You + Me

3 O Príncipe Hans Das Ilhas Do Sul


Notas iniciais
Oi, meus fofos. Aqui estou eu, com mais este capítulo. Peço desculpa por não ter postado este capítulo antes, mais é que fui passar a semana na casa do meu primo (que é um chato) e não pude ver vocês, mais hoje estou de volta. Eu gostaria de agradecer a todos que leram, comentaram, visitaram, mascara, acompanharam e favoritaram a fanfiction. Muito obrigada mesmo, vocês não sabem o quanto me faz bem saber que algumas pessoas estão gostando. Mas o que eu queria mesmo pedir é que vocês comentassem, pois estou quase desistindo da fanfic por falta de incentivo. Aproveitem bem, e boa leitura...

– Puxa, ele estava animado... – disse Elsa, finalmente saindo de seu transe, e rindo do par de dança da irmã.

– Especialmente para um homem usando saltinho. – completou Anna.

– Você está bem? – Elsa perguntou.

– Eu; nunca estive melhor. Isso é tão lega... Eu queria que fosse assim todo o dia. – disse Anna, sonhadora para a irmã.

– Seria bom – falou Elsa com doçura sorrindo.

Mas como se visse o entusiasmo de Anna, ou como se sentisse seu desejo ardente de serem amigas de novo através da profundidade do olhar, completou, chorosa.

– Mas não dá.

– Ué, por que não? – perguntou Anna agarrando o braço da irmã.

– Eu disse mais não dá. – gritou Elsa, dando as costas.

Ela suspirou infeliz, tentando se acalmar. Não queria ter se exaltado com Anna.

– Com licença um minuto. – disse Anna, e se afastou.

Elsa apenas a viu se afastar muito distraída e tristemente, até que foi empurrada por um cavalheiro que passava. Elsa ficou um bom tempo sem vê-la, mas não se preocupou muito. Contudo, mais um vez se sentia solitária. Sua única chance de se aproximar de sua irmã havia sido desperdiçada e destruída por uma leve irritação. Ficou brava consigo mesma por ter deixado Anna ir.

Quando a viu de novo muito tempo depois, ela estava acompanhada por um rapaz. Parecia radiante e feliz.

– Elsa – chamou ela feliz, mas ao perceber que estava interrompendo sua nobre parente em uma conversa importante, se controlou melhor e com o porte de uma princesa fez uma mesura. – Quer dizer, Rainha. Eu outra vez. Ah, permita. – disse ela puxando a rapaz pela manga.

– Príncipe Hans da Ilhas do Sul.

– Vossa Majestade. – disse ela, curvando a cabeça.

– Gostaríamos da... sua benção... para... o nosso... casamento. – disseram eles pausadamente juntos e se entreolhando.

– Ohh. – suspirou Elsa, assustada com a última palavra, piscando vária e várias vezes, tentando se certificar de que ouvira tudo corretamente. – Casamento?

– Sim. – completou Anna.

– Perdão, eu não entendi. – disse Elsa, a contragosto.

– Bom, ainda não pensamos em dados s detalhes, precisamos de alguns dias para planejar a cerimônia, é claro que teremos sopa, assado e sorvete e... Pera aí, moraremos aqui? – tagarelou Anna.

– Aqui? – repetiu a rainha, assustada.

– Sem sombra de dúvidas, respondeu o “noivo”.

– Oh, podemos convidar seus doze irmãos para morar aqui...

– Doze, aqui, Anna, não não não, Anna, o irmão de ninguém vai morar aqui, ninguém vai se casar.

– O quê?

– Preciso falar com você, mais aqui não.

– Não, tudo o que tem a dizer pode ser dito para nós dois.

– Certo. – Elsa tomou fôlego. – Não pode se casar com alguém que acabou de conhecer.

– Posso sim, se for amor verdadeiro.

– O que você sabe de amor verdadeiro Anna?

– Bem mais do que você. Tudo o que sabe é abandonar as pessoas.

De todas as palavras que poderia ter dito, aquelas foram as que mais machucaram Elsa. Esta sentiu lágrimas se formarem em seus olhos, e quando acho que não poderia agüentar mais, puxou ar com muito cuidado e delicadeza, fazendo o possível para não sair do controle. “Um passo em falso e todos saberão...”.

– Você pediu a minha benção e a resposta é não. Agora, me dêem licença. – disse ela com uma expressão nobre e serena, tentando se acalmar.

– Majestade, se eu puder...– objetou Hans.

– Não, não pode, e acho que você deve ir embora. A festa acabou, fechem os portões. – disse ela, com tristeza interrompendo Hans e dando ordens aos criados.

– Elsa, não... Não, espere. – disse Anna, indo atrás da rainha e pegando sua mão.

Na pressa de fugir daquele lugar cheio de pessoas no momento exato em que a Rainha sentia o gelo se formar em suas mãos, Anna segurou sua mão, e a luva que Elsa usava para protegê-las escorregou.

– Anna, devolva a minha luva. – gritou Elsa, desesperada se virando de súbito para a irmã.

– Elsa, por favor, por favor, eu não consigo mais viver desse jeito.

– Está livre para ir. – disse ela, num ímpeto de cólera e histeria.

A dor que ambas partilhara neste momento era tamanha, que não consigo descrevê-la.

– O que foi que eu fiz para você. – perguntou a mais nova, aos prantos.

– Já chega Anna. – disse ela, tentado esconder de todos seu nervosismo e poder.

– Por que, por que você me abandonou, por que se isolou do mundo? Do quê você tem tanto medo?

Notas finais
Bom, obrigada de novo por tudo, sei que não ta muito bom e que é a mesma coisa do filme, mas se acalmem pessoal, que o Jack á chega... Bjos, meus fofos.