Notas iniciais
Postando toda descabelada e cansada pelo fim de semana cheio por causa do SANAFest 2012 xD Boa leitura!

[Donghae POV]

- Hyung... podem nos ouvir... – arrastou vagarosamente a voz.

- Não se preocupe. Joongie-hyung saiu com Hyukjae e vão demorar a voltar – murmurei de volta já lhe abrindo os botões do blazer e apalpando seu peitoral esguio. – Aposto que sentiu minha falta... – sussurrei-lhe maliciosamente.

Sua pele fria arrepiou-se ao meu contato tão explorador. Fui descendo devagar as pontas dos dedos pelo tronco até pela metade, onde havia uma parte da roupa fechada. Banhava-lhe a nuca com saliva, misturando seu aroma com o meu, sentindo seu sabor único e tão necessário a mim. Ao se dar conta das imagens sujas que meu desejo insano me fez ter, a besta em meu interior rosnou faminta, degustando cada pontada de perversão minha. Junsu se retesou imediatamente.

- Hyung, por favor... Eu não estou me sentindo bem...

- Estranho... Você me parecia bastante bem quando Hyukjae estava aqui – disparei nocivamente.

Era assim. Sempre foi assim. Por mais que insistisse em dizer que não, mas simplesmente não suportava a idéia de ter de dividi-lo. Com qualquer ser humano que fosse. Há anos que eu engolia sua amizade com Joongie-hyung com total desgosto, aprovando e acobertando cada uma das travessuras que realizava. Há anos que eu perseguia freneticamente cada sinal de aproximação de qualquer criança ou adulto da cidade. Todos os boatos estranhos ao seu respeito, todas as mentiras contadas a si a respeito do mundo, todos os anos confinados naquela catedral a partir de sugestões dadas ao meu pai, absolutamente tudo fora fruto de minha leal servidão ao meu coração doentio. Embora, antigamente, cada uma dessas medidas tenha sido planejada para garantir a nada mais que sua proteção.

Sim. Tudo foi pelo seu bem. Para garantir que ninguém pudesse lhe fazer mal algum, que ninguém o roubasse da gente, já que da mesma forma natural em que aparecera nas nossas vidas, podia muito bem sair delas, não é? E eu não agüentaria tal situação. Jamais.

No entanto, com o tempo passando, as coisas mudaram de figura. A superproteção imposta por papai graças a mim, fora se afrouxando aos poucos em contrapartida ao seu crescimento. Junsu não se mostrara uma criança fraca como qualquer garoto mimado ao extremo se tornaria, muito pelo contrário. Criou um ceticismo com a vida, não acreditava em mais nada que lhe disséssemos a não ser que lhe mostrássemos de todas as formas possíveis que estávamos certos e o porquê de querermos que acreditasse em nós. Observava a tudo e a todos e tirava suas próprias conclusões do mundo. Tornou-se concluso, decidido, forte... Mais forte do que eu jamais fora em minha humilhante vida.

Talvez por isso, em um relampejo de sanidade e com muito esforço, eu tenha decidido abandonar a minha família e sair de casa...

Ou seria esse apenas mais um de meus tantos atos covardes?

- Não é isso... — gemeu baixinho ao sentir meus dentes arranhando-lhe a pele pálida do pescoço ao ombro — Eu não vou agüentar muito tempo... — suplicou.

Nervoso e contrariado, virei seu corpo repentinamente sem me importar com a quantidade de força imposta, encarando-o.

O garoto me fitava assustado, ansioso. Em seus olhos molhados, pude ver reações há muito conhecidas. Seu corpo pequeno dava curtos espasmos e sua respiração acelerava violentamente. Podia ver sua face se encharcando de suor à medida que eu imaginava o que lhe acontecia.

Estava se desesperando. Tendo mais um de seus ataques nervosos.

Afrouxei minhas mãos ao redor de seus braços, descobrindo algumas marcas avermelhadas no local e com um suspiro cansado puxei-o num abraço, procurando acalmá-lo.

