You Are My Endless Love

14 Cap 13 - Graduation


Notas iniciais
Demorei um bilhão de anos, eu sei! *corre a mais de mil das pedradas* Mas não fiquem tristinhos, pelo menos ele veio, né? xD
Ain pessoas estou very feliz hj pq eu recebi 3 fav!!! E por mais que eu não seja quem são as foufas que fizeram isso, queria agradecer muito a vcs ok? ♥
Thank You!!!

[Donghae POV]

Os meses seguintes que anteciparam o fim do ano letivo voaram devido à quantidade absurda de projetos, provas, trabalhos e, claro, nossos problemas pessoais para resolvermos. Hyukjae estava prestes a se formar, o que fez ele quase enlouquecer para dar conta de tudo sozinho. Eu, infelizmente, não tinha condições físicas e nem mentais suficientes para ajudá-lo. Já estava atolado de coisa até o pescoço antes mesmo de chegarmos perto do recesso de Natal, quem diria durante o fim das aulas.

In Rin, no entanto, era a que mais nos preocupava.

Depois do ataque de nervos que ela deu na frente dos pais para que anulassem o noivado, ela foi intimada a terminar os estudos na Itália logo após o começo das férias. Hyukjae entrou em estado de choque quando soube, o que me deixou triste duplamente. Acontece que, durante esses últimos meses, In Rin havia se tornado para mim tão querida quanto uma irmã mais nova, sem falar que essa decisão dos pais dela me lembrou muito do caso de Heechul há alguns anos. Mais uma pessoa castigada por amar quem não devia e tentar ir contra o sistema imposto pela cruel sociedade. E isso, de certa forma, me preocupou bastante e me fez pensar se eu não seria uma próxima vítima daquilo.

Ela, embora tenha ficado bem deprimida de início, recuperou-se bastante rápido, o que já era de se esperar dela. Chamou-nos para uma conversa e nos contou sua decisão. Iria sim estudar no exterior – afinal apesar dos pesares isso iria contribuir muito em seu currículo e aprendizado; só que enquanto ela ainda estivesse aqui, iria gastar o seu tempo única e exclusivamente para fazer pirraça com os pais, se divertir e laçar o oleiro bonitão – sim, ela ainda não havia tirado essa ideia da cabeça, mesmo com os pedidos insistentes de Hyukkie.

No fim, ele acabou cedendo e, numa noite em um barzinho calmo no centro de Seul, nos apresentou o famoso So Heo Joon. Era um rapaz lindo, de verdade. Tinha a minha idade, embora parecesse infinitamente mais novo; o rostinho redondo, o cabelo negro numa franja na altura das sobrancelhas penteada para o lado, os olhos bem pequenos que brilhavam simpaticamente e os lábios finos só acentuavam mais o ar infantil do homem, que de menino só havia o rosto. Era tão alto e esbelto quanto Hyukjae. Através das roupas era perceptível um corpo bem definido. O rapaz não andava, e sim deslizava pelo salão, sempre com a cabeça ereta, ostentando uma aura nobre. Um verdadeiro príncipe, sem dúvida nenhuma. E certamente, totalmente capaz de ter a mulher que queria e na hora em que queria assim como Hyukjae nos dissera outrora.

Eu estava completamente impressionado. E por causa disso, tive que aguentar Hyukkie discutindo discretamente comigo na mesa por pelo menos três vezes só naquela noite.

Apesar disso, conversamos animadamente durante horas. O rapaz se mostrou muito simpático e com uma classe impecável. Ficou rapidamente interessado em In Rin, deixando Hyukjae um pouco apreensivo e fazendo-o esquecer a vigilância sobre mim por um momento. Após analisar bem, comecei a achar que ele e In Rin formavam um casal muito fofo e que combinavam perfeitamente um para o outro. O problema era fazer com que In Rin conseguisse conquistar o principezinho. Nisso, eu garanti a ela que a ajudaríamos no que fosse preciso, embora soubéssemos os três que, na verdade, a maior parte do trabalho teria que ser feito apenas por ela.

