Notas iniciais
Oie queridos estamos de volta, e vai acabar o sofrimento nesse capitulo. Só queria ressaltar que escrevemos mais de dez mil palavras e para não ficar uma leitura cansativa dividimos em três partes e nascimento da Isabel fica para próximo capitulo. Alguns personagens precisam de desfechos e esse capitulo finaliza o de alguns. É isso boa leitura!

Zelena foi em direção à casa da irmã contar as novidades, enquanto Tinker e seu advogado iam para o escritório Mills adiantar a reunião que tiraria Robin da presidência e devolveria o cargo a Regina. Quando Zelena chegou ao apartamento da irmã, a encontrou como sempre jogada na cama com cara de poucos amigos e o odor de quem não tomava banho há alguns dias.

— Anda Regina se levante dessa cama temos trabalho a fazer. – A ruiva dizia sacudindo a irmã mais nova.

— Não Zel, da um tempo hoje é sábado. Eu não vou fazer hora extra naquele escritório e ter o desprazer de olhar para cara do Robin. – Regina resmungou escondendo o rosto no travesseiro.

— Esse é o exemplo que quer dar para seu filho Regina?

— Henry foi passar o fim de semana em Storybrooke eu posso me dar ao luxo de ficar na cama hoje. Não quero ouvir sermão Zelena.

– Você precisa parar de birra Regina Mills. E você, vai me ouvir sim alguém tem que botar juízo nessa sua cabeça oca. Você nunca foi do tipo que desiste fácil mesmo quando tinha motivos, mas com Emma você tem todos os motivos para lutar para por ela. Pela, amor de Deus não é possível que você se sinta tão insegura assim por conta de cara qualquer.

— Fácil falar Zel, ele pode dar uma vida normal para ela. – A advogada, se lamentou.

— Regina acorda Emma te pediu um tempo para você resolver as coisas e ter plena certeza do você queria, e a maior prova que ela te ama é que ela deixou o Henry com você. Porque diabos ela deixaria o garoto com você e arrumaria outro, ela te ama Regina. E você já parou para pensar que ela teve motivos para pedir um tempo?

— Eu sei, eu sei só que... – Regina focou na ultima parte dita por sua irmã e mil coisas vieram a sua mente. – Espera motivos, que motivos ela teria Zelena? Eu achei que foi por todo trauma com sequestro e a morte do Neal.

— Eu concordo que toda situação do sequestro pesou na decisão dela Regina, mas tem uma coisa que você não sabe. Eu acho que Emma temia que o dia que você perderia seu cargo na Mills ia chegar e ela ia ter que tomar essa decisão de te deixar livre para decidir se ficar com ela valia mesmo a pena. Você sacrificou tudo por ela maninha e ela fez o mesmo por você, será que nunca parou para pensar nisso.

— Eu pensei nisso, mas eu disse a ela que não importava nada, só importava estar com ela e nossos filhos. Eu amo minha profissão, mas amo mais minha família Zel. – Regina concluiu com a voz embargada. – Eu poderia advogar em qualquer outro lugar que não fosse na Mills.

— E será que só por acaso você pensou que alguém pode ter colocado essas ideias na cabeça da Emma Regina? – Zelena questionou a irmã querendo lhe dar uma dica.

– Eu não sei, bem quem poderia ir dizer isso a ela? – Regina pare e pense, você perdeu seu cargo e em seguida Emma tomou essa decisão assim que descobriu a verdade.

Regina olhou para a ruiva tentando assimilar a pergunta da irmã, sua mente deu mil voltas e só um nome vinha em sua cabeça. Ela queria se negar a acreditar que sua própria mãe tinha jogado tão baixo, indo atingir as pessoas que ela mais amava.

— Me diz que ela não fez isso Zel, por favor. Me, diz que nossa mãe não foi tão cruel a esse ponto.

— Eu queria poder dizer isso Regina, mas eu não posso. – Zelena se lamentou.

Regina se levantou da cama, com olhos brilhando em lagrimas, sua mãe destruía tudo a sua volta da forma mais vil e cruel possível, e em seu interior a advogada não tinha a menor vontade de perdoar a mulher ao qual chamara de mãe.

