Notas iniciais
Olá queridos, o aviso de duvidas posso dizer que sanou todas minhas duvidas e vocês me inspiraram a voltar com capitulo bem grande e vejam como um teste espero contar com todos nos comentarios. Aviso importante o capitulo é puramente intenso e forte considerem aqui o começo do drama. Boa leitura! Algum erro relevem que ná tive tempo de revisar.

A vida parecia sorrir para Regina e Emma apesar de todos os problemas que enfrentavam ao longo do relacionamento, tinham tantas coisas para comemorar e agora estavam ainda mais felizes por Zelena e Ruby começarem algo e apostarem em relacionamento serio. Regina estava feliz pela irmã afinal Zelena nunca teve sorte em seus relacionamentos anteriores e por mais que soubesse que Ruby fosse safada e não parasse com ninguém, as coisas pareciam diferentes agora, já Emma estava radiante pela melhor amiga e quase irmã, ver Ruby suspirando era novidade e Emma torcia para que ela tomasse juízo e pudesse ser tão feliz quanto ela estava com Regina. No apartamento de Regina acontecia uma conversa típica de irmãs e comentários eram o mais engraçados.

– Então rolou algo entre você e a Lucas enquanto eu e Emma estivemos fora. – Regina perguntava a irmã enquanto trocava de blusa.

– Aconteceram algumas coisas. – Zelena respondeu fazendo uma cara para lá de sacana.

– Que coisas Zel. Não me diz que transaram naquele sofá. Se não mato sua namorada.

– Regina! – A ruiva exclamou indignada. – Da pra parar com as piadinhas. E não transamos no seu sofá sua chata, na verdade não aconteceu nada além de uns beijos e amasso.

– Serio? Mas porque, já que sua namorada é uma safada. Eu pensei que na primeira oportunidade que ficasse sozinha você, ela ia te levar para cama. E agora aguenta vocês duas vivem fazendo xeretando minha vida intima com a Emma. – Regina concluiu.

– Confesso que também pensei isso, mas quando a coisa esquentou ela recuou. Disse que comigo era diferente e que queria que fosse perfeito, romântico porque eu merecia mais que só uma transa, eu merecia amor. – Zelena disse suspirando.

– Uau, parece que você conquistou mesmo aquela sem vergonha. E estou feliz por você maninha, as duas merecem ser feliz e essa atitude da Lucas a fez subir no meu conceito.

– Ai Regina você sempre tem ser implicante né. E sim eu fiquei feliz com atitude da minha morena também, mas é difícil resistir e ter esperar.

– Agora você sabe como me sentia com a Emma. – Regina comentou zombando da irmã.

– Deus eu vou enlouquecer então.

– Não precisa enlouquecer, em todo caso usem uma flor.

– Regina, depois é a Ruby que não presta. Zelena deu tapa no braço da irmã e foi tomar banho, afinal elas tinham um café da manhã esperando por elas.

(...)

– Então rolou, ou não rolou algo entre vocês Ruby. — Emma perguntava curiosa a amiga. Ruby olhou para Emma meio sem graça, e isso de fato era inédito porque ela jamais se sentia assim com ninguém quando assunto era sexo.

– Não Emma, não rolou nada. Quer dizer rolou coisas de casal.

– E que seria coisas de casal para você Ruby?

– Ai loira as coisas melosas que você e Regina fazem. Ver filmes no sofá agarradinho, ir ao central parque tomar sorvete, jantar romântico esse tipo de coisa. Emma não conseguiu segurar o riso, definitivamente sua melhor amiga tinha mudado e estava mesmo apaixonada por Zelena.

–Quem te vê quem viu Ruby Lucas. Toda boba e apaixonada, mas eu fico muito feliz por vocês e pela Zel também vocês merecem ser felizes.

Ruby sentiu seus olhos marejarem pela primeira vez na vida ela pensava se tendo um futuro com alguém. Emma era sua família isso nunca ia mudar, mas construir uma só dela era algo que sempre sonhou e agora ela tinha essa possibilidade com a ruiva.

– Não ria de mim loira eu sei isso tudo clichê e bobo, mas eu estou amando poxa piadas não são legais. Emma eu penso em me casar com aquela mulher e isso tudo é novo me assusta. Mas tenho certeza que eu quero isso.

– Desculpa rir, é que novidade ver você toda abobalhada assim. Mas deixa te contar um segredo eu também tive medo no começo com Regina foi tudo tão intenso e forte. Mas o amor de verdade é isso não é? E veja agora estou noiva de mulher maravilhosa que aceita tudo que trouxe comigo e me ama sem reservas, não deixe o medo te impedir de viver isso Ruby permita-se amar e ser amada você merece isso.

