Writing about you

20 No I'll never get over you


Notas iniciais
E ai galerinha. Perdão pela demora, mas eu estava terminando o semestre na minha faculdade. Finalmente entrei em férias e com notas muito boas, heeeee. Bom, pretendo atualizar mais até porque tem tretas para acontecer ainda. Escutem a musica do capítulo, principalmente na parte em que elas estão no encontro ♥ ♥. Estou montando uma lista no spotify com as musicas da fic. Desculpem qualquer erro, espero que gostem. Beijinhos de luz Musica do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=GfMlXXcizuI

"Quando você percebe que cada linha foi feita para ser escrita por você, quando você se perdoa, compreende, entende, ama. Quando você permite que seu coração se abra para o sentimento mais bonito e lindo do mundo. Nesse momento, você percebe do que a vida é feita. Esqueça os grandes cenários, as grande declarações de amor. Esqueça os contos de fadas, os gestos feitos para a grande platéia, os amores perfeitos de novela. Esqueça, e troque tudo isso pelo carinho no sofá, pelo choro que é consolado pelo abraço forte do outro, troque o épico beijo de reconciliação na chuva, pelo beijo de bom dia do amor cúmplice. Esqueça todas as bobagens da TV, o amor nunca foi aquilo, nunca vai ser aquilo. O amor é o que a gente vê todo dia, é a ligação atendida no meio da madrugada, é o sorriso sereno ao lembrar do outro, é as mãos que se entrelaçam automaticamente. Amor é o sentimento, não de posse, mas de conquista por deixar livre alguém que nunca vai partir. Como o velho Bukowski disse uma vez: “O amor é tudo o que nós dissemos que não era." (Minha autoria).

...

E: Posso levar você em um lugar hoje?

R: Você sempre assusta as pessoas assim? [perguntou com a respiração acelerada. Era uma quarta feira e Regina estava em seu escritório no set de filmagens dando os últimos retoques no roteiro do filme]

E: Uma de minhas muitas qualidades.

R: E onde você quer me levar, senhorita qualidades?

E: Você vai ter que confiar em mim. Olha, eu sei que está em cima da hora e você não teve tempo de se preparar para deixar alguém com Henry e tudo mais…

R: Emma, respira. Está tudo bem, eu e Henry estamos morando com a minhã mãe por agora. Henry quer ficar lá e eu acho que vai ser bom para gente. Então sim, eu posso sair com você hoje à noite.

E: É? [sorriu] ótimo.

R: Posso saber onde vamos?

E: Você vai ter que confiar em mim.

R: Por que eu estou ficando com um pouco de medo?

E: Hey [fingiu indignação] Um pouco de confiança é bom.

R: Vai que você me leva para algum lugar escuro para roubar meus órgãos? [perguntou com a sobrancelha levantada]

E: Não, não tenho interesse em mercado negro e [a loira sorriu, diminuindo o tom de voz, se aproximando mais de Regina até ficar com o corpo quase em cima da mesa da morena] eu sempre prefiro fazer as coisas com as luzes acesas [terminou piscando para Regina] Pego você às 20:00h [disse alegremente antes de sair da sala]

R: Essa garota vai ser a minha morte [murmurou sorrindo bobamente, parando apenas quando escutou uma batida na porta]

B: Posso entrar?

R: Sempre.

B: Você parece feliz [comentou]

R: Eu estou.

B: Isso tem algo a ver com a loira bonita que acabou de sair dessa sala? [perguntou sorrindo]

R: Talvez...

B: Eu estou feliz por você [sorriu verdadeiramente] Duas semanas já.

R: Você achou que eu fosse correr antes?

B: Sinceramente? Sim.

R: Eu também.

B: Como você está?

R:Sinceramente? [sorriu repetindo a pergunta anterior da amiga] eu estou apavorada.

B: Com a felicidade?

R: Com tudo [suspirou]

B: Me conta, eu sei que tem algo que está incomodando você.

R: Tem duas coisas na verdade. Uma é o que o Robin fica me ligando quase todos os dias e ele quer ficar um tempo com Henry.