Aliás, eu e Hyukjae ainda mantínhamos nosso romance no mais puro segredo. Depois de nós, apenas In Rin sabia de nossos encontros no banheiro masculino ou em algum corredor esquecido da universidade durante o intervalo e após as aulas, de minhas idas constantes até a casa dele e das noites em que às vezes dormia por lá.

Para o pai dele, que ainda permanecia furioso com o filho com o final do noivado, eu era apenas um amigo que o ajudava em seus estudos na parte de ética. Ele já nem reclamava quando me pegava na casa do herdeiro. Dizia que era bom que alguém tentasse pôr juízo na cabeça do filho e, algumas vezes, pedia para que eu tentasse fazê-lo concordar com algum casamento arranjado. Logicamente, eu sequer tocava no assunto com Hyukjae.

Já para os meus tutores, Hyukjae era um colega de faculdade que estava me ensinando a tocar piano. E isso facilitava bastante as visitas dele à igreja sem avisar. Sempre que ele despontava pela porta da paróquia o padre o recebia com um sorriso de orelha a orelha. Estava feliz por eu ter “convertido” alguém para o caminho da fé, apesar de que na verdade era mais o contrário disso. De certa forma, essa confiança cega do velho padre e de minha tia em nós me dava um pouco de remorso. Não gostava de enganar ninguém e quando era obrigado a fazê-lo, me sentia extremamente mal.

Nas horas em que não estávamos namorando, dando dicas de conquista à In Rin ou atolados em livros até o pescoço, aproveitávamos para planejar a nossa ida até nossa cidade natal. A cada telegrama recebido de meus irmãos, a ansiedade aumentava e, embora eu estivesse com muita saudade dos dois, era Hyukjae o mais animado para que chegasse o grande dia. Queria não só conhecer minha família – incluindo seu mais novo ídolo da arte, assim como também reencontrar lugares que há tempo estavam perdidos em sua memória. Prometi a ele que faríamos um passeio por toda a cidade, para que pudesse investigar cada pedacinho de caminho da região, além de, talvez ,tentássemos encontrar sua antiga casa.

Assim, mesmo sem quase tempo algum nos sobrando para descanso, estávamos felizes com tudo dando tão certo para nós.

Em meados de Janeiro, começamos a pôr em prática todo o planejamento da viagem enquanto a universidade começava se aprontar para a festa de encerramento do ano e para a formatura dos concludentes – incluindo Hyukjae. Compramos roupas novas e utensílios que talvez precisássemos por lá, além de alguns presentes para os meus irmãos – ou melhor, ele comprou, já que a minha mesada mal servia para me manter basicamente, e até insistiu para que levássemos a pedra que o mais novo pedira, mas eu o convenci que era melhor não.

Já estávamos com tudo pronto e até as passagens de ônibus compradas, quando Hyukkie lembrou que tinha uma formatura para comparecer antes de viajarmos e, sem sombra de dúvidas, era melhor ir senão era capaz do pai trancá-lo dentro de casa no dia de partirmos.

O que eu não pensei, era que ele iria dar tanta importância para essa festa.

Para ele, aquela não seria apenas uma cerimônia de formatura, mas sim, um marco do fim de uma fase de sua vida e do começo de outra. E para comemorar isso, resolveu dar um jeito novo no visual e não se permitiu me deixar em paz enquanto eu não fizesse o mesmo – mesmo que eu ainda não fosse me formar. Da parte dele eu não podia reclamar de forma alguma, já que quem mais sairia ganhando com aquilo seria eu mesmo. Começou a malhar, deixando o corpo que já era definido mais gostoso ainda, cortou o cabelo bem mais curto, fazendo um pequeno topete e deixando o rosto mais amostra. Mudou também o estilo das roupas, trocando-as por mais adultas, embora continuassem sempre casuais – ele dizia que detestava se vestir polidamente demais porque ficava parecendo mais velho do que era.

Foi In Rin quem ficou a cargo da minha transformação, a pedido do meu namorado. Me fez descolorir meu cabelo, mudar o estilo de roupa e passar a usar delineador frequentemente para acentuar o meu olhar. Também comecei a fazer mais exercícios físicos, mas apenas para não ficar atrás de Hyukjae.