A morena de mechas vermelhas suspirou e sorriu para amiga tendo a certeza que jamais desistiria de Zelena.

– Eu não vou desistir loira pretendo amar aquela ruiva gostosa, todos os dias da minha vida. Emma deu tapa no braço da amiga e riu Ruby reclamou do tapa, mas algo lhe chamou atenção. O colar que Ruby usava aquele pingente não era estranho tinha visto um, igual em algum outro lugar.

– Ruby esse colar onde o conseguiu?

– Emma eu tenho isso desde orfanato não lembra não é. Era única coisa que acharam comigo e diziam ser da minha família e desde então eu guardo ate hoje. Faz-me sentir, mas perto dos pais. Mas porque a pergunta?

– Nada eu só não me lembrava dele. A conversa foi interrompida pela entrada de Henry reclamando de fome.

– Mãe eu quero café da manhã. Onde estão mamãe e a tia Zelena? — O garoto perguntava fazendo beicinho. Ruby o pegou no colo e fez cocegas no menino lhe arrancando gargalhadas.

– Elas foram tomar banho garoto e já vão descer. Agora se comporto e ajude sua mãe que também preciso de um banho. O menino desceu do colo da tia e correu pra cozinha para ajudar a mãe.

– É igual ao da dona Granny mãe. Aquela moça dona da lanchonete onde vovô e a vovó moram.

– O que é igual ao da Granny filho? E eu sei quem é ela meu amor.

– O colar da tia Ruby. A Granny tem um igualzinho e ela me disse que era de família ou algo assim.

Emma parou para pensar por minutos e talvez a vida estivesse lhe pregando, mas uma peça seria possível tudo estar tão entrelaçado assim? Decidiu que perguntaria ao irmão, mas informações para só assim dar vazão as esperanças que se formavam em seu coração. Seus pensamentos foram interrompidos pela volta de Regina e Zelena. Logo a mesa do café estava posta e todos sentado comendo, e conversando animadamente sobre a vida e os planos Henry olhou em volta e pensou que sua família crescia a cada dia e estava feliz por isso.

(...)

Durante a parte da tarde que horário que Emma trabalhava, ela recebeu uma visita inesperada no vestiário, e quase levou um susto enquanto se preparava para trocar de roupa e colocar o uniforme.

– Olá senhorita Swan. — Uma senhora dizia sentada a um dos bancos que ficava próximo aos armários que funcionários usavam para guardar seus pertences.

– Quase me matou de susto senhora Mills. — Emma respondeu assustada.

– Me desculpe por isso senhorita Swan, mas precisava falar com você a sos. E esse é o único lugar que poderia lhe encontrar sem intromissão de Regina e antes que você começasse a trabalhar.

– E do que se trata? O que Cora Mills deseja falar comigo?

A velha olhou para a loira sabendo que o embate seria difícil e que Emma não desistiria de Regina facilmente, mas ela tinha caráter era alguém que sempre fazia o certo e Cora apostava nisso para que saísse vitoriosa daquela conversa. Ou ao menos deixasse Emma em duvida.

– Eu quero apelar para seu bom senso senhorita Swan. E quero acreditar que ama mesmo minha filha, porque se ama como pensa você vai deixa-la.

Emma olhou para Cora não acreditando nas palavras e na audácia daquela mulher.

– Se veio aqui me envenenar com suas mentiras esqueça nada do que você venha me dizer, me fara desistir do meu amor por Regina.

– Nem mesmo se ela perder a presidência da Mills advocacia. Nem mesmo se ela perder todos os seus clientes, a advogar é a paixão de Regina senhorita Swan.

– Você jogaria tão baixo assim não é senhora Mills. Ela sua filha como pode não querer que ela seja feliz.

– É pela felicidade dela que faço isso, e na empresa não sou apenas eu quem decido. Existem sócios e clientes que não estão felizes com seu relacionamento com minha filha. Pare e pensa Emma como vocês são diferentes. O mundo de Regina é outro e acredite eu creio que ela te ame, mas haverá o dia que lhe culpara por perder tudo que ela tem agora, e principalmente por abrir mão de sua profissão.

– Eu jamais pediria para Regina abandonar o que ela ama, eu vou apoia-la no que ela decidir. — Emma respondeu com voz entrecortada, ela não queria admitir não ali na frente daquela mulher arrogante, mas havia verdade por trás daquelas palavras.

– É por isso que confio que você fara o certo, senhorita Swan. Fara tudo para ver Regina feliz. Eu vou indo e deixarei trabalhar tenha um bom dia. — A velha Mills disse deixando o vestiário.

