Wishmaster

19 Promessa Irrevogável


Notas iniciais
=== LEIAM AS NOTAS FINAIS === Consegui fazer a façanha de escrever esse capítulo inteiro hoje, e eu adorei o resultado! Tudo bem que eu tive que abrir mão de um dia de aula no pré-vestibular, mas não é nada que me prejudique. rs' Espero que vocês gostem! E, Spirit: será que conseguimos atingir os 100 comentários com esse capítulo? E Nyah: será que conseguiremos atingir os 80 comentários com esse capítulo? Boa leitura.

O garoto sacudiu a cabeça ao ouvir a ordem do cabo abaixo de si, rapidamente voltando a se mover enquanto pedia ajuda aos seus companheiros que se encontravam ainda no topo da muralha. O jovem ruivo recolhia um dos cabos de seu equipamento o mais rápido que conseguia, observando o titã se distanciar cada vez mais. O que para o trio seria um ponto positivo, não fosse o repentino movimento daquela anomalia que, por poucos centímetros, não conseguira agarrar o corpo do cabo da tropa de exploração.

O garoto ruivo suspirava aliviado, sentindo seu braço livre ser agarrado pelas mãos de seus companheiros da brigada de cadetes, que puxavam-no para a segurança do topo da muralha, logo em seguida ajudando Eren e Levi, que assim que sentiram a superfície plana daquela construção, soltaram um pesado suspiro, aliviados.

Enquanto o jovem prodígio era ovacionado pelos colegas, o homem de baixa estatura voltava os olhos para seu protegido, aproximando-se imediatamente ao perceber que seus ferimentos não estavam cicatrizando como deveriam.

– Eren. — chamou ao se aproximar o suficiente do garoto, que grunhia em aparente desconforto. Levi mordeu o lábio inferior, voltando os acinzentados para o braço ferido do moreno. O cabo da DMT ainda o estava atravessando.

Franzindo o cenho, Rivaille segurou firmemente sobre aquele cabo, movendo-o por um milímetro apenas antes de estagnar o corpo pelo grito do rapaz, que acabou chamando a atenção dos demais, que passavam a se concentrar ao redor dos dois. Fato que Levi detestou, afinal, multidões sempre atrapalhavam. No entanto, resolveu ignorar suas excentricidades por hora, visto que cuidar de Eren, naquele momento, era sua prioridade.

– Hey Eren. — tornou a chamar, tranquilizando-se quando as esmeraldinas foram expostas. — Vou precisar tirar isso, e vai doer bastante. — O jovem Jaeger engoliu em seco, tencionando levemente o corpo. — Você vai precisar relaxar... Você confia em mim, não confia? — O garoto balançou a cabeça positivamente.

Levi correu os olhos pela paisagem ao seu redor, buscando por algo que poderia servir para distrair o moreno enquanto trabalhava nesse processo doloroso. Sem sucesso, resolveu por retirar o próprio sobretudo verde da tropa de exploração, dobrando-o de qualquer jeito e aproximando-o da boca entreaberta do rapaz.

– Morda isso Eren, vai ajudar. — disse e o garoto obedeceu, abrindo mais a boca enquanto seu superior acomodava o tecido dentro daquela cavidade.

Não esperou um segundo a mais para entrar em ação. Rivaille segurou imediatamente o cabo do equipamento do jovem ruivo e, em um movimento rápido e brusco, puxou-o de uma vez, arrancando-o do braço de Eren, juntamente com o líquido escarlate, que escorria com mais abundância. O garoto contorceu o corpo ao mesmo tempo em que berrava em dor, este que era abafado pelo pano que fora posto em sua boca e que agora também era fortemente castigado pelos dentes de Eren.

Normalmente, Levi não se abalaria por uma cena como aquela. No entanto, por se tratar especificamente daquele garoto, sentia algo estranho. Algo que o fazia querer desviar os olhos da agonia que estava a presenciar naquele momento.

