You Make It Real
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Notas iniciais
Para Emma tomar a decisão de dar um tempo em sua relação com Regina, não tinha sido fácil, mas naquele momento era melhor decisão para ambas. Tudo entre elas tinha acontecido rápido demais, e ela não que queria os inúmeros problemas que ainda as cercavam destruísse o que elas tinham construído. Regina só precisa se acertar consigo mesma e ter certeza de suas decisões, e Emma precisa de um tempo longe de todos os problemas que para tentar ficar bem e levar o restante da gravidez de forma tranquila. E era a chance de conhecer sua família, e ter um pouco do colo de mãe que lhe fora negado a vida inteira. Não era o fim, ela provara isso deixando Henry com Regina, parte importante de seu coração e de sua vida.
— Mãe porque você tem ir? Eu não quero que vá. – Henry choramingava agarrado, a Emma.
– Filho eu preciso descansar e pensar um pouco. E a mamãe Regina vai resolver uns problemas de adulto enquanto eu fico como o vovó Mary e a vovô David. – Emma dizia tentando explicar de modo simples ao filho.
— Mas porque eu não posso ir com você?
— Henry você pode vir comigo se quiser. Eu só disse que você ficaria porque alguém tem ficar e cuida da sua mãe, e não deixa-la sozinha. – Emma fez uma pausa e chegou bem pertinho do filho, sussurrando algo como se fosse um segredo. – E eu preciso que você não deixe nenhum cara chegue perto dela, afinal ela minha namorada e não quero que roubem de mim.
– Noiva mãe. – Henry corrigiu a mãe.
— Sim filho noiva. Só não conte para ela que eu te disse isso.
— Tudo bem então, eu fico e prometo não contar nada para mamãe. Nenhum mané vai chegar perto dela mãe pode deixar.
— Esse é meu garoto. – Emma respondeu abraçando ao filho.
– Eu vou poder te visitar mãe?
– Sim filho, seu avô vira te buscar nos fins de semana ok.
— Ok.
Depois da conversa tranquila com filho Emma decidiu que ainda não era hora de contar a Henry sobre a morte de Neal, por enquanto ela disse apenas que ele tinha sido preso por ter agido errado e menino não questionou muito. Emma partiria no mesmo dia para Storybrooke só aguardava que o pai viesse busca-la. A despedida do filho foi extremamente difícil, mas a de Regina fora pior, Emma não acreditava que morena fosse estar lá, mas ela estava. De pé na porta do prédio com Henry agarrado a suas pernas, algumas lagrimas sobre o rosto e um semblante triste.
— Eu não sou boa com despedidas mandona, eu nunca fui. Eu não estou te deixando e muito menos irei me despedir de você porque isso não é um fim de nada. Estamos apenas tirando férias uma da outra. – Emma disse em tom de voz brincalhão querendo tornar tudo menos dolorido para ambas.
– Eu vou te esperar teimosa, na verdade eu esperaria por você mil anos Emma Swan. Porque eu te amo e isso nunca vai mudar. – Regina confessava.
Não houve mais palavras ela apenas agarrou Emma e tomou ali na calçada no meio da rua em beijo com tanta fome e vontade que a loira teve dificuldade de se manter de pé quando o beijo acabou. E quando Regina soltou Emma ela disse baixinho.
— E para você lembrar-se de mim todos os dias. Em seguida a morena se abaixou diante da barriga de sete meses da noiva e deu um beijo demora lá, estava agora se despedindo de sua filha. – Cuide da mamãe amor, espero te ver em breve.
Em resposta o bebê deu chute, Regina sorriu diante do ato e Emma sentiu um leve incomodo no ventre.
– Ai filha, a mamã entendeu. Você vai cuidar de mim para sua mamãe morena.
Não demorou e David parava o carro diante do prédio, Emma abraçou o pai assim que viu. David cumprimentou Regina e o neto rapidamente e prometeu cuidar de Emma. Depois David ajudou a filha a botar as malas no carro e depois acomodou Emma no banco do passageiro, e deu partida no carro começando a deixar o local. Regina e Henry ficaram lá parados olhando Emma partir, mas com certeza que a veriam de novo.
(...)