Porém, não deveria tê-lo feito.

Com o impacto de seu braço em minha cintura, algo chacoalhou em meu bolso causando um barulho característico e que reconheci imediatamente. Junsu me olhou espantado ao escutar o som vindo do lado direito do meu blazer. Sabia que ele também o reconheceria imediatamente, e aquilo não era exatamente o que eu queria, afinal, detestava ver minha atenção trocada por um punhado de drogas calmantes.

- Hyung...

- Você não precisa dessas coisas para se manter bem, Su... – falei me afastando dele. Estava prestes a pegar o maldito frasco de remédios comprados ainda àquela manhã e rebolar pela janela, arrependido de tê-lo comprado.

- Por favor... — implorou com o olhar.

Em qualquer outra pessoa, aquele olhar pedinte e humilhado teria causado uma grande comoção, uma piedade sem tamanho, mas pra mim o efeito daqueles olhos lacrimejantes foi muito diferente.

Senti meu interior rosnar satisfeito, salivar alegre, admirando ali naquele garoto, uma bela presa capaz de suprir seus desejos mais íntimos e insanos. Um calor enorme me tomava e me causava arrepios deliciosos. Meu membro começava a pulsar, enlouquecendo-me aos poucos. Sorri perversamente e, enfim, vitorioso. Estava extremamente excitado com a linda visão de meu pequenino se vendendo tanto assim por aqueles entorpecentes e saboreava a sensação de saber que ele faria tudo e qualquer coisa para obtê-los.

Peguei o frasco de pílulas azuis-brancas de dentro do bolso e ainda sorrindo balancei-o na sua frente. Ri ao perceber que Junsu virara um cãozinho obediente quando visa comida da mão do dono. Perseguia os remédios com o olhar, de vez em quando, pousando seus olhos nos meus e implorando para que eu tivesse pena de sua situação. Abri o recipiente lentamente, saboreando cada reação de minha doce presa e retirei de lá apenas uma das drogas, mostrando-o preso entre meu indicador e polegar. Guardei o restante no bolso com a outra mão.

- Quer? — perguntei fingindo algo de compaixão em minha voz.

Ele assentiu obediente. Ri mais um pouco.

- Sabe que eu não posso te dar drogas assim, não é? A não ser... – apertei os lábios numa expressão pensativa – Bom, eu posso até descumprir as ordens de Joongie-hyung se quiser, desde, é claro, que você me mostre que merece que eu o faça – passei a pílula para a palma da mão e a cerrei fortemente, ainda o fitando.

Ele pareceu entender a malícia de minhas palavras e, se aproximando lentamente de mim, passou seus braços em volta da minha cintura, pousando sua cabeça em meu peito. Estava mais seguro, pude perceber. Talvez, por saber que ganharia o que queria facilmente. Sim, porque, para ele, era muito fácil me agradar. Para ele, eu era apenas um brinquedo de simples manuseio. Vinha, me satisfazia da forma como bem queria e saía como se nunca tivesse acontecido nada entre nós. Quanto a mim, ficava por ali, suspirando feliz por ter possuído-o novamente e desejando sempre uma vez mais. Eu era loucamente apaixonado por aquela criança e aposto que, se ele tivesse maldade para tanto, conseguiria fazer de mim de gato e sapato, se é que já não o fazia por debaixo daquela aura infantil.

Senti seus pequenos dedos abrindo os botões de minha camisa um por um, desnudando meu peito, roçando a ponta do nariz por meu colo, me fazendo estremecer. Beijava e percorria toda a região com a ponta da língua, formando um caminho molhado e quente junto do calor de sua respiração em minha pele. Gemi seu nome, extasiado.

- Hyung vai me dar o que eu quero se eu lhe der o que quer? – perguntou sensualmente, mas ainda com pequenos espasmos nervosos, descendo por minha barriga com a boca enquanto me arranhava agressivamente a pele com as unhas. Arqueei de dor e prazer.

