You Make It Real
24 I want to love you in every way possible
Notas iniciais
Regina entrelaçou suas mãos com as de Emma querendo mostrar a ela que o desejo era mutuo mais o carinho e o amor eram maiores. Os beijos eram cada vez mais quentes e profundos a vontade de sentir pele sobre pele era desesperador, os suspiros causados escapavam dos lábios ambas motivados pelas caricias cada vez mais ousadas que trocavam. Regina girou Emma a tirando da parede que estava escorada e foi a guiando em direção a cama, por alguns minutos abandonou seus lábios e olhou em seus olhos que estavam em tom verde bem escuro que normal.
– Regina eu não sei o que fazer. Nunca estive com mulher assim antes. – Emma confessou demonstrando seu medo e insegurança. Para Regina era irônico mais estava na mesma situação ela nunca tinham ido para cama com nenhuma mulher, tudo que sabia eram apenas teorias. Ou algum filme que tinha visto antes. Mas ali com Emma era tudo tão diferente, sabia que só precisava deixar seu coração e seu amor por ela a guiar.
– Amor, olha para mim. Não tenha medo de nada faça o que seu coração pedir, deixe seu corpo e tua vontade te guiar. — Regina falou beijando seu ombro e abaixando suavemente a alça do seu vestido.
– E se serve de consolo eu também nunca fiz amor com mulher antes, mas eu prometo que vou te amar da maneira mais doce e delicada que houver nesse mundo. — Pontuou a frase repetindo o processo com outra alça do vestido e lhe beijando o outro ombro.
Parte do vestido caiu ate cintura revelando um belo par de seios coberto por sutiã de rende vermelho. O vermelho em contraste com pele de Emma, a deixava ainda mais sexy e o mesmo tempo tão delicada. A morena não pode deixar de suspirar com aquela visão.
Regina dirigiu seus beijos ao seu pescoço de Emma e aspirou seu cheiro que para morena era inebriante. Ela percebeu que Emma tinha cheiro de canela. Regina deitou carinhosamente Emma sobre a cama a advogada queria passar calma naquele momento, sem pressa afinal elas tinham a vida inteira para se descobrir juntas. Logo ela buscou os lábios de Emma novamente e se beijaram por um longo tempo, Emma quebrou o beijou e olhou Regina por alguns segundos.
– Você é tão perfeita que às vezes acho tudo isso é um sonho. Regina deu a ela o seu sorriso mais bobo antes de lhe dar uma resposta.
– Posso lhe provar que não é um sonho meu amor. — Respondeu levantando seu corpo junto ao de sua loira a fazendo sentar em seu colo. Emma ficou rígida ao sentar sobre as coxas de Regina, a morena envolveu um braço delicadamente em volta de sua cintura.
– Vou ser cuidadosa com você Emma. Sempre. Você sabe disso?
– Eu sei disso. — Emma lhe dizia com uma voz tremula.
Para Regina o rosto dela tão querido e familiar enrubesceu, mas Emma simplesmente a surpreendeu e buscou seus lábios novamente, em beijo profundo e cheio de vontade. Sua língua invadiu a boca da advogada sem pedir licença e a batalha molhada e quente começavam entre elas, os quadris de Emma começaram um balanço lento no colo de Regina e ela a incentivei naquela dança erótica apertando sua cintura em cada vai e vem que ela fazia. O vestido de Emma por ser solto não atrapalhava o contato direto de sua pele com a de Regina. E ela sentiu a calcinha molhada de Emma grudar em seu ventre e a satisfação foi enorme.
Os corpos pareciam se encaixar tão perfeitamente. Mas Regina queria mais, queria descobrir cada pedaçinho de Emma e desvendar cada mistério daquele corpo em meus braços. Suas mãos passearam pelas costas da loira sem que Emma ao menos notasse Regina levou suas mãos ao fecho do seu sutiã e o abriu. Quando ela percebeu que a peça estava sendo retirada parou de beijar sua mandona e deixou que a peça fosse retirada de seu corpo. Agora Regina tinha a visão nua e crua daqueles seios tão lindos a sua frente para seu deleite e total loucura. A boca da morena salivava ela queria beija-los e sentir a textura e o gosto em sua boca.
– Teimosa. Tenho vontade de te devorar por inteira. Emma lhe deu um sorriso diferente de todos que ela sempre dava a Regina, era um sorriso sacana lascivo e safado ao mesmo tempo.
– Estou aqui, e sou toda sua mandona.
Sem ao menos pensar Regina tomou um dos seios de Emma em sua boca, ela gemeu com contato imediatamente e só serviu de combustível para Regina prosseguir com aquelas caricias.
(...)