Uma semana depois...
Regina havia criado uma rotina com o filho na ausência de Emma, ela ia ao escritório apenas na parte da manhã enquanto o menino estava na escola e resto do tempo preferia fica com o filho. Zelena e Ruby ainda ajudavam, mas a morena preferência fazer a maior parte das coisas com o garoto. Amava ajudar no dever de casa, jogar vídeo game e levar Henry ao parque e isso só fortalecia a relação dos dois ainda mais. Emma passou a ligar duas vezes ao dia, uma vez pela manhã e a noite fazia uma chamada de vídeo pela internet. Não era o suficiente, mas matava a saudade de certa forma e fortalecia a promessa que a relação delas não tinha acabado. Em uma manhã especial Henry surpreendeu Regina com café na cama.
— Acorda mamãe eu tenho uma surpresa para você. – O garotinho gritava sacudindo a morena. Regina abriu os olhos, ainda meio sonolenta, era domingo e se recusava a levantar da cama antes das dez da manhã.
— Henry são 8hrs da manhã filho de um domingo. Será que pode me dar uma folga. – A empresaria resmungava olhando o visor do celular verificando as horas.
– Mais hoje é um dia especial, mamãe, por favor. Eu prometo que não pulo mais na sua cama se você se levantar agora.
— Esta bem seu chantagista. Quando Regina se levantou se deparou com coisa mais linda que já tinha visto.
— Surpresaaa! – Henry gritou em frente a uma pequena mesinha que estava diante da cama.
Sobre a mesa tinha café da manhã reforçado, com diversas coisas. Mais o que fez a morena romper em lagrimas era o cartaz que menino segurava nas mãozinhas diante dela com uma frase em letras coloridas, inúmeros corações em vermelhos e estrelinhas pintadas de azul. Uma letrinha meio desajeitada que Regina reconheceu na hora, era letra de Henry. “Feliz dia das mães, para melhor mamãe do mundo! Eu te amo”.
— Você não gostou mamãe? – Henry perguntou confuso já que Regina nada disse.
A morena se levantou da cama em um rompante e foi ate menino lhe pegando no colo e lhe enchendo de beijos.
— Eu te amo filho, eu te amo muito. – Ela repetia varias vezes.
— Eu também amo você mamãe. – O garotinho respondeu aliviado sabendo que aqueles beijos eram a resposta para sua pergunta.
A essa altura Regina estava em lagrimas, feliz pelo primeiro dia das mães de sua vida. E mais feliz por saber que tinha um filho tão amoroso e doce como seu pequeno príncipe.
— Quem te ajudou nessa bagunça hein? – Regina questionou ao filho.
— Tia Ruby, mas eu fiz as torradas e o suco de laranja sozinho. – Henry disse orgulhoso de seu feito.
Regina olhou a bandeja e sorriu, os ovos e uma tirinha de bacon formavam uma carinha feliz. Por cima das torras a geleia formavam a frase "tenha um bom dia". E com toda certeza a morena teria um bom dia aquele domingo.
Tomaram o café na cama, felizes e depois viram desenho ate o final da manhã, Henry acabou dormindo de novo e Regina resolveu se levantar da cama e andar um pouco, quando andou ate a sala viu um embrulho sobre a mesa foi ate lá ver o que era. Sobre o pacote viu seu nome e um cartão. Abriu o cartão e leu o conteúdo.
Regina eu espero que tenha gostado do café da manhã, foi ideia do Henry e eu só quis ajudar. Não brigue com o garoto. O embrulho é da Emma ela me pediu que te entregasse hoje. Feliz dia das mães, cunhada!
Ruby Lucas.
Regina sorriu assim que terminou de ler e pensou em agradecer sua cunhada doida quando a visse de novo. Ansiosa a morena rasgou o pacote e finalmente descobriu o que tinha dentro um DVD e outro pequeno pacote, no DVD escrito "só abra o segundo pacote depois que assistir ao DVD". Regina correu e pegou seu laptop que estava na escrivaninha na sala e ligou para assistir ao DVD. Para sua surpresa Emma apareceu na tela de seu notebook, o vídeo parecia ter sido gravado recentemente. Algumas lágrimas vieram ao ouvir as primeiras palavras de Emma.
— Oi amor, eu queria estar ai hoje com você, mas as coisas nem sempre saem do jeito perfeito entre a gente. Sei que você deve estar se perguntando o porquê essa teimosa gravou um vídeo para me fazer sofrer mais de saudades. Simples mandona eu não podia deixar de felicitar a mulher da minha vida no seu primeiro dia das mães, e muito menos não te dar um presente.
Emma se pegou algo que estava ao seu lado e levantou para mostrar.
— Minha mãe bordou isso para nossa filha, e eu quero muito que você coloque nela assim que ela nascer.
Diante da tela uma pequena camisetinha que parecia ser feita para boneca de tão pequena que tinha bordada a frase: Eu amo minhas mamães.
— Esse outro foi feito, por mim e Henry. É para você dormir a noite e quando tiver longe e sentir saudade de sua família, ainda nós terá bem pertinho de você.
Agora Emma levantava um moletom grande com inúmeras fotos de diversos momentos entre elas e Henry misturados ate mesmo fotos de alguns ultrassons da gravidez de Isabel, formando um estampa única.
– Não chore minha vida apenas queria te dizer feliz dia das mães Regina! Henry, Isabel e eu te amamos. Eu te vejo em breve. Emma disse as ultimas palavras com sorriso lindo no rosto e mostrando a barriga enorme – Dê tchau para mamãe filha.
O vídeo acabou e Regina se sentia plena, era tanta felicidade que não cabia no peito. Abriu os pacotes e viu a pequena camisetinha da filha cheirou a peça e sentiu o cheiro de novo. Depois pegou o moletom foi olhando as fotos e já não temia, mas tinha plena certeza que Emma voltaria para ela.
(...)
James estava chefiando a investigação do FBI que estava atrás da quadrilha responsável pelo trafico de crianças e adoções ilegais no país. James queria informar a Killian sobre as investigações do caso de seu irmão e como tudo iria prosseguir, marcaram no local de sempre, onde viam se encontrando desde que o rapaz contatará James.
— Olá Agente Nolan, vim assim que ligou. – Jones cumprimentou James assim que chegou ate onde ele estava sentado.
— Sente-se Killian tenho boas noticias. – James respondeu ao rapaz. A conversa entre eles foi esclarecedora para ambas as partes, e tanto Killian quanto James estavam satisfeitos com resultados que obtiveram com as investigações.
— O teste de DNA feito com rapaz que você encontrou Killian deu positivo ele mesmo seu irmão Liam. Ainda não temos provas concretas contra Ingrid, ela tem as costas quentes no estado é respeitada, mas seu dossiê foi de grande valia. Precisamos de um mandado de juiz federal para poder vasculhar as contas pessoais e computadores dessa pilantra e depois ela não terá escapatória.
Killian sentiu o coração se encher de alegria finalmente tinha encontrado seu irmão e em breve poderia revê-lo.
— Isso me deixa muito feliz James, vou poder rever meu irmão e lhe contar a verdade. Mais só irei sossegar quando colocar Ingrid atrás das grades para que ela pague por tudo que fez.
— E nós iremos Jones, agora é só uma questão de tempo. Os dias de liberdade de Ingrid estão contados.
– Mas enquanto eu isso vou colocar um dos meus contatos na cola dela. Ter algumas provas a mais não fará mal a ninguém agente Nolan. – Jones disse se confiante de que agora as coisas estavam caminhando para dar certo.
(...)
Cora estava enjoando dos remédios que havia começado a tomar, e os últimos dias tinham sido torturantes. Sidney era único que sabia da verdade e estava sempre com a velha Mills, cuidando da melhor forma que podia, e Cora no fundo estava grata por ter seu fiel mordomo ali.
— A senhora se esta se sentindo um pouco melhor? – Sidney perguntava enquanto recolhia a bandeja.
– Esses enjoos estão me matando, mas já estive pior. Mas obrigado por perguntar Sidney. – Cora respondeu agradecendo. O mordomo ficou espantando em anos nunca ouviu a mulher fazer um agradecimento assim tão sincero.
— Não há de que senhora apenas cumprimento meu trabalho.
Cora deu a Sidney um sorriso fraco e o mordomo não teve receio de sorri de volta, um novo tipo de relação começava a surgir entre eles de forma lenta. No dia seguinte Cora foi a mais uma consulta de rotina, saia de casa as escondida não queria que a notícia se espalhasse e toda cidade soubesse de seu estado de saúde.
— Você esta indo bem Senhora Mills. – O medico felicitava Cora. – Mas sabendo que a ansiedade pode ter um efeito negativo em seu tratamento, e visando que deseja discrição de seu estado de saúde. Irei lhe aconselhar a continuar o tratamento em uma clinica privada em uma cidade do interior, tenho alguns contatos por lá e informei ao colega sobre seu estado. Ele ira pegar seu caso e lhe acompanhar pessoalmente.
— E qual é o nome do meu novo medico doutor?
— Dr Whale, Senhora Mills. Sua clinica é em Storybrooke. Sugiro que parta amanhã e se hospede na cidade enquanto continua seu tratamento. Ar fresco lhe fará bem e ninguém ira lhe incomodar por lá.
– Então farei como manda, doutor. Amanhã parto para Storybrooke e seguirei tudo que o Dr. Whale mandar. – Cora respondeu tranquila.
Sidney chegou mais perto de Cora colocou a mão sobre seu ombro apertando de forma suave querendo lhe mostra apoio. Em gesto um involuntário Cora cobriu a mão de Glass segurando com delicadeza, a velha Mills sabia o que aquele gesto significava. Sidney iria com ela para onde ela fosse e agora Storybrooke seria o novo lar dos dois.
Um mês depois...
Regina não se levantava da cama há dois dias, mal se alimentava e Henry cuidava da mãe com todo carinho, e não desistia dela um minuto si quer. Ruby acabou se mudando para apartamento de Emma desde que as coisas desandaram entre Emma e Regina, e depois de discussão seria por telefone que acabou afastando as duas mais ainda. A morena ficou possessa quando Henry lhe contou que a mãe tinha amigo chamado Graham e eles passavam muito tempo juntos, o menino não gostava de Graham e Regina acabou tendo mais motivo para não gostar dele também mesmo sem conhecê-lo. Nem mesmo Emma lhe dizendo que não havia motivos para ciumes ela amava Regina e nada no mundo mudaria isso.
Graham era assistente de David na delegacia e conhecera Emma em um dos jantares dos Nolan. Ele se encantara com Swan, e ambos engataram uma amizade, o rapaz era simpático e a loira se dera bem com ele de cara. Quando Graham demonstrou querer algo mais que amizade, porém Emma foi sincera e dissera que tinha alguém a quem amava muito e gostava de Graham como amigo nada mais. Emma teve problemas sérios com Henry quando o menino fora passar o fim de semana com ela e conhecera Graham.
— Mãe eu não gosto desse cara. – O garotinho dizia emburrado.
— Filho ele é uma boa pessoa.
— Não ele não é não. Pessoas boas não querem acabar com a família dos outros e ele quer acabar com minha. Você não ama mais minha mamãe Regina? – Henry disse quase querendo chorar. Emma sentou ao lado do filho e abraçou forte.
– É claro que amo sua mãe filho, mas do que nunca. Só estamos tirando umas férias uma da outra para resolver os problemas como te falei antes.
— Mais ele gosta de você mãe, eu vi como ele fica te olhando. É como o meu pai te olhava. Eu não quero outro pai, eu quero minha mamãe eu quero minha família mãe. –
Emma não soube o que responder as palavras de Henry a quebraram por dentro e se sentiu péssima por fazer o filho passar por aquilo. Estava decida a voltar para casa só precisava esperar ate que Regina esfriasse um pouco a cabeça.
O problema veio depois, Henry e acabou contando para Ruby sobre o interesse de Graham por sua mãe e esse que era o motivo de sua tristeza. Por uma infeliz coincidência Regina ouviu tudo. Foi o suficiente para a morena, se sentir insegura e achar que tinha perdido Emma de vez, assim como tinha perdido seu cargo na Mills.
— Mamãe, por favor, levanta. – Henry implorava ao pé da cama.
— Hoje não filho a mamãe está cansada.
— Mamãe você esta com cheiro de fralda suja tem tomar banho. – Henry disse apelando e acabou arrancando um sorriso da mãe.
E depois de muita insistência Regina se levantou tomou banho e depois se alimentou. Terminaram à tarde no sofá assistindo Friends. E Regina voltou a sentir um pouquinho de felicidade.
(...)
— Chega Ruby, eu não aguento mais ver minha irmã daquela forma. Primeiro foi com Cora tirando dela a presidência do escritório e colocando aquele incompetente do Robin lá. E depois a Emma pedindo um tempo, ai elas brigam do causa de mané qualquer. Henry está despedaço vendo sua família destruída dessa forma. Era para eles estarem curtindo a gravidez daquela loira teimosa e não separadas.
— Eu prometi a Emma que não contaria nada Zel, só te contei porque eu não aguentava mais guardar isso dentro de mim. E sua mãe foi bem baixa em dizer todas aquelas coisas para Emma. – A morena de mechas vermelhas respondeu se sentindo culpada.
– Você prometeu, não eu Lucas. Vou contar a verdade a Regina, ela vai saber que a culpa de Emma ter pedir esse tempo foi da nossa mãe. – Zel disse decida.
E ela estava mesmo decida, Regina sairia daquela fossa e ia lutar por sua família e Zelena ajudaria a irmã nisso. No dia seguinte ela reuniu os amigos que uma vez prometeram se unir para proteger a família Swan Mills e agora era esse momento tinha chegado.
Ruby e Killian partiram para Storybrooke para adiantar algumas coisas, Zelena e Belle ficaram para planejar uma estratégia no escritório e as coisas que descobriram foram surpreendentes.
— Senhorita Zelena, perdemos mais três grandes clientes e grandes quantias estão sendo retiradas das contas do escritório. – Belle informou mostrando alguns relatórios.
– Quem autorizou isso Belle?
– O novo presidente senhorita Zelena. – Belle respondeu sem rodeios.
— Eu não acredito que aquele desgraçado do Robin está nos roubando. Parabéns mamãe ótimo presidente escolheu, esse maldito ira nos levar a falência.
— Senhorita Zelena se me, permite eu estudei bem todo regulamento do escritório e fraude nós da uma brecha para pedir uma nova eleição.
— Mas os acionistas e a diretoria ainda estão com Cora, nem mesmo as minhas ações e de Regina juntas seguram uma nova eleição.
– Mais e se tiverem um maior números de ações? Maior do que os da senhora Mills.
– Isso é impossível Belle no testamento meu pai deixou a maior parte das ações para minha mãe.
— Bom eu investiguei a fundo senhorita Zelena, desde fundação do escritório de sua família. E o que descobri é que seu pai tinha sócio. E antes desse sócio sair e vender sua parte para o senhor Henry Mills, ele deixou 3% de suas ações para doação a um herdeiro que escritório Mills desconhece.
— Espera, eu achei que os 13% restantes das ações fossem dos acionistas que já estão presentes no conselho da diretoria. Já que eu tenho 15%, Regina 25% e Cora os 47% finais.
— E estão. Mais esses 3% a que me refiro é de um único dono, que é representado por um advogado que aparece na Mills somente em casos urgentes, os lucros vão para um fundo particular onde herdeiro tem acesso. Tudo que precisamos e do apoio desse acionista e adeus Robin. – A assistente explicou calmante.
– Mas esse advogado nunca irá nos dizer quem é o acionista misterioso. Conheço esse tipo de contrato. – Zelena argumentou se sentindo frustrada.
– Bom eu contava com isso e usei alguns contatos, acho que ficara surpresa senhorita Zelena. – Bella jogou o contrato sobre a mesa ao ler o nome Zelena não acreditou no leu ali. Quando ia dizer algo à porta da sala onde estavam se abriu.
— Oi ruiva, acho que temos trabalho a fazer. – Tinker Bell disse sorrindo.
– Fadinha eu não acredito que você vai salvar o dia.
— E mínimo que posso fazer pela minha melhor amiga. – A loira respondeu.
As três não perderam tempo e partiram para casa de Regina a operação Swan Mills estava definitivamente em ação.
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