Notas iniciais
Olá, querido, sem enrolações por aqui espero que gostem do desfecho que dei a esse capitulo. Foi escrito com carinho. Boa leitura! Capitulo sem revisão.

Ruby tentava distrai Emma, depois que chegou ao quarto, a loira parecia impaciente. Regina tinha saído por alguns minutos precisa imprimir a papelada do casamento e consequentemente Swan, não poderia ver nada.

— Emma se acalma, temos uma coisa linda aqui para cuidar. – A morena de mechas vermelhas dizia com a Isabel nos braços.

– Você vai deixar essa menina mal acostumada Ruby.

Dinda diz para minha mamãe loira vim me mimar, eu quero carinho e meu leitinho.— Ruby respondendo imitando uma voz infantil, fingindo ser Isabel.

O bebê logo começou um chorinho manhoso, reclamando de fome. Emma não perdeu tempo, pegou a filha para amamentá-la.

– Filha você puxou bem seu irmão, uma comilona. Não tem nem meia hora que eu te dei mama. E você já está com fome de novo meu amor. – Swan começou a conversar com o bebê enquanto ela mamava.

Ruby admirou a cena, Emma era mesmo uma mãe maravilhosa e ela sonhava em ser tão boa mãe quanto ela um dia.

(...)

Zelena ainda não acreditava em tudo que a mãe havia lhe contado, câncer era algo duro de aceitar. E era difícil para ruiva ver Cora Mills tão debilitada e frágil. Ela sempre viu a mãe sendo uma mulher forte e inabalável, e mesmo não tendo todo afeto materno direcionado a ela, amava e admirava completamente. E mesmo com todos os seus erros Zelena ponderou que deveria deixar de lado as diferenças e apoiar a mãe.

– Você tem contar a Regina mamãe. – A ruiva aconselhou a mãe.

— Não Zelena! Não agora, quero que Regina fique ao meu lado por pena minha querida. – Cora respondeu cabisbaixa. – Eu quero merecer o perdão de sua irmã. Eu fiz muitas coisas ruins, eu a separei da mulher que ela ama, por estar cega. O amor não é fraqueza minha pequena ruiva, o amor é força. E por ironia foi a força do amor do filho que Regina compartilha com Emma que contribuíram para que eu me tornasse uma pessoa melhor.

– Henry? O que Henry tem a ver com isso.

Cora contou a Zelena toda sua historia com Henry, e momento fatídico quando ele descobriu sua identidade e o que culminou no nascimento antecipado de Isabel. Zelena ouvia a, cada palavra atentamente. Ela sentiu todo remorso nas palavras da mãe, aquela mulher diante dela definitivamente era outra pessoa.

— Mãe você se arrependeu, aquela Cora Mills morreu. E estou orgulhosa dessa nova pessoa que você se tornou. – A mulher revelou a mãe.

Cora deixou algumas lágrimas rolarem por seu rosto, estava feliz por finalmente estar recomeçando ao menos com uma de suas filhas.

– Minha pequena ruiva, eu quero saiba que mesmo tendo sido dura com você a vida toda sempre lhe amei. Nunca fora nem mais nem menos que Regina, sempre fora igual. Só queria que fosse uma mulher forte e determinada, pois você se parece muito comigo Zelena. Eu te amo querida! – Cora declarou e fez a filha compartilhar da mesma emoção.

Em um rompante Zelena, se jogou nos braços da mãe que a recebeu com alegria.

— Eu também te amo mamãe. – A Mills mais nova respondeu a mãe.

Sidney olhou a cena feliz, sua esposa estava caminhando para algo melhor e ele estava orgulhoso dela. Elas conversaram um pouco mais, e Zelena contou à mãe que Regina iria casar, Cora desejou muito poder estar lá e fazer parte daquele momento, mais achou que ainda não era hora. Ela teria paciência e esperaria mais um pouco.

– Zelena não. Nós vamos esperar. Deixe sua irmã se casar em paz, irei me operar e só quando estiver bem, tentarei uma aproximação. E isso acontecera porque mudei e mereço fazer parte de suas vidas e não por cargo de consciência apenas por eu estar doente.

Embora contrariada Zelena, concordou com a mãe, e torcia para que tudo desse certo.

— Farei o que me pede mãe. Nós vemos depois de sua operação. Boa sorte!