Regina
Passei a língua pelo bico que ficou rígido. Dei leves chupadas e pequenas mordidas enquanto Emma segurava minha cabeça querendo mais contato. Deus como era bom o gosto de sua pele a maciez, eu poderia passar a vida inteira apenas namorando aquela parte do corpo de Emma. Repeti o processo no outro seio recebendo mais gemidos, em ato de puro tesão levei uma das minhas mãos por baixo de seu vestido e a toquei ainda por cima da calcinha senti minha mão se molhar no tecido encharcado. Emma era tão sensível um simples toque a fazia se contorcer. E eu estava adorando descobrir quais partes dela era mais sensíveis aos meus toques. Brinquei com minha mão lá em baixo por longo tempo enquanto iniciava um novo beijo, os lábios firmes e mornos, quase quentes dela me faziam perder o controle. Emma tinha lábios hábeis. Devastadoramente haveis.
Havia paixão em lábios, mas eles eram gentis enquanto se moviam nos meus sedutoramente e com certo carinho. Eu sentia cada parte do meu corpo se desmanchar. O gemido baixo de Emma era um som travesso que demonstrando que, a fome em saciar nossos desejos era mutua e faziam com que ondas de prazer tomassem conta de nós e nos atingissem nas partes mais baixas de nossos corpos. Meu vestido que era mais justo que o dela subiu automaticamente ate metade de minha cintura e Emma se aproveitou disso entrelaçando nossas pernas e voltando a se mover naquele vai e vem sexual fazendo nossos sexos se roçarem ainda por cima do tecido de nossas calcinhas. Gemi com aquele contato e cada roçar parecia que os tecidos se colavam mais devido nossa enorme excitação. Senti a lambida quente de sua língua nos meus lábios, era difícil manter a calma com Emma agindo dessa forma. Eu queria muito mais de seu corpo em mim muito mais. Mas ela parecia não ceder naquele momento, ela exercia um domínio natural e começava a diminuir a intensidade de seus beijos. Essa foi minha oportunidade de retomar o controle da situação e rolei na cama ficando por cima de Emma, ela tinha sorriso ainda sacana nos lábios, mas não havia mais medo em seu olhar, porque era tudo natural o sentimento de que tudo era correto tomava conta de nossos corações. Eu a amava ela me amava e não havia nada de errado em demonstramos com gestos e carinhos o quanto aquele sentimento era grande intenso e bonito. Emma levou a mão aos meus lábios e traçou linhas imaginarias por eles, subiu ate minha nuca e me puxou para outro beijo tórrido e confessou em algo em meu ouvido.
– Me ame Regina como nunca ninguém me amou antes. Aquilo foi o combustível para me fazer perder qualquer medo que ainda pudesse ter. Beijei seu queixo, depois entre os seios, continuei pelo abdômen levemente inchado por causa da gravidez. Devagar e calmamente fui puxando seu vestido, Emma me ajudou no processo levantando os quadris para que puxasse de seu corpo. Finalmente pude contempla-la somente de calcinha deitada em minha cama os cabelos caídos sobre travesseiro à visão era tão linda que por minuto pensei ser uma pintura de uma deusa grega. Emma era a mulher mais linda que já tinha visto na vida. Subi novamente com beijos fazendo o caminho inverso. Toquei o rosto de Emma ela virou a cabeça para colocar um beijo na palma da minha mão.
– Você desperta coisas em mim que não sei explicar Emma. Disse sorrindo para ela, estendi a mão para capturar os lábios de Emma, e nunca imaginei que o toque dela poderia ter esse efeito sobre mim. Ela gemeu na minha boca. A mansidão daquele beijo pareceu durar para sempre.
– Você gosta de meus beijos, meu amor? Eu a perguntei, movendo meus lábios por sua mandíbula até seu pescoço, e de volta até seu ouvido, onde mordi suavemente o lóbulo da sua orelha. E continuei a provoca-la.
– Do meu toque? Segurei a parte de baixo de um seus seios e esfreguei com o polegar sobre o bico, a carne se endureceu sobre essa carícia. — Ohhhh... Regina! Era o único som Emma conseguia fazer.
– Hmmm... Sem palavras, minha teimosa? Sussurrei para ela e, continuei a beija-la levando ela ao nível de excitação tão grande quanto o meu. — Você tem colocado o meu corpo sobre tortura, então pensei, a respeito. E, eu vou fazer o mesmo com você de uma maneira deliciosa, Emma.
Minha loira estremeceu ao som de seu nome ser dito por mim em um sussurro sedutor, minha respiração quente contra sua orelha.
Coloquei meu corpo sobre o dela, descansando seu peso em seus braços. Emma gemia de prazer na sensação dos nossos corpos juntos e cada vez mais colados. Abaixei a cabeça para tomar os lábios de Emma mais uma vez, usei a língua para correr sobre o lábio inferior de minha teimosa com se fosse uma promessa do deleita que língua poderia trazer a ela em outros lugares. Quando fiz menção de me afastar, Emma estendeu o braço, e envolveu meus cabelos entre os dedos, me puxando para outro beijo apaixonado.
