You Make It Real
12 Sometimes this is not enough
Notas iniciais
Três dias se passaram e Emma não conseguiu arrumar o dinheiro para quitar a divida com proprietário do apartamento onde morava. Pedir ajuda a Regina havia passado pela cabeça da loira mais depois desistiu era um problema dela e a morena já havia feito muito por ela. Toda via precisava de uma solução não sabia até onde ia conseguir enrolar mais. E Regina evitou um contato mais direto com Emma, ela ainda não sabia como se portar diante da situação agora que tinha certeza de seus sentimentos pela loira precisava de tempo e resolveu descontar tudo no trabalho por hora era a melhor solução.
– Bela eu quero todos os meus casos importantes na minha mesa, por favor.
– Levarei em minuto Dr. Mills. Rapidamente a assistente retornou com pilha de processos e colocou sobre a mesa de Regina.
– Obrigado, Bela se precisar de algo mais eu te chamo.
– Tudo bem, mas não se esqueça de fazer uma pausa. Ficar enterrada no meio dessa papelada não faz bem.
– Me lembrarei disso.
Regina sorriu para sua assistente mesmo querendo loucamente largar tudo ali e ir ver Emma ela sabia que ainda não era hora.
Emma também focou em seus afazeres e em cuidar do filho enquanto buscava uma saída para os problemas. O que ela não esperava era que as coisas piorassem mas do que já estavam ruins.
– Pepy o que esta acontecendo aqui? São minhas coisas para onde estão levando? Emma brigava com cara que tentava carregar sua tv. O senhorio tentava acalma-la.
– Desculpe Emma eu tentei. Mas a ordem veio do dono do prédio ou você acertava a divida ou suas coisas iriam para a rua. Emma tentava juntar o restante de suas coisas e expulsava os curiosos que a queriam carregar o pouco que loira tinha.
– Tudo bem Pepy você fez o que podia. Eu vou dar um jeito. Henry desceu do fusca e veio ajudar a mãe meio assustado.
– Mamãe ficaremos sem casa agora né? Emma olhou para filho desesperada sem saber o que responder.
– Não filho eu já te disse que vou dar um jeito. Junte suas coisas e coloque no fusca ok.
– Esta bem mãe. Henry pegou alguns pertences e fez como Emma havia lhe pedido. O senhorio contou à loira que havia salvado as coisas de maior valor e guardado em um deposito que lhe pertencia e Emma poderia pegar quando quisesse.
– Emma ficara tudo guardado é mínimo que posso fazer por você.
– Obrigado mais uma vez meu amigo. Eu não tenho como lhe agradecer. Ela abraçou o idoso recolheu o restante de suas coisas colocou em seu fusca e partiu sem saber o que fazer. Emma dirigiu ate o parque onde costumava levar Henry e deixou o menino brincar ela precisava pensar, se sentou no seu lugar de costume observando atentamente o filho no balanço e pegou o celular na bolsa ela tinha uma ultima opção não era a melhor mais por hora iria servir. Discou o numero e aguardou.
– Alô Ruby.
– Emma minha loira favorita.
– Ruby preciso muito da sua ajuda.
– Loira você sabe que pode contar sempre comigo, o que foi dessa vez? Aquele seu namorado babaca aprontou.
Emma sentiu um nó na garganta ao lembrar-se de Neal. infelizmente tudo de ruim que estava vivendo era culpa dele. E Ruby sempre dissera desde que Emma o conhecera que ele não era boa gente, Emma e Ruby se conheceram em um dos lares adotivos que Emma esteve e desde então se tornaram a família que nunca tiveram. Amigas e irmãs para todas as horas.
– Ruby sem sermões, quero saber se posso ir ate ai para conversamos.
– É claro que pode loira. Não tenho shows hoje então tenho a noite livre.
