Writing about you
6 I know it's crazy to believe in silly things
Notas iniciais
Tem algo dentro de mim que me faz ser assim. Eu não gosto de nada, não me sinto confortável com nada, não tenho paciência para nada. Sei ser engraçada quando quero e minto com muita facilidade. Isso é o que mantem essa minha eterna falsa imagem de segurança. Posso dizer que faz um belo dia de sol, quando dentro de mim, já é inverno faz tempo. Não gosto de discursos, nem de silêncios exagerados, não gosto de plateias, nem de baladas. Sei me divertir sim e sorrio com frequência quando estou acompanhada de olhares atentos, mas isso não impede que eu volte todo dia para casa sentindo-me totalmente deslocada no universo. Tento me comportar para não aparentar ser exatamente como eu sou. Um bicho preguiça que esqueceu o antidepressivo em casa, na gaveta de meias, junto com os sonhos e as latas de cerveja. Embora eu possa aparentar viver uma vida doce e tranquila. Embora eu pareça durona e fria, meus enfrentamentos são constantemente gritos de socorro. Eu escorro e morro, todo dia. (minha autoria)
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E: Será que você pode me contar porque você está me olhando desse jeito desde que saímos da casa dos meus pais?
R.L: Eu não estou te olhando [deu de ombros]
E: E eu vou fingir que não conheço você.
R.L: Nós estamos trabalhando loira, cadê seu profissionalismo? [brincou] Eu achei que a livraria ficaria mais longe da casa dos seus pais, mas até que é relativamente perto.
E: Você considera uma hora de carro algo relativamente perto?
R.L: Poderia ser pior, nós poderíamos ter ficado na rua.
E: A rua não me parece um lugar tão ruim sabe [brincou]
R.L: É seu ultimo dia na casa dos seus pais [comentou arrumando a câmera] talvez você devesse tentar conversar com eles um pouco.
E: Conversar sobre o que? Sobre como tudo está lindo?
R.L: Não vale uma tentativa?
E: Você deveria agradecer por eu ter ido até lá.
R.L: Passinhos de bebê?
E: Por que é tão importante para você que eu fale com eles?
R.L: Porque eu amo você [deu de ombros] Não de um jeito romântico, ecaaa Emma [brincou quando percebeu que a loira a encarava atônita] Eu não gosto de loiras.
E: Você acabou de estragar o momento [brincou]
R.L: O que eu quero dizer, é que você é minha melhor amiga e eu te amo. Eu só quero que você seja feliz.
E: Eu sei Ruby [sorriu de lado] eu sei...
B: Atrapalho?
E: Não
R.L: Sempre [respondeu revirando os olhos]
B: Eu só queria entregar para vocês o cronograma de hoje porque...
R.L: Não é o mesmo todas às vezes? Nós só estamos em uma livraria diferente, não em outro país.
E: Ruby, pega leve.
B: Obrigada Emma. Como eu ia dizendo, antes de ser rudemente interrompida [encarou Ruby] Regina mudou um pouco hoje, ela vai ler um trecho do quinto livro, do que ela está escrevendo ainda. Achei que seria importante informar vocês, afinal, vocês que estão escrevendo sobre ela, não é?
R.L: Onde você aprendeu a ser sarcástica? Por que eu acho que não te ensinaram direito...
B: Qual o se problema comigo afinal?
E: Quantos anos vocês tem? [perguntou passando as mãos pelos olhos cansados] Obrigada por nos dizer Belle, mas eu agradeceria se fosse informada com pelo menos um dia de antecedência e não cinco minutos antes da senhorita Mills iniciar a sessão de autógrafos e conversas. Eu vou precisar mudar minhas perguntas para os fãs dela, e por mais que eu seja muito boa no meu trabalho, eu prefiro ter as perguntas prontas com antecedência.
