalha úmida de lado.

– Claro que precisava — retrucou. — Sempre vou cuidar de você, princesa.

Minha emoção vazou e eu o puxei para um beijo apaixonado. Damon me beijou de volta, evitando colocar muito do seu peso sobre mim e eu me mexi, tentando melhorar nossa posição para o beijo.

Foi então que eu senti algo muito duro pressionado em minha perna.

Parei o beijo, me afastando e o encarando.

– Parece que alguém precisa cuidar de você — comentei, gesticulando para o volume em sua calça social.

Ele seguiu meu gesto com os olhos, mas negou com a cabeça.

– Não precisa — disse, — eu estou bem. Porque não vai dormir?

– Você vai ficar? — perguntei, não querendo que ele saísse do meu lado.

Damon deitou do meu lado.

– Você quer que eu fique?

Assenti firmemente com a cabeça.

– Quero sim — falei.

Ele pareceu pensar um pouco, mas finalmente pareceu ceder.

– Ok — disse, se sentando na cama e tirando os sapatos.

Sentei na frente dele, levando meus dedos até os botões de sua camisa social. Eu consegui abrir dois antes que Damon se afastasse.

– Só quero que durma mais confortável — expliquei sorrindo, — não vou te atacar mais hoje. Palavra de escoteira.

Ele riu, tirando a camisa por conta própria e levantou para apagar a luz do quarto antes de se juntar a mim na cama. Damon esperou pacientemente enquanto eu procurava por uma boa posição antes de jogar o cobertor sobre nossos corpos. Ele veio por detrás de mim e me abraçou.

Era como estar no céu, exceto que ainda havia uma coisa me incomodando... E essa coisa estava cutucando minha bunda.

Nesse momento eu me senti a pior pessoa do mundo. Simplesmente não parecia justo que Damon houvesse me dado prazer, quando ele próprio estava obviamente frustrado nesse quesito.

– Damon — sussurrei, virando para ficar de frente para ele, — tem certeza de que não quer que eu cuide de você?

Ele sorriu, levantando uma mão e acariciando meu rosto.

– Não precisa, princesa — disse. — Você não precisa fazer isso por mim. Sério. Eu estou bem.

Suspirei, me sentindo ainda pior com as suas palavras. Desde quando Damon era tão altruísta?

Reuni meu ultimo estoque de coragem da noite e abaixei minha mão, colocando ela em cima do volume em sua calça. Um som de surpresa saiu estrangulado pela sua garganta.

– Elena — ele tentou argumentar, — isso não é...

– Eu quero — o cortei. — Realmente quero. Por favor, Damon, me deixe fazer isso por você.

Ele não disse nada, me analisando por um momento. Não faço a menor ideia do que ele viu em meus olhos, mas ele assentiu com a cabeça, apenas uma vez, mas foi o suficiente.

Aproximei meu corpo mais do dele, levando meus dedos até o zíper de sua calça e a abrindo. Esgueirei minha mão até o cós de sua cueca e a abaixei. O pênis de Damon saltou para fora, por entre o zíper de sua calça e eu perdi um pouco da minha confiança. Céus, eu não fazia ideia de como fazer isso.

Ignorei meu rosto queimando e o toquei timidamente, sentindo a estranha maciez de seu membro e o seu tamanho. Damon gemeu, impulsionando seu quadril quase que imperceptivelmente contra minha mão.

Experimentei aquela coisa de rodear o pênis com a mão e movê-la para cima e para baixo que eu já havia visto em alguns vídeos pornôs que Caroline me enviava ás vezes de brincadeira. Damon soltou um barulho estranho, mas parecia de satisfação.

Testei a intensidade do meu aperto, percebendo que Damon parecia sentir mais prazer quando eu o apertava levemente, mas não o suficiente para machucá-lo. Acelerei minhas mãos, bombeando em seu membro o mais rápido que eu podia, e então voltei para movimentos mais lentos antes de acelerar de novo.

Damon começou a mexer o quadril na direção da minha mão, aumentando um pouco o contato. Desci minha mão livre e a enfiei pelo zíper de sua calça, embalando e acariciando suas bolas.

Ele gemeu de novo, abaixando a cabeça e roubando meus lábios com os seus. Nos beijamos avidamente e eu pude sentir claramente quando Damon deu um ultimo impulso nos quadris, seu membro vibrando em minhas mãos enquanto ele tinha seu próprio orgasmo.

Mordisquei seu lábio inferior, sorrindo ao vê-lo extasiado.

– E você deu sua palavra de que não iria me atacar hoje — ele acusou brincando.

– Nunca fui escoteira — me defendi.

Damon riu, ajeitando sua cueca e tirando sua calça, pois ela havia sujado durante seu orgasmo.

– Já falei o quanto você é incrível, princesa? — ele perguntou, me puxando para os braços dele.

Apoiei a cabeça em seu peito nu e sorri.

– Algumas vezes — brinquei, virando o rosto e depositando um pequeno beijo em seu peito. — Eu te amo.

Senti seus braços me apertando com mais força.

– Eu também te amo.

E eu deixei o sono me levar.

Notas finais
Gostaram? Estou morta? Pois é gente, não fiz o hot. Tava preparada pra fazer, me sentei em frente ao computador, pronta pra escrever, então percebi que eles estão juntos faz pouco mais de uma semana. Ta muito cedo. Então achei que eles deveriam aproveitar de outras formas antes de irem para os finalmente. Vão me matar? Por favor, comentem, quero saber oq acharam. xoxoxo Nana