— Eu nunca vou perdoar ela Zelena, eu juro por tudo que mais amo eu nunca vou perdoar Cora por isso.

Zelena não tinha como defender sua mãe, sabia do estrago que ela tinha feito na vida de sua irmã e mesmo que se arrependesse um dia, seria difícil conseguir o perdão e a confiança de Regina de volta.

– Nada do que eu disse vai mudar o que ela fez Regina. Mais você pode mostrar a ela o quanto ela está errada, se recomponha e lute pela sua família e pegue de volta tudo o que é seu, Regina. – Zelena encorajou a irmã.

Regina buscou forças no fundo de seu coração pensou em Emma, Henry e sua pequena que nem tinha nascido ainda. Eles seriam o seu mundo agora. Eles eram sua força e por eles ela faria tudo, se levantou da cama e resolveu que aquele dia ela teria sua vida de volta. Zelena contou a Regina sobre como Cora tinha influenciado Emma e porque da loira não lhe contar nada. A advogada entendeu finalmente a jogada a mãe de lhe tirar seu cargo, isso obrigaria Emma a lhe deixar por se sentir culpada. Zelena lhe contou também sobre as burradas que Robin vinha fazendo no escritório e como estavam perdendo inúmeros clientes. Mais a melhor parte deixou para fim, Belle tinha encontrado uma forma de tirar Robin do cargo e colocar Regina de volta a presidência.

— Pronta para pegar seu o cargo de volta maninha? – Zelena perguntou a irmã.

— Nunca estive tão pronta Zel. Depois de um banho e esperanças renovadas Regina estava pronta para recuperar sua família e seu trabalho de volta.

(...)

Quando chegaram, ao escritório Mills Belle já aguardava Regina e Zelena com todos os documentos em mãos para começar a reunião que retiraria Robin da presidência.

— Espero que vocês duas tenham um bom plano, porque só acusar Robin de fraude, não será suficiente. – Regina dizia tentando entender o que sua assistente e sua irmã tinham me mente.

— Maninha tenha um pouco mais de fé na sua irmã mais velha, e na sua assistente que por sinal é muito inteligente. – Zelena respondeu confiante.

— Dr. Mills a acusação contra Robin é o primeiro passo, para tira-lo do cargo. – Belle concluiu.

– Tirar ele da presidência não significa que vá assumir novamente Belle. Eu entendo suas intenções, mas não sei como isso me fará ter meu cargo de volta.

– Ai que entra a segunda parte do nosso plano Dr. Mills, e está bem na hora, vamos todos os acionistas e a diretoria já estão reunidos.

Regina não tinha a menor ideia do sua irmã, e sua assistente estavam aprontando, mas resolveu confiar na palavra de ambas porque sabia que no final mesmo que nada saísse como elas desejavam ao menos ela poderia voltar para Emma sem culpas. Ela tinha lutado e perdido e seria hora de seguir em frente com sua mulher e seus filhos. Quando entraram, na sala o falatório se instalava por todos os lados e todos queriam saber o motivo da reunia tão inesperada. Robin estava inquieto sentado na cadeira da presidência, parecendo temer algo.

— Posso saber o motivo dessa reunião? Não temos nenhum caso grande e tenho compromissos pessoais e não quero perder meu tempo precioso. – Robin se pronunciou.

— Se acalme senhor Locksley o caso é importante e o senhor como presidente desse escritório precisa estar presente. – Belle o respondeu.

– Você é muito petulante menina, com ordem de quem convocou essa reunião?

— Com ordem minha e de minha irmã, Robin. – Zelena respondeu interrompendo o momento. – Somos donas desse escritório e podemos convocar reuniões sempre que acharmos prudente. Agora se sente e vamos começar.

Regina sorriu assim que viu a cara de Robin, no fundo ele sabia que estava em maus lençóis e seria desmascarado naquele momento. Belle deu iniciou a reunião informando sobre a perda de grandes clientes e do desviou de grandes valores sem autorização dos demais sócios e com aval do presidente que assinava por Cora Mills Claramente uma fraude.

— Isso nós levara a falência. – Um dos sócios se levantou dizendo.

– Por isso convocamos essa reunião Dr. Logan. Minha mãe está de licença e seu advogado tem uma procuração para representa-la. Pelo que foi lido no contrato ela não autorizou o presidente a fazer retiradas da conta do escritório.

