Notas iniciais
Olá, capitulo bonus como prometido! Não esta lá essas coisas, minha inspiração parece ter tirado folga essa domingo, então saiu apenas isso. Estou de ferias do trabalho acho que então teremos mais atualizações durante a semana. Agradeço a todos que comentarem e favoritaram. Leiam sempre as notas finais e boa leitura!

Já acordou de uma noite de sono se sentindo renovado? Como se tivesse passado a noite no mais sublime êxtase e ao acordar só sente a letargia do momento, músculos relaxados e a sensação de paz. Bom essa era uma sensação nova para mim, mas foi o que senti assim que acordei depois passar a noite nos braços de Regina Mills. Ela esta na minha vida a menos de 48hrs e parece que sempre esteve aqui, o jeito como ela trata meu garoto é tão doce. Sem contar o fato de Henry se sentir totalmente à vontade com ela. Ele normalmente é tímido e demorar a se abrir com pessoas novas mais parece que com ela se entendeu facilmente. Depois de um dia de sustos e medos me lembro de que agora terei mais uma vida para cuidar e a certeza de que Neal não vai querer um segundo filho, analisar minhas opções são fazer um aborto o que esta totalmente fora de cogitação ou manter a gravidez e entregar meu filho para adoção e oferecer a ele uma melhor chance. Só de imaginar isso dói e muito, mas o que poderia fazer a essa altura não poderia condenar uma bebê a vida que levo. Mesmo com coração sangrando antecipadamente é uma possibilidade que preciso manter presente no meu pensamento.

— Mãe você acordou? — Ouço Henry falar baixinho ainda deitado sobre peito de Regina.

— Sim, amor estou acordada.

— A tia Regina é linda não é mãe. — Henry faz uma afirmação que eu já tinha certeza, nunca havia reparado em mulheres mais definitivamente se fosse querer admirar uma Regina Mills seria a primeira da minha lista.

— Sim filho ela é muito linda. Mas fale baixo não queremos acorda-la.

— Tudo bem, eu vou ao banheiro. — Ele me responde novamente baixinho e desce da cama cuidadosamente saindo do abraço de Regina.

— Filho não demore. Recomendo a ele e volto a me deitar ao lado de Regina e sinto novamente seus braços me apertarem. Levanto a cabeça para olhar seu rosto e ela estava sorrindo. Será que estava sonhando? Ao menos pelo sorriso presumo ser algo bom.

— Quer dizer que me acha bonita senhorita Swan?

— Ouço, ela dizer ainda de olhos fechado.

— É... Bom. — Deus parece patético engasgando com uma simples reposta.

— Desculpe não queria te acordar.

— Você não me acordou. Na verdade estou acordada a um tempo, e não precisa ter vergonha Emma eu também te acho linda. — Ouvir aquela afirmação me fez sorrir involuntariamente e as borboletas no estomago de novo. Por todos os deuses que sensação louca é essa? Essa mulher tem o poder me deixar graça.

— Obrigado Regina é muito gentil da sua parte. E Sim eu também acho você bonita e me desculpe por mim e Henry te fazermos de travesseiro deve estar toda dolorida.

— Pelo contrario Emma me sinto bem, dormi como um bebê e não tenha uma noite assim tranquila de sono há anos. Ter vocês junto a mim foi um balsamo a alma.

— Ela fala isso me olhando diretamente em meus olhos e isso me deixa confusa e desvio o olhar é complexo e não sei exatamente o que esta acontecendo.

— Eu também dormi bem. — Apenas confirmo tento levantar, e ela me segura puxando-me para perto ficamos face a face novamente.

— Emma espera não levante ainda é cedo fique. — De repente nossas respirações se misturaram estávamos tão perto.

Sinto seu halito quente que me lembra a maçãs ela da um sorriso e tira uma mecha dos meus cabelos do meu rosto o ajeitando atrás da minha orelha. Olha diretamente para meus lábios, Deus o que esta acontecendo? Isso é completamente insano.

— Seu sorriso Emma é a coisa mais linda que já vi. — Ela fala e não consigo quebrar o contato é como imã me atraindo para algo desconhecido mais que queria com todas as forças descobrir o que era.

— Regina você me deixa sem graça.

— Sou uma pessoa direta Emma. Acostume-se com isso. — Essa afirmação soa como se ela não fosse sair da minha vida tão cedo e meu coração pula dentro do peito.

Ela acaricia meus lábios com a ponta dos dedos e esqueço todo o pensamento ainda coerente da minha cabeça. Só havia ela na minha frente e todo aquele sentimento confuso e estranho entre nós. Quando ela se aproxima mais de mim, a porta se abre e Henry entra fazendo a maior bagunça.

— Acordem... acorde eu estou com fome. Eu me afasto rapidamente e Regina faz o mesmo seja lá o que tinha acontecido entre-nos naquele momento se desfez rápido. Pergunto-me com cara vou olhar para ela agora agindo feito uma adolescente.

— Ei meu pequeno príncipe tenha calma. Já vamos a algum lugar comer sua mãe ainda precisa ver o medico e receber alta. Regina se levanta da cama e vai em direção ao banheiro do quarto sem dizer mais nada.

— Mãe você se sente melhor?

— Sim filho estou bem foi apenas cansaço. — Tão rápido quanto saiu Regina retorna.

