Wind Broken Wings

7 Ventos Equivocados


Notas iniciais
Olá, amores. Minhas aulas começaram hoje, então eu postarei com mais assiduidade, porque voltei a acordar cedo XD Eu deixei boa parte da história adiantada pra não correr o risco de ficar mais de uma semana sem postar nada. Os capítulos estão ficando maiores, espero que a leitura não esteja sendo cansativa, me avisem nos comentários qualquer coisa, combinado? Sem mais, boa leitura!

O dia amanheceu nublado, caso não chovesse, seria ótimo para a viagem. Riven despertara junto com o Sol, espreguiçou-se e olhou para o espadachim dorminhoco ao seu lado. Sorriu levemente enquanto o observava, ele dormia tão serenamente, como se sua vida fosse um mar de rosas, mas ela sabia que não, afinal, ele havia matado seu irmão e ainda sofria por isso, ela sequer conseguia imaginar um motivo para que isso acontecesse, mas se ele sofria tanto era porque o amava. A curiosidade a fazia cogitar perguntar sobre o passado dele, mas o medo de descobrir algo que não queria a impedia. Decidiu se levantar e preparar algo leve para comerem, afinal, iam caminhar o dia todo, uma indigestão não estava nos planos.

Yasuo finalmente despertou e, ao tatear a cama, notou que sua adorada lutadora já havia levantado. Abriu os olhos buscando-a, e lá estava ela, formidável num pequeno avental picando e cortando o possível café da manhã. Levantou silenciosamente e foi ao encontro de sua amada.

– Bom dia, minha coelhinha — sussurrou enquanto a abraçava e beijava seu pescoço.

– Bom dia, Yasuo. — cumprimentou da forma mais natural que conseguiu — Eu já termino aqui, vá conferir suas coisas, pra ter certeza de que nada está ficando.

– Ok... — Riven estava estranha desde a noite passada, o lutador ficava cada vez mais intrigado com as atitudes dela.

Após tomarem o desjejum, se trocaram e deram início a jornada. Riven só pensava na loucura que estava fazendo, pisar em Ionia depois de tudo que aconteceu era suicídio. Só ele mesmo para conseguir convencê-la a fazer algo tão perigoso. Deixar sua espada na cabana fora a pior parte. Nunca a deixara para trás desde que a ganhou. Sentia como se uma parte dela tivesse ficado para trás. Mas era um mal necessário, qualquer um em Ionia reconheceria aquela arma e o terror que ela havia causado voltaria à tona. Não era uma opção, afinal, estavam viajando para se divertir. Depois de um longo suspiro, a lutadora resolveu pensar em outra coisa, esse assunto estava lhe corroendo demais a mente.

Yasuo apenas a observava durante o trajeto enquanto pensava no motivo dela estar tão aérea. Desde que a convidara para o festival a atitude dela estava diferente. A hipótese que mais lhe fazia sentido é que Ionia também estava no passado dela e temia muito que fosse da pior maneira. A curiosidade lhe devorava o cérebro, resolveu por saciá-la.

–Riven.

–Sim?

– Desde que lhe convidei para ir ao Festival Ioniano você está um pouco diferente, há algo lhe incomodando?

– Claro que não, meu amor, eu apenas... não sei bem o que esperar, nunca participei de nada parecido.

– Tem certeza que é apenas isso? — O lutador não se convencia completamente, algo estava faltando.

– Tenho sim — virou para ele dando o sorriso mais natural que conseguia.

– Então tá, vamos parar para comer algo.

– Estou morta de fome também.

Assim que avistaram um vilarejo próximo, os passos do casal se tornaram mais ágeis. Já fazia quase 6 horas que estava caminhando e ainda não tinham chegado nem na metade do caminho para Ionia. As condições da rota não eram as melhores, isso estava atrasando bastante a viagem.

Ao chegarem no povoado, logo avistaram um pequeno restaurante, apesar de simples parecia muito aconchegante, e o cheiro que saia dele era muito apetitoso. Mal adentraram o local e uma garçonete bem simpática veio atendê-los.

– Boa tarde, aqui estão os cardápios. — a moça de longos cabelos castanhos e um simples vestido com um pequeno avental por cima sorria simpaticamente.

– Obrigado — Yasuo agradecia enquanto retirava o chapéu que usava para se proteger do Sol.

– Espera um segundo... — a garçonete olhou atentamente para o espadachim — Senhor Yasuo?

– Você me conhece? — o lutador estava surpreso, não se lembrava dela.

– Sim, apesar de fazer um bom tempo desde sua última visita. — encostou-se na mesa e levantou sutilmente a perna para que ficasse à vista — Sou a Hanna, não se lembra de mim?

– Er...- Yasuo fechou os olhos tentando se lembrar — Hanna?... Hmm... — Olhou-a novamente e percebeu que lhe era familiar. Depois de alguns segundos olhando para ela, conseguiu — Aaaaaaah, sim, me lembrei! Nossa, faz tempo mesmo, quase um ano, heim?

– Sim, sim. Eu estava com saudades, o senhor disse que voltaria logo...

– O chefe do vilarejo não precisou mais dos meus serviços.

– Mas poderia ter vindo pra me ver, né? Aquela noite foi inesequecível...

E essa foi a gota d'água para Riven, levantou-se dando um murro na mesa e saiu cabisbaixa do restaurante. Hanna olhava com um discreto sorriso malicioso a atitude da lutadora. Desde que vira Yasuo um ano atrás trabalhando no vilarejo a pedido do chefe, apaixonou-se perdidamente pelo lutador. Vê-lo acompanhado de outra mulher a deixou furiosa e decidida a tomá-lo para si. Naquela época fora ingênua de deixa-lo partir, mas dessa vez ele não escaparia.

– Riven, espera! — Yasuo levantou-se em seguida e a segurou pelo braço.
Bastou