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4 Ela É Minha Irmã e Jamais me Machucaria


Notas iniciais
Oi galera, eu de novo com mais esse capítulo pra vocês. Boa Leitura PS.: Oi gente, tive de fazer uma atualização na fanfiction, me desculpem, mas só hoje fui reparar que a Elsa via a sombra da pessoa errada depois de congelar a fonte. Obrigada mais uma vez, e me perdoem. Espero que ainda haja tempo de remediar.

– Eu disse, já chega. – gritou Elsa, levantando a mão para dar um “basta” aquela situação.

E foi então que tudo que a Rainha da Neve mais temia aconteceu, estalactites degelo sairão de suas mãos e cobriram o chão, o gelo se espalho, várias pessoas escorregaram para os lados, e outras quase se feriram nas estacas.

Todos gritaram de susto, e um lorde pronunciou baixinho.

– Feitiçaria.

Os olhos de todos no salão se voltaram para a rainha, que se viu encurralada.

– Elsa – sussurrou Anna.

A Rainha abriu a porta do salão e correu para fora do castelo. Lágrimas escorriam por seu rosto assustado, mas ela não se importou em limpa-las. Ouviu então algo que fez seu coração acelerar. O povo.

Todos vieram parabenizá-la, e ela pode ver os rostinhos de crianças, que brincavam felizes, viu todos os moradores de Arendelle que se acotovelavam para vir lhe falar. Só que ela não tinha tempo.

Desceu as escadas apressada quando ouviu os guardas virem atrás dela.

– Com licença... – disse a rainha, sem se importar com os outro, deslizou por eles rapidamente.

– Majestade, a senhora está bem? – perguntou uma mulher, que segurava seu filho.

– Ah... Eu... – interrompeu-se Elsa. Eles estavam perto de mais.

Ele recuou com passos incertos ainda de costas, com as mãos para trás, e foi quando percebeu que Haia uma fonte no meio do caminho.

Assustada a rainha viu a fonte ser congelada e novamente recuou. O gelo foi se espalhando até congelar a água, que brilhava cristalina. Uma exclamação súbita subiu pela platéia.

– Ali, detenham-na. – gritou um dos lordes que dançara com Anna.

– Por favor, fiquem longe de mim... Fiquem long... – e mais um raio de gelo saiu de suas mãos sem que ela pudesse controlá-lo, acertou a escada e derrubou o lorde.

– Monstro. – gritou ele com vontade, e logo todos já choravam, corriam e se afastavam da perigosa rainha.

Elsa olho para suas mãos assustada. Abraçou o próprio corpo, enquanto pensava: “O que eu fiz? Preciso me afastar, para que eles possam ficar seguros novamente... Ah, o que foi que eu fiz?”

Ela olhou para a Lua por um instante, e esta brilhou com tamanha intensidade, que mesmo naquela hora sombria e escura, ela pode ver uma sombra recortada contra a Lua. Era uma sombra ruim e lhe trazia um misto de medo e desespero, embora trouxesse junto em expectativa. Era um coisa horrível, e lhe deu a pior sensação que já tivera na vida. Tirou os olhos da sombra, e novamente viu a luz da Lua, que lhe trouxe de volta uma leve esperança. Ela (A Lua) estava quase suplicante em seu pedido para que a Rainha do Gelo não desistisse, para que acreditasse...

Elsa correu para o mais longe daquelas pessoas inocentes que conseguiu. Ouviu apenas o grito chocado de Anna ecoando em seus ouvidos, fazendo – á querer que passasse logo tanto medo. E era isso o que sentia, medo.

Foi com horror que a jovem percebeu a trilha de gelo que deixava ao andar. E ela se espalhava para todos os lados do ponto onde seus pés tocavam.

– ELSA. – gritou Anna, mais ao contrário do outros ela não parecia achar a irmã um monstro, somente a queria ao seu lado.

A menina tocou o cão com o sapato com todo cuidado, e desgovernadamente o gelo se alastrou.

– Elsa... – ouviu Anna mais uma vez.

Elsa podia ter perdido as esperanças de ser feliz, mais ainda era a rainha, e não perdeu a determinação.

Iria embora, por um bom tempo, para um lugar onde não machucaria ninguém. Ela continuou correndo, sem mais olhar para trás com medo de ver a irmã a seguindo.

E sem que a rainha soubesse o gelo e neve se espalharam por todo o reino de Arendelle, cobrindo cada canto, trazendo consigo uma nevasca forte.

– Elsa... – sussurrou Anna, para si mesma após escorregar no chão liso e cristalino.

– NEVE? Em pleno o verão? – perguntavam os camponeses uns para os outros.

Anna caminhou entre eles tremendo. Elsa se fora, mais uma vez.

– Você está bem? – perguntou-lhe Hans.

– Não.

– Sabia disso?

– Não.

– Está nevando? No verão? A rainha amaldiçoou esta terra. Ela deve ser detida. Vocês devem ir atrás dela. – falou o já famoso lorde para seus criados.

– Pera aí. Não. – intrometeu-se a princesa.

– Sim. Ela pode nos matar... Você também é um monstro? – perguntou ele, exaltadíssimo.

– Não, eu sou completamente comum.

– Isso mesmo, ela é sim. – defendeu Hans. – No bom sentido. – sorriu.

– É, e minha irmã não é um monstro.

– Ela quase me matou.

– O senhor a perseguiu. – disse Hans

– Poderia ter machucado a todos nós.

– Não. – interveio Anna, antes que Hans e o lorde se matassem. – Não. Eu a pressionei, ela estava assustada. Elsa não é perigosa. Ela não está acostumada com as pessoas, com nada disso. A culpa é toda minha. Eu a pressionei então eu é que preciso ir atrás dela

– O que? – surpreendeu-se o príncipe.

– Tragam meu cavalo por favor. – gritou ela para um criado.

– Anna, não, é muito perigoso.

– Elsa não é perigosa. Eu vou trazê-la de volta e vocês vão ver, ela vai concertar tudo.

– Eu vou com você.

– Não, preciso de você aqui, cuidando de tudo.

E dizendo isso saltou no cavalo e falou para o povo.

– Deixarei o príncipe Hans n comando.

– Tem certeza de que pode confiar nela?

– Claro.

– Eu só; Não quero que se machuque.

– Ela é minha irmão, e jamais me machucaria.b

Notas finais
Bom... Comentem... Capítulo atualizado dia 04/04/2014.