E foi exatamente o que fez. Seus acinzentados repousaram sobre o jovem ruivo, pertencente à brigada de cadetes e que foraa peça chave para que conseguisse sair daquela situação em segurança, juntamente com Eren.

– Hey, pirralho ruivo. — O homem chamou em seu tom normal, atraindo a atenção das orbes castanhas do garoto para si. — Qual o seu nome?

– S-Sammael senhor! — O adolescente respondeu, prestando-lhe continência logo em seguida. — Formando da centésima sexta brigada de cadetes, senhor!

– Oh. — Levi ergueu ambas as sobrancelhas, sentando-se sobre a superfície imunda da muralha, entortando o nariz logo em seguida. — Lembro-me de Irwin ter mencionado algo parecido com isso há alguns meses... Vocês se formaram hoje?

– Ontem senhor! — corrigiu Sammael, sentindo o rosto esquentar pelo olhar que o cabo lhe lançara.

– Hm. — disse apenas, voltando os acinzentados para o interior da muralha Maria. — Devo parabenizá-lo. Muitos não teriam a coragem de descer a muralha daquela forma para resgatar outros dois soldados. Até mesmo alguns veteranos ficariam relutantes. — Os olhos voltaram a fitar o ruivo, que tencionou levemente o corpo. — Você é um soldado de verdade, Sammael.

– O-Obrigado senhor... — disse, logo desfazendo a continência quando o outro voltava sua atenção para o jovem que, até aquele momento, continuava deitado no chão e grunhindo de dor.

Levi semicerrou os olhos, retirando o tecido verde da boca de Eren apenas para limpar o suor que escorria pelo seu corpo. O moreno respirava ofegante, no entanto, parecia mais aliviado, visto que o cabo do equipamento não mais atravessava o seu braço. O homem de baixa estatura, ignorando todos os olhares curiosos que lhe eram lançados, aproximou-se levemente do jovem Jaeger, sussurrando:

– O que aconteceu? Por que não está se regenerando?

O garoto voltou os esmeraldinos para Levi antes de responder, fato este que fora estranhado pelo outro.

– Não sei heichou... — O moreno franziu o cenho, sentindo sua visão se embaçando aos poucos, porém, ainda conseguia enxergar as feições do rosto daquele homem. — Heichou... Seu rosto... Está sangrando?

Rivaille se surpreendeu pela pergunta, levando uma das mãos até a testa. Sabia que ali havia um corte, no entanto, como aquele garoto também poderia saber? A única resposta para aquilo seria...

– Você está enxergando Eren? — perguntou, sem querer elevando o tom de voz. — Você pode me ver?

A escuridão apoderou-se da visão do jovem Jaeger antes que este pudesse responder. Levi percebeu quando o outro fechara os olhos, relaxando o corpo, fato que o preocupou por ser tão repentino. Levou uma das mãos ao pescoço do mais novo, checando sua pulsação, suspirando aliviado logo em seguida. Era apenas um desmaio.

No entanto, outra coisa chamou sua atenção. O homem de baixa estatura voltou seus olhos mais uma vez para o braço do garoto, logo cobrindo-o imediatamente com o sobretudo de seu uniforme, certificando-se de amarrar com pressão. Aquilo era estranho, visto que os poderes de regeneração de Eren deveriam trabalhar imediatamente após algum tipo de ferimento. Então, por que eles não entraram em ação?

[...]

Remexeu-se algumas vezes sobre aquela confortável superfície onde se encontrava antes de abrir os olhos e respirar profundamente, aspirando o perfume de limpeza que emanava do travesseiro onde sua cabeça repousava. Não era o mesmo aroma no qual estava habituado na pensão. Foi quando se lembrou do que havia acontecido na viagem de retorno, o que o motivou a se levantar, esfregando os olhos com uma das mãos.

– Já acordou? — Ouviu uma voz feminina ao seu lado e então tentou voltar-se para aquela direção, logo tendo duas mãos segurando-o pelos ombros, como se o forçassem a permanecer naquela posição. — Não se mecha, ainda está machucado.

