You Belong With Me
31 Capítulo 31
Notas iniciais
Fiquei parada por vários minutos tentando digerir aquela noticia.
— sakura, você está me ouvindo? – pelo jeito ele falava comigo ha muito tempo.
— Sim estou. Eu... Não sei o que dizer.
— Não está feliz?
— Não é isso, é que eu não esperava.
— Sakura, fazemos amor o tempo todo e nunca usamos nenhum tipo de proteção. Pensei que tivesse aprendido na escola que isso resultava em gravidez. – ele disse com sarcasmo. – Achei até que estava demorando.
— Eu vou morrer? – ele sorriu.
— Você anda vendo muito filme de vampiro. Você só precisa se cuidar mais. Você não vai morrer. – ele me deu um beijo na testa. Eu me afastei. – O que você tem?
— Sasuke é tudo muito bonito. Mas o que vou fazer quando você e cansar de mim? Eu e uma criança. – ele se irritou.
— Ainda esse assunto? Sakura, eu me casei com você. Você é minha para sempre. E depois que a criança nascer vou te transformar.
— Mas já? Pensei que fosse esperar que eu completasse 20 anos.
— Não quero mais esperar. – ele sorriu malicioso – Quando você for uma vampira, não vou mais pegar leve com você.
— Mas Sasuke, eu só tenho 18 anos. Não estou pronta para ser mãe.
— Não se preocupe, eu vou cuidar de vocês dois. Agora descanse. Você precisa de repouso, vou mandar que tragam algo para você comer. – e me deixou sozinha com meus pensamentos.
Minha cabeça estava a mil. Não sei se estava feliz ou triste eu estava muito confusa. Levantei-me e fui até o espelho, levantei a blusa e olhei minha barriga ainda lisa, dentro de pouco tempo eu estaria enorme.
Assustei-me quando o próprio Sasuke entrou no quarto com uma bandeja nas mãos. Fiquei com vergonha por ser pega no flagra. Ele sorriu levantando uma sobrancelha.
— Pare de brincar e venha comer. – sentei na cama atacando tudo que ele tinha trazido. Eu ainda estava com o que Karin me disse na cabeça, então teria que perguntar se não iria morrer por dentro.
— O que há entre você e a Karin? – ele pareceu surpreso mas depois deu um sorriso de canto e disse:
— Então era isso. – foi uma afirmação. – Fiquei com ela ha algum tempo. Nada de mais. Mas eu não a suporto, ela tem um corpo bonito e só. Não tem nada além disso. Até porque eu sempre gostei de outra garota.
— E quem seria ela?
— Se depois de tanto tempo você ainda não sabe, não serei eu a te dizer. – eu sabia que ele falava de mim, mas queria ouvir da boca dele. – Fique sabendo que eu a amo muito e que ela me faz muito feliz. Ainda mais agora que vai me dar um filho. – não teve como não sorrir para ele. – Já te disse um milhão de vezes que não deve acreditar em tudo que dizem de mim.
— Seu passado te condena.
— Todas foram só um passatempo até você estar pronta. Eu devia matar aquela garota por ousar falar essas coisas pra você.
— Não fique tão irritado. – ele retirou a bandeja da cama e a colocou em cima da penteadeira para logo se deitar ao meu lado me abraçando.
— Agora durma.
...
Era manhã de domingo e em uma das poucas vezes acordei primeiro que Sasuke. Estava faminta e depois de fazer minha higiene fui direto para cozinha dando de cara com Itachi.
— Hey, pensei que não morasse mais aqui. Não sei quem é o pior se é você ou o Sasuke. Os dois não param em casa.
— Negócios querida. – fui até ele e o abracei. – Parabéns. – ele me abraçou forte.
— Ham.
— Já estou sabendo. O Sasuke me ligou ontem. – fiquei vermelha. E ele sorriu. – Finalmente uma criança. Há séculos que não temos uma criança na família. O Sasuke foi o ultimo. Vou adorar ver crianças correndo pela casa.
— Crianças? No plural? – ele sorriu.
— Sim. Acha que vão ficar só nesse? O Sasuke provavelmente vai querer mais filhos. – eu fiquei mais vermelha do que já estava. Ele gargalhou.
— Itachi, pare de constranger minha mulher. – Sasuke estava na porta da cozinha usando somente uma calça de moletom preta. Ele veio até mim e me abraçou.
— É sasuke, quem diria você assim com uma garota. – Itachi zombou.
— Vai te catar. – eu e Itachi rimos.
Passamos o domingo em casa de pernas pro ar, a noite aproveitei para corrigir alguns trabalhos das crianças.