Voltei a acariciar o seu pescoço, usando os lábios, língua e dentes para provocar mais a mulher em meus braços. Sorri sentindo sua pulsação seu batimento cardíaco com toda certeza estava alterado assim como o meu. Emma engasgou quando puxei a carne em minha boca e chupei com vontade. Aquilo com certeza deixaria um chupão.
– Estou marcando você... Você é minha agora, Emma. — Disse sem folego.
– Deus sim! Emma gritou.
Emma apertava minha mão que estavam e seus seios ainda brincando e descobrindo as reações que aquele toque poderia causar nela.
– Por favor. — Sussurrou Emma para mim, arqueando as costas, quando um dos meus dedos de roçou em seus mamilos eretos.
Lentamente levei um dos seios endurecido em minha boca e chupei com avidez. Emma gemeu com a perda, quando minha boca deixou seu seio, cessei sua reclamação, cobrindo sua boca com a minha própria. Comecei a explorar sua boca com uma intensidade que logo fez Emma ficar tonta e mole em meus braços. Permiti que as pontas dos meus dedos voltassem aos seios, e fiz pequenos círculos ao redor dos mamilos de Emma antes de tomá-los entre os seus polegares e indicadores e apertando ritmicamente.
Usei meu joelho para espalhar suavemente suas pernas e fiz uma pequena pressão com minha coxa contra sua umidade quente. Mesmo coberta pela calcinha era evidente sua excitação. — Por Deus, Emma. — Eu lhe disse ao pé do ouvido.
– Você está tão molhada.
Encontrei minha paixão subindo cada vez mais, Eu queria ter calma, mas, não podia acreditar o quão sensível era Emma. Em todos os lugares que a tocava era um som que ecoava de sua garganta e a cada gemido e suspiro dela me causava um novo arrepio era tão ouvi-la daquela forma.
Lentamente me movi para baixo, a boca e a língua deslizando sobre seu abdômen. Emma automaticamente abriu mais as pernas me dando livre acesso. Quando alcancei o lugar desejado coloquei suas pernas sobre meus ombros. Respirarei profundamente, minha boca salivou ao sentir o cheiro da paixão de minha loira. Quis provoca-la mais um pouco e passei a língua pela parte interior de suas das coxas. Meu corpo tremia em antecipação no delicioso pensamento de saborear a doce umidade de minha namorada.
Em uma exibição de pura sedução, deslizei meus dedos para dentro de sua calcinha numa caricia suave entre a carne molhada de seu sexo.
– Sim. Emma gemeu, inclinando-se sobre um cotovelo para assistir ao que eu faria depois.
Olhei diretamente para Emma. Ela assistia com olhar selvagem, as pálpebras pesadas. Quando retirei os dedos de lá e os trouxe a minha boca, lambendo o sabor dela em mão. -Humm você tem gosto tão bom! Disse querendo ver sua reação.
– Deus me ajude. Ela gemeu, batendo seu corpo de volta contra a cama. Aquela altura eu senti que ela estava perigosamente perto e simplesmente explodindo de necessidade.
– Por favor, Regina... Eu preciso de você chega de torturas. Emma implorou.
– Eu sei o que você precisa Baby... Sussurrei para, e ela.
(...)
Emma
Talvez eu tivesse morrido e ido para céu simplesmente ao som da voz de Regina. Ao ouvi-la dizer meu nome depois de lamber os dedos com resquícios da minha excitação. Se isso era desejo talvez ela tivesse me levando a níveis aos quais jamais imaginei sentir era algo intenso e forte e todas as partes do meu corpo clamavam e desejavam Regina Mills. Como Ruby havia me dito se essa mulher conseguiu te dar prazer com uma flor imagina o que fara quando fizer todo resto. E definitivamente era mil vezes melhor do eu sonhei por varias noites, era mil vezes melhor do eu imaginava. Os toques eram ousados mais suaves, não tinha barba me pinicando, não tinham mãos grossas me apalpando, era tudo feito tão sem pressa e sem desespero Regina parecia querer não só descobrir meu corpo mais também minha alma e isso era mais do meu pobre corpo poderia suportar eu iria ate o céu e voltaria hoje mais estaria nos braços delas era isso que importava.
(...)
Regina
Deslizei as mãos sob os quadris de Emma e retirei a ultima peça que me impedia de ir à fonte do meu desejo por ela. Joguei sua calcinha por canto qualquer do quarto e puxei-a de encontro a minha boca e deixei minha vontade e desejo por ela me guiarem. Passei a língua ao longo do comprimento de todo o seu sexo, sentindo o arrepio do corpo Emma em resposta. Ela abriu as pernas ainda mais, me incentivando. Enterrei minha língua fundo em sua doçura. Permiti que minha língua vagasse e explorara-se minha loira, deliciando-se com os gemidos de prazer que vinham dela. Me deliciava com sua textura e seu gosto. Logo senti os quadris de Emma começam a empurrar para cima, contra minha língua.