– Está me acusando de algo Zelena? – Robin questionou a Mills mais velha fingindo indignação.

– Não Robin eu estou afirmando, você está nos roubando e falsificando a assinatura da mãe para isso.

— E isso é fraude caso não se, lembre senhor Locksley. – Regina completou com sorriso triunfante. O falatório na sala recomeçou e todos queriam a cabeça de Robin.

— Todos se acalmem eu e minha irmã, Zelena propomos que Robin seja demitido e uma nova eleição para presidente aconteça, mas de modo aberto. Todos que forem a favor levantem a mão. A decisão foi unanime todos eram a favor da demissão de Robin.

— Esqueceram que Cora Mills me colocou aqui, e ela é a sócia majoritária não podem me demitir sem a presença dela. – Robin rebateu querendo ganhar tempo. Belle esperava por aquela reação e colocou seu plano em pratica.

— Na verdade elas podem sim senhor Locksley. A senhora Mills ainda pode possuir o maior numero de ações, mas nem todos os acionistas concordam com suas decisões. – Belle informou.

– Seu argumento é infundado, todos os acionistas estão de acordo com ela assim como a diretoria.

— Deveria ler mais a fundo os documentos antigos do escritório senhor Locksley, a senhora Mills detém 47% das ações do escritório Mills. E os que estão ao seu lado 10% das ações cujos donos estão nessa sala, e às irmãs Mills juntas 40%. Concluímos um total de 97% mas ainda restam 3%. E o dono, ou melhor, dizendo dona dessa porcentagem não concorda com as decisões da senhora Mills.

— Quem diabos é, essa dona que nunca estive presente em nenhuma reunião então? – Robin disse perdendo a paciência.

— Nunca precisei estar presente Senhor Locksley, pois Regina sempre foi uma ótima profissional e sempre comandou tudo muito bem por aqui. – Tinker disse assim que adentrou a sala.

— Apresento-lhe a você a senhorita Tinker Bell acionista e herdeira de um dos fundadores desse escritório. – Belle apresentou Tinker com sorriso nos lábios. Depois informar e mostra a todos a documentação que comprovava quem Tinker era a reunião estava prestes a acabar e era hora da jogada final.

— 43 contra 47, senhorita Belle a decisão de Cora ainda se mantém firme. –O advogado que representava Cora advertiu.

— Não se mantém mais desde dessa manhã. Já que os sócios foram avisados da fraude comentida pelo senhor Locksley. E como não queriam arriscar perder mais dinheiro. Alguns concordaram com a minha proposta e me venderam suas ações. Ou seja, além dos 3% que herdei do meu pai sou dona de mais 7%. E a partir de agora sou representada pela minha advogada Regina Mills, ela tem total poder para decidir sobre qualquer assunto relacionado ao escritório em meu nome. Mas antes vou dar minha primeira e ultima ordem. O senhor Robin Locksley não trabalha mais nessa empresa. Sugiro que pegue suas coisas e se retire. Está demitido Robin. – Tinker concluiu.

Regina não conseguia explicar o que sentia naquele momento e a responsável por tudo aquilo era sua melhor amiga. Iria se grata a Tinker pelo resto de sua vida.

— Obrigado Tinker. Não acredito que você a responsável por me salvar. – Regina agradecia à amiga.

— Amigos são para isso Mills. Além dos mais não podia deixar o legado do meu pai se afundar nas mãos desse incompetente.

— Zel você pode assumir tudo por aqui? Creio que não precisam de mim para decidir alguma coisa. – A morena se direcionou para irmã.

— Ainda há algumas dependências, mas somente a burocracia que você já conhece. Eu e Belle podemos resolver isso. Pretende ir a algum lugar maninha? – Zelena perguntou já sabendo a resposta.

— Apenas um lugar no mundo que queria ir agora Zel, eu vou buscar a minha família.

Não houve mais perguntas ou respostas Regina deixou a sala e todos torciam por ela, era hora de um novo recomeço para morena.

(...)