– Mikasa? — perguntou apenas para confirmar. — Você está bem? Um mensageiro foi até à cidade do lado de fora dizer que titãs atacaram Sina.

– Eu estou bem Eren, não há com o que se preocupar. — assegurou, empurrando o corpo do outro para que se deitasse.

Um movimentar atrás do corpo da asiática chamou sua atenção que, voltando os olhos rasgados para trás, deparou-se com o cabo da tropa de exploração a entrar sorrateiro naquele quarto. A Ackerman não estava satisfeita com a presença do outro naquele local, todavia, como o homem era o dono daquele quarto, não podera contestar. Iria dizer qualquer coisa ao homem, quando este levantou a mão, sinalizando para que ficasse em silêncio.

– O que foi Mikasa? — O moreno quis saber, atraindo a atenção dos dois para si.

– Não é nada. — respondeu, decidindo acatar à ordem que lhe fora dada. Virando-se para o irmão, continuou. — Como foi o treinamento fora das muralhas?

A morena franziu o cenho pelo sorriso que o irmão lhe esboçara.

– Ocorreu tudo bem. — disse vagamente, remexendo-se sobre a cama enquanto fechava os olhos. — O Lev... Levi heichou conseguiu me ensinar muita coisa. — Sentiu as maçãs do rosto se esquentarem por quase se referir ao seu superior de forma tão íntima com sua irmã, que estranhou aquela reação enquanto o próprio Rivaille cruzava os braços e se encostava sobre a superfície de madeira da porta. — Apenas não conseguimos nos aprofundar nos ensinamentos da DMT por causa dos titãs.

Mikasa fechou ambas as mãos em punho com aquilo, cruzando os braços logo em seguida.

– Aqueles três... — resmungou, fechando os olhos. — Hannes é um covarde! Se não tivesse voltado, talvez não teriam conseguido escapar.

Tanto Eren quanto Levi ergueram as sobrancelhas, curiosos.

– Como assim? — O irmão quis saber e a morena reabriu os olhos, levando uma das mãos até os grossos fios castanhos do outro, afagando-os.

– Praticamente obriguei Hannes a ativar os canhões contra aqueles titãs. — esclareceu, bufando logo em seguida. — Agora que paro para analisar... A tropa estacionária cometeu tantos erros durante aquilo tudo. Poderíamos ter salvado vocês dois mais rapidamente, não fosse toda a relutância daquele velho metido.

Eren riu com a franqueza da irmã e sabia que a mesma estava certa, visto que também conhecia Hannes há tempo suficiente para interpretá-lo dessa forma. No entanto, havia algo que o estava incomodando e, mesmo relutante em compartilhar isso com a irmã, resolveu expor um pouco do que se passava em seus pensamentos.

– Mikasa... Lembra daquele titã que atacou Shinganshina quando éramos crianças? — O moreno comentou, finalmente chegando no assunto no qual o cabo esperava. Quanto à asiática, apenas respondeu positivamente antes de ouvir o moreno prosseguir. — Era ele quem estava nos perseguindo, não era?

– Eren-

– Eu vi, Mikasa, não adianta mentir. — cortou, segurando-se com mais firmeza sobre os lençóis brancos. — Foi exatamente como naquele dia. Aquela dor... E, logo em seguida, voltei a enxergar como num passe de mágica.

Tanto a morena quanto o cabo se exaltaram com aquela revelação, afinal, aquilo explicava como o jovem Jaeger havia conseguido reagir quando fora pego por aquele titã ruivo. Além disso, também justificava o fato do moreno ter comentado o sangue no rosto de Rivaille.

O que os dois não sabiam era que, antes mesmo de terem partido, Eren também havia enxergado, mesmo com qualidade baixa. No momento em que fora beijado pelo seu superior quando visitara o túmulo de Marco. O garoto não se sentia totalmente seguro para comentar aquilo com a irmã, visto que provavelmente seria uma desculpa para arrumar alguma confusão com Levi.