O que ele não lembrava, era que apesar de tudo, ele era livre para mudar quando quisesse. Quanto a mim, a situação era outra, e muito mais problemática. Primeiramente, haviam meus tutores, e depois, meu irmão mais velho – mesmo eu dizendo para os dois que para este não havia problema algum, o que era verdade. E assim, após algumas semanas de guerra interna na igreja, minha tia finalmente fez o padre – que já estava achando que não era uma boa ideia eu continuar a andar com Hyukjae – aceitar a mudança, afirmando que um pouco de descolorante nos cabelos não era capaz de mudar o caráter de ninguém.

- Palavras sábias, titia — agradeci enquanto víamos o padre se afastar bufando.

- Só espero que eu não esteja errada, criança... — disse enquanto saía seguindo o sacerdote.

- Eu também, tia. Eu também... — murmurei dando-lhe as costas e saindo da paróquia já arrumado para encontrar In Rin e, juntos irmos à festa de encerramento.

Nunca havia ido em nenhuma festa da faculdade, muito menos uma festa de gala, embora já houvesse usado mais terno e gravata do que eu gostaria de me lembrar. Talvez por isso, ao contrário do que eu pensei que estaria, eu não estava tão incomodado ao ambiente formal do grande salão de festa da universidade, que estava completamente lotado de pessoas de terno e vestidos elegantes. Segurando meu braço direito, estava In Rin, totalmente linda em seu vestido longo rosa claro com detalhes em prata brilhante. O cabelo preso em um coque e a maquiagem — desnecessária na minha opinião — bem leve no mesmo tom do vestido, a deixavam irresistível aos olhos dos diversos rapazes do local, que sempre desviavam o olhar ao se depararem com o meu, totalmente protetor.

Uma coisa que eu reparara em mim naquele momento, foi que justamente havia começado a pegar as manias de Hyukjae para com In Rin. Estava mais ciumento e protetor com ela e me machucava bastante vê-la triste por qualquer razão. Comecei a entender todo aquele cuidado de Hyukkie com ela e agora até o apoiava algumas vezes, deixando-a muito nervosa.

Outra coisa que reparei ali, é que não era somente ela que chamava a atenção no público. Fato que também não passou despercebido por ela.

- Olha só... Donghae oppa arrasando corações! Sua sorte é que Hyukkie oppa não está aqui, hein? — debochou ao passarmos perto de um grupinho de garotas e rapazes que pareciam nos comer com os olhos.

- Olha quem fala... — sussurrei em seu ouvido, fazendo os olhares cobiçosos desviarem de nós no mesmo instante.

- Eu sou solteira, meu bem. Por enquanto, pra mim isso não é problema nenhum — riu marotamente. — Mas façamos o seguinte, você não conta sobre mim e eu não conto sobre você, que tal?

- Fechado — acompanhei-a em seu riso.

Perto do palco, conversando com So Heo Joon, estava Hyukjae, lindo em seu terno preto, camisa branca e gravata borboleta também preta. Sorriu ao nos ver aproximando de si, chamando a atenção do amigo que também sorriu abertamente.

- É impressão minha ou Heo Joon-ah está mais feliz do que de costume em te ver? — sussurrei novamente com um sorriso insinuador. In Rin riu satisfatoriamente.

- Depois eu te conto o porquê — olhei-a impressionado. Não era possível que ela houvesse conseguido seu objetivo tão rápido e sem que eu ou, principalmente, Hyukjae, percebêssemos.

Endireitei-me imediatamente ao chegarmos perto deles e me direcionei para ficar ao lado de Hyukkie que admirava nossa pequena, satisfeito.

- Sou eu ou você que vai se formar? — brincou, puxando-a em um abraço. — Aposto que se vestiu desse jeito só pra passar na cara das outras garotas que pode ser eleita a miss daqui sem fazer esforço.

- Oppa! — In Rin dava-lhe um tapa estralado no braço esquerdo enquanto eu observava o outro rapaz que parecia completamente encantado com a garota.

Era a deixa dela e eu não podia deixar essa oportunidade passar.