Emma ainda estava confiante e disposta a voltar para casa em poucos dias, morria de saudades de todos e principalmente do seu amor, Regina Mills. Por mais que soubesse que tinha tomado à decisão certa em pedir aquele tempo, tudo que ela queria agora independente de que teria que enfrentar Cora. Emma queria voltar para a mulher que amava. Sua decisão pesou mais com toda confusão envolvendo Graham e insegurança de Regina achando que ela tinha alguma coisa com o rapaz.

Na verdade Graham era apenas um bom amigo que havia lhe ajudo em alguns momentos, Emma deixou claro ao rapaz seu coração pertencia a Regina e ninguém mais. No decorrer do tempo que passara em Storybooke Emma acabou voltando ao assunto que tinha começado a desconfiar desde sua primeira visita aos pais, e fora nisso que Graham tinha lhe ajudado. A loira investigou a respeito do passado de Granny a dona da lanchonete mais famosa da cidade, a senhora possuía um colar de família igual ao de Ruby e Emma acabou achando que elas poderiam ter alguma ligação.

Depois de perguntar aqui e ali Emma descobriu que Granny tivera uma filha que morrera na mesma época em loira tinha nascido em um acidente de carro. O curioso era que a mãe de Emma e filha de Granny foram grandes amigas na juventude. A coincidência veio depois a filha da velha senhora morrera no acidente com seu marido e a filha um ano e meio de idade, a mesma idade que Ruby tinha quando fora abandonada em Boston. E o que mais intrigava era o colar semelhante que ambas possuíam, mas quando a mulher lhe mostrara fotos da filha e sua família Emma não teve mais duvidas Granny e Ruby eram parentes. E um teste de DNA iriam comprovaria tudo.

Com a ajuda de Henry Emma conseguiu um fio de cabelo de Ruby, arrumar o material genético de Granny também não foi difícil e uma semana depois Emma tinha o resultado positivo em mãos e sua melhor amiga vindo lhe visitar. Obra perfeita do destino talvez.

– Emma como você está? – Ruby disse abraçando a amiga.

— Essa barriga está pesando horrores, meus pés estão inchando e Isabel não pare de se mexer. Fora isso eu estou bem. – Emma respondeu retribuindo aquele abraço.

— Loira pare de reclamar falta pouco para nossa princesinha nascer.

— Falta sim Lucas, apenas um mês. Mais podia ter me avisado que chegaria eu avisaria meus pais.

— Emma relaxa, eu vim com Killian ele veio conversar com seu tio e precisava saber como você está depois daquela confusão com Regina e seu novo amigo.

— Acho que seja o destino te trazendo aqui sua doida, eu te ligar hoje. E bem eu não tenho nada com Graham pretendia voltar para casa no fim de semana. Só tinha uma ultima coisa para resolver aqui antes de voltar para casa.

– E já resolveu? Porque eu não aguento mais a Mills chorando pelos cantos.

– Eu só precisava que você chegasse para resolver.

— Eu posso te ajudar em algo loira? Você esta me deixando nervosa Emma fala logo.

— Calma Ruby, senta que vou te contar tudo.

A loira contou tudo a sua melhor amiga e Ruby não conseguia acreditar no ouvira, será mesmo que teria a chance de conhecer ao menos uma parte de sua família. A morena de mechas vermelhas não tinha certeza, mas rezava para que resposta fosse sim. Graham se encarregou de contar a Granny tudo que Emma descobrira e senhora, que sentira mil coisas ao mesmo tempo. Disseram-lhe a mais de vinte cinco anos atrás que ninguém sobrevirá aquele acidente. Não vira os corpos, não tinha forças na época, e agora a vida lhe devolvia uma parte dela.

A porta da lanchonete se abriu e Granny olhou Emma entrava com a jovem que se parecia muito com sua Anna, era sua neta Granny teve certeza assim que vira Ruby. A morena se aproximou meio tímida e olhos cheios de lagrimas, um abraço saudoso de alguém que sentira falta de casa depois de muito tempo. Ruby Lucas não era mais órfã tinha uma família e finalmente estava em casa.

— Vou deixar vocês duas a sos, sei que tem muito o que conversar. –Emma disse sorrindo e feliz por sua melhor amiga.

– Obrigado. – Ruby sussurrou.

— Não de que Lucas.

(...)

Emma saiu de lá com sensação de que tinha feito o maior bem em sua vida, andou distraída ate ouvir atrás de si uma voz muito conhecida.