B: Normal, ele criou o Henry por muito tempo com você.

R: Sim, mas eles nunca foram próximos, sabe? Robin nunca conseguiu chegar até o Henry.

B: Você acha que ele está fazendo isso para irritar você?

R: Não, claro que não [respondeu sem muita convicção]

B: Qual era a outra coisa incomodando você?

R: É idiota.

B: Mesmo assim [sorriu]

R: É sobre sexo.

B: Achei que você e Emma já haviam feito [disse franzindo a sobrancelha]

R: Nós já fizemos, bom, Emma fez.

B: Eu não estou entendendo… Ó… Acho que entendi.

R: Eu não sei o que fazer. Quer dizer, nós transamos três vezes apenas, mas Emma dominou em todas, sabe? E é como se só eu importasse. Eu não sei, eu não me sinto bem com isso. Quer dizer, eu me sinto bem, o sexo é ótimo, mas…

B: Mas você não acha justo com ela?

R: Sim.

B: Talvez ela esteja com medo.

R: De eu não saber o que fazer, de eu fazer algo errado? Porque…

B: Não [sorriu] vai com calma, tigre. Eu não acho que ela esteja com medo de não gostar, na verdade ela sabe que vai gostar.

R: Então qual é o medo? Não faz sentindo.

B: Faz sim. Antes da Emma, você nunca esteve com uma mulher, principalmente de maneira intima. Ela não está com me de não gostar, Regina, ela está com medo que você não goste.

R: Mas nós já…

B: Sim, vocês já. Mas você não a tocou, você [seu rosto ficou vermelho] você não sentiu seu gosto. Eu acho que ela está com medo que você descubra que não é isso que você gosta. Ela está com medo que você vá embora.

R: Como…. Como você sabe tanto sobre relacionamentos entre mulheres? [perguntou com a sobrancelha levantada]

B: Eu leio bastante [brincou]

R: Eu não acho que eu não vá gostar. Na verdade [disse mordendo o lábio] Eu realmente quero ela.

B: Então deixe-a saber....

R: Nós vamos sair hoje, talvez eu mostre a ela [disse mordendo o lábio]

B: Por mais que eu queria ficar conversando sobre sua vida amorosa [sorriu] nós precisamos trabalhar.

R: O que seria da minha vida sem você?

B: Você não vai ter que descobrir, maninha...



R: Você pode me dizer onde estamos indo? [perguntou um tanto apreensiva, eram quase 21:00h e Regina estava de frente para o que parecia um galpão de madeira, no alto de um morro com Emma. O lugar parecia isolado e abandonado]

E: Nós estamos seguras, eu prometo [respondeu puxando uma chave para abrir o cadeado do galpão]

R: Nós estamos invadindo?

E: Não exatamente.

R: Não exatamente?

E: Eu disse, você vai ter que confiar em mim.

R: Eu confio, mas não sei, eu não estava muito no clima para ser presa hoje [brincou]

E: Sua falta de fé é perturbadora, senhora.

R: Me chame de senhora novamente e eu não beijo você a noite inteira.

E: Retiro imediatamente o que eu disse, senhorita.

R: Muito bom.

E: Feche seus olhos [pediu calmamente]

R: Por que?

E: Só confie em mim, ok?

R: Ok [respondeu fechando os olhos com um suspiro]

Emma sorriu para a morena, abriu a grande porta de madeira e acendeu as luzes. No momento em que ela disse que Regina poderia abrir os olhos, ela sabia que havia acertado em cheio. O lugar estava limpo e não parecia abandonado por dentro. Na verdade, “dentro” não era bem a palavra certa para usar. O lugar não era completamente fechado, na verdade, havia apenas três paredes grossas. uma em cada lado e uma na parte de trás, onde o cadeado ficava. O lugar era quase como uma cabana e na parte da frente, onde não havia nenhuma parede para bloquear a vista, era possível ver, completamente, a cidade de Nova York.

R: Emma… Isso é... É lindo [sussurrou encantada]

E: Não é? Meu pai queria abrir um restaurante aqui. Esse lugar é dele, por isso não estamos, tecnicamente falando, invadindo.