- É claro... Sempre cumpro minhas promessas, você sabe – forcei uma voz firme fechando os olhos diante do deleite, sem muito sucesso.

Percebi suas mãos chegando e percorrendo curiosas a região de meu membro rijo e abrindo a calça já molhada rapidamente. Minha ansiedade aumentava de acordo com as carícias feitas, minhas pernas bambeavam com as correntes de prazer causadas pelos seus dedos, fazendo com que eu me apoiasse na parede atrás de si. Tocava com força o pedaço de músculo desperto e tão revelado por cima da boxer encharcada de pré-gozo. Contornava-o com os dedos, apertava fortemente e depois voltava a brincar com as veias visivelmente dilatadas. Minha respiração descontrolada evitava com que eu pudesse formular alguma frase e pensamento fixo na mente e, dessa forma, pude me ver novamente perdido e caído aos pés daquele garoto.

- Sentiu minha falta não foi mesmo? – murmurei sorrindo lascivamente entre gemidos enquanto o via libertar meu membro de sua prisão tão violentamente que esperei por um breve momento ver minha boxer rasgada em sua mão – Nem adianta negar...

Ele não respondeu. Ao invés disso, tomou-me com a boca de uma só vez, me fazendo urrar algo ininteligível despudoradamente.

Sugava avidamente, passando de vez em quando, a contornar meu membro com o seu músculo úmido e descer até a base, voltando de novo e lentamente até a glande, para sugá-la mais uma vez. Arranhava-me propositalmente com os dentes, estimulando a extensão da carne molhada com uma das mãos e marcando a pele de minhas coxas com a outra.

Uma dor prazerosa. Essa era a sua especialidade. Sabia como me enlouquecer chamando pelo seu nome e ao mesmo tempo me castigar, descontando sua raiva pelas minhas ações sem cerimônia alguma. E eu o permitia. Sabia que da mesma forma em que ele tinha seu vício pelos seus entorpecentes, eu tinha o meu próprio. E era ele. Como um todo. Cada palavra sua, cada passo dado, cada ação e reação, e tudo que o envolvia me desequilibrava, me fazia perder a cabeça; e tê-lo ali, me tocando daquela maneira tão íntima, ainda que apenas carnalmente, era mais que a realização de um desejo maluco. Era a minha maior conquista de vida.

Busquei com uma das mãos os fios negros e o empurrei ao meu encontro, fazendo-o me engolir totalmente. Sentia a ponta do meu membro em sua garganta e sua língua, descontrolada atrás de fôlego, me massageando freneticamente. Atrás de mais daquela sensação tão excitante, comecei a me movimentar devagar, deliciando-me com o som de seus gemidos tímidos e os meus próprios, mais fortes, tomarem conta do aposento.

Um calor insuportável me castigava por debaixo das roupas que ainda me cobriam. Sentia o suor desfazendo aos poucos a camada lipídica da pílula confinada em minha mão, causando um resultado pegajoso e incomodo no lugar. Minhas pernas cambaleantes logo sentiram os primeiros efeitos do ápice se aproximando quando, perdido em meu êxtase, aumentei a velocidade dos movimentos sem me dar conta. Parei imediatamente. A saudade sentida por aquele menino não se bastaria apenas com aquilo. Queria mais e isso me fez pensar no que fazer para estimulá-lo a continuar jogando comigo.

Ainda com minha mão presa em seus fios negros, levantei-o e fitando seus olhos de maneira provocante, lambi um fio de pré-gozo que lhe escapara pelos lábios. Ele me olhava interrogador. Como se soubesse que eu aprontaria algo mais para garantir minha satisfação plena. Sorri malicioso, e virando-nos para a direção da cama, empurrei-o contra o colchão.