– Emma. O coração da loira disparou ao virar para trás e ver parada em frente ao Mercedes o amor de sua vida, borboletas no estomago e mãos suando frio. Regina Mills estava ali diante dela.

– Regina o que faz aqui? – Emma perguntou se aproximando da morena.

— Eu vim buscar minha família Emma. E antes que coloque empecilhos eu sei de tudo. Sei o que minha mãe falou a você, quero ressaltar que já resolvi tudo também, tenho meu cargo de volta. E para minha felicidade ser completa só falta você me perdoar pelo meu ciúme bobo e casar comigo de uma vez. – Regina desabafou tudo de uma vez só. Emma deu um daqueles sorrisos que desmontavam a morena, e seu coração se aqueceu.

A loira andou ate ela e Regina percebeu o quanto a barriga de Emma tinha crescido. Oito meses pelas suas contas e estava mais linda ainda.

— Me desculpe te fazer passar por tudo isso Regina. Mas eu precisava te dar a chance de decidir o que era melhor para você. – Emma disse assim que chegou perto da advogada.

— O melhor para mim é você amor. O melhor para mim é estar minha família, volta para casa teimosa, por favor. Eu faço o que você quiser.

– Agora mais do nunca eu sei disso mandona. Na verdade eu pretendia voltar para casa no fim de semana, mas acho que você sentiu isso e veio me buscar.

Emma se aproximou mais de Regina invadindo seu espaço pessoal e colocando os braços em volta do pescoço da mais velha. Sorrisos bobos, respirações misturadas, elas estavam uma nos braços da outra de novo, e o beijo fora algo inevitável. Mil sensações foram sentidas ao mesmo tempo por ambas, mas que qualquer outra coisa tinha saudade. O beijo tinha carinho, amor e paixão. Línguas se buscavam e corações se aceleravam, estavam em casa mais uma vez. Regina levou a mão à barriga de Emma em gesto impensado e sentiu o bebê se agitar, um segundo chute e Emma sentiu um leve desconforto.

— Ai filha, devagar nessa festa ai dentro, mamãe também está feliz porque sua mãe está aqui. – Emma reclamou assim que beijou terminou. Regina se abaixou e se ajoelhou no meio da rua.

— Regina o que esta fazendo? Levanta dai.

– Só depois de falar com minha princesa. Oi amor, mamãe morreu de saudades, mas agora vou levar você e sua mãe para casa. – Regina conversava com barriga de Emma enquanto segurava em sua cintura.

Depositou um beijo carinhoso na barriga enorme e Isabel se agitou mais uma vez. O bebê parecia mesmo comemorar a volta de Regina dentro da barriga de Emma. Swan chorou diante do gesto da namorada e puxou para outro beijo.

— Estou com tanta saudade teimosa. – Regina disse entre um beijo e outro.

— Vem comigo. – Emma respondeu puxando Regina.

Chegaram à casa dos Nolan aos beijos e Regina reclamou que alguém poderia flagra as duas, Emma a tranquilizou dizendo que todos estavam trabalhando e Henry estava pescando com Evan e só voltariam à noite. Aquele momento seria só delas.

Chegaram afoitas e aos beijos desesperados, mas Emma parecia tensa e tentou segurar a excitação da namorada.

— O que foi amor? – Regina disse confusa.

— Eu estou horrível Regina. Meu corpo mudou muito nesse ultimo mês. Sinto-me gorda. – Emma confessou quebrando o beijo.

Regina sorriu diante do medo de Emma. Aquilo era bobagem, a morena nunca achara Emma tão linda quanto agora.

— Amor você nunca esteve tão linda. E meu desejo por você vai além do físico, Emma, sentir sua pele junto a minha, beijar você. Tudo isso é só uma forma de expressar tudo o que sinto aqui dentro por você. – Regina respondeu levando a mão ao peito. Depois se aproximou de Emma ficando atrás dela e lhe beijando o ombro.

– E para dizer a verdade você está muito gostosa Swan. – Disse virando Emma e olhando em seus olhos em resposta a loira a beijou e Regina viu em seus olhos o desejo, e amor que sentiam uma pela outra.

