Notas iniciais
Olá, obrigado a todos os comentários e novos leitores. Segue novo capitulo na visão da Regina. Algum erro relevem não revisei.

Você imagina sua vida mudando drasticamente por conta de desconhecidos? E meio clichê parece coisa de filme mais isso aconteceu comigo a menos de 48hrs. Não queria viver um filme só nos meus 30 anos de vida nada nunca foi tão real e perfeito como agora.Nessa reflexão lembro-me que preciso avisa a Bela que passarei a noite no hospital. Uma mensagem de texto acho, que suficiente será para tranquiliza-la e qualquer um que me procure. Ter Emma e Henry dormindo em meus braços me deu um conforto que Robin em quatro anos jamais conseguiu. Cada minuto ao lado deles, sei que é certo e aqui que pertenço.

Depois de saber que Emma terá um bebê me deixou tão feliz tão plena sempre quis ter filhos com Daniel e depois de sua morte não considerei mais hipótese com ninguém. Mas desde que abracei esse garotinho que tenho nos braços passei a sentir algo ao qual não sei explicar, tudo sei é quero protegê-lo de tudo de ruim, quero vê-lo sorrir. Seria o tal extinto materno, minha avó dizia que todas as mulheres carregam isso umas mais que as outras mais sempre esta lá guardado no fundo e quando mais se precisa ele se aflora rápido e intenso.

E tudo que sei agora é quero estar por perto enquanto Emma gera essa criança, o futuro eu prefiro pensar quando ela nascer. E foi com esse pensamento que adormeci com Emma e Henry em meus braços. O dia amanheceu e acordei primeiro que Emma e Henry ambos pareciam tranquilos e serenos durante o sono. E admirar Emma dormir é sublime me passa uma paz e aquele sentimento confuso que faz meu estomago se revir sempre retorna me pergunto sempre o será? Talvez emoção a flor da pele por todos os acontecimentos passados. Refletindo sobre isso acabei cochilando novamente por algumas horas ate ser desperta por cochichos baixinhos de Emma e Henry.

– Mãe você acordou? – Ouço Henry falar baixinho sobre meu peito tentando não me acorda. O que ele não imagina é que já estou desperta e atenta a conversa dos dois.

– Sim, amor estou acordada.

– A tia Regina é linda não é mãe. Como as crianças podem ser doce em suas observações, devo estar horrível depois de dormir nessa cama de hospital. Cara amassada e cabelo desalinhado, embora há anos não tenha conseguido dormir tão bem como hoje.

– Sim filho ela é muito linda. Emma fala mantendo o tom de voz baixinho ainda na tentativa de não me acordar. Se ela soubesse o quanto é linda também. Pouco depois Henry se levanta da cama para ir ao banheiro.

– Tudo bem, eu vou ao banheiro.

– Filho não demore. Emma diz ao garoto para não demorar e volta a deitar sobre meu peito e a vontade de abraça-la é automática a envolvo em meus braços apertando sobre mim. Ela levanta a cabeça para me observar e meu sorriso denuncia que já estou acordada. Abro os olhos para admirar o anjo a minha frente.

– Quer dizer que me acha bonita senhorita Swan?- Digo ainda de olhos fechados.

– É... Bom. – Emma parece ficar sem palavras e gagueja a resposta.

– Desculpe não queria te acordar.

– Você não me acordou. Na verdade estou acordada a um tempo, e não precisa ter vergonha Emma eu também te acho linda. Ela me da, aquele sorriso lindo e sinto meu estomago se revirando novamente. Será que estou com problemas estomacais? Não possível essa sensação louca. Emma causa em mim coisas que sei explicar é estranho, mas um estranho bom. Tudo que preciso é entender o que são.

– Obrigado Regina é muito gentil da sua parte. E Sim eu também acho você bonita e me desculpe por mim e Henry te fazermos de travesseiro deve estar toda dolorida.