Ela estava satisfeita com a conversa que acabara de ter com Emma, tinha certeza que duvida tinha sido plantada agora o próximo passo era tirar Regina da presidência do escritório Mills e resto iria acontecer com o tempo. Já Emma deixou algumas lágrimas rolarem por seu rosto tinha mil pensamentos em sua cabeça, mas principal havia decido não contar nada a Regina sobre a visita inesperada de sua mãe.

(...)

Henry esperava sua mãe na entrada da escola, mas quando garoto deixou os portões da escola teve uma surpresa, alguém inesperado esperava o menino na saída e correu na direção de quem o esperava.

– Papaaai. — O garotinho gritou correndo e foi recebido por Neal com forte abraço.

– Oi garotão. Como você esta?

– Eu estou bem, pensei que nunca mais verei o senhor. Tantas coisas aconteceram, eu tenho uma nova casa e família.

– Caramba filho isso é demais, e o papai estava com saudades. — Neal respondeu brincando com Henry em seus braços.

– Mas você sumiu pai e nunca veio me procurar.

– Papai teve problemas e tive que me ausentar por tempo. Só agora eu estou aqui e vim te levar para dar um passeio. Podemos ir ver um jogo de basquete. O que você acha?

O menino não parecia muito confortável, ele estava feliz por ter seu pai ali, mas sabia que não podia ir com ele sem autorização da mãe era errado.

– Não posso sair sem autorização da minha mãe. E a mamãe vem me buscar daqui a pouco papai. O homem ficou meio confuso com a afirmação do garoto ele dizia mãe e mamãe como se falasse de duas pessoas diferentes.

– Filho você não estará com estranho, eu sou seu pai. E depois posso te levar para casa é só você me dizer onde esta morando com sua mãe.

– Não acho uma boa ideia papai. — Henry indagou desconfiado.

E como de costume Regina foi buscar no final da tarde buscar o final da escola. Estranhou quando saiu do carro e viu Henry nos braços de homem andou a passos largos em direção a eles para intervir e quando chegou perto se deu conta que era o ex-marido de Emma e consequentemente o pai do menino. Quando Henry viu que Regina vinha em direção a ele e ao pai se agitou nos braços de Neal pedindo para descer e correu em para mãe.

– Mamãeee! — Ela exclamou e pulou nos braços da advogada se sentindo estranhamente mais seguro.

– Oi meu príncipe. — A morena respondeu dando um beijo na testa do filho.

– Papai veio me ver. Ele quer me levar ao jogo de basquete, mas eu não quis ir sem autorização.

– Você fez bem meu amor. Neal observou a cena e ficou indignado por seu filho estar chamando aquela mulher de mãe. Iria tirar satisfação e saber o que estava acontecendo.

– Posso saber o que significa isso? — Neal direcionou sua pergunta a Regina sem se importar com a presença do filho.

– Não entendo sua pergunta senhor Cassidy. Vim apenas buscar meu filho na escola o que eu não entendo é o que o senhor faz aqui, sendo um foragido da policia.

– Seu Filho? — O homem questionou sendo de modo sarcástico. — Isso é algum tipo de piada Mills, o garoto não tem uma gota do seu sangue, e não lhe devo satisfações ao visitar o MEU filho. — Neal fez questão de dar ênfase ao meu o que certa forma feriu Regina profundamente.

Por mais que aquele homem fosse um desgraçado ele era o pai de Henry e isso ela nunca poderia mudar. Mas ela não demonstraria isso a ele estava disposta a lugar por seu filho, porque era isso que Henry era para ela, seu filho. Ela amava aquele garotinho com todo coração não importando se ele tinha o seu sangue ou não.

– Ser pai vai além de compartilhar um laço sanguíneo senhor Cassidy.

– Acha mesmo só porque tem dinheiro acha que pode comprar minha família sua riquinha mimada. É tão imprestável que não teve a capacidade de arrumar um homem que lhe pudesse dar filhos. Você não é mãe dele e muito menos do outro filho que a Emma carrega eles são meus encarre isso. — Neal rebateu gargalhando. E Henry teve uma reação inesperada dando um grito alto que assustou o homem.

– Ela é sim. — O garotinho afirmava aos gritos. — Ela minha mamãe sim, porque eu amo ela, e ela me ama como filho. Ela cuida de mim e da minha mãe.

Regina ficou perplexa pela reação do garoto ele era só uma criança e tinha consciência de coisas que ainda eram difíceis dele compreender com tão pouca idade.

– Filho o papai só disse a verdade ela quer roubar você, sua mãe e o neném de mim.