– Ok então, daqui a vinte minutos, estou ai e te conto tudo. Emma desligou o telefone e continuou vendo o filho brincar, com certeza que ao menos um lugar para deixar Henry ela já teria. Vinte minutos depois Emma estava batendo a porta de Ruby com filho nos braços.
– Loira quanto tempo. Ruby recebeu a amiga calorosamente.
– Estava com saudades também Ruby. Emma a cumprimentou de volta sorrindo.
– Meu Deus esse é aquele bebezinho que peguei no colo. Henry você esta enorme. A morena brincou com garotinho que se escondia nas pernas da mãe meio envergonhado.
– Henry essa é sua tia Ruby. De um oi para ela filho não seja mal educado. Henry olhou para Ruby meio desconfiado antes de responder ainda envergonhado. — Oi tia Ruby.
– Oi pequeno você cresceu bastante desde ultima vez que te vi. Esta um rapazinho já. O garotinho lhe deu um sorriso tímido e abraçou a morena. Eles entraram no pequeno apartamento, Ruby mostrou a Henry seu quarto e vários dvds infantis que distraíram o menino enquanto Emma e ela conversavam. Já na sala Emma explicou toda situação a Ruby.
– Eu lhe disse assim que conheceu aquele babaca, que ele não valia nada Emma.
– Ruby não precisa jogar na minha cara. Apesar de tudo ele ainda é o pai dos meus filhos. A morena se espantou quando Emma afirmou filhos, já que a loira não lhe contou o fato de que estava gravida.
– Espera filhos. Você esta gravida?
– Sim estou. Emma afirmou meio triste.
– Eu não acredito que ele teve a coragem de fazer tudo isso e ainda te largou gravida. Era duro para Emma admitir isso mais tudo de ruim que estava acontecendo com ela era culpa de Neal, mas ela não queria lamentar iria recomeçar e fazer o melhor por seus filhos.
– Ruby tudo que quero saber é se posso deixar Henry aqui, eu me viro no carro, mas ele não pode ficar morando no carro comigo.
– Loira você não precisa nem perguntar é claro que o pequeno pode ficar aqui. E você não ficara morando em carro ainda mais estando gravida Emma, aqui é pequeno mais a gente se aperta você dividi o sofá com Henry ou a cama comigo e esta decido os dois, ou melhor, os três ficaram comigo. Emma sentiu o coração mais leve ao menos um teto para dormir teria o resto iria se ajeitar aos poucos. Ela abraçou a amiga em agradecimento enquanto as lagrimas desciam pela face.
– Obrigado Ruby nem sei como agradecer.
– Não há o que agradecer loira, juntas sempre lembra foi nossa promessa.
– Sim eu lembro. Uma promessa feita na infância de ambas e que se seguia pela vida toda.
Embora Emma soubesse que havia riscos a vida que Ruby levava era um tanto questionável aos olhos do serviço social, a morena era dançarina em uma boate não que Emma achasse errado Ruby apenas dançava. Porém isso seria mais um motivo para assistente social que perseguia Emma tirasse a guarda de Henry dela, então por hora ela iria esconder de todos onde estava e com quem estava morando.
(...)
O fim de semana se aproximava e os dias que se antecederam Emma e Regina se viram poucas vezes, a morena ainda estava mergulhada no trabalho tentando encontrar uma maneira de lhe dar com nova situação que se encontrava. As ligações constantes e as mensagens se tornaram menos frequente Emma sentia falta mais achou que era por conta do trabalho e tentava também focar nos seus problemas. Regina sabia que não poderia fugir dos seus sentimentos para sempre e uma hora ou outra teria que enfrentar Emma o que ela tinha medo era da loira não se sentir da mesma forma. Ainda tinha Robin o que fazer com ele agora, simplesmente não poderia jogar tudo para o alto antes de saber se Emma se sentia da mesma forma e a morena sabia que fugir de sua teimosa não iria resolver as coisas.