B: Você está acompanhando Regina Mills, ela tem ideias cinco minutos antes de qualquer coisa, acostume-se com isso, Emma [respondeu antes de ir ao encontro de Regina no outro lado da livraria]
R.L: “Acostume-se com isso Emma”
E: Sério, o que essa mulher tem que te faz voltar aos cinco anos de idade?
R.L: Ela é arrogante [deu de ombros] e...
E: Esquece, eu não quero saber, é melhor eu não saber. Vamos terminar logo com isso..
Ralph Waldo Emerson uma vez escreveu: “A sociedade é uma festa a fantasia onde todos escondem sua verdadeira personalidade. E ao esconder, a revelam.”
...
Eram oito horas da noite quando Emma sentou-se à mesa de jantar da casa de seus pais, com Regina ao seu lado. Ruby tinha escolhido aproveitar seu ultimo dia na cidade em um bar com alguns amigos que ela conhecera na livraria. Belle, depois de muito insistir, conseguiu fazer com que Regina deixasse que ela levasse Henry para o festival que estava ocorrendo na cidade. Regina, que estava com dor de cabeça demais para acompanha-los, resolveu ficar na fazendo e Emma resolveu ficar também para fazer companhia para a morena.
M: Fico feliz que vocês tenham ficado para jantar com a gente.
R: Eu também [sorriu educadamente] acho que eu nunca vou conseguir agradecer a hospitalidade de vocês.
D: Você nem precisa, é uma honra para a gente ter você aqui [sorriu]
A: Então, quando sai à matéria Emma? Eu fiquei curiosa.
E: No começo do mês que vem, eu posso te mandar antes de publicarem se você quiser.
A: Eu quero.
E: Sério? [perguntou um pouco chocada]
A: Sério [sorriu] eu não sei o que você pensa Emma, mas eu leio todas as matérias que você escreve [respondeu sinceramente, fazendo Emma sorrir]
D: Então, alguma chance de você ir para a frente das câmeras de novo, filha?
E: Não sei, não é algo que eu esteja interessada mais [respondeu rapidamente. Esse ainda era um assunto muito delicado para Emma] Onde está o Adam? [perguntou, tentando mudar de assunto]
M: Ele está no festival com alguns amigos.
A: Acho que ele está namorando [riu]
E: Sério?
M: Seu irmão está crescendo Emma...
E: Eu sei.
M: Talvez se você passasse mais tempo com ele...
E: Não vamos começar com isso mãe.
M: Não é isso, olha, eu e seu pai estávamos pensando, que tal se vocês ficassem aqui mais uns dias? O que você acha Regina?
R: Bom... eu..eu
E: Nós estamos trabalhando mãe, não estamos de férias.
A: Emma... [advertiu para o tom grosseiro da irmã]
M: Claro, quem sabe outro dia? Vai ter outro festival no fim do mês, o festival das cores. Neal vai estar lá Emma, ele é um dos organizadores e....
E: Nem termina [resmungou com raiva]
A: Mãe... [resmungou]
M: Mas Emma, vocês eram amigos, não eram? E ele é um rapaz tão bom para...
E: Para o que? [gritou levantando-se da mesa, assustando Regina] Para casar? Para ter filhos? Para realizar seus sonhos. Pelo amor de Deus Mary Margaret, você já tem um genro e três netos...
A: Emma...
E: Não me venho com “Emma” Alex.
D: Emma acalma-se.
E: Então parem de tentar interferir na minha vida.
M: Você nem conversa com a gente Emma, nós só estamos tentando conversar.
E: Conversar sobre o que? Sobre como a vida que eu levo, vida essa que vocês não aprovam, está indo?
D: Nós nem conhecemos mais você Emma.
E: E de quem é a culpa pai? Eu não escolhi me afastar, vocês me afastaram.
M: Você nunca vem aqui.
E: Eu nunca venho aqui? [riu] Por que será não é? Como você pode achar que tem o direito de me cobrar presença se foi você que me expulsou em primeiro lugar?