R: Por que não abriu?

B: Depois que eu me mudei eles passaram a não gostar tanto assim de N.Y.

R: Eles que perderam então [sorriu]

E:Eu queria que você tivesse um encontro em um lugar que não fosse clichê

R: Nada com você é clichê. Eu amei.

E: É?

R: Você é sempre cheia de surpresas, não é? [perguntou abraçando Emma]

E: Eu tento [respondeu dando um beijo casto na testa da morena] O que? [perguntou quando Regina ficou a encarando]

R: Você é sempre tão delicada comigo, às vezes…

E: Às vezes?

R: Às vezes eu me pergunto se você é mesmo real.

E: Eu sou real [riu] e você é linda.

R: Você é linda também, maravilhosa na verdade.

E: Eu trouxe comida, mas admito que Alex que cozinhou. Não queria obrigar você a comer as coisas ruins que eu faço.

R: Duvido que você faça alguma coisa ruim [sussurrou no ouvido da loira]

E: Eu queria perguntar uma coisa, antes de nós sentarmos para jantar. Mas eu não sei se devo.

R: Pergunta… Nós podemos falar sobre qualquer coisa, lembra?

E: Eu sei, eu só…

R: O que? [perguntou começando a ficar preocupada]

E: O que é isso?

R: O que? [perguntou confusa]

E: Nós. O que somos, Regina?

R: Nós? Eu pensei muito sobre isso nos últimos dias e eu cheguei a uma conclusão. O que você quer ser, Emma? Porque eu quero ser o que você quiser ser.

E: Eu quero você, só isso. E eu quero poder querer você. Eu disse uma vez, Regina. Eu gosto de você, na verdade, eu sou apaixonada por você. Eu sei que é super cedo e que queremos levar as coisas de uma forma mais devagar. Eu não quero que você me prometa nada, mas eu preciso saber se isso, se nós… Se isso significa algo mais que apenas uma experiência para você.

R: Você, Emma Swan, é muito mais do que uma experiência para mim [sorriu maliciosamente, empurrando o corpo da loira contra uma mesa que estava atrás dela] Você disse um vez que me queria, e que estava desesperada para que quisesse você de volta. Bom, eu quero você de volta, porque eu posso não saber direito o que eu estou fazendo [sussurrou pressionando seu corpo contra o da loira, beijando lentamente seu pescoço] mas eu sei o que eu quero. E eu sei que eu estou completamente apaixonada por você… [seu discurso foi interrompido por um beijo apaixonado. Quando Emma tentou inverter suas posições, e pressionar Regina contra a mesa, a morena apena sorriu para ela e colocou uma perna entre suas coxas.]

E: O que você está fazendo? [perguntou com um suspiro]

R: O que eu quero.

E: Regina, você não tem que… [seu discurso foi silenciado por um beijo longo e apaixonado]

R: Eu [sussurrou beijando o pescoço da loira] quero [subiu para o lobolo da orelha, soprando fraquinho] você.

E: Regina [gemeu com os olhos fechados] você não...

R: Shii [sussurrou] Eu quero você e eu não vou a lugar nenhum.

Regina a encarou antes de beijá-la novamente, deslizando uma mão até o pulso de Emma, o prendendo contra a mesa. Ela sabia que a loira era mais forque que ela, e que ela poderia soltar seu pulso se quisesse, mas a grande questão ali, era que Emma não queria se soltar e Regina sabia disso.

R: Eu não quero que você me toque [sussurrou no ouvido de Emma] Eu quero que você fique aqui e apenas reaja a mim. Entendeu?

E: Sim [respondeu suspirando] Sim.

