Writing about you

4 Know right now you don't care but soon enough you're gonna think of me.


Notas iniciais
E ai gente. Mil desculpas pela demora, mas sabe quando você entra em férias da faculdade e faz mil planos só para no final não ter vontade de fazer nada além de descanar e assistir séries? Então. Amanhã é meu aniversário então não briguem comigo u.u haha. Espero que gostem, desculpem qualquer erro. Musica do capitulo: https://www.youtube.com/watch?v=WziA88-n02k

"Eu sempre guardei segredo sobre os meus medos, sempre. Sempre assegurei que eles não viessem à tona, não transparecessem para ninguém. Não tinha nenhuma vergonha deles, longe disso, mas tinha um certo receio de enfrenta-los. Porque às vezes, quando você enfrenta seus medos, você percebe que eles eram apenas isso, medos. E depois que você acaba com eles, bom, depois que eles se vão, não te sobra nada mais para temer. Você pode pensar que isso é uma coisa boa, mas nunca foi para mim. Porque quando você não tem mais medo, então não resta nada que te impeça de encarar a realidade, e essa é a pior parte. A realidade sabe como ser bem cruel." (Minha autoria)

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Só mais vinte e três dias, era o que a repórter Emma Swan mentalizava enquanto ia caminhando até a livraria da quinta avenida. Só mais vinte e três dias, nosso ultimo dia nessa cidade e amanhã iremos para o Maine. Mais vinte e três dias e isso acaba. Por mais que tentasse, Emma não conseguia se acostumar com as mudanças constantes de humor de Regina Mills. Às vezes, parecia que a mulher estava disposta a ceder e ser legal, mas cinco minutos depois, Regina já estava transformando a vida de todos em um inferno. Só mais vinte e três dias, pensou novamente, entrando de cabeça baixa na livraria. Só mais vinte e três dias. A loira estava lendo atentamente em seu bloco de notas, repassando as perguntas que iria fazer quando sentiu seu corpo esbarrar em alguém e um liquido quente escorrer por toda sua camiseta.

E: Mas que merda é essa? [rosnou um pouco alto demais]

R: Olha o que você fez. Você incapaz de olhar por ando anda? [perguntou olhando para os sapatos sujos de café] Você é um desastre ambulante.

E: Eu? E você? Deus, aposto que você fez isso de propósito, esse café está fervendo [gritou enquanto tentava afastar a parte molhada do tecido de seu corpo]

R: Você se queimou?

E: Não [respondeu ironicamente] você jogou um copo de café fervendo encima de mim, mas eu não estou queimada.

R: Eu não joguei nada em você [rebateu com raiva] você que é incapaz de olhar para frente, você esbarrou em mim e não o contrário.

E: Foda-se [xingou baixinho]

R: O que? [perguntou ofendida]

E: Nada ok? Eu não disse nada.

R: Você tem que tirar essa camiseta antes que essa queimadura fique pior.

E: Por mais que eu gostaria de ficar sem camiseta agora senhorita Mills, acho que esse não é o momento, porque não sei se você percebeu, mas tem muitas pessoas aqui.

R: Eu tenho uma blusa extra na minha bolsa, você pode se trocar no banheiro, acho que deve servir.

E: Uma blusa sua? E você acha que suas blusas de seda vão combinar com a minha calça jeans e o meu all star? [perguntou fazendo uma careta]

R: Eu não tenho culpa se você se veste como uma garota dezessete anos, senhorita Swan.

E: Essa só pode ser a minha punição pelos meus pecados [murmurou fazendo um gesto negativo com a cabeça]

R: Você quer a blusa ou não?

E: Não é como se eu tivesse muita escolha.

R: Você pode ficar com a blusa molhada.

E: Vamos logo [bufou e Regina não conseguiu esconder o sorriso]

...

E: Eu falei que ia ficar ruim [disse saindo do banheiro] Eu pareço... sei lá.

R: Para de ser exagerada, ficou normal. Agora podemos continuar com as coisas que temos que fazer?