R: Emma [chamou baixinho segurando o pulso da loira]
E: Vocês nunca me visitaram [gritou, desviando seu pulso do toque de Regina] Nunca.
D: Nós queríamos...
E: Até parece [zombou]
M: Nós não sabíamos como você nos receberia. Você está cheia de raiva o tempo todo.
E: Eu não estou com raiva o tempo todo.
M: Você está com raiva o tempo todo sim, e está fumando o tempo todo também. Você acha que eu quero que o Adam fique perto de um exemplo como você?
E: Um exemplo como eu? E que tipo de exemplo eu sou mãe?
M: O tipo de exemplo de pessoa que perde a chance de trabalhar como repórter em um canal de televisão porque estava bêbada demais para enfrentar uma matéria [gritou em um folego só, fazendo Alex esconder o rosto triste com as mãos, David encara-las sem reação e Regina arregalar os olhos sem saber o que fazer]
E: Eu desisto [admitiu, quando a primeira lágrima escorreu pelo seu rosto] Eu estava certa sabe, quando disse que era mais fácil nós fingirmos que estava tudo bem. Que nossos telefonemas de três minutos, uma vez a cada mês, eram suficientes. Se nós só temos duas opções, isso, essas brigas, ou fingir que está tudo bem, eu prefiro continuar fingindo. Eu já passei metade da minha vida com vocês fingindo de qualquer maneira.
D: Emma...
E: Eu estou cansada [suspirou, saindo da mesa e correndo em direção a porta da rua]
A: Mãe, olha o que você fez [sussurrou, lágrimas ameaçavam escorrer pelo seu rosto também]
D: Eu deveria ir atrás dela [murmurou, olhando envergonhado para uma Regina que olhava estática para a porta onde Emma tinha saído]
R: Eu vou [disse de repente, levantando-se da mesa também] Eu vou atrás dela.
“Famílias felizes são todas iguais. Toda família infeliz é infeliz à sua maneira.” Leon Tolstói
...
R: Emma Swan, eu estou de salto alto, nós estamos no meio do barro e eu não tenho condições nenhuma de correr atrás de você. Por favor, me espera. [gritou quando finalmente encontrou a loira]
E: Eu não quero falar de você [gritou, limpando as lágrimas] Só me deixa em paz.
R: Emma [chamou segurando o braço da loira] Olha para mim.
E: Não.
R: Eu costumava gritar também, até eu perceber que gritar não faria ninguém me escutar, pelo menos não realmente. Minha mãe sempre foi uma pessoa difícil, ela sempre almejou um grande futuro para mim. Ela queria que eu casasse com um homem bem sucedido, rico, e principalmente, um homem totalmente diferente de como meu pai abusivo era. Ela queria o melhor para mim, mas eu acabei me apaixonando pelo filho da nossa empregada. Ela não aceitava de jeito nenhum. Muitos anos depois, quando eu fiquei grávida antes de me casar, minha mãe ficou louca. Ela não aceitava minha vida com Daniel de jeito nenhum. Nós nos afastamos muito, e eu gritei muitas vezes para ela me escutar. Gritei muito, até o dia em que eu parei de gritar, pararei de tentar enfiar minha vida pela goela dela, parei de tentar fazer com que ela entendesse a força. Ela só voltou a conversar comigo quando Henry nasceu.
E: Por que você está me dizendo isso? [perguntou em voz baixa]
R: Porque uma hora você tem que crescer, vestir os sapatos e encarar a vida. Seria lindo se todo mundo tivesse alguém para apontar o caminho certo, mas não é assim que funciona.
E: Isso é bem hipócrita vindo da mulher que esconde o próprio filho [disse agressivamente]
R: Eu nunca escondi meu filho [respondeu com os olhos arregalados]
E: Não? Então você acha que o que você faz é bom para ele? Ele não é burro, Regina. Ele acha que tem algum tipo de problema.