— Você gosta mesmo do que faz né? – Sasuke me perguntou. Eu estava na sala sentada no chão com papeis espalhados.
— Adoro. – sorri pra ele. Ele veio até mim e passou a mão em meus cabelos.
— Sakura, você só vai poder trabalhar até o quarto mês de gestação.
— Porque? Muitas mulheres trabalham até os 7 meses.
— Entenda. A partir do quinto mês você ficará mais frágil e precisará de mais cuidados. Apesar de eu ter te dito que seria uma gravidez normal não é. Você terá que se cuidar mais. – ele sentou-se ou meu lado. – Eu vou cuidar de vocês. – eu não disse nada apenas sorri.
Na segunda fui mais cedo pra escola. Queria contar a Hinata. E quando o fiz ela deu pulos de alegria.
— Haaaaa Sah. Que lindo. Imagine só, tem um bebe crescendo dentro de você, um bebe do homem que você ama. Isso é tão lindo. – jogamos conversa fora até que o sinal para o começo das aulas bateram.
No fim do expediente fui até a sala do diretor e disse a ele que estava grávida e que por causa de complicações só poderia trabalhar até o quarto mesmo. Eu já estava com dois quando descobri. Ele foi muito gentil comigo e entendeu tudo. Disse que quando eu estivesse boa e pudesse trabalhar havia um lugar para mim na escola.
Logo se passou um mês e meio eu estava quase completando o quarto mês. Estava em casa numa quinta a noite quando o Sasuke me disse que teria eu viajar de novo.
— Sasuke vai me deixar sozinha aqui?
— A casa está cheia de empregados Sakura. – não falei mais nada apenas fui para o quarto em silencio.
Ele abriu a porta devagar, ainda era cedo quando subi para o quarto. Senti ele se sentando ao meu lado no colchão mas não iria olhar para ele. Suas mãos acariciavam meus cabelos. E numa rapidez incrível ele puxou meu corpo para perto do seu.
— Sasu... – não pude falar mais nada, ele tinha me beijado. O beijo foi se aprofundando e quando eu menos percebi ele estava com suas duas mãos dentro da minha blusa tocando meus seios. ele puxou uma das mãos rasgando o todo o tecido que antes era minha blusa. Me olhou analítico.
— Estão maiores.
— Ham?! – não tinha entendido
— Seus seios. – corei. Nem eu tinha notado isso. Ele sorriu.
— Você fica lindo quando esta com vergonha. – sua boca foi com urgência até um de meus seios enquanto com sua mão acariciava o outro. Com a outra mão ele tirou o short que eu estava usando e em menos de dois minutos eu já estava completamente nua. – Linda. – desceu os beijos pelos meus seios até a barriga, que já tinha uma pequena saliência. Distribuiu vario beijo nessa região e depois subiu sua boca novamente para meus seios me deixando loca. Sua mão desceu atrevida até minha intimidade e começou a massageá-la de uma forma que me fez perder o juízo. Gemi alto.
Ele continuou com aquela tortura até que não aguentei mais e cheguei a clímax. Ele tirou seus dedos de minha intimidade e colocou na boca chupando todo o liquido que ali se encontrava para logo depois me beijar intensamente.
Pude senti meu gosto em sua boca. Sasuke se posicionou sobre mim de uma forma que seu peso ficasse distribuído entre seus braços e me penetrou lentamente.
Sasuke me penetrava de forma suave como se tivesse medo de me quebrar. Aquilo me enlouquecia, eu o queria totalmente dentro de mim.
— Mais forte Sasuke-kun. – eu pedi. Ele pareceu hesitar por um tempo mas atendeu meu pedido me penetrando com mais força.
— Não quero machucar vocês.
— Não vai. – enlacei sua cintura com minhas pernas fazendo com que ele fosse mais fundo em mim.
Logo ele começou e se movimentar com força. Me dava estocadas fortes me fazendo gemer alto. Meus gemidos o incentivavam a ir mais rápido. Ele me beijou e senti suas presas. Seus beijos desceram para o meu pescoço e ele me mordeu.
No mesmo instante pareceu lembrar-se de algo e soltou meu pescoço, não havia sugado meu sangue. Repetiu esse processo por mais quatro vezes perfurando minha pele e me deixando marcada com suas mordidas, mas não bebeu do meu sangue.
Gemi alto quando alcancei meu clímax e logo ele também chegou ao seu. Senti seu liquido escorrer por minhas pernas. Ele não permaneceu por mais tempo em mim se retirando e deitando ao meu lado.