Robin ainda planejava passar o fim de semana com sua noiva mais assuntos de família o fizeram se ausentar e deixar uma Regina mais leve.
– Amor desculpe sei que tinha planos de jantar mais é algo serio.
– Tudo bem Robin eu entendo, vá e resolva estarei aqui quando você voltar.
– Prometo voltar rapidinho para você. O homem dizia enquanto beijava o pescoço de Regina.
Depois de um beijo ele partiu para Londres sem saber quando ia retornar, o inglês foi intrigado ainda estava desconfiado porque sua noiva vivia suspirando ao telefone e depois da viagem que fizeram, Regina estava mais dispersa do que nunca e quando voltasse ele pretendia descobrir o porque disso tudo. Depois da partida de Robin, Regina decidiu que ligaria para Emma elas ainda tinham um piquenique depende no domingo e ela deseja ver Henry e claro ver Emma também, ainda sem saber como lidar com seus sentimentos recém descobertos ela preferiu enviar mensagens seria mais fácil. Pegou o aparelho e começou a digitar a primeira mensagem.
Regina: — Oi minha teimosa. Enviou aguardando a reposta.
No apartamento de Ruby Emma preparava o jantar de sábado para ela a amiga e o filho quando ouviu o bip do celular e correu para checar o aparelho, desejando no fundo do coração que fosse Regina e ao ler seu sorriso foi automático. Sentou-se para responder.
Emma:– Olha se não é Regina Mills, lembrou que eu existo mandona. Outro sorriso se formava mais dessa vez nos lábios de Regina e as malditas borboletas no estomago.
Regina:– Me desculpe pela ausência Emma, eu tive uma semana cheia. Mas pensei em vocês todos os dias, saudades do Henry e de você principalmente. Louca para saber mais sobre o bebê.
Emma recebeu a mensagem seguinte tendo a mesma sensação de Regina.
Emma:– Não precisa se desculpar mandona sei que você é uma pessoa ocupada, bom e nós também estamos com saudades e o bebê este bem.
Regina:– Então vamos matar toda essa saudades de uma vez, nosso piquenique amanhã no Central Parque ainda esta de pé? Diz que sim, por favor.
Emma:– Hahahaha... Boba é claro que esta. Henry esta muito ansioso por isso, e confesso que eu também.
Regina: — Acho que estamos todos ansiosos Emma. Amanhã as 10hrs então?
Emma:– Fechado mandona as 10hrs nos vemos. Boa noite Regina bons sonhos!
Regina:– Boa à noite Emma! Ps: Eu terei ótimos sonhos, sonharei com a gente.
Emma leu a ultima mensagem se permitindo sentir uma felicidade que há tempos não conhecia, depois de tantos problemas com perda da casa, problemas com Neal e o medo de perder o filho ela precisava de algo para se sentir melhor. E se Regina podia lhe proporcionar isso ela se deixaria levar por aquele sentimento confuso que ela ainda não entendia mais que queria desesperadamente viver. Henry percebeu que sua mãe estava com aquela cara que ficava sempre que falava com Regina.
– Mãe você esta bem? Perguntou rindo.
– Sim filho estou ótima. E amanhã faremos algo que te deixara muito feliz.
– E o que seria?
– Vamos ao Central Parque.
– Uau isso é demais, podemos jogar bola e tomar sorvete.
– Podemos tudo filho e adivinha quem vai com gente? Henry fez uma carinha sapeca querendo ter certeza da resposta.
– Tia Regina?
– Sim filho, a Tia Regina.
– Obaaaaaa. O garoto saiu comemorando pela casa. Depois abraçou a mãe e continuaram a fazer planos para o dia seguinte e assim adormeceram.
(...)
O domingo amanhceu lindo e Regina com uma disposição incrível era 08hrs da manhã ela se levantou tomou um banho demorado e colocou uma roupa leve. Arrumou uma cesta com diversas coisas para dia e contava a horas para ver Emma e Henry.