R: Bom [disse sorrindo. Regina estava com medo, na verdade, ela estava apavorada. Ela nunca havia feito nada como isso antes, mas ao observar os olhos escuros da loira, ela sabia. Mesmo que ela não soubesse direito o que estava fazendo, ela estava fazendo certo]

Emma gemeu contra seus lábios, e Regina sentiu uma inundação de calor através de seu corpo. Assim que a língua de Emma invadiu sua boca, Regina viu estrelas e quase esqueceu quem estava no controle quando a loira chupou sua língua. A morena empurrou um pouco mais Emma até que a loira estava sentada em cima da mesa, com suas pernas ao redor de Regina. Regina mal podia acreditar no que ela estava fazendo quando suas mãos descansaram na parte interna das coxas de Emma, a pele queimando sob seu toque. Regina queria sentir cada polegada da loira contra ela, queria explorar seu corpo com os lábios, dentes e língua até que Emma estivesse implorando debaixo dela. Ela não sabia de onde esses pensamentos estavam surgindo, mas ela não poderia se importar menos. Emma jogou sua cabeça para o lado e Regina pode pressionar uma linha de beijos e mordidas em seu pescoço. Ia ficar uma marca roxa ali no outra dia, Regina sabia disso e, de alguma forma, isso só a excitava mais. Quando os dedos de Regina correm pela coxa da loira, arranhando de uma maneira delicada para não machucar, Emma gemeu alto.

E: Você não precisa ser tão delicada…Eu [tentou novamente entre um gemido] Eu gosto mais áspero [sussurrou envergonhada]

R: Bom saber [respondeu com os olhos queimando a pele da loira] Bom saber que você não é tão sensível a dor, senhorita Swan.

Emma não respondeu, mas beijou a morena ao invés disso, o beijo era molhado, sujo e fez a cabeça de Regina girar por alguns segundos. Uma visão de Emma nua, os punhos amarrados com um seda preta, surgiram em sua mente e a morena gemeu novamente. Regina puxou a camisa de Emma e tirou seu próprio vestido. Ela nunca foi confiante sobre seu corpo, mas a maneira como Emma olhava para ela, faz ela ter certeza que estava tudo bem.

E: Eu ainda não posso tocar você? [perguntou com tom de suplica]

R: Não [sorriu abrindo o zíper da calça escura da loira] você ainda não pode.

E: Você tem noção de como isso é uma tortura para mim? Não poder tocar você?

R: Você vai poder me tocar [sorriu puxando a calça, fazendo Emma ficar apenas de calcinha e sutiã] Mas não agora. Agora, eu quero tocar você.

Regina pressionou sua coxa entre as pernas da loira e Emma soltou um grito alto. Por alguns segundos ela achou que havia feito algo errado, mas então Emma começou a moer seus quadris freneticamente contra sua coxa. Regina teve que se concentrar muito para não perder o controle quando sentiu a umidade de Emma contra sua coxa. O sutiã da loira foi descartado rapidamente e os dedos de Regina começam a brincar com seus mamilos. Ela apertou um pouco mais forte quando escutou um “sim” tremido sair da boca de Emma. a A loira tremia com a mistura certa de dor e prazer. Regina nunca esteve tão excitada em toda sua vida. Emma estava tão molhada que Regina podia sentir um liquido espeço escorrer em sua coxa enquanto a loira moía seus quadris contra ela. Deus, ela não podia esperar para sentir o calor da loira sob seus dedos, contra a sua boca. Ela nunca se sentiu assim antes, ela estava desesperada para sentir o gosto de Emma.

Quando Regina empurrou a calcinha de Emma para o lado e correu seus dedos, finalmente, pela umidade da loira, pressionando um pouco mais forte contra seu clitóris, Emma soltou um gemido alto, o nome de Regina caiu de seus lábios em uma respiração acelerada e sua cabeça desabou molemente contra o ombro da morena. Regina sabia o que tinha acabado de acontecer, ela podia sentir o coração acelerado da loira. Pela primeira vez em anos, Regina se sentiu poderosa. Sem dar muito tempo para loira se recuperar, Regina pressionou seus dedos na entrada de Emma, a loira levantou rapidamente a cabeça de seu ombro e a encarou com os olhos arregalados, um gruindo escapando de sua garganta.