— Você esta bem? – ele disse com a voz ofegante.
— Sim. não se preocupe.
—Me desculpe.
— Pelo que? – ele tocou meu pescoço e senti arder quando ele passou os dedos nas feridas causadas por seus dentes. – Já disse pra não se preocupar. — ele me deu um beijo na testa e me puxou de encontro a seu corpo. Sasuke colocou seu rosto na curva do meu pescoço e assim dormiu. Senti a respiração leve dele me causando arrepios. Logo dormi também.
...
Acordei e estava sozinha na cama, Sasuke provavelmente já tinha viajado.
Não estava me sentindo bem, estava com uma sensação ruim. Espero que nada aconteça ao Sasuke.
Passei a mão em minha barriga que já estava aparecendo. Levantei-me e fui me preparar para ir ao trabalho. Tomei meu café reforçado e fui para o trabalho.
Chegando la tudo correu normalmente. Na hora do intervalo estava lanchando com Hinata.
— O que você tem Sah? Parece abatida hoje.
— Nada, só não acordei bem.
— Como assim?
— Não sei explicar. Estou com um mau pressentimento.
— Relaxa. Deve ser coisa da sua cabeça. Dizem que as gravidas ficam assim mesmo. E por falar em gravidez vocês já pensaram em nomes para o bebe?
— Ainda não. – ela me olhou incrédula.
— Como pode?
— Ainda é cedo Hina.
— E você prefere o que? Menino ou menina?
— Não sei... Acho que uma menina pra eu enfeita-la toda. – rimos – Mas se vier um menino também ficarei muito feliz. Vou amar o que vier. Quer dizer, eu já amo essa criança. – o sinal tocou avisando que o intervalo tinha chegado ao fim.
— Te vejo na saída Sah.
— Até hina. – o segundo período de aulas ocorreu normalmente. Eu ajudei duas garotas que estavam com dificuldade com a tabuada e nem percebi e as aulas da manha tinham chegado ao fim.
As crianças saíram correndo da sala que estava uma bagunça. Tivemos aula de arte e a sala sempre ficava um caos. Hinata passou na porta da sala.
— Hina, você já vai?
— Sim Sah. O Naruto chega daqui a pouco e quero está lá. E você não vai pra casa?
— Vou sim. Vou só guardar essas coisas aqui que as crianças deixaram espalhadas. Pode ir, não quero que atrasar você.
— Quer ajuda?
— Não. Posso terminar aqui e já já to indo.
— Ok. Então até amanhã. – e ela se foi.
Demorei mais do que imaginei para colocar a sala em ordem e quando sai não havia mais ninguém na escola. Estava tudo trancado. Eu tinha ficado trancada la dentro.
Fui até a portaria e não tinha ninguém. O porteiro provavelmente deveria está almoçando. Eu só teria que esperar que ele voltasse, então poderia ir para casa. Enquanto esperava resolvi ligar pra Hinata.
— Oi Sah.
— Hina to presa aqui na escola.
— Como assim?
— Fiquei arrumando a sala e quando terminei todos tinham ido embora e eu estava trancada.
— Quer que eu vá ai?
— Não precisa. Vou esperar que o porteiro volte do almoço ai posso sair. – nesse exato momento sinto alguém segurar meu braço.
— Senhora Uchiha, venha comigo, por favor. — tentei soltar meu braço. – É melhor você cooperar ou terei que machuca-la e não será nada agradável.
— Me solta.
— Não faça escândalo ou matos qualquer humano que vier aqui.
— Eu não vou com você. É melhor você me deixar em paz se sabe o que é bom pra você.
— Ou o que? O seu querido Uchiha está longe. Nos asseguramos de manda-lo pra bem longe com uma pista falsa de onde o Orochimaru-sama estava. Ele não virá ajudar você. – então era isso que ela fazia quando dizia que viajava a trabalho, estava procurando por esse tal do Orochimaru. Pensei em correr, mas para onde? Os portões estavam trancados e ele provavelmente me alcançaria. – Vou adorar brincar com você. – ele sorriu com malicia já com as presas a mostra.
— kabuto, Orochimaru não ficará nada feliz se você leva-la morta. – era o Sasori. Ele veio até mim e o tal kabuto se afastou. – Vamos Sakura. Não quero machucar você.
— Orochimaru-sama ficará feliz quando souber do estado da humana do Uchiha. – ele veio até mim novamente mas dessa vez passou a mão em minha barriga. – Vamos. – ele literalmente arrancou os portões da escola e o Sasori a me levou para uma limusine que estava na porta da escola.
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