Saboreei a visão de meu irmãozinho sentado me fitando curioso e ainda desagradavelmente vestido por alguns segundos antes de me surgir mais uma idéia. Lembrei-me de nossa primeira vez ali mesmo naquele quarto, naquela cama, e como eu conseguira – da maneira mais improvável possível, diga-se de passagem – a oportunidade perfeita para atender minha cobiça. Por que não representá-lo novamente?

Não pude deixar de rir perversamente ao vê-lo me olhar horrorizado quando pus a droga quase desfeita em minha mão na boca, lentamente. Aproximei-me dele a passos curtos, maltratando-o, punindo-o por me causar ciúmes dele com meu próprio namorado – por mais que ele ainda não saiba deste detalhe.

Ah Hyukkie... E eu que pensei que ele pudesse ajudar a curar toda essa loucura que me aflige, que ele pudesse aprisionar este meu lado sombrio para sempre... Mais uma prova da minha inocência diante de mim mesmo.

Fui me inclinando devagar contra si, aprisionando-o entre meus braços e passando a língua obscenamente pelos lábios. Sorria maldoso, aproveitando cada reação apresentada pelo seu corpo, pois eu sabia que apesar de não admitir, ele gostava de minhas psicoses, de minhas manias masoquistas, que se excitava com cada um de meus delírios pervertidos. Ou se não, já teria me delatado a qualquer pessoa. Ele não tinha medo de mim, pelo contrário. Sabia que se divertia à custa de minha mente doente.

Antes que eu pudesse lhe dizer qualquer coisa, o que eu esperava acontecer se fez. Junsu, louco por ver seu desejo mais próximo de si, avançou com tudo em meus lábios, perseguindo a droga presa em minha língua. Só que eu não o deixaria consegui-la tão facilmente. Como resultado, acabamos travando uma batalha intensa e delirante com os nossos músculos pela pequena pílula que já se desfazia por completo em nossas bocas. Sentia o gosto de meu gozo em sua boca misturado ao seu próprio. Um néctar único, de preciosidade incontestável para mim. Após alguns segundos de luta, por conta da minha falta de oxigênio, acabei por deixá-lo vencer, me separando de seus lábios e permitindo-o engolir o pobre remédio deteriorado.

- Ai está – disse deitando-o enquanto escutava o barulho causado pelos botões restantes de seu blazer sendo arrancados de suas casas de forma violenta. Necessitava provar de novo e imediatamente o sabor de sua pele macia... – Espero minha recompensa por cumprir minha promessa agora.

Avancei de uma vez em seu pescoço pálido, sugando e mordendo-o, procurando devorá-lo completamente ao mesmo tempo em que explorava o seu corpo com as mãos. Apalpava cada centímetro seu, relembrando de todas aquelas curvas e traços que há mais de um ano não tocava. Ele gemia semi-consciente – talvez pelas carícias, talvez pelo calmante – palavras desconexas. Exigia por mais e eu, como seu humilde servo, o atendia alegremente. Senti uma de suas mãos em meus cabelos, puxando-os com força em seu deleite, e a outra descia pelas minhas costas por dentro de minha camisa desabotoada, arranhando-me de forma violenta.

Sem permitir que o tesão de forma alguma diminuísse, separei-me um pouco de seu corpo, me ligando a si apenas por nossas bocas, para que eu pudesse livrá-lo de suas roupas mais rapidamente. Logo ele estava completamente nu, mostrando-me sua beleza tão pura e simples, mas que causaria ódio e inveja a muitos. Ajudou-me também a tirar as minhas peças repulsantes e assim que a última delas foi jogada em algum canto, deitou e arqueou as costas, gritando, já sentindo ser penetrado por mim.

Eu estava faminto, apressado, com saudades de seu corpo do qual reneguei por um ano inteiro de sofrimento e falta. Cada segundo longe de si, era um eterno martírio para mim e agora depois de nosso reencontro, aproveitava o máximo possível para tirar o tempo perdido. Não podia simplesmente esperar. Ele teria que me pertencer logo e totalmente. Comecei com estocadas leves, no entanto, não consegui manter o ritmo por muito tempo e poucos movimentos depois já tocava fortemente em seu ponto sensível. Junsu enlouquecia, rebolando contra o meu membro e roçando seu próprio sexo contra o meu abdômen. Apoiava-se nos cotovelos, com a cabeça tombada para trás e tinha os olhos ferrados, sua boca aberta em um urro de prazer.