E: Sim senhora [provocou, dando ênfase na palavra senhora]

R: Aproveite minha blusa, senhorita Swan, isso é tudo o que você vai ter [rebateu com raiva]

E: Como se eu fosse querer algo a mais...

...

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E: Então, qual o nome de grupo de vocês mesmo? [Estava quase no começo da noite e Emma estava entrevistando os últimos fãs de Regina que ainda estavam na livraria]

— Não somos um grupo, somos um fã clube.

E: E qual o nome? [perguntou entediada]

— Nós somos fãs de savior-queen.

E: Savior o que?

R.L: Legal [comentou, tirando a câmera dos olhos por alguns segundos] Eu meio que torço também, sabia?

— Sim, faz muito sentido, não?

E: Alguém pode me explicar o que é isso? [perguntou um pouco irritada] eu gostaria de concluir essa parte da matéria ainda hoje.

R.L: Savior-queen é o nome que as pessoas dão para o romance entre a Rainha Má e a Salvadora do livro.

E: Você quer dizer um romance gay? [perguntou arregalando os olhos]

— Sim, nós vemos a química das duas nos livros e torcemos para que a senhorita Mills escrever um final feliz para elas.

E: Ok, por quê? [perguntou franzindo as sobrancelhas] Já não tem casais suficientes?

— Você já leu os livros? As cenas das duas são incríveis, tem muita química ali.

E: Ok, eu prometo conversar um pouco com a senhorita Mills para terminar essa parte da entrevista. Ruby vai escolher uma foto bem legal do fã clube de vocês para aparecer na matéria. Obrigada pelo tempo de vocês [finalizou dispensando o grupo de garotas]

R.L: Você parece cansada [comentou quando o ultimo grupo de fãs saiu da livraria]

E: Eu não dormi muito bem.

R.L: Desisti de discutir seus hábitos de sono [sorriu de lado] Até que hoje foi bem legal.

E: Sim [concordou franzindo a testa] Tem um romance gay no livro?

R.L: Sério Emma, você precisa realmente ler os livros da Regina.

E: Eu li [deu de ombros]

R.L: Você leu um livro, ela já está escrevendo o quinto.

E: Que seja, eu estou lendo aos poucos, ok?

R.L: Não é bem um romance, mas Regina deixa umas coisas bem subentendidas sabe, ela escreve umas cenas realmente românticas para as duas. E o fato de elas serem mães da mesma criança... Você sabe, isso deixa as pessoas criativas.

E: Mas elas se odeiam.

R.L: Dizem que as boas histórias de amor começam assim [sorriu] E você tem que ler os próximos livros, a relação delas vai ficando incrível.

E: Sem querer cortar suas esperanças, mas eu não vejo Regina Mills escrevendo um romance gay.

R.L: Não é como se fosse só o romance, a história nem gira em torno disso. Sabe uma coisa que eu acho engraçada?

E: O que?

R.L: Você fala como se conhecesse a Regina.

E: Sei lá [deu de ombros] ela é...

R.L: O que?

E: Eu não sei. Bipolar? Mimada? Arrogante? Todas citadas acima? [brincou]

R.L: Ela é um pouco difícil [comentou, puxando a câmera para tirar um foto de Regina, que estava sentada no chão em um canto da livraria, brincando com seu filho] Mas eu acho que você espera demais dela. Você espera que ela seja uma pessoa mais delicada ou amável, mas isso não é ela. São suas expectativas [deu de ombros] diminua elas um pouco.

E: Eu não espero nada dela. Nós deveríamos ir [suspirou]

R.L: Não vamos avisar que estamos indo?

E: Não, deixa ela brincar com o Henry. Vamos?

R.L: Claro. Você está pronta para ir para o Maine, justo amanhã?

E: Que os deuses me ajudem [brincou]

R.L: E que os deuses nos ajudem [corrigiu sorrindo]

E: Eu preciso de um cigarro.

R.L: Você sempre precisa de um cigarro [disse revirando os olhos]

...