A advogada correspondeu ao beijo com fome, porém com delicadeza devido ao estado de Emma, elas foram para quarto se beijando e delicadamente Regina colocou Emma em cima da cama, ela tirou as próprias roupas. Ela tirou a roupa lentamente, em pé diante da loira que se debruçou sobre um cotovelo para assistir a exibição sedutora. Regina fez questão de fazer tudo lentamente para o prazer de sua namorada. A visão de Regina mais uma vez nua a sua frente era de tirar o fôlego pensou Swan.

Logo Regina estava ao lado da sua loira e começou a abrir os botões da blusa que Emma usava. A pequena mão da loira a parou e Regina olhou para a namorada, com uma expressão muito pensativa.

— O que, foi amor? Eu te machuquei? Regina estendeu a mão e roçou os lábios levemente contra os de Emma.

Emma fez uma pausa antes de responder, que suas inseguranças ainda era o seu próprio corpo, e era o que estava pesando sobre a paixão avassaladora que sentiu momentos antes.

— Eu estou tão diferente, não estou tão bonita Regina. Eu nem sei como vamos fazer isso. Quer dizer, eu sou tão grande, Regina e nunca fizemos antes... Quer nunca fizemos, eu estando com essa barriga enorme.

— Emma.

O tom de compaixão na voz de Regina fez o coração de Emma esquecer seus temores. Os dedos de Regina acariciaram o rosto de Emma.

— Emma eu já lhe disse, e vou repetir você é linda e esta ainda mais linda assim carregando nossa filha. – Regina sussurrou, nunca parando com as carícias de sua mão. – Você está absolutamente de tirar o fôlego. – Acrescentou ela.

Emma olhou nos olhos da morena e, mais vez desde que se separaram Swan realmente acreditava que amor delas era maior que tudo. Ela viu a verdade, das palavras de Regina espelhada nos olhos castanhos e, finalmente, Emma viu-se através dos olhos de Regina. Nada mais iria abalar o que sentiam.

— Por que você tem tanta certeza disso teimosa? – Perguntou a Regina.

Regina fez uma pausa e ficou de frente para Emma mais uma vez. Inclinando-se sobre um cotovelo dobrado, a cabeça apoiada na palma da sua mão, ela sorriu aquele sorriso especial de constrangimento, o sorriso que apenas era apenas testemunhado por Emma.

— Eu estava com medo de que poderia... Nunca mais ter você de volta. No mínimo, você iria voltar buscar nosso filho me deixar. E agora estou aqui com você prestes a te amar de novo. Só não quero que pense que sou algum tipo de pervertida que acha minha mulher grávida extremamente sexy. Regina riu e Emma riu junto com ela.

— Oh, mandona, é claro que eu voltaria para você. Eu te amo sua boba. E esse desejo, é novidade para mim, mas acho que novidade boa Emma colocou os braços em volta do pescoço de Regina, puxando-a para mais perto. – Obrigado, Regina. Você me fez sentir mais bonita do que nunca.

— Você é Emma. Esse tempo longe de você só me fez ter certeza do que quanto você significava para mim eu sou melhor com você e por você, não há ninguém no mundo, mas perfeita para mim que você Emma Swan.


Regina pontuou o sentimento profundo com um beijo que roubo a respiração de ambas, e deixou Emma gemendo baixinho e pedindo mais.

Regina puxou lentamente a blusa da loira abrindo com calma e correu a palma de sua mão sobre a barriga da namorada. Ela abaixou-se e beijou a pele suave. Sua mão deslizou ternamente ate um seio, deliciando-se com a forma como a carne ao redor do mamilo cresceu tensa quando seus lábios se aproximavam e invadiam o sutiã. Ela sorriu para si, sabendo que em pouco tempo, ela estaria compartilhando este tesouro precioso com sua filha. Regina deixou um rastro suave de beijos desde o ventre inchado, até os lábios de Emma, a loira ofereceu um suspiro no beijo provocante.

— Oh, Regina isso é tão bom.

— Huum, você está absolutamente certa. Regina soprou em seu ouvido, o toque da morena assim como seus beijos, eram cada vez mais apaixonados.

A paixão de Emma acendeu-se ao no mesmo ritmo e logo a loira deixava escapar longos rosnados frustrados escaparem de sua garganta.