– Isso é mentira, você é que foi embora e nunca mais voltou. Eu lembro não adianta falar mentiras papai você gritou com minha mãe empurrou ela e disse que não queria o neném. Você deixou minha mãe triste varias vezes, e ela sempre chorava baixinho à noite para eu não ouvir.

Regina queria tirar Henry dali e correr com filho para longe de toda aquela sujeira, mas parecia que menina desabafava tudo que tinha guardado em seu pequeno coração por tanto tempo.

– Henry você é pequeno e não entende as coisas ainda. — Neal tentou se justificar.

– Eu posso ser pequeno, mas sei que ser papai de verdade não é só levar em jogos de basquete, ser papai é ler historinhas pro filho, é ajudar a andar de bicicleta e ir à escola no dia das profissões e você nunca fez isso comigo. E você pode não gostar, mas eu não ligo Regina é minha mamãe também ela cuidou de nós quando você fez coisas ruins com a minha mãe ela cuida do neném e quer ele. E somos uma família e eu to feliz assim. Vai embora eu não preciso, mas de um pai.

Há essa altura o menino tinha rosto vermelho e lágrimas nos olhos, ele se soltou de Regina e correu para carro dela se trancando lá. Neal tentou ir atrás do menino, mas foi impedido por Regina.

– Deixe meu filho em paz, você mesmo o ouviu. E ele não quer te ver mais aceite isso e respeite faça algo de bom ao menos uma vez na vida por ele.

– Se acha que vou ficar longe do meu filho esta muito enganada.

– Se você não sumir daqui agora, vou chamar a policia dai veremos se você não muda de ideia. Neal ponderou tudo e viu que era o momento de recuar ser preso agora não era uma boa opção.

– Você pode se vangloriar agora Regina Mills, mas ate o filho que a Emma carrega agora e que você chama de seu fui eu quem fez. Isso aqui você nunca poderá dar a ela e nem mesmo outro filho. — Neal disse segurando as partes intimas.

Aquilo tinha sido a gota d’água e Regina deixou de lado toda sua compostura para responder aquele filho da puta, sim foi isso que a advogada pensou era único palavrão que se adequava aquele homem no momento.

– Você tem razão quando afirma que eu tenho muito dinheiro e posso comprar o que eu quiser. E quanto a dar a Emma o que você segura entre suas pernas com tanto orgulho. Existe algo chamado sexy shopping e bem lá tem muitos senhor Cassidy e todos os gostos e tamanhos e se MINHA mulher quiser compro uma coleção de pênis para satisfazê-la todas as noites, porque o que importa é que ela estará em meus braços e quando ela gozar será o meu nome que ela vai gritar...

Regina ia se retirando, mas esqueceu de completar e não iria deixar de acabar com o ego masculino daquele infeliz.

– E quanto a filhos meus com Emma posso dar a ela quantos ela quiser, a ciência esta bem avançada e existem milhares de bancos de espermas para isso e bem meu dinheiro pode pagar o que quiser como você mesmo disse. E agora se me der licença vou embora para minha casa ver minha família.

A morena saiu andando deixando o homem com cara abobalhada para trás. Regina se sentia bem e vingada e toda arrogância daquele homem tinha ficado para trás. Quando chegou ao carro encontrou Henry ainda meio fragilizado e simplesmente abraçou o menino dizendo palavras de conforto e que tudo ia ficar bem.

– Meu príncipe você sabe que a mamãe te ama não sabe? — Regina dizia dando beijos pela face do menino que se aninhava em seu colo.

– Eu sei mamãe, e eu também te amo. Não quero um papai só quero você.

A advogada apertou o garotinho mais em seus braços e assim ficaram por um tempo ate tudo se acalmar. Ao retornar para casa Regina decidiu não comentar nada com Emma sobre a visita de Neal. Henry concordou com mãe não queria chatear Emma e seu pai tinha ficado no passado, e ao mesmo tempo Emma decidiu não contar a Regina nada sobre a visita de Cora. Apesar das duvidas a noite em família foi tranquila e todos encontraram uns nos outros o conforto e a paz da família que eram.

Notas finais
Cora soltou seu veneno e mexeu com nossa loirinha. E o pequeno Henry desabafou tadinho do meu pequeno, mas o trofeu sambou com salto agulha foi para Regina acabando com merda do Neal no final e espero que todos tenham gostado dessa parte, rs. Disse que drama começou e realmente é só o começo mas tudo tem um intuito não esqueçam disso. Agora sejam maravilhosos como tem sido ate hoje e deixem um singela opinião nos comentarios porque interagir com vocês é que faz a historia seguir em frente! E ate breve.