No apartamento de Ruby Henry madrugou empolgado com ideia de ver Regina e passar o dia todo no Central Parque. Emma se contagiou com alegria do filho tomaram café e arrumaram tudo para o passeio as 09Hrs Emma se despedia de Ruby que ainda dormia cansada da noite anterior após vários shows na boate que trabalhava. Os poucos dias que Emma e Ruby conviveram a morena havia percebido a forma como Emma falava sobre Regina e sabia que tinha algo mais ali e melhor parecia ser reciproco só esperava que Emma se tocasse logo. As 09h55min Emma aguardava Regina na entrada do Central Parque e pontualmente as 10Hrs a morena apareceu não se contendo abraçou Emma fortemente e foi correspondida da mesma forma.
– Eu esperei a semana toda por esse abraço. Emma sorriu sem graça.
– Você jamais ira perder a mania de me deixar sem graça.
– E a minha marca teimosa. Logo um garotinho protestou ao lado de Regina.
– Ei vocês duas podem parar de se agarrar. Eu também senti saudades e queria um abraço tia. Emma e Regina caíram na gargalhada e Regina pegou Henry no colo lhe dando um abraço.
– Eu também estava morrendo de saudades de você meu pequeno príncipe.
– Puxa tia não some mais por tanto tempo.
– Prometo que não irei ficar mais tanto tempo longe de vocês.
– Acho bom.
O garotinho disse meio zangado no colo de Regina. Os três seguiram a procura de lugar calmo para se sentar Emma forrou a toalha quadriculada sobre a grama em baixo da sombra de uma arvore. Regina colocou sobre ela algumas guloseimas e o dia seguiu em conversas bobas e risadas simples. Emma preferiu não falar sobre seus problemas era hora de relaxar e Henry parecia ter entendido a mensagem ele não mencionou nada sobre onde estavam morando ou sobre a perda de sua casa. Eles conversaram sobre a escola de Henry e a gravidez de Emma o assunto principal era o sexo do bebê e logo depois possíveis nomes.
– Mãe eu quero uma irmãzinha, serei um super irmão para ela.
– Tenho certeza que sim filho, mais ainda é cedo para saber se é menino ou menina. Dizia Emma tentando explicar ao filho.
– Henry mais se for um menino você vai ama-lo da mesma forma não é? Questionou Regina.
– E claro que sim tia e vou ensinar tudo a ele.
– Emma já pensou em nomes.
– Na verdade ainda não.
– Então logo faremos uma lista o que acham?
– Eu acho super legal. Henry falava empolgado com ideia. Perto deles havia vários casais e crianças brincando e Regina se imaginou fazendo aquilo mais vezes brincando com Henry e possivelmente o outro filho de Emma que nasceria.Era um pensamento agradável que aquecia seu coração.
– Sorvete! Gritou Henry empolgado.
– Eu posso mãe?
– Pode sim filho mais vai com calma. Regina chamou o sorveteiro que passava por ali sorrindo com toda empolgação do menino.
– Olá senhoras. Cumprimentou o senhor já idoso.
– Um sorvete para esse garotinho, por favor.
– Qual sabor você quer pequeno?
– De chocolate, por favor. O homem deu ao menino o sorvete desejado e Henry se sentou para saborear, enquanto Regina pagava ao sorveteiro.
– Emma você quer um também?
– Não, Regina obrigada. Regina agradeceu ao senhor que antes de partir fez uma pequeno comentário.
– Nada senhorita, a proposito linda sua família felicidades e saúde ao que ainda vai nascer.
O coração de Emma acelerou com as palavras do senhor ela ia tentar se explicar mais o sorveteiro já havia partido. Regina ficou radiante e sorrindo como uma boba apaixonada que no fundo ela era. Henry escutou cada palavra que homem dissera e de repente milhões de ideias vieram a sua cabecinha, ter Regina na sua família seria bom ele já a amava era um fato e se não podia ter um pai e uma mãe. Ter duas mães não parecia uma ideia ruim. Henry viu outras crianças próximas brincando e resolveu ir brincar também.