— Regina... Isso é tão difícil. Eu quero sentir você contra mim. Eu quero ser capaz de sentir você de todas as formas.

Emma implorou através de seus beijos.

— Vamos resolver isso amor. – Disse Regina rapidamente. – Fique de lado e de costa para mim.

Emma obedeceu, então, sentiu Regina puxar sua saia completamente a deixando somente de calcinha, o corpo da morena a envolveu por trás. As mãos de Regina estavam em todos os lugares ao mesmo tempo, sensível e exigente e logo a calcinha fez companhia à saia jogada ao chão. A loira podia sentir os pontos apertados dos mamilos duros de Regina, deslizando contra suas costas. Emma gemeu alto quando Regina pressionou seu sexo contra sua bunda, deixando um rastro molhado, era a evidência da excitação da morena.

Regina beijou, lambeu e mordiscou a pele da loira, e achou que nunca seria capaz de obter o suficiente do sabor de Emma. Com cuidado, usando um toque suave, ela agarrou os mamilos alongados, beliscou e puxou-os levemente. A sensação foi delirante para Emma e ela cobriu as mãos da namorada com as suas pressionando o toque querendo mais contato.

—Sim... Mais forte. ­– Emma implorou, pressionando as mãos de Regina contra seu seio.

A morena puxou a carne entre o polegar e o indicador repetidamente, até que Emma estava se contorcendo e gemendo contra ela. Correu uma mão delicadamente entre as pernas da loira, e acariciou as dobras encharcadas do sexo de Emma.

Emma gritou com o prazer, e como os dedos de Regina exploravam seu sexo. A sensação foi incrível e ela não queria nada mais do que fazer este sentimento durar para sempre, mas ela podia sentir seu clímax já começando. Os dedos de Regina davam prazer a ela com tanto cuidado e delicadeza a morena a tratava como se fosse uma boneca de porcelana com medo de quebrar. À medida que o prazer aumentava Emma levou a sua própria mão para tocar o seio que Regina tinha abandonado. Seus dedos finos puxaram o mamilo sensível, assim como Regina tinha feito.

Regina observou enquanto Emma empurrava seu corpo contra sua mão entre as pernas dela. A morena podia sentir o corpo de Emma começando a tremer com pequenos tremores que anunciavam que clímax estava perto. Ela olhou como Swan acariciava seus próprios seios, e Regina sabia que ela não aguentaria muito tempo depois dessa visão.

— Oh, Deus, Emma!

Regina deslizou seu próprio clitóris contra a bunda firme de sua noiva, enquanto acariciava Emma. Regina continuou até que Emma gritou seu nome e elas foram levadas por um orgasmo intenso, enroladas em volta uma da outra, tremendo e balançando com os tremores de prazer que passavam através de seus corpos.

— Deus! Isso foi maravilhoso. – Exclamou Emma.

— Mas foi muito rápido.

– O Quê? – Perguntou Regina.

– Estou um pouco fora de pratica, depois de quase um mês sem sexo Regina.

Emma virou a cabeça com um sorriso sedutor.

— Quer dizer com você sempre foi tão bom. Só que eu não consegui aguentar, e não queria que tivesse sido tão rápido... Eu queria que tivesse durado mais. – Ela terminou de falar meio envergonhada.

Regina riu, beijando o pescoço e os ombros da namorada.

— Eu tenho um plano B que pode resolver esse problema. – A advogada sussurrou com uma voz que causou arrepios na espinha de Emma.

— Ah, é? E, qual seria esse plano B?

— A repetição. Podemos fazer de novo e de novo.

Regina expressou sua intenção pressionando seu corpo de Emma mais uma vez e elas recomeçaram tudo de novo. Amaram-se como não houvesse amanhã porque realmente não tinha, só existiam elas e vontade de estarem juntas novamente.

Notas finais
Robin se ferrou, Tinker salvou o dia e Ruby encontrou sua familia também. E temos reconciliação meu povo, em grande estilo com direito a amorzinho e tudo. Eu ouvi amém daqui hahaha... O agora fiquem com a certeza de que elas não se separam mais, e vão enfrentar tudo juntas. Sobre o Val ele volta no próximo capitulo. Conversem conosco nos comentários e nos digam oque acharam. Até breve!