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Eram exatamente dez horas, quando Emma foi para a janela de seu quarto e acendeu um cigarro. Algo sobre a fumaça entrando por sua boca e enchendo seus pulmões lhe dava a sensação de segurança. Não era saudável e ela sabia disso, mas algo sobre a calma que o gesto trazia era viciante. Seu cigarro estava quase terminando quando seu celular tocou.

E: Swan [atendeu entediada]

R: Emma?

E: Regina? Olha Regina, se você está querendo saber da sua blusa, eu já coloquei ela em uma lavanderia e...

R: Você está ocupada? [sua voz era baixa e abafada]

E: Eu... Depende, o que você quer? [perguntou curiosa]

R: Será que você pode vir me buscar?

E: Buscar você? Regina eu não sou sua motorista particular [seu tom de voz saiu um pouco mais firme do que ela tinha imaginado]

R: Esquece [resmungou irritada] Desculpa incomodar você...

E: Regina espera [chamou quando percebeu que tinha alguma coisa errada com a voz da morena] Onde você está?

R: Por que agora você está interessada?

E: Eu fui grossa demais ok? Desculpa. Agora me diz, onde você está?

R: No hospital municipal.

E: O que? Você está bem? Você se machucou? Estava em algum acidade? Meu deus, alguém machucou você? [Emma fazia as perguntas em um fluxo continuo, não deixando espaço para Regina responder]

R: Senhorita Swan, eu estou bem.

E: Então o que...?

R: Henry [respondeu simplesmente] Olha, eu acabei vindo de carro com um amigo, mas ele não pode me esperar para voltar e eu não quero levar o Henry de táxi há essa hora, será que você pode me buscar?

E: Me passa o endereço que eu estou indo [respondeu sem perguntar mais nada]

R: Sério? [perguntou sem conseguir esconder a surpresa]

E: Sério.

Emma anotou o endereço do hospital na mão esquerda e correu até sua mala para pegar uma jaqueta. Sua primeira escolha foi a sua jaqueta vermelha de sempre, mas ai, quando estava quase saindo pela porta, a loira lembrou-se das palavras do Henry “eu não gosto de vermelho”. Bufando e sem saber o porquê, Emma voltou para sua mala e trocou a jaqueta vermelha por uma azul. A loira entrou no carro que tinha alugado para sua estadia na cidade e correu ao encontro de Regina, se perguntando que tipo de babaca levaria uma mãe com seu filho para o hospital e os deixaria lá.

...

E: Regina? [chamou quando avistou a mulher sentada em uma cadeira no canto com os olhos fechados]

R: Você veio [disse surpresa]

E: Eu disse a você que estava vindo [sorriu de lado] eu cumpro minhas promessas.

R: Obrigada.

E: Será que você pode me dizer o que aconteceu?

R: Ele subiu em uma escada e caiu, eu só o deixei por um segundo, eu juro [murmurou baixinho] eu juro que foi só um segundo.

E: Regina, você precisa se acalmar ok?

R: Como você espera que eu me acalme, senhorita Swan?

E: Hey [chamou segurando gentilmente no ombro da mulher mais velha] Eu tenho certeza de que vai ficar tudo bem, ele é um garoto bem forte.

R: Eu não deveria ter deixado ele sozinho.

E: Mas isso meio que acontece certo? Você se distraiu e não tinha nada com que ele pudesse se machucar.

R: Eu vi a escada, mas ele tem medo de altura, eu pensei... Droga, eu deveria ter pensado nisso.

E: Eu não sei muito sobre crianças, mas eu aposto que ele daria um jeito de subir sem você ver [sorriu] Ele sabe quantas pessoas tem no hotel nesse momento.

R: Ele é esperto.

E: Eu sei que ele é.

R: Ele ficou desacordado depois que caiu. Eles o levaram para alguns exames.

E: Você está com medo?

R: Não... [desviou os olhos dos olhos da loira] Sim [admitiu baixinho] Eu não gosto de sentir isso.

E: Chama-se ser um ser humano. Você vai se acostumar com isso [brincou]

R: Você é uma idiota [sorriu enxugando a pequena lagrima que tinha escorrido]

E: Sim, mas você sorriu, já valeu a pena eu ter vindo até aqui.

