You Make It Real
25 When love overflows
Notas iniciais
Acordar com Emma em meus braços era definitivamente a melhor sensação do mundo, mas o melhor era ter ela em meus braços tão tranquila, tão entregue e tão minha. E lembrar-se da noite passada era prova disso, cada toque, cada beijo tudo fora tão intenso. Os gemidos e suspiros dela foram todos meus. Quando ela atingiu o clímax por diversas vezes que fizemos amor naquela noite foram por minha causa. Cada palavra dita, fora prova que quanto nós queríamos de todas as formas possíveis no mundo. Mas a acima de tudo eu fui dela da forma mais doce e delicadamente do mundo. Emma me provou que sabia amar com paixão mais com delicadeza também. Ela me mostrou que sexo podia ser quente intenso, mas também calmo tranquilo. E nosso amor era como chuva de verão num fim de tarde forte intensa, mais mansa e quente quando sol voltava aparecer. Eu queria aproveitar tudo isso eu era dela e era minha e ninguém poderia mudar isso.
– Deus como bom acordar assim. — Emma resmungou se agarrando mais a mim chamando minha atenção. Envolvi mais forte em meus braços querendo prolongar aquele contato.
– Pensei que ainda estava dormindo teimosa.
– Eu estava, mas acho que a fome me fez despertar. Já alguém esgotou todas as minhas forças ontem. — Ela me respondeu com certa ironia na voz. E lembra-se da nossa noite de amor me fez sorrir imediatamente.
– Nossa quem foi que fez isso com você? Emma levantou a cabeça e me olhou com uma falsa cara de indignação.
– Como se você não soubesse. Foi uma morena muito safada, que tem a boca mais gostosa desse mundo. Ela falou cada palavra se levantando e sentando no meu colo.
– E mesmo? Essa morena deve ser muito má. E você não devia dizer isso porque eu sou muito ciumenta Swan. Minha namorada deu o sorriso mais lindo do mundo achando graça do que eu dizia.
– Ciumenta é? Pois só lamento por você, porque não vou desgrudar daquela morena gostosa nunca mais. Minha loira já descia a mão entre minhas pernas e me acariciava cheia de intenções. E tudo que fiz foi gemer.
– Huuum... Emma você disse que estava... Huum... Com fome. Ela se aproximou do meu rosto, e mais próximo ao pé do meu ouvido para me responder. Tudo isso sem nunca parar de acariciar lá em baixo.
– No momento minha fome é de você Regina.
Meu sexo latejou com aquela voz sexy me confidenciando sua vontade. Minha reação foi levar minhas mãos a sua nuca e puxa-la para beijo tórrido e cheio de vontades, logo sua língua pediu passagem em minha boca e eu dei.
Aquela famosa batalha molhada começava dentro de nossas bocas. Como era bom beijar Emma, ela tinha o beijo mais gostoso que havia provado na vida. Minha loira mordeu meu lábio inferior e passou a língua por ali. E isso só me excitou mais. Emma começou aquela dança erótica com quadris, e levei minha mão a sua cintura incentivando naquele vai e vem que me deixa completamente louca. Eu tentei tomar o controle mais ela não permitiu segurando meus ombros com força.
– Não.
– Emma não seja má.
– Não serei má, eu juro. Eu só quero de uma forma diferente.
Ela me olhava com olhos em tom mais escuro. Era difícil não ceder com ela manhosa e completamente nua em meu colo.
– Como você quer? — Perguntei ofegante.
– Juntas amor, quero que cheguemos lá juntas. Quando percebi estávamos deitadas novamente, minha loira por cima de mim. Eu tentava sempre fazer tudo com calma devido a gravidez meu medo de machucar Emma sempre falava mais alto. Mas minha namorada sempre arrumava um jeito de fazer as coisas do jeito dela, afinal ela era a pessoa mais teimosa que já havia conhecido e na cama não era diferente.
– Emma. Não quero te machucar.
Ainda por cima ela afastou minhas pernas com joelho e se acomodou no meio delas.
– Você não vai me machucar. Agora só cala a boca e me beija.
Não havia o que responder apenas fiz o que ela pediu e mergulhei minha boca em seus lábios. Mas não gemer foi impossível, quando minha loira abriu suas pernas e encaixou nossos corpos tão perfeitamente que pareciam serem feitos para isso. Nossas intimidades molhadas se tocando, assim como nossas bocas o movimento de nossas línguas fazendo tudo se tornarem mais intenso e prazeroso. Emma se movia tão calmamente parecia querer prolongar aquilo. E por Deus era tão bom. Por um momento eu parei de beija-la para olhar em seus olhos.
– Amor. — Minha voz saiu com um suspiro.
– Sim. -Ela me respondeu ofegante.
– Isso é tão gostoso. Eu tentava incentiva-la a se mover mais rápido, mas ela parecia ter outros planos.
– Regina... Com calma... Amor. — Ela me respondeu em um fio de voz.