– Eren. — A morena chamou, expulsando-o de seus devaneios. O jovem Jaeger sentiu quando as mãos caleijadas da irmã tocaram seu rosto, voltando-o para si. — Você consegue me ver?

No entanto...

– N-Não... — respondeu, sentindo as mãos se afastarem lentamente de seu rosto. — D-Desculpe Mikasa...

Eren se exaltou levemente ao ouvir uma grande batida na porta enquanto a irmã voltava seus olhos raivosos para o cabo, que havia golpeado aquela madeira para chamar a atenção dos dois.

– Creio que tenham passado um bom tempo juntos. — O homem comentou, ignorando por completo a carranca que a adolescente lhe oferecia. — Fora Ackerman.

– Você não pode fazer isso! — disse a asiática, levemente alterada.

– Tecnicamente, sim, eu posso. — devolveu. — Sou seu superior e este é o meu quarto.

A morena iria retrucar, mas foi impedida pelo irmão, que tateou a superfície macia do colchão até encontrar a mão da garota, que voltou os olhos para Eren.

– Mikasa, não contrarie o heichou, por favor. — pediu, surpreendendo a irmã que, por breves segundos, imaginou se tratar de alguma brincadeira. No entanto, ao ver que o rapaz falava sério, voltou a fitá-lo incrédula.

A Ackerman se levantou, caminhando em passos pesados até a porta, onde o cabo dava-lhe o espaço necessário para que a atravessasse e o deixasse a sós com o garoto. Levi continuou fitando o moreno mesmo quando Mikasa lançara-lhe outra carranca, enfim saindo de seu quarto.

O cabo permitiu-se suspirar aliviado antes de trancar a porta e se dirigir até a cama, onde se sentou ao lado de Eren, que se movimentou para dar o espaço necessário do outro.

– Por favor, desculpe a Mikasa heichou... — começou, sentindo as maçãs de seu rosto se esquentarem com aquele pedido.

– Não tenho certeza, mas acho que ela não gosta de mim. — comentou irônico, arrancando uma risada gostosa do garoto. Rivaille levou uma das mãos até os cabelos de seu protegido, afagando-os antes de continuar. — Está se sentindo melhor?

– Sim... Obrigado. — respondeu, fechando os olhos ao sentir aquela carícia. Era raro quando o outro tomava a iniciativa quanto à isso. — E o senhor?

– Estou bem. E me chame pelo nome Eren, estamos sozinhos afinal. — relembrou, observando enquanto o outro assentia. — Precisava te dizer algo.

O jovem Jaeger erguia então a cabeça, franzindo o cenho enquanto se acomodava melhor sobre a cama.

– E o que seria? — quis saber, estava curioso afinal.

No entanto, o próprio Rivaille não sabia como proceder com aquilo. Gostaria de poder ser como a amiga Hanji, que conseguia falar abertamente sobre o que sentia, sem ter medo do que os outros iriam pensar sobre si ou da má reputação que viria após isso. Todavia, para si sempre fora deveras complicado organizar as palavras, o que dificultava que os outros pudessem compreender o que gostaria de dizer.*

Afinal, como iria expressar em palavras o que sentira no momento em que percebera que não haviam chance alguma de escapar daquele ataque? Nunca passou por algo tão intenso como o medo em que sentira de perder o garoto naquela ocasião e não poder fazer nada. Além disso, as visões que tivera naquele momento apenas serviram para complicar as coisas em sua mente.

Estralando a língua, Levi voltou os olhos acinzentados para Eren mais uma vez, que aguardava uma resposta.

– Eu não... Eren, você não pode morrer, entendeu? — disse por fim. Mesmo que não explicasse o porque dessas palavras, era, pelo menos, um passo a mais para se abrir com o garoto. — Eu quero que me prometa isso. Você não pode morrer para ninguém.