Já eu, delirava, me deliciando com aquela visão tão erótica. Vê-lo tão tomado assim me excitava mais ainda, e eu sabia que podia lhe dar mais do que aquilo. Saindo de dentro de si, abaixei-me ao pé da cama e envolvi seu membro com a minha língua, escutando um gemido alto ecoando imediatamente. Acariciava lentamente a região, sugando, arranhando, beijando, me alimentando de seu fluido natural. Segurava-lhe o quadril com as mãos, massageando as nádegas, marcando-as ferozmente. Senti novamente seus dedos envolverem meus cabelos e ditarem o ritmo que ele achava apropriado para os movimentos. Estocava minha boca com vontade, gemidos luxuriosos lhe escapavam pedindo por mais, e eu feliz por poder atendê-lo, me aproveitava de cada uma de suas súplicas para também exigir por prazer.

Meu membro doía pedindo por alívio, meu corpo já se cansava e embora eu quisesse eternizar aquele momento, sabia que as horas passavam e que hyung não demoraria a chegar. Desgostoso por ter que acabar com a nossa brincadeira, aumentei a força das sugadas e das carícias, levando-o gradativamente ao ponto que eu queria, ao seu ápice.

Um brado lascivo ecoou antes que eu sentisse seu esperma me invadir a garganta. Degustei do líquido agridoce lentamente e engoli-o por inteiro, feliz por ter uma parte de minha presa agora circulando em meu interior, em meu sangue. Era como se parte dele me pertencesse e fizesse de si completamente minha propriedade. Sim, Junsu era meu e somente meu.

Mas ainda assim eu não estava satisfeito. Agora que alimentara minha fera, era hora de dar o alívio que minha alma suja suplicava desde que me vi atormentado novamente por meus sentimentos ao vê-lo mais cedo, tocando neste quarto, paralisado pela beleza que atingira nesse tempo em que estive fora.

Levantei-me e, ainda segurando-lhe pelo quadril, forcei meu membro latejante contra a sua entrada, invadindo-o precisamente e com toda a força que ainda me restava. Não foram necessários mais que duas ou três estocadas para que eu, enfim, me desmanchasse dentro de si, minha voz subindo três oitavas num clamor sensual. Minhas pernas tremulavam exaustas e o ar me parecia ser escasso no aposento, bambeei um pouco antes de sair de dentro de si e me jogar no colchão ao seu lado. Junsu já dormia, completamente suado e respirando com dificuldade. Provavelmente só acordaria de madrugada por conta do efeito do remédio.

Lá fora o sol começava a se pôr, e eu — a pressa e o medo de ser descoberto dando-me forças – me levantava preguiçosamente e me dirigia às minhas peças largadas no chão, vestindo-as contrariado. Pronto e relativamente arrumado, ajeitei meu irmãozinho adormecido na cama e o cobri ainda nu, lutando contra o desejo enorme de ficar ali ao seu lado. Realinhei alguns fios de cabelo colados em sua testa e dei-lhe um último selinho antes de sair do quarto, me dirigindo ao meu.

Lá, minha cama me esperava confortante e eu apenas me joguei nela como estava, adormecendo rapidamente sem dar tempo de meus demônios internos virem me corroer a consciência.

Aliás, consciência era algo que me faltava desde os cinco anos. Desde o dia em que conheci o bebezinho Kim Junsu.

Notas finais
*pausa dramática*
Cap mais que tenso esse não? Donghae ah finalmente revelando seu lado obscuro... Quem pensou que ele era santo quebrou a cara feio hahahahah
Bjos e reviews?