You Make It Real
42 Love is in the air
Notas iniciais
Voltar para casa era algo reconfortante, não que a casa dos Nolan não fosse um lugar agradável. Pelo contrario lá em senti completamente acolhida e sabia que também já era parte daquela família, mas voltar para minha casa era diferente aquele era o meu lar, o meu e o da minha família. Dizer minha família era algo bom, algo que aquecia meu coração e me fazia querer chorar de felicidade por ter de fato uma família. Eu amava cada um deles incondicionalmente, Henry era meu pequeno príncipe e Emma, há a minha Emma era difícil descrever o que ela era para mim. Meu amor verdadeiro, minha melhor amiga, minha amante e razão de querer ainda viver ela era isso tudo e mais um pouco. E no fim ainda tinha aquele serzinho que ela carregava na barriga e que nem sabia como era seu rostinho, mas que já amava por cada chute que ela havia dado ao ouvir a minha voz. Estar com a família Nolan havia sido uma experiência linda, mas nada nesse mundo se comparava ao estar com a MINHA família.
– Amor o que foi você parece distante mandona. — Emma me perguntou enquanto eu manobrava para entrar na garagem do nosso prédio.
– Nada teimosa só pensando como é bom voltarmos para casa.
– Não gosto dos meus pais?
– É claro que gostei Emma. Sua família é extraordinária me senti em casa, mas é que diferente. Voltar para casa para nossa família entende, somos parte de lá, mas essa família aqui é nossa. Emma me deu um daqueles sorrisos lindos que fazia a vida valer cada dia mais a pena antes de me dar uma resposta.
– Eu amo quando você fala assim. Nossa família. É tão lindo.
– Mas é que somos mesmo não de forma oficial. Bem nosso relacionamento não é mais segredo para ninguém praticamente moramos juntas, seus filhos são meus filhos. Então não existe outra definição para nós a não essa família.
– Família Swan Mills? — Emma exclamou orgulhosa.
– Família Swan Mills, eu gosto como soa isso. — Respondi e lhe dei um selinho rápido e terminando de estacionar o carro. Henry que estava adormecido no banco de trás logo despertou ainda sonolento.
– Mamãe já, chegamos? — Meu pequeno perguntou coçando os olhinhos.
– Sim filho, chegamos. Vem que a mamãe te leva no colo. Emma sobe que depois eu desço e pego as malas.
– Está bem amor. — Minha namorada disse indo em direção ao elevador.
Quando abrimos a porta e entramos na sala vimos uma cena para lá de meiga. Ruby e Zelena dormiam abraçadinhas no sofá, eu e Emma sorrimos uma para outra e fomos direto em direção ao nosso quarto. Coloquei Henry sobe a cama ele logo cochilou de novo parecia exausto.
– Você viu o que eu vi na sala? Emma me perguntou.
– É claro que eu vi. A abusada da sua amiga dormindo com minha irmã nos braços.
– Regina eu não acredito que vai dar uma de irmã ciumenta, elas são fofas juntas amor. Vai me dizer que não achou isso
– Emma não questão de ciúmes, ainda não confio cem por cento na Ruby e se ela magoar minha irmã eu arranco aquele cabelo dela. Emma riu da expressão e tiver que rir junto com ela. Era ate engraçado, mas só queria proteger minha irmã assim como ela tinha feito comigo a vida toda.
– Só espero que elas não tenham transado no nosso sofá.
– Regina! Pare de pensar besteiras. E trate bem a Ruby ela esta mesmo apaixonada pela Zel eu sei disso conheço a minha amiga. Nem em milhão de anos ela estaria assim com alguém como esta lá na sala agora, é amor mandona eu sei disso, por mais que negue eu sei que você achou fofo.
– Esta bem elas são fofas juntas, mas nos somos mais.
– Nisso eu tenho que concordar. Emma disse me dando um selinho em seguida.
– Amor mais é serio se elas transaram naquele sofá eu mato a Ruby.
– Mandona você é tão dramática, sua irmã tem direito a ter uma vida sexual caso você não saiba.
– Ela pode ter uma vida sexual mais não no nosso sofá.
– E porque não?
– Porque só nós podemos fazer isso lá. — Emma me deu um sorriso safado e beijou novamente dessa vez com vontade. Antes que as coisas esquentassem a lembrei de Henry ali conosco.
– Teimosa eu queria muito continuar mais nosso filho esta aqui do lado.
– Ok. Vamos parar por aqui.
– Eu vou dar um banho nele e o coloco ele na cama. Depois preparo a banheira para você relaxar esta bem.
Minha namorada concordou com cabeça e peguei meu pequeno no colo o levando para banheiro em seguida. Henry praticamente ficou quase adormecido durante o banho, estava sonolento demais procurei não demorar no banho para coloca-lo logo na cama e ele pudesse descansar meu pequeno estava realmente cansando. Depois de já limpinho e com seu pijama do homem aranha, o levei para cama e lhe beijei a testa desejando boa noite. Preparei um banho para Emma e acabei junto com ela na banheira relaxamos por uns vinte minutos e depois fomos para cama, mas leves e tranquilas por finalmente as coisas estarem dando certo e por estarmos em casa.
(...)
Acordei mas cedo que Zelena e não me lembrava de quando nós tínhamos adormecido na noite passada esperando Emma e Regina retornarem. Tentei me levantar mais o peso do corpo da minha namorada sobre o meu me impedia, sorri quando olhei para baixo minha ruiva tinha rosto tranquilo e sereno dormindo nos meus braços e isso me deu uma sensação de paz. Finalmente eu tinha alguém para chamar de minha. Alguém para dividir a vida e quem sabe ter uma família no futuro. Peguei o celular que estava na mesa a minha frente para saber o horário era por volta de oito da manhã e essa altura Regina e Emma já haviam retornando e nos pegado no sofá eu teria que aguentar as piadinhas de Emma e da minha cunhada. Mas era preço que estava a pagar porque Zelena valia a pena.