– Mãe eu vou brincar. Ele avisou a Emma.
– Tudo bem filho só não vá longe.
– Ficarei aqui perto prometo. Henry pegou sua bola se aproximou das outras crianças e rapidamente se entrosou e a brincadeira seguiu. Ele cumpriu o que queria deixar sua mãe e Regina sozinhas.
A conversa entre elas seguiu Emma ainda estava meio sem saber como agir depois do que ouviram do sorveteiro e Regina havia percebido isso.
– Emma não precisava fica com vergonha. Será que seria tão ruim assim se fossemos uma família? Regina olhou diretamente nos olhos de Emma.
– Não Regina não é isso... Só que eu não sei o que dizer. Você é uma pessoa maravilhosa Regina e jamais teria vergonha se fossemos uma família. Regina se encostou sobre arvore que estava atrás delas sorrindo antes de responder.
– Emma seria a coisa mais linda do mundo e me orgulharia disso, você é mulher incrível e Henry um sonho de criança. E esse pequeno ou pequeno que esta aqui dentro eu já amo. Regina disse colocando a mão sobre a barriga da loira. Aquela atmosfera que as cercava quando estavam juntas começava a se formar. Emma cobriu a mão de Regina e apertou. O sentimento de segurança que Regina lhe passava era incrível lhe dava esperança de que tudo sempre ficaria bem.
– Eu sei disso mandona meus filhos tem sorte eu acho.
– Não Emma eu que tenho sorte de ter encontrado vocês.
Como o néctar das flores que atrai as abelhas elas iam se aproximando e Regina puxou Emma para mais perto e simplesmente deixou seu coração falar. Olhando diretamente no fundo daqueles olhos verdes.
– Você me desperta coisas que não entendo, tenho vontade de estar com você todos os dias. De te abraçar e não soltar nunca mais eu nunca vi um sorriso tão lindo em toda minha vida quanto seu e quando estou com você Emma o mundo para, e só existimos nós. E quando isso acontece te abraçar, te ouvir já não parece mais suficiente para tudo que carrego aqui. Regina colocou a mão sobre o peito sobre seu coração antes de continuar a falar.
– Eu preciso de mais Emma, eu preciso provar que isso tudo é real.
Ouvir aquelas palavras tão doces de Regina fizeram o coração da loira pular inúmeras vezes dentro do peito, as mãos suavam frio. havia medo mais também expectativa do que viria a seguir.
– Eu estou aqui com você não estou. O que pode ser mais real que isso? Confirmou Emma.
– Isso.
Regina perdeu todos os seus medos quando colocou a mão sobre a nunca de Emma e a puxou para juntar seus lábios. Foi um contato delicado um roçar de lábios apenas se descobrindo Emma se assustou com gesto mais ao sentir os lábios macios de Regina sobre os dela qualquer pensamento coerente em sua mente se foi e ela se rendeu aquele momento. O sabor dos lábios de Emma era melhor do Regina imaginava e quanto mais àquele simples toque continuava mais ela queria e quando o toque já não era mais suficiente ela usou sua língua pedindo passagem na boca de Emma que a recebeu de bom grado. As línguas se enroscaram numa caricia suave lenta elas descobriam a maciez, a textura e o sabor nunca um beijo fora tão sublime para ambas. O beijo se aprofundou e Regina puxou Emma para o seu colo, logo o ar se fez necessário e se desgrudaram a contra gosto suas testas coladas e as respirações ofegantes. Regina estava em êxtase e apenas afirmou o obvio.
– Às vezes só a presença já não basta mais quando o peito explode de amor Emma.
A morena não tinha a menor duvida que era isso que sentia por Emma amor puro e simples.
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