Regina parou por alguns segundos pensando no que a loira tinha dito. Emma Swan era desastrada, tinha um senso de moda de uma garota de dezessete anos, era uma jornalista, fumava igual a um marinheiro bêbado e mesmo assim, a loira era uma das pessoas mais intrigantes que ela conhecera. Quando Regina abriu a boca para responder, o médico que estava cuidando de Henry as interrompeu.

C: Olá, senhora Mills?

R: Ele está bem?

C: Sim, ele machucou um pouco a perna e quebrou o punho, mas nada realmente sério.

E: E ele ter ficado desacordado? Será que ele bateu com a cabeça? [perguntou preocupada]

C: Não... senhorita? [perguntou levantando a sobrancelha]

E: Swan, Emma Swan. Eu estou com a Regina.

C: Ó claro. Eu sou o doutor Chase [sorriu apertando a mão da loira] Henry não chegou a bater com a cabeça, pelo menos nenhuma batida significativa. Ele desmaiou quando quebrou o punho. Ele só vai precisar de gelo na coxa e vai ficar com gesso trinta dias.

R: Algum remédio?

C: Não, vocês podem dar a ele um remédio para dor se ele reclamar, mas eu acho que não vai ser preciso. Nós colocamos gesso até o cotovelo para poder evitar que ele mexesse o punho. Ele vai sentir coceira e calor, mas é normal.

R: Eu já posso vê-lo?

C: Claro, ele está acordado agora, e aparentemente sabe tudo sobre ossos quebrados. As senhoras tem um garoto esperto [sorriu indo em direção ao quarto que Henry estava. Regina o seguiu em silencio, deixando uma Emma Swan estática para trás]

E: Nós não... eu e ela. Eu não sou mãe do Henry [murmurou balançando a cabeça, mesmo sabendo que ninguém a escutava]

Quando Emma entrou no quarto, foi forçada a parar na porta para admirar a cena a sua frente. Pela primeira vez desde que tinha conhecido Henry, ele estava sorrindo largamente e abraçando sua mãe. Regina escutava atentamente tudo o que o garoto falava sobre ossos quebrados e gessos.

H: Emma [chamou com os olhos arregalados] Você veio também?

E: Claro que eu vim garoto, você acha que eu deixaria de ser a primeira a assinar esse seu gesso incrível?

H: Você viu? Mamãe acha que está doendo, mas não está.

E: Claro que não está [sorriu bagunçando o cabelo dele] você é um garoto muito forte que vai viver até os 116 anos [brincou]

H: Só uma pessoa em cada dois bilhões vive até os 116 anos ou mais.

E: Então você vai ser essa pessoa em dois bilhões [sorriu] Não vai Regina?

R: Claro que vai [sorriu. Regina estava encantada e ao mesmo tempo intrigada com a facilidade que seu filho falava com Emma]

E: Você está pronto para ir? Nós vamos no meu super carro.

H: Vamos, mas minha perna ainda dó [reclamou fazendo beicinho]

E: Então eu acho que vou ter que levar você no colo, em? Aposto que você é mais leve que uma pena.

H: É impossível um ser humano ser mais leve que uma pena.

E: Bem, eu não duvido. Eu vou ter que te pegar no colo para saber. Vamos?

Henry e Emma olharam ao mesmo tempo para Regina, esperando algum sinal positivo da morena. Quando ela fez um sim quase imperceptível com a cabeça, Henry pulou no colo de Emma, para a surpresa das duas mulheres.

E: Definitivamente mais pesado que uma pena, garoto.

H: Eu disse.

R: Você quer que eu pegue uma cadeira de rodas Emma?

E: Não [sorriu] ele é levinho. Vamos?

R: Vamos, mas vai com cuidado, eu não preciso de mais uma pessoa para cuidar.

E: Você cuidaria de mim? [brincou levantando a sobrancelha]

R: Vamos logo, senhorita Swan [seu tom era firme, mas seus lábios exibiam um lindo sorriso]

C: Bom, eu me despeço aqui então. Meu plantão terminou faz alguns minutos. Você está em ótimas mão Henry. Lembre-se se obedecer a suas mães, hem?