Então comecei a passar minha língua suavemente para cima acariciando seu ponto sensível, agora inchado com a necessidade. Entre lambidas e chupadas abandonei seu sexo e voltei a sua boca. A beijei profundamente para que ela sentisse o seu próprio gosto em minha boca e sem quebrar o beijo, levei minha mão de volta lá para baixo. Ela estava pronta para mim aproveitei aquela sensação de toca-la e queria que ela desfrutasse também do momento como resposta ela deu pequenos gemidos. Sem aviso prévio deslizei um dedo em sua abertura e ela gemeu mais alto em minha boca, deslizando facilmente uma e outra vez. Quando ela se acostumou à sensação acrescentei mais um dedo ao processo iniciando um vai e vem lento dentro dela.
(...)
Emma
Quando achei que Regina já tivesse torturado meu corpo de todas as maneiras possíveis. Ela me levou ao nível de excitação que nem eu mesmo sabia que podia existir. Seus beijos e seus toques me enlouqueciam e ela parecia gostar disso porque fazia tudo com extrema calma prologando cada sensação e me levando ao limite. Eu não era mais donas dos meus atos, meu corpo cada parte dele implorava por ela e não tinha a menor vergonha em implorar que terminasse com aquela tortura. E foi o que fiz inúmeras vezes, inutilmente. Ela parecia querer tudo a seu modo.
Mas quando sua língua finalmente me tomou achei que morreria ali mesmo, mas foi quando ela me penetrou com tanta calma e carinho que dificilmente consegui formar um pensamento racional, meu foco sobre o meu mundo exterior diminuiu para meu sexo que estava sendo tão amorosamente invadido pela mulher que eu amava. Ela continuava a me beijar enquanto seus movimentos se tornavam mais rápidos e precisos. E tudo que podia fazer era pedir que ela não parasse
– Oh, Deus, Regina... por favor ... Por favor, não pare. Gritei. Meus quadris tentavam acompanhar seu ritmo empurrando contra seus dedos que continuavam me torturando deliciosamente naquele ato tão intimo.
Dessa vez ela atendeu meu pedido e aumentou a velocidade das estocadas em meu sexo buscando o ponto mais sensível me explorando como nunca ninguém havia feito antes. De repente senti meu mundo se quebrando em pedaços, Regina tinha me levado aos céus por alguns segundos e me trazido a terra novamente em segurança. Meu sexo se contraia, tentei falar algo mais as palavras não saiam senti os músculos de meu corpo tesar-se. Gemi sem nenhum pudor bem perto do ouvido de Regina e isso pareceu incendiá-la.
Gritei o seu nome contraindo contra seus dedos dentro de mim. Meu corpo se convulsionava com espasmos e depois o orgasmo terso explodiu dentro mim. Seu ombro foi à parte que escolhi para cravar os dentes tentando não gritar exageradamente quando as últimas correntes de prazer atingiam meu corpo.Ela me Abraçava enquanto meu corpo ainda tremia desfrutávamos daquele momento tão intimo e não tive duvidas de quanto eu a amava. Aquela tinha sido a melhor sensação da minha vida. Ao final, sentindo ainda os últimos espasmos, meu corpo relaxou caindo sobre a cama com a respiração irregular e o coração que parecia ter explodido, tentando se recompor.
Regina me arrastou lentamente para seus braços e me beijou ternamente, apenas me fazendo carinhos suaves. Eu ainda era incapaz de falar. E acho que ela também, mas acho que as palavras não eram necessárias porque todos os gestos haviam falado por nós. Mas ainda sim precisa dizer a ela.
– Eu te amo Regina! — Confessei agarrada a seu corpo.
– Eu também te amo Emma mais do às palavras podem expressar.
Olhei com meu melhor sorriso acariciando o seu corpo acendendo novamente meu desejo latente por ela.
– Agora mandona me deixa te amar. Antes mesmo que ela pudesse pensar estava sobre ela a beijando a marcando como ela tinha feito comigo minutos atrás.
– Vou adorar ver seu lado, dominadora teimosa.
Ela me respondeu entre gemidos. E quando a toquei no lugar certo só se ouviu mais gemidos tanto dela quanto meus. Deixei meu amor e meus instintos agissem por mim e quando ela tremeu em meus braços gritando alto meu nome eu tive certeza que pela primeira vez eu tinha feito amor na vida. O resto de nossa noite foi de pura paixão de beijos longos e toques ousados gemidos roucos. E regado com o amor mais intenso que já vivi
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