R: Eu vou machucar você se eu continuar? [perguntou, seus dedos circulando o clitóris da loira com delicadeza. Ela sabia que Emma estava sensível. Quando a loira só conseguiu jogar a cabeça para trás e gemer seu nome, Regina sabia que podia continuar]

Quando Regina deslizou dois dedos dentro de Emma, ela puxou o rosto da loira para olhar em seus olhos, ela não conseguiu encontrar um momento em sua mente em que ela já estivesse se sentindo assim, sentido algo tão intenso como isso, ela nunca havia se sentido tão admirada, desejada. Naquele momento, Regina sabia que nunca havia se sentido tão verdadeiramente completa em sua vida.

E: Mais… mais áspero [Emma pediu quase chorando. E Regina ficou plenamente feliz em atender seu pedido]...

A morena então pensou na pergunta que Emma havia feito há meses atrás, a pergunta sobre quando ela percebeu que seu momento havia chegado, quando sua vida havia mudado completamente. Ela não sabia o que responder na época, mas agora, neste lugar, com os dedos encharcados com a essência de Emma, ela sabia muito bem o momento em que sua vida havia mudado completamente.

Eu senti suas mãos contras as minhas, senti sua respiração ofegante, seu corpo suado e seus olhos implorando por mim. Nós éramos de galaxias diferentes, mas nossos corpos, quando juntos, se tornavam iguais. Eu senti seu gosto, eu me provei nos teus lábios e eu pude ouvir você gemer meu nome, de novo, e de novo. Eu vi seu corpo nu, sua alma nua, seus desejos sem capa alguma. Você era o meu veneno e me u antídoto e eu sabia, desde o momento em que você sorriu para mim, que você acabaria me matando alguma hora. Nunca foi só sobre sexo. Sexo é quando a gente despe a roupa, conexão é quando a gente despe a alma e eu despi a sua.

….

H: Vovó, a mamãe e a Emma são namoradas?

C: O que?... Por… Por quê você perguntou isso, Henry?

H: Porque elas estão sempre juntas agora e às vezes Emma fica para almoçar e jantar.

C: Isso é ruim?

H: Não, eu gosto da Emma. Ela é muito legal comigo e com a mamãe também. Ela não me acha estranho.

C: Porque você não é, meu amor. Eu não sei se elas estão namorando. Você vai ter que perguntar isso para sua mãe [sorriu]

H: Será que ela sabe? [perguntou, fazendo Cora franzir a sobrancelha e olhar com curiosidade]

C: Eu duvido muito, meu príncipe, duvido muito.

H: Por que ela e a Emma não perguntam sobre isso?

C: Porque os adultos ficam burros quando crescem.

H: Todos os adultos?

C: Todos, principalmente aqueles que se apaixonam.

H: O que é amor? [perguntou de repente]

C: Por que um menino tão pequeno está me perguntando isso? [perguntou sorrindo] No que você está pensando?

H: Uma vez eu li que o amor é uma consequência de reações químicas do cérebro…

C: Jesus, eu tenho que conversar com sua mãe sobre os livros que ela dá para você ler, o que aconteceu com os três porquinhos?

H: Isso foi uma piada ou você quer que eu responda, vovó? [perguntou confuso]

C: Foi uma piada meu amor [respondeu olha seu celular, seus olhos se arregalando na mediada em que ela lia a matéria que havia acabado de receber] Merda...

H: Mamãe diz que essa é uma palavra feia.

C: O que? A sim, sim.. é uma palavra feia sim, meu amor. Me desculpe.

H: O que aconteceu?

C: Nada [sorriu] mas eu preciso que você vá tomar banho agora. Sei que ainda não está no seu horário e você não gosta de mudar, mas você poderia fazer isso por mim? Só hoje?

H: Ok [respondeu, sem entender o porque daquilo, respondeu apenas porque parecia certo]

C: Bom menino.

H: Vovó? [chamou quando estava subindo as escadas]

C: Sim?

H: Vai ficar tudo bem?

C: Sim [respondeu com um sorriso triste] vai sim.

H: Ok.

Assim que Henry subiu as escadas, Cora ligou para Belle para perguntar se ela havia lido a notícia. A mulher não atendeu e Cora ficou sentada, encarando o celular sem saber o que fazer.

...

Não deixe as boias de segurança tão afastadas da margem, nem todo mundo vai entender a sua profundidade. (Minha autoria)