– Parece que alguém teve uma noite e tanto não é. — Emma falou chamando minha atenção do corredor.
– Por Deus Emma, quer me matar do coração. — Respondi baixinho não querendo acordar Zel.
– E relaxe vocês estão fofinhas, ai no meu sofá, mas te adianto... Emma não teve chance de completar a frase porque Regina apareceu logo atrás dela á abraçando por trás.
– Lucas se você transou com minha irmã no meu sofá eu vou cortar sua mão fora e que mais usou para você sabe. — Regina fez um gesto com mãos querendo me ameaçar.
– Bom dia para você também Mills. — Regina me olhou com cara que ia aprontar em seguida e foi o que ela realmente fez, dando um grito que fez Zelena pular dos meus braços e consequentemente indo parar no chão da sala.
– Onde é incêndio? — Zel levantou do chão com cara amassada e cabelo meio bagunçado. Simplesmente linda. Quando ela se deu conta que Regina e Emma estavam de pé na sala nos olhando e rindo da situação ridícula e cômica que estamos vivendo, ela se arrastou ate o sofá novamente e escondeu o rosto no meu colo.
– Você me paga Regina. — Minha namorada disse para irmã com cara de poucos amigos. Logo nos levantamos e ela se sentou ao meu lado ainda bocejando. Dei um selinho em Zel e Emma e Regina começaram com as gracinhas.
– Vocês vão começar a perturbar logo de manhã Regina. — Zelena reclamou com a irmã.
– Zelena agora aguenta. Você e sua ficante ai viviam fazendo piada sobre nossa vida intima. — Regina rebateu.
– Ok. Culpadas, mas para sua informação ela não é minha ficante e sim minha namorada. Sorri de orelha a orelha quando ela contou a novidade.
– Eu sabia. Finalmente alguém conseguiu prender essa minha amiga safada. — Emma se pronunciou.
– Ninguém prendeu ninguém loira. Só estou muito apaixonada por essa ruiva aqui. — Confirmei. Era a mais pura verdade estava perdidamente apaixonada por Zelena.
– Fico feliz por vocês. Agora Zel porque não vamos ate o meu apartamento e te empresto uma roupa e depois descemos e tomamos café em família. — Regina disse sugerindo.
Família aquilo parecia distante da minha vida e agora eu começava a fazer parte de algo importante com pessoas que se importavam comigo. Logo minha ruiva se e se despediu de mim indo, com Regina prometendo voltar em breve. Emma não perdeu tempo me encheu de perguntas e agora sabia como ela se sentia quando eu fazia mesmo com ela.
(...)
Cora voltou para retornou para casa impaciente para saber o que Robin tinha descoberto e esperava que fosse algo interessante que pudesse usar em seus futuros planos.
– Madame o Senhor Lockley a espera no escritório. — Siney informou assim que Cora chegou.
– Obrigado por me informar Sidney. — Cora respondeu e seguiu para seu escritório. Encontrou Robin sentando esperando visivelmente impaciente. Cora entrou calma e logo se anunciou avisando que já estava na sala.
– Robin meu querido, espero que tenha boas noticias para mim. Robin se levantou cumprimentando a mulher e voltando a se sentar antes de respondê-la.
– Creio que o que tenho em mãos irá satisfazê-la. O detetive que contratei levantou toda ficha de Emma Swan, nos dando um pequeno dossiê sobre sua vida. Robin colocou sobre a mesa uma pasta.
– Pode ler para mim Robin estou sem óculos.
– Será um prazer. — Robin respondeu pegando de volta a pasta da mesa e abrindo e começando a lendo em seguida. Cora ficou atenta a cada palavra esperava ali encontrar algo que tirasse Emma Swan do seu caminho e da vida de sua filha.
– Emma Swan 23 anos. Não há muito sobre ela, não possuía ficha na policia e caso que se abriu foi claramente armação do sujeitinho que ela se relacionava. Ela tem um filho Henry Swan Cassidy cinco anos de idade e ao que parece esta gravida do segundo filho. Terminou o segundo grau, mas não possui formação acadêmica. Ela é órfã cresceu em lares adotivos e não há nenhuma informação sobre seus pais, ela começou a trabalhar nas empresas Mills a mais ou menos dois anos e uma boa funcionaria.
Ao final da leitura Robin parecia frustrado porque não havia nada relevante naquele relatório, mas Cora sorria e o homem ficou confuso com expressão da ex-sogra. — Creio que não muito que possamos usar contra ela.
– Engano seu meu caro. Emma Swan tem algo que útil e que muitas vezes pesa em todas as relações.
– E o que seria? — Robin questionou a matriarca dos Mills.
– Caráter Robin, ela tem caráter. E ira sempre querer fazer o correto e basta eu mostrar para ela que a realidade é bem mais amarga do que ela pensa. O mundo dela e Regina são totalmente diferentes e esse conto de fadas que acha que estão vivendo é mera ilusão. Por instante Robin entendeu o raciocínio de Cora e sorriu de certa forma ela estava certa.
– Acho que esta na hora de fazer uma visita a Emma Swan e termos uma longa conversa. — Cora afirmou.
A velha Mills e o inglês tomaram um drinque felizes pelo que tinham ate agora com certeza que agora teriam algum progresso.
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