Não sabia o que responder. Estava surpreso, afinal, o cabo nunca fora de se abrir com alguém dessa forma. Algumas hipóteses passaram a adornar-lhe a mente com aquela frase: talvez ele não queria sua morte, visto que seria útil para a humanidade; ou então... Ele se importava consigo ao ponto de não querer sua morte.

Preferiu acatar a segunda opção.

Com um sorriso cordial desenhado sobre os lábios, Eren envolvia a cintura do outro em seus braços, trazendo o corpo de Rivaille para mais próximo do seu, este que apenas fechou os olhos e abaixou o corpo apenas o suficiente para beijar o topo da cabeça daquele garoto.

– Eu prometo, Levi.

O cabo sentiu os braços se apertarem mais contra seu corpo e, como resposta, levou ambas as mãos até o rosto jovial do garoto, erguendo-o para si enquanto contemplava todo aquele conjunto que o havia encantado desde o primeiro momento em que descobrira aquele par de esmeraldas em Trost. Com o polegar, acariciou delicadamente a ponte do nariz de Eren, seguindo para seu olho direito, que se fechava na medida em que o outro o tocava ali. A outra mão descia até o pescoço exposto do moreno, acariciando levemente aquele local... Poderia quebrar aquele pescoço com o mínimo apertar...

Céus, por que um garoto tão frágil e encantador como aquele estaria vivendo naquele inferno?

Sem pensar suas vezes, Rivaille segurou firmemente sobre a nuca daquela criança, puxando alguns de seus fios como consequência, logo aproximando o rosto do garoto do seu. O cabo roçou levemente seus lábios finos sobre os levemente delineados de Eren, que os movia apenas para proferir as palavras:

– Prometa-me que também não vai morrer Levi.

Aquela frase atingira em cheio o coração de Rivaille, que se descompassava naquele momento, ao mesmo tempo em que aquela região se aquecia, de certa forma.

– Eu prometo, Eren.

Ao finalmente unirem os lábios, os dois selaram a promessa mais importante de suas vidas.

Notas finais
*Em uma publicação mais recente, Hajime Isayama revelou algumas curiosidades sobre o Levi, uma delas é o fato de não conseguir se comunicar bem com as outras pessoas fazendo, dessa forma, com que elas o interpretem errado. - Estou colocando os avisos maiores nas notas finais porque, dessa forma, não irá atrapalhar vocês no momento da leitura. Bom, os flashback's estão chegando ao fim, como vocês já devem saber. No entanto, assim que terminá-los, irei editar esses capítulos no estilo de formatação que uso no Spirit, dessa forma posso evitar transtornos futuros. - Essa semana andou rolando uma notícia pelo Nyah que fanfics onde o relacionamento entre um adulto e menores de 14 anos serão proibidos, visto que fazem referência à pedofilia. Quero alertar desde já que Wishmaster não se enquadra nessa categoria, visto que as idades estão dentro do que é "permitido" pelo o que se é pedido no Nyah. - Irei anunciar aqui também que essa fanfiction terá cerca de três sides que contarão a história de cada protagonista [Eren - Levi - Elaijia]. Recebi alguns pedidos sobre a história do Elaijia e, como também gosto muito desse personagem, resolvi escrever sua história. No entanto, elas apenas serão postadas quando Wishmaster terminar. Além disso, também contaremos com uma história que dará a continuação dessa mesma fanfic, contanto a história do nosso trio nos dias atuais. - Bom, agora para a parte musical, eu selecionei a trilha sonora de cada protagonista. Vocês sabem que a música do casal Levi x Eren é Forever Yours - Nightwish. Agora, vocês conhecerão as músicas deles, respectivamente. Eren: The Forever Moments (https://www.youtube.com/watch?v=q3AAd956OI0) Levi: 10th Man Down (https://www.youtube.com/watch?v=VaEY7Z3QsOA) Elaijia: Away (https://www.youtube.com/watch?v=-0vG1qSuYgY) - Comentários?