- Hyukkie, hora de deixar as crianças brincarem um pouco, não acha? — Cheguei perto do ouvido de Hyukjae pela suas costas discretamente e sussurrei-lhe. Ele me olhou de canto e se virou para o amigo, notando o clima entre os dois. Relutantemente, ele assentiu.

- Heo Joon-ah, eu vou ali com Donghae resolver algumas pendências da festa antes de tudo começar. Voltamos daqui a pouco. Enquanto isso, pode vigiar essa mocinha para mim? Não quero nenhuma raposa velha atrás dela, sabe? — In Rin corou na hora.

- Ok hyung, pode deixar — o rapaz assentiu feliz.

Antes que ele pudesse falar mais alguma coisa constrangedora, puxei-o pelo braço dando a ela uma piscadinha discreta antes de me virar. Andávamos meio sem rumo calados, até que senti Hyukjae me puxar até um canto escuro e bem afastado do salão atrás dos enormes auto-falantes. Apoiou-me na parede, me cercando logo em seguida.

- Já não me basta querer ser padre, agora quer virar cupido também, é? — falou com um bico enorme nos lábios que eu achei muito fofo.

- Ah, vamos Hyukkie... Nós prometemos a ela! — murmurei selando levemente nossos lábios. — Sem falar, que pelo o que eu vi da reação dele ao vê-la, parece que eles podem finalmente se acertar.

- Ele olhou-a daquele jeito porque estava linda, sem mais. Aliás... — senti algumas correntes passando pelo meu corpo ao senti-lo sussurrando em meu ouvido antes de descer em meu pescoço depositando selinhos. — Ela não era a única figura perfeita da festa.

- Bem... Nisso eu concordo com você — murmurei roucamente antes de puxá-lo num beijo ardente.

Notei suas mãos escorregando possessivas pela minha roupa, me trazendo para mais perto de si enquanto eu abraçava seu pescoço e arranhava de leve sua nuca sem muito cuidado com o penteado. Sentia-me perdido em seus lábios e em seu gosto viciante, e de repente, a música alta do local parecia diminuir, assim como o barulho incessante de pessoas andando para todos os lados. Não nos importava se alguém nos observava ou se a festa começara ou não, nem se precisavam de nossa ajuda em algum local, muito menos se nos chamavam de algum canto. O mundo parecia ter parado e nos dado permissão de nos aproveitarmos ao máximo antes de voltarmos à nossa triste realidade em que eramos obrigados a esconder o que sentíamos um pelo outro.

Aos poucos o ar nos foi ficando cada vez mais escasso até que era impossível suportar sua ausência. Separamo-nos ofegantes, mas com um sorriso bobo no rosto.

- Acha que já podemos voltar? — perguntei buscando oxigênio.

- Você, acho que sim. Quanto à mim... — interrompeu, consultando o relógio. — É, já está na minha hora. É melhor eu ir.

Me deu mais um beijo rapidamente e saiu de encontro aos outros colegas concludentes. Eu voltei para a frente do palco onde, de longe, pude ver o pai de Hyukjae sentado em uma mesa conversando com In Rin e Heo Joon. Ela ao me ver, acenou animadamente fazendo sinal para que eu me juntasse a eles. Aproximei-me fazendo uma pequena reverência ao senhor que sorria orgulhoso e me sentei ao seu lado, de frente para o palco.

A cerimônia começou logo após. Houve discurso do Reitor da universidade, do líder do grupo de concludentes e de mais alguns outros alunos que eu nunca havia visto, a exceção do líder da turma do curso de Teologia que eu conhecia apenas de vista. Falatórios excessivos terminados, havia chegado finalmente a apresentação dos concludentes para a entrega do diploma.

Um a um, os alunos iam sendo chamados até o palco, recebiam o pequeno rolo de papel amarrado em uma fitinha azul, batiam uma foto com o Reitor e depois desciam exibindo-o com um sorriso orgulhoso nos lábios. Hyukjae foi chamado após uma grande quantidade de alunos. Fez o mesmo procedimento que os demais, com uma pequena diferença: após receber o diploma em mãos do Reitor, me deu uma piscadinha com seu velho sorriso traquina, se virou e saindo como se o pobre senhor não existisse.