R: Você tem filhos, senhorita Swan? [perguntou com a voz baixa e o tom frio]
E: Não, eu...
R: Então pense dez vezes antes de tentar me ensinar como cuidar do meu. Não tente me machucar só porque você está machucada.
E: Eu só... desculpe, desculpe, eu passei do ponto aqui.
R: Nunca diga nada que envolva meu filho em qualquer discussão que tivermos. Eu não tenho culpa dos seus problemas familiares, não jogue sua raiva encima de mim.
E: Eu sinto muito [sussurrou envergonhada]
R: Eu acho que nós duas temos sentido muito ultimamente...
E: Por que você veio atrás de mim? [perguntou encarando a morena] Nem amigas nós somos.
R: Eu não sei [deu de ombros] eu só queria ver como você estava.
E: Maravilhosamente bem [respondeu sarcasticamente, sentando-se em uma cerca de madeira, brincando com um cigarro apagado entre os dedos]
R: Você deveria parar de fumar [comentou depois de algum tempo em silencio, sentando ao lado da loira]
E: Então você também deveria [levantou a sobrancelha, encarando o cigarro antes de acendê-lo]
R: Eu fumo mais quando estou perto de você [deu de ombros]
E: Então eu sou a má influencia? [sorriu] Emma Swan está levando Regina Mills para os caminhos obscuros da vida? Você deveria seguir os conselhos da minha mãe e se afastar de mim.
R: Eu já caminhava pelos caminhos obscuros antes de você saber o que isso significava, senhorita Swan [comentou em um tom baixo]
E: Alguma experiência que queira compartilhar, velha senhora?
R: Você ainda é muito nova para saber certas coisas [brincou]
E: Quem olha assim, você é muito mais velha do que eu.
R: Eu diria que dez anos é bastante coisa.
E: Talvez você possa trazer experiências muito boas para mim [sorriu mordendo o lábio]
R: Eu vou fingir que não entendi o duplo sentido dessa frase.
E: Você quer? [perguntou apontando para o cigarro recém-aceso]
R: Não, obrigada. Quantos você fuma por dia?
E: Nunca parei para contar [deu de ombros] Você se incomoda?
R: Não... não realmente.
E: Se você pudesse escrever [começou depois de vários minutos em silencio] qualquer coisa, qualquer coisa que não seja o que você está acostumada a escrever. O que seria?
R: Eu... Uau, eu não tenho nenhuma ideia [sorriu] ninguém tinha me feito essa pergunta antes.
E: Não sei se você já ouviu falar por ai, mas eu sou uma excelente jornalista.
R: Nunca ouvi falar [brincou] Eu não sei... Talvez eu escrevesse algo mais adulto, mais psicológico, não sei.
E: Escreva sobre mim [sussurrou encarando o horizonte]
R: O que?
E: Escreva sobre mim, eu sou extremamente interessante.
R: Às vezes, seu ego suga todo o oxigênio por alguns segundos e eu tenho uma leve dificuldade em respirar. Só queria deixar isso claro [deu de ombros]
E: A vida é sobre os momentos que te tiram o folego [brincou]
R: Você decora essas frases para ter o que dizer para todas as garotas? [brincou]
E: Só para as que são realmente interessantes [respondeu, encarando os olhos escuros de Regina]
R: Ele tem Asperger [disse, desviando o olhar]
E: O que? Quem tem o que? [perguntou confusa]
R: Meu filho [suspirou] ele tem síndrome de Asperger... Você não tem ideia do que é isso, não é? [perguntou sorrindo, depois de perceber que a loira continuava com o rosto confuso]
E: Não, desculpa.
R: É um transtorno neurobiológico.