Eu nada disse apenas deixei que ela me levasse para algum lugar longe da terra com todas aquelas sensações. O barulho de nossos sexos se roçando, o cheiro de sexo no ar, tudo era enlouquecedor. Eu sentia o peito arder e minha pele queimar a cada vai e vem dos quadris de Emma de encontro ao meu, logo Emma já não resistiu mais e ela mesma acelerou os movimentos. Ela se agarrou mais a mim e nosso mundo se tornou um só, um orgasmo forte nós atingiu e chegamos ao clímax juntas espasmos e tremores atingiam nossos corpos. Emma gemia em meu ouvido e derramava todo seu prazer sobre meu sexo.
– Eu te amo. Ela me confessou ainda se movimentando suavemente sobre mim apenas como um carinho suave. Abracei mais forte respondendo o que ela já sabia.
– Eu também te amo. Ficamos abraçadas por tempo e ela se deitou sobre meus seios. Trocamos carinhos e afagos talvez essa fosse a melhor parte depois de fazer amor com ela não era só físico era mais que isso.
– Se essa será a forma que vai me dar bom dia todos os dias. Já digo que vou amar. Ouvi gargalhando nos meus braços.
– Sexo matinal é uma ótima forma de começar o dia mandona. E aproposito bom dia amor da minha vida! Sorri junto com ela e tendo a certeza que dia seria incrível. Por que eu teria Emma, Henry e nosso outro filho que estava por vir.
(...)
– Café da manhã. O menino gritava parecendo irritado.
– Acordem, eu estou com fome. Henry batia no quarto das mães impaciente. Emma e Regina acabaram ficando na cama ate mais tarde, já que tinham prologando a noite de amor pela manhã. Elas dormiram ate as 11:00hrs alheias totalmente as horas.
– Emma acorda. Regina chamava à namorada.
– Só mais um pouquinho amor.
– Bom por mim ficaríamos na cama o resto do dia. Só que temos um garotinho bem bravo lá fora chamando. Emma acordou de imediato se lembrando do filho rapidamente.
– Meu Deus! Esquecemo-nos do nosso filho. Emma levantou da cama procurando suas roupas. E Regina achou graça.
– Amor se acalma e tenha cuidado você esta gravida.
– Regina ele deve esta morrendo de fome. Como ficar calma. E já te disse mil vezes gravidez não é doença morena. A advogada se levantou logo em seguida pegando um hobby que estava ali por perto e foi abrir a porta.
– Vou abrir a porta para ele então. Assim que Regina abriu a porta deu de cara com garotinho bem emburrado do lado de fora.
– Ate que enfim, vocês esqueceram que tem um filho é? Henry questionava sua mãe morena com mãozinha na cintura. Regina achou o gesto à coisa mais fofa do mundo.
– Não meu amor. Só dormimos demais. Ela chegou mais perto e pegou o menino no colo.
– Mamãe não vai me ganhar com beijos e abraços hoje. O garoto disse ainda com cara fechada no colo de Regina. Ela adentrou o quarto com ele nos braços.
– E se fizer cocegas? Logo jogou o menino na cama e lhe encheu de cocegas. Recebendo de volta varias gargalhadas do filho. Emma observou a cena e pensou como era bom assistir a momentos assim, Regina e Henry tinham um sintonia tão simples parecia que ela sempre esteve lá desde nascimento do menino.
– Vocês dois parem com essa bagunça. E vamos descer para o café.
– Mãe quem começou foi à mamãe. Henry respondeu apontando para Regina e querendo colocar nela qualquer culpa que viesse pela bagunça na cama.
– Então é assim né coloca toda culpa em mim né?
– Claro mamãe, não quero ficar de castigo. Emma se juntou a eles na cama querendo aproveitar aquela farra.
– Os dois estão errados e fizeram bagunça. Agora levantem e vamos para cozinha.
– Só se eu puder escolher hoje. Henry reclamou.
– Tudo bem meu pequeno príncipe. Acho justo já que dormimos demais hoje. Henry começou a pular na cama mostrando sua felicidade.
– E o que você vai querer então filho? Emma disse a ele.
– Panquecas. O garoto gritou em seguida. Regina levantou da cama levando o garoto com sigo no colo.
– Panquecas então. A morena sai pela porta e Emma veio logo atrás. Trocaram um selinho e Henry riu no meio delas.
– Te vejo lá em baixo amor.
Emma foi arrumar a cama pensando como sua vida tinha mudado tanto e como estava feliz agora. Depois de arrumar a bagunça no quarto desceu para cozinha e encontrou a cena mais linda do mundo. Henry sentando sobre a bancada com vasilha nas mãozinhas mexendo algo. Varias ingredientes espalhados e Regina ensinando o menino como prosseguir. Como poderia não amar mais aquela mulher que lhe provava todos os dias que a felicidade era algo simples e que elas podiam juntas, enfrentar qualquer coisa. E assim ela se juntou a bagunça que havia se tornando a cozinha.
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