In Rin explodiu em riso imediatamente, sendo acompanhada por mim e Heo Joon. O senhor Lee estava em choque, mas não parecia aborrecido com o filho. Na certa, sabia que ele podia querer fazer alguma gracinha na hora mais imprópria.

- Esse meu oppa me orgulha tanto! — In Rin ainda ria bastante quando Hyukkie chegou à mesa, dessa vez sim erguendo o diploma, num gesto orgulhoso.

- Eu sabia que você ia dar uma de retardado lá em cima... — Senhor Lee falava num tom misto de zombaria e decepção.

- Ah pai, o senhor sabe que eu detesto tirar fotos. Não ia ser dessa vez que ia abrir uma exceção — Hyukjae ria enquanto se servia de vinho.

O resto da festa passou muito depressa, e antes que nos déssemos conta já era hora de voltarmos para casa. Heo Joon se ofereceu para levar a dama até em casa mas foi rejeitado imediatamente por Lee pai e Lee filho. Até mesmo eu achei que aquilo já era liberdade um pouco além da conta para alguém que mal conhecia a garota, e concordei com os dois. Assim, o principezinho foi para casa sozinho, o senhor Lee levou uma In Rin levemente aborrecida e eu fui com Hyukjae, já sabendo de antemão que este não me permitiria voltar para a minha própria casa tão tarde. Não me preocupei, afinal, minhas noites em sua casa vinham ficando cada vez mais frequentes e mais aceitas pelos meus tutores. Uma ligação rápida e tudo estaria bem.

- Só falta eu me mudar de vez pra lá, não é? — falei quando estávamos quase na metade do caminho de sua casa.

- Por mim, isso não tem problema algum — respondeu com um sorriso malicioso. — Só depende de você.

- Não depende mesmo. E você sabe disso tanto quanto eu — suspirei, completamente exausto. Meus olhos pesavam e, aos poucos, queriam cerrar totalmente. Quando não consegui mais lutar contra isso, deixei-os se fecharem pelo o que me pareceu alguns segundos.

Despertei com o perfume de Hyukjae me invadindo os sentidos e abri os olhos lentamente. Estava em suas costas, sendo carregado por ele pela escada em direção ao seu quarto. Tudo estava escuro e Hyukkie caminhava lentamente apenas com o seu instinto e ajudado pela iluminação fraca da Lua que entrava pelas janelas.

- Já chegamos? — murmurei ainda sonolento.

- Te acordei, amor? Já chegamos sim — respondeu baixo abrindo a porta do aposento e me levando até a cama. — Você acabou dormindo tão fofo no carro que eu não quis te chamar e aí, te carreguei aqui pra cima. Não sabia que estava tão cansado...

- Passei o dia e metade da noite com In Rin colada em mim, queria o quê? — ri enquanto o puxava ao meu encontro, fazendo-o deitar por cima de mim.

- Sinal de que vai sentir tanta saudade dela quanto eu — sussurrou triste apoiando a cabeça na curva do meu pescoço.

- Ela vai amanhã, não é? — ele assentiu, mudo. — Vamos deixá-la no aeroporto?

- Vamos sim.

Puxei seu rosto para que pudesse fitá-lo e nos entreolhamos. Podia ver a tristeza iminente que sentia por ver a dongsaeng partir assim tão injustamente.

- Não se preocupe. Daqui a pouco as férias voltam e ela estará de volta para nos cansar mais ainda com o monte de histórias sobre a Europa que vai ter para contar.

Notas finais
Ebaaaaaa próximo capie é o último da introduçãozinha da história!!!
In Rin vai embora *chora desesperadamente* Mas não se preocupem, ela jamais ficará esquecida em nossos corações MASOQ UAHUHAUHSAUSHA Mentira gente, ela se vai sim mas volta, só não agora, blz?
Agora, quem achou que ela era realmente a terceira parte da tríade levanta a mão! o/ Pois é, se enganaram! E quem será então? Cenas pros próximos capitulos muahahahahaha!!!
E quanto aos irmãozinhos do Hae hein? Cês já tem uma idéia de quem são? Dica: Não são Suju *foge*
Bjos e até a próxima!