– Pelo contrario Emma me sinto bem, dormi como um bebê e não tenha uma noite assim tranquila de sono há anos ter vocês junto a mim foi um balsamo a alma. Olhar Emma face a face deixa tudo mais intenso seu rosto tão próximo admirar sua pele, sentir seu cheiro tudo parece inebriante.

– Eu também dormi bem.

Emma parece sentir essa tensão entre nós e tenta se levantar, porém não quero que acabe e seguro em meus braços.

– Emma espera não levante ainda é cedo fique. – De repente nossas respirações se misturam estávamos tão perto. Sinto cheiro seus cabelos, ela cheira a canela e chuva de verão. Toco seus cabelos e retiro uma mecha teimosa de cabelo que cai sobre sua face, há colocando atrás de sua orelha. Meu sorrido é automático, olho seus lábios tão vermelhos e convidativos.

– Seu sorriso Emma é a coisa mais linda que já vi. – Eu não quero pensar não sei o que esta acontecendo só, sei que quero deixar me levar é como imã que me atrai.

– Regina você me deixa sem graça.

– Sou uma pessoa direta Emma. Acostume-se com isso. – simplesmente vou chegando mais perto dela. Ate Henry chegar fazendo farra no quarto e Emma se afastar.

– Acordem... Acorde eu estou com fome. E me pergunto o que teria acontecido se Henry não tivesse nos interrompido. Conclusão melhor não procurar mais problemas vamos resolver o que já temos.

– Ei meu pequeno príncipe tenha calma. Já vamos a algum lugar comer sua mãe ainda precisa ver o medico e receber alta. Levanto-me da cama em direção ao banheiro precisava lavar o rosto e acordar desse sonho. Sai rapidamente deixando os dois sozinhos no quarto, precisava de bom banho. Mas tudo que tenho é uma pia e água em abundancia para lavar o rosto e isso que faço antes de retornar ao quarto.

– Desculpe me levantar bruscamente precisa só lavar o rosto.

– Tudo bem Regina também preciso fazer o mesmo.

– Emma vai com calma você não pode fazer esforço. – Não sei com tratar uma grávida. Fico em pânico com Emma se movendo assim bruscamente.

– Regina você nunca esteve perto de nenhuma gestante eu presumo? Porque posso te adiantar que não estou doente então se acalme você esta bem! Como é orgulhosa e teimosa essa loira.

– Não Emma eu nunca estive perto ou acompanhei nenhuma gestante mais você desmaiou ontem estava sobre forte estresse e cuidado nunca é demais. – Continuo a auxilia-la ate o banheiro mesmo teimando que não precisando. Ouço Henry rir atrás de nós.

– O que você esta rindo garoto?

– Nada tia Regina é que vocês duas brigando assim parecem casadas. – De todas as coisas mais loucas ouvir o garotinho dizer aquilo, me faz senti aquela sensação no estomago de novo. Casadas? Eu e Emma? Seria a maior das loucuras. Sinto Emma se desequilibrar nos meus braços.

– Emma você esta bem.

– Estou apenas me desequilibrei. Pode me deixar eu vou sozinha daqui. – Ainda atordoada com brincadeira inocente de Henry a solto e deixo ir sozinha. E me volto para brincar com o garoto.

– Então você gosta de fazer piadas né?

– Não tia Regina chega de cócegas. Só achei engraçado... HAHAHA.

– Vamos esperar sua mãe sair do banheiro e vamos tomar café. Você fica aqui com ela que vou ate a recepção resolver algumas coisas tudo bem.

– Sim, tia ficarei quietinho eu prometo. – Saio da sala para resolver coisas burocráticas do hospital sobre a alta de Emma. Isso me daria tempo de fazer alguns telefonemas com toda certeza a essa altura Cora Mills estaria louca por saber que não passei a noite em casa.

– Alô Zel.

– Regina onde você se meteu? Mamãe esta louca atrás de você

– Zelena se acalme, por favor, estou no hospital acompanhando uma cliente. A tarde estarei de volta a empresa.

– Espero que seja um cliente importante, pois ela te enchera de perguntas.