— Desculpe me levantar bruscamente precisa só lavar o rosto.

— Tudo bem Regina também preciso fazer o mesmo.

— Emma vai com calma você não pode fazer esforço. É engraçada a reação das pessoas a uma gravidez sempre acham que é doença e que podemos cair e quebrar a qualquer passo.

— Regina você nunca esteve perto de nenhuma gestante eu presumo? Porque posso te adiantar que não estou doente então se acalme você esta bem! Ela me olha meio zangada parecendo não concordar muito.

— Não Emma eu nunca estive perto ou acompanhei nenhuma gestante mais você desmaiou ontem estava sobre forte estresse e cuidado nunca é demais. Ela insistiu em me auxiliar ate o banheiro mesmo a contra gosto meu e continuamos discutindo o assunto. Enquanto ouço um riso atrás de nós.

— O que você esta rindo garoto.

— Nada tia Regina é que vocês duas brigando assim parecem casadas. Aquilo me fez quase cair para trás e Regina me segurou firme nos braços.

— Emma você esta bem.

— Estou apenas me desequilibrei. Pode me deixar eu vou sozinha daqui. Ela finalmente me deixa ir ao banheiro sozinha. E ouço lá dentro apenas gargalhadas dela misturas a de Henry, sem ao menos saber nada na sua doce inocência meu filho me deixou ainda mais confusa. Continuo ouvindo a conversa dos dois enquanto abra a pia para lavar o rosto.

— Então você gosta de fazer piadas né?

— Não tia Regina chega de cócegas. Só achei engraçado... HAHAHA. Mais risadas era, bom ouvir meu filho sorrir de vez em quando.

— Vamos esperar sua mãe sair do banheiro e vamos tomar café. Você fica aqui com ela que vou ate a recepção resolver algumas coisas tudo bem.

— Sim, tia ficarei quietinho eu prometo. — Ouço a porta se abrir e ela sair.

Finalmente posso sair do banheiro sem me sentir envergonhada novamente essa manhã estava sendo de momentos estranhos e constrangedores. Mas Regina me disse que era direta então era algo que deveria me acostumar. Sai do banheiro encontrando Henry sentando a cama assistindo um desenho qualquer.

— Mãe tia Regina disse que ia resolver algumas coisas. Acho que coisas de adulto e já volta.

— Tudo bem amor, eu a ouvi dizer. — Sentei na cama ao lado do meu filho ele acariciou minha barriga e me deu um sorriso parecia feliz.

— Tomara que seja uma menina. Assim poderia protegê-la sempre como você faz comigo mamãe. Pensar no meu segundo filho me dava certa melancolia o futuro dessa criança ainda era incerto. E ver meu garoto empolgado com ideia de ser irmão mais velho me faz sentir uma pessoa ruim.

— Filho, não quero que se apegue a essa ideia, ainda preciso conversa com seu pai. Ele me olhou com carinha de decepção.

— Mamãe, por favor, não dê meu irmãozinho pra as moças que levam as crianças para outras famílias. Juro eu divido tudo com ele. — Ele me abraçou começando um choro contido, tentei não chorar junto com ele.

Deus porque minha vida não pode ser um pouco mais fácil? Sera que sou tão ruim assim? Devo estar pagando por ajudar Neal com todos aqueles golpes, mas não queriam que meus filhos sofressem por meus erros do passado. Enquanto tentava consolar Henry Regina retornou ao quarto.

— Emma o que houve com menino?

— Tia Regina, por favor, não deixa levaram meu irmãozinho quando ele nascer. Ele me largou e correu para ela em um choro compulsivo nunca vi meu filho tão abalado com algo. Ela o abraçou fortemente.

— Meu príncipe ninguém vai levar nosso bebê a lugar nenhum se acalme. — Ela dizia enquanto fazia carinho nas costas do meu menino, mas o que me espantou foi o "nosso bebê". Ela estava mesmo dizendo isso? Cada segundo ao lado dela á admirava mais. Porém ela não sabia como era ter filho e a coisa é bem mais complicada que só afirmar que tudo ficaria bem.

— Emma eu não sei o que conversaram, mas ontem quando lhe disse que ficaria ao seu lado eu não menti. E lhe proíbo de pensar em qualquer possibilidade de desistir dessa criança, não importa o preço você vai ter seu filho e ele ficara com você. Os dois Emma. A convicção nas palavras dela me acalmava mais ainda sim havia muito pela frente.

— Obrigado eu só não sei o que dizer Regina foram tantas coisas.

— Não diga nada Emma, apenas deixe seu orgulho de lado. E me deixe ajudar. Sabe meu pai dizia que ter ajuda não nos torna fraca apenas mostra que não estamos sozinhos. E você não esta mais sozinha, eu estou com você pro que der e vier.

Ela colocou a mão livre sobre a minha e apertou tentando me passar toda sua confiança e eu tentava acreditar que minha vida seria diferente agora que Regina Mills estava nela.

Notas finais
Esclarecendo não escrevo na linha ponto de vista, prefiro mostra o próprio personagem narrando os fatos, sei que parece a mesma coisa mais na minha visão não é porque vemos a reação das duas as mesmas situações. E isso deixa o leitor mais próximo a historia. Continuarei pedindo vossas opiniões com comentários para continuidade da historia. Ate breve!