E: Nós não...

R: Eu acho que você se confundiu doutor Chase. Emma é apenas uma amiga nossa.

C: Ó. Desculpa eu... eu só associei [sorriu envergonhado] Eu sinto muito.

E: Sem problemas [sorriu]

C: Nós já nos conhecemos de algum lugar? [perguntou olhando para Emma com um sorrindo charmoso, fazendo Regina revirar os olhos]

E: Duvido muito [sorriu] mais uma vez obrigada doutor.

C: Foi um prazer.

...

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R: Me admira ele não ter te dando o numero dele e ter dito que era para emergências [disse enquanto Emma colocava Henry no banco de trás do carro]

E: Ele estava tentando ser legal [sorriu]

R: Ele estava flertando, e muito mal.

E: E como é flertar bem aos seus padrões, majestade?

R: Eu nunca perguntaria se já nos conhecemos de algum lugar [resmungou revirando os olhos]

E: Tudo bem, admito que foi ruim [riu ligando o carro]

R: Obrigada [disse depois de alguns segundos]

E: Por ter concordado com você?

R: Por ter vindo até aqui. Eu devo ter estragado seus planos para a última noite na cidade.

E: Sem problemas, eu estava assistindo meus episódios favoritos de criminal minds, um presente para mim mesma.

R: Presente?

E: É [respondeu olhando o relógio que marcava 00h20min] É tecnicamente meu aniversário [disse como se não fosse nada demais].

R: Quantos anos? [perguntou depois de alguns segundos em silencio]

E: Vinte e oito.

R: Sinto muito por estragar seu aniversário [admitiu sinceramente]

E: Então Regina Mills é capaz de sentir? [brincou encarando a morena]

R: Às vezes [sorriu fraco] eu realmente sinto muito, deveria ter chamado outra pessoa, amanhã de manhã, nós vamos mudar de cidade e você nem vai poder comemorar.

E: Sério, Regina. Você não fez nada demais. Estou feliz que você me ligou [Regina apenas a encarou por alguns segundos]

...

E: Vocês estão entregues [sussurrou baixinho, colocando um Henry adormecido na cama de Regina]

R: Você não precisava ter entrado, eu poderia colocar ele na cama. Sério senhorita Swan, você já fez demais hoje.

E: Sem problemas [deu de ombros] Mas eu acho que deveria ir agora. Amanhã nós viajamos cedo.

R: Sim [sorri acompanhado Emma até a porta] Mais uma vez, obrigada.

E: Regina? [chamou quando a morena estava quase fechando a porta]

R: Sim?

E: Por que eu?

R: O que?

E: Eu não estou reclamando nem nada, mas por que você não ligou para qualquer outra pessoa? Para a Belle por exemplo. Por que eu?

R: Eu já pedi desculpas por isso, eu estraguei sua noite, não foi?

E: Não, eu já disse que não. De um jeito estranho, eu gosto de estar com você. Seja em terraços de hotéis ou hospitais municipais no meio da noite [sorriu] É só...

R: Você foi a primeira pessoa que passou pela minha cabeça [admitiu] Isso é ruim?

E: Não [encarou a morena] não é.

R: Eu deveria entrar. Feliz aniversário Emma.

E: O que? Sem “senhorita Swan”?

R: Feliz aniversário, senhorita Swan [repetiu levantando a sobrancelha]

E: Obrigada, durma bem Regina.

R: Você também.

...

"Então ele sentava e observava. O menino de olhos brilhantes e sorriso escondido. Ele não era um grande fã das pessoas, mas paradas assim, a uma distancia segura gostava de observá-las. Seus gestos, seus medos, seus olhos, seus sorrisos, seus amores. Não gostava muito do mundo, mas assim, em dias como aquele quase conseguia entende-lo." R.Mills.

Notas finais
To pensando em fazer uma fic na sequencia do ultimo episódio do seriado. O que acham? Para quem curti meus textos, eu tenho um blog: http://crisedeestudante.blogspot.com.br/ Até mais galera...