– E algo que estou cuidando fora do escritório Mills Zel. Bom, só liguei para que você segure as pontas para mim, depois das duas estarei ai.

– Tudo bem maninha se cuide e se prepare porque Cora Mills não lhe dará trégua quando retornar.

Pensar na minha mãe me enchendo de perguntas é algo desagradável e não sou com humor para isso agora.

– Ok Zel te vejo a tarde beijos.

Despeço-me da minha irmã e volto para quarto de Emma. Ao retornar me deparo com garoto agarrado aos braços da mãe aos prantos.

– Emma o que houve com menino? Antes que pudesse ter qualquer reação Henry corre para meus braços em desespero chorando.

– Tia Regina, por favor, não deixa levaram meu irmãozinho quando ele nascer.

– Meu príncipe ninguém vai levar nosso bebê a lugar nenhum se acalme. – Faço uma afirmação que nem mesmo tinha me dado conta “nosso bebê” não soava mal. Eu queria fazer parte daquilo. No momento precisava acalmar o garotinho em meus braços. Acaricie suas costas por tempo ate que o choro cessasse. E me virei para Emma para tirar quais fossem as ideias de desistir do bebê de sua cabeça.

– Emma eu não sei o que conversaram, mas ontem quando lhe disse que ficaria ao seu lado eu não menti. E lhe proíbo de pensar em qualquer possibilidade de desistir dessa criança, não importa o preço você vai ter seu filho e ele ficara com você. Os dois Emma.

– Precisava que ela acreditasse em mim eu estaria lá. Obrigado eu só não sei o que dizer Regina foram tantas coisas.

– Não diga nada Emma, apenas deixe seu orgulho de lado. E me deixe ajudar. Sabe meu pai dizia que ter ajuda não nos torna fraca apenas mostra que não estamos sozinhos. E você não esta mais sozinha, eu estou com você pro que der e vier.

Eu queria aquilo queria estar, queria ver a barriga de Emma crescer. Ver seus desejos estranhos, ver como seria sua reação quando estivesse brava afetada pelos hormônios da gravidez. Senti o bebê mexer e ajudar escolher os nomes. Eu não sei por que mais eu queria tudo isso e não iria abrir mão e não deixaria Emma desistir disso também.

(...)

Whale deu alta a Emma e apenas fez algumas recomendações aos quais jurei que ela seguiria, pois eu supervisionaria de perto.

– Ela ira seguir tudo Whale, eu estarei por perto para garantir isso. Emma me fez uma cara zanganda ao qual achava linda e apenas concordou com a cabeça.

– Tudo bem doutor farei como manda.

– Emma marcarei, um ultrassom para checar algumas coisas para daqui a dois dias tudo bem? Emma nada disse acho que estava envergonhada pela situação. – Ela vira Whale, eu mesma a trarei.

– Então as vejo em dois dias.

– Tia, Regina podemos ir tomar café agora? Henry dizia bem impaciente e Emma o repreendeu. – Henry Swan tenha modos.

– Desculpe mãe só estou com fome e tia Regina disse que poderia pedir sempre sem medo.

– Emma deixe o menino. Sim meu pequeno, vamos para lanchonete comer algo tudo bem. Henry corre para meus braços e sinto uma sensação de conforto êxtase seria felicidade tão simples assim.

– Obrigado tia Ele me beija a bochecha e me da um abraço, ao qual retribuo sem hesitar.

– Tia eu gosto muito de você.

– Eu também Henry, eu também gosto muito de você. O coloco no chão e nós despedimos de Whale, Emma troca de roupa depois vamos em direção a lanchonete tomar o café da manhã.

Sem mesmo notar Henry se infiltra no meio de nos e pega a minha mão e com outra a da Emma ele parece feliz e confesso que eu também. Cada minuto ao lado deles ao me sinto mais completa e parte que faltava parece não falta mais.

Notas finais
Ainda estão gostando do curso da historia? Algumas sugestão? Peço que deixem um comentário para saber como anda a qualidade da historia. Ate breve!