— Vai dar tudo certo. – Sidney disse tentando amenizar o clima.

— Sim dará tudo certo. – Cora completou.

— Cuide dela Sidney. – Zelena pediu. – Afinal você é da família agora.

Glass sorriu e deu um abraço tímido na enteada, foi uma despedida melancólica, Zelena ainda temia pela saúde da mãe. Mais saiu do quarto da mãe sentindo algo novo, talvez esperança de que sua família finalmente fosse ter paz. E Cora se sentia da mesma forma.

(...)

Mary Margaret chegou ao quarto de Emma e a encontrou amamentando a neta. E Ruby sentada ao lado da cama em poltrona mexendo no celular.

– Oi meninas. – Mary cumprimentou. – Eu Trouxe roupas limpas para minhas duas princesas. E algo leve para você comer Emma, que não seja comida de hospital.

— Mãe, obrigado. – Swan agradeceu a mãe. – A senhora salvou minha vida não aguentava mais, comer sopa e essa comida sem sal.

— Não se anima muito Emma é algo leve, e sem muito sal. – Mary advertiu. – Porque a senhorita não pode. Agora me da minha neta aqui, vá tomar um banho e coloque o vestido que eu trouxe.

— Se ferrou Swan. – Ruby zombou da amiga.

— Cala boca sua mala. – Emma rebateu mostrando língua para morena. Mary achou graça, Emma e Ruby pareciam duas crianças grandes quando estavam juntas.

Em seguida passou Isabel para braços da avó e foi em direção ao banheiro. Quando Emma fechou a porta Mary pode passar as instruções a Ruby.

— Quando ela sair do banho e se alimentar, você vai sugerir um passeio no jardim do hospital Ruby. Depois de uns vinte minutos volte ao quarto, e David estará aqui esperando vocês para o próximo passo.

— Ok, eu entendi tudo senhora Nolan. – Ruby respondeu.

— Me chame apenas de Mary Ruby e esqueça o, senhora. – Mary a repreendeu.

Lucas acabou rindo da situação. Conversaram por alguns minutos até que Emma finalmente saiu do banho, ela vestida com o vestido que a mãe lhe dera. O que ela não sabia era que estava vestida para se casar, e o vestido tinha sido carinhosamente escolhido por Regina especialmente para ela. Era um vestido branco de alcinhas e todo solto, ia até os pés. Tinha uma estampa discreta cheia de pequenas flores que dava a Emma um ar mais leve.

– Mãe o vestido é lindo obrigado. – Emma agradeceu mais uma vez a mãe. – Mais acho que seja demais para usar em quarto de hospital.

— Swan pare de reclamar, porque você não ficar enfurnada aqui dentro. Vai comer e vamos dar uma volta. – Ruby informou sem intrometendo na conversa.

– Não posso sair daqui, e deixar Isabel sozinha Ruby. Daqui a meia hora é hora dela mamar de novo.

– Obrigado por não se lembrar de mim filha. – Mary reclamou. – Eu posso ficar com minha neta enquanto vocês dão um passeio. Eu já cuidei de um bebê, o seu irmão caso não se lembra Emma.

— É Swan, e você precisa tomar um pouco de sol, vai te fazer bem. – Ruby argumentou.

— Ok, vocês duas venceram. Vou só terminar o lanche e vamos dar o passeio, mais só uns vinte minutos Lucas nem um minuto a mais.

Ruby sorriu por fazer Emma finalmente ceder, e tudo estar dando certo. Assim que Emma acabou a refeição dei um beijinho na testa da filha e saiu com Ruby para o tal passeio.

Assim que Emma e Ruby saíram, Regina entrou no quarto com uma bolsa de bebê.

— Achei que Ruby não ia conseguir tirar ela desse quarto. – Regina disse a Mary colocando a bolsa em cima da cama.

– Ruby é esperta Regina e bem convincente. Logo Isabel começou um chorinho, manhoso sinal que algo não estava certo.

– Acho que ela está reclamando porque precisa ser trocada Mills.

— Deixa que eu troco ela. – Regina pediu.

Mary passou o bebê para nora, Regina pegou a filha com carinho nos braços. A advogada deu um cheirinho no pescoço do bebê e começou a conversar com Isabel enquanto a colocava sobre a cama.