E: Você acabou de clarear totalmente a minha mente [brincou]
R: Pessoas com asperger, são menos propicias a entender ironias, piadas, sentimentos. Essas pessoas tem dificuldade em se socializar e distinguir sentimentos como tristeza, alegria ou raiva. Elas são geralmente muito inteligentes, principalmente em alguns temas específicos para elas. Elas também não entendem mias verdades, se você não quer que a pessoa faça alguma coisa, você tem que dizer a ela especificamente para não fazer aquela coisa. Alguns psicólogos e psiquiatras encaram o asperger como um quadro mais brando de autismo.
E: Elas são como o Spock.
R: Quem?
E: Spock de star trek?
R: Algo como isso Emma [sorriu de lado] algo como isso. Às vezes eu acho que eu nunca vou ser boa o suficiente para cuidar dele.
E: Eu duvido que ele escolheria outra pessoa para ser a mãe dele.
R: Achei que você tivesse dito que eu o escondo.
E: Eu sou uma idiota.
R: Finalmente você disse algo que eu possa concordar [sorriu]
E: E eu achando que você nunca concordaria comigo [sussurrou, chegando mais perto de Regina, empurrando uma mecha do cabelo escuro para trás da orelha da morena]
R: Emma [sussurrou] o que você está fazendo?
E: Eu não sei [respondeu] Mas tem algo que eu realmente quero fazer.
R: O que você gostaria de fazer? [sussurrou. Regina sabia que deveria se afastar, mas tinha algo nos olhos de Emma Swan que impediam que ela se mexesse]
E: Isso [respondeu antes de segurar o rosto da morena e a puxar para um beijo]
Existe uma teoria de que você não conhece a real tempestade, até que você tenha se apaixonado por alguém que não deveria, até que tenha beijado alguém que não deveria, até ter gostado de um beijo que não deveria. Essa mesma teoria, diz que você pode encontrar o começo da tempestade escondida nos olhos de alguém e é por esse motivo, que fechamos os olhos quando beijamos. Fechamos para impedir que as tempestades escondidas dentro de cada um de nós se encontrem e explodam na nossa cara. Eu não sei muito sobre essa teoria, ou talvez eu saiba, mas não cabe a mim explica-la agora. Foi um beijo, e ele foi correspondido, se é isso que você está interessado em saber. Apenas um beijo, não havia nada antes disso e não haverá nada depois. A vida se constitui em saber o que fazer, depois de se ter feito algo que não deveria.
R: Sua boca tem gosto de cigarro mentolado [comentou alguns segundos depois de se afastar]
E: Eu queria fazer isso há algum tempo [sussurrou com os olhos fechados] Eu meio que ainda quero [inclinou-se para beijar a morena novamente]
R: Emma? [chamou, fazendo a loira abrir os olhos]
E: Sim?
R: Eu tenho um noivo...
...
E de repente, você está vivendo a história mais antiga do mundo, a história mais clichê, aquela que você revirou os olhos todas as vezes que leu em algum lugar. Você se apaixonou por alguém e você não pode fazer nada sobre isso. Talvez essa seja a pior parte, quando você não pode fazer nada sobre isso. Você inventou seu próprio conto de fadas e esperou pacientemente que ela fizesse parte, esperou que ela interpretasse o papel que você escolheu, melhor, o papel que você escreveu para ela. Mas ela nunca foi uma atriz, então, ela recusou o papel principal da sua peça e agora, você está com todas as falas decoradas, chorando no canto escuro da sala, atrás da grande cortina. Seria bonito se não fosse patético. Patético sim, porque isso não pode ser chamado de trágico, não é tragédia quando se sabe o final. As cortinas não serão levantadas e as cadeiras continuarão vazias. Não foram vendidos ingressos, não existem aplausos, comemorações, tapinhas nas costas, nem pequenas lamentações. Só existe você, e todas as outras pessoas que sofrem pelo mesmo motivo. Então você volta para o camarim, tira a maquiagem e chora em frente ao espelho. Porque até mesmo as pequenas paixões não correspondidas são dignas de plateia.
Trecho de: “Você se apaixonou por ela, mas isso não é um conto de fadas, nem nunca vai ser.” (Minha autoria)
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