– Parece que tem alguém com um cheirinho de azedo, aqui mamãe. Vou dar o primeiro banho dela.

O bebê mexia as perninhas parecendo se agitar com a voz da mamãe. Regina tirou a roupinha de Isabel com todo cuidado, e Mary preparou a banheira com água morna.

— É Bel parece que você, tem uma mamãe todo coruja mesmo. – Mary comentou como se conversasse também com a neta.

– Sim vovó, minha mamãe passou meses lendo e se preparando para cuidar de mim com todo amor do mundo.

Regina segurava a filha com todo cuidado com um braço, e usava a outra livre mão para jogar água devagar sobre o corpinho do bebê. Mary filmou o momento para Emma pudesse ver depois, e ficou admirada pela forma como Regina fazia tudo com máxima cautela. Definitivamente a morena tinha nascido para ser mãe.

A advogada percebeu a sogra meio tensa e resolveu perguntar o se algo tinha acontecido.

— Mary está tudo bem?

Mary a olhou, confusa, não queria falar sobre o assunto.

– Está tudo bem Regina, não precisa se preocupar.

— Uma vez você, me disse que se precisasse de você estaria aqui para mim. Digo o mesmo para você agora, somos família Mary. E família está sempre junto no pior e no melhor.

Mary Margaret percebeu que tinha mais que uma nora, tinha também uma amiga e ficou feliz com isso.

— Obrigado Regina, as coisas vão se ajeitar. Só não quero pensar nisso agora. Hoje é o dia da Emma e o seu. – A mulher mais velha respondeu tentando tranquilizar Mills.

A advogada achou melhor não forçar o assunto, sabia que quando precisasse Mary Margaret ia se abrir com ela.

Regina secou a filha com mesmo cuidado, passou o taco, colocou a fralda e finalmente a roupinha. Uma calça pequena com estampas de pandas, nos pezinhos uma minúscula sandália rosa, uma blusinha branca e por cima a pequena camiseta que Mary tinha bordado para neta com a frase, “eu amo minhas mamães”.

— Pronto vovó Mary. Agora estou cheirosa e pronta para casamento das minhas mamães. – Regina disse pegando Isabel no colo.

– Então podemos ir para capela? – Mary perguntou sorrindo.

— Acho que sim.

Mary pegou a pequena bolsa com algumas coisas da neta e começaram a sair em direção à porta, antes que pudessem sair Henry apareceu correndo.

– Mamãe esqueceu uma coisa. – O garoto disse tentando tomar fôlego. Henry mostrou algo em suas mãozinhas, e assim que viu Regina sorriu. Era a pequena toquinha de panda que Henry tinha escolhido para irmã meses atrás.

— Coloca nela filho. – Regina respondeu ao garoto e se abaixou um pouco para ficar na sua altura. Henry colocou a toquinha na irmã e em seguida lhe beijou a testa.

— Agora está pronta Izzy.

Depois os quatro partiram finalmente para a capela do hospital onde todos aguardavam por eles.

(...)

Emma e Ruby voltaram ao quarto, e não encontraram Mary e Isabel, a loira achou tudo aquilo estranho. Quando pensou em comentar algo com Ruby, David apareceu no quarto.

— Emma eu vim buscar você e a Ruby. – David disse a, filha assim que entrou no quarto.

— Para ir para onde pai? – Swan questionou ao pai.

– Na capela do hospital filha, sua mãe e Regina estão lá com Isabel e Henry.

— E o que estão fazendo lá?

— É algo com o padre dar a bênção ao bebê. Sua mãe é super religiosa e achou bom o padre dar a bênção, mas precisa das duas mães da criança presente.

Emma acabou rindo, aquilo era mesmo típico de sua mãe, não discutiu e acabou seguindo o pai junto com Ruby. Mais ela não tinha a menor ideia, do que a esperava dentro daquela pequena capela.

Assim que chegaram à porta da capela foram, recepcionados por James o tio de Emma, e então a loira percebeu que tinha algo estranho. James cumprimentou ao irmão e lhe entregou um blazer branco. É só então Emma percebeu que pai estava vestia camisa pólo e calça da mesma cor, e o tio também embora o modelo da roupa fosse diferente.

– Pai o que está acontecendo? – Emma se virou para pai e perguntou.

– E hora de viver o seu pequeno conto de fadas, minha princesa. – David respondeu calmamente.

James pegou as mãos das sobrinhas e a beijou e depois entrou na capela. Emma estava ficando nervosa, quando olhou para lado viu que até Ruby já tinha entrado, e agora só faltava ela e o pai. As mãos suavam frio, e coração batia em um ritmo acelerado, mais de alguma forma Emma teve certeza que Regina estava por trás do que estava acontecendo. E de forma tranquila ela adentrou a capela junto ao pai. O lugar era simples e pequeno, havia pequenos bancos de madeira, decorados, com rosas brancas presa com fitas amarelas em cada banco, sobre o chão, inúmeras flores amarelas.

Emma se lembrou de meses atrás quando contou a Regina que amava rosas brancas, pois significava pureza, e recomeço e lhe deva uma, infinidades de possibilidades novas. Mais ela também gostava de flores amarelas, amarelo era esperança, esperança de um futuro melhor. Emma olhou em volta e todas as pessoas que eram importantes para ela estavam lá, então ela se deu conta do que aquele momento significava, só não conseguia acreditar. Ruby foi até ela e lhe colocou sobre a cabeça uma coroa de flores brancas e amarelas.

– Para dar sorte Swan.

— Obrigado. – Emma agradeceu à amiga. Zelena veio em seguida e lhe entregou um buquê de flores amarelas.

— Eu desejo a vocês duas toda felicidade do mundo Emma.

David chamou atenção da filha lhe oferecendo o braço e Mary se colocou do outro lado, fizeram questão dos dois levar Emma até Regina. Quando Emma finalmente olhou para frente viu Regina, e seu coração acelerou, ela estava linda. Com vestido tomara que caia que ia até os pés, flores amarelas enfeitavam seus cabelos, nos braços ela tinha Isabel. Emma sorriu ao ver a filha parecendo uma bonequinha toda arrumada, e com toquinha que lembrava um, panda sobre a cabecinha. A melhor parte ela usava o presente que Emma tinha dado a Regina nos dia das mães, seus olhos marejavam.

— Não chore filha, a frente está a sua felicidade. – Mary sussurrou enquanto caminhavam.

A loira olhou a mãe e suspirou longamente, ela não sabia se conseguiria conter as lágrimas mais iria tentar. Emma olhou uma vez para frente, e do lado esquerdo viu Killian e Tinker, e do direito Ruby e Zelena, no centro seu avô George, mas deu falta de seu filho Henry. E antes que ela se pronunciasse para perguntar do menino, Henry apareceu vindo de cantinho escondido da capela, olhou para mãe com sorriso travesso, que fez Emma sorrir de volta. Henry se colocou na frente caminhando junto com a mãe e os, avós até o pequeno altar, faltavam poucos passos até chegaram a Regina que era só, sorrisos.

A advogada estava radiante e não conseguia expressar em palavras o que estava sentindo naquele momento. Mills se lembrou de todos os momentos, que havia a levado até ali, desde dia em que vira Emma em sua sala pela primeira vez, a batida de carro que mudou suas vidas para sempre. A morena tinha certeza que nada acontecera por acaso, ela amara Daniel em seu passado, mais Emma era agora seu futuro.

Quando Emma finalmente, estava de frente para sua futura mulher, David se virou para a filha beija-lhe a testa, Mary fez o mesmo gesto e juntos entregaram a mão de Emma a Regina, colocando sobre a mão da nora. Regina recebeu Emma com grande alegria.

— Sejam felizes. – David e Mary disseram ao mesmo tempo.

— Nós já somos pai, obrigado. – Emma respondeu agradecendo ao pai.

David e Mary se juntaram a Evan que estava ao lado. Ambos estavam radiantes de felicidade, por poderem estar juntos a filha naquele momento tão importante para ela. Emma e Regina se olharam e sorrindo, a loira não deixou de admirar a noiva uma vez mais.

— Você sempre me surpreendendo mandona, mais dessa vez se superou. – Disse Emma.

— Esse é meu trabalho, teimosa sempre te surpreender com o melhor.

— Até você filha ajudou a enganar a mamãe. – Swan disse se brincando com a filha. Isabel mexeu a boquinha, parecendo sorrir, e todos gargalharam com a cena.

— Então aceita ser feliz para sempre comigo Emma Swan? – Regina perguntou.

— Não há nada, que eu queria mais no mundo Regina Mills.

George finalmente pode começar a cerimônia, dizendo as palavras de praxe, que toda cerimônia no civil exigia.

— Emma Swan é de livre espontânea, vontade que se une a Regina Mills em matrimônio? – George perguntou a neta.

— Sim. – Emma respondeu calmamente. Henry pegou a caixinha com as alianças no bolso, abriu e entrou à primeira, aliança a mãe. Emma colocou o anel no dedo de Regina e beijou a mão da morena em seguida. George se virou para Regina e repetiu a mesma pergunta.

– Regina Mills é de livre espontânea, vontade que se une a Emma Swan em matrimônio?

— Sim. – A advogada repetiu a resposta da noiva. Henry entregou a segunda aliança a Regina que repetiu o gesto de Emma, colocando o anel em seu dedo e lhe beijando a mão em seguida.

— Pela vontade apresenta por ambas aqui, e pelo poder dado a mim pelo estado do Maine eu as declaro casadas. – George anunciou. – Podem se beijar.

Regina se virou para Emma, ainda com Emma a filha nós braços e deu um beijo tímido, na agora sua mulher. Uma salva de palmas e foi ouvida no pequeno local. Henry abraçou as mães, as cumprimentando, garoto não escondia de ninguém sua felicidade. Os papeis foram assinados por elas e pelas testemunhas e padrinhos, agora estavam casadas. E a felicidade na sua essência mais pura pairava sobre todos, e Emma e Regina conseguiram o que tanto queriam construir juntas, uma família.

— Está feliz Emma Swan Mills? – Regina perguntou abraçada a loira.

— Muito Regina Mills Swan. De todas as coisas, que você fez por mim, essa talvez tenha sido a mais linda de todas.

— Sua felicidade é a minha felicidade Emma. Quer dizer minha esposa.

– Olha só se já era mandona antes imagina agora que casamos. – Emma debochou.

Em meio a sorrisos acabaram trocando um beijo apaixonado, e David não perdeu a chance de fazer uma piada.

– Regina trate de esperar até o resguardo de a minha filha terminar, nada de antecipar a lua de mel. – David disse fazendo todos rirem e deixando Regina vermelha.

— Papai, por favor. – Swan reclamou.

– Chega de gracinhas David. Vamos comemorar. – Mary se intrometeu.

Ruby e Granny trouxeram um pequeno bolo, e bebidas para todos. Optaram por nada alcoólico por Emma não podia beber, pois estar amamentando, a pequena comemoração seguiu por algum tempo e todos os problemas foram esquecidos, restava apenas à sensação de paz.

(...)

Em Boston Ingrid fazia as malas para ir a Storybrooke, sem saber que estava sendo vigiada. Belle monitorava os passos da mulher na cidade com ajuda de detetive particular. O pedido tinha sido feito por James e Belle ficou feliz em poder ajudar.

— Senhora Belle, tenho novas noticias sobre a senhora James. – O detetive avisa Belle por telefone.

– Me diga então John. – Belle respondeu do outro lado da linha.

— Parece que senhora James, está indo viajar. E que tudo indica ela está indo para Storybrooke, como a senhorita previa. Belle tinha certeza que assim que Ingrid soubesse que Emma tinha dado a luz tentaria algo. E por isso ela soltara a noticia, pelo meio jurídico sabendo que chegaria a Ingrid facilmente.

— Essa mulher é mesmo tão previsível. John obrigado por avisar, eu cuido do resto agora.

Belle finalizou a ligação com detetive, e buscou o numero de James. A conversa com eles fora rápida e Belle informara ao tio de Emma o que ele tanto esperava, Ingrid tinha mordido a isca a estava a caminho de Storybrooke. Só que ela não imaginava que seria presa assim que tentasse algo contra Emma

Notas finais
Espero que tenham gostado dos momentos da Regina com a filha e claro do casamento. Foi um momento simples, mais bonito até porque a Emma é simples e Regina quis manter essa essência. O próximo capitulo vai ser intenso prepare os lenços. Então me digam suas teorias sobre o que estar por vir e sobre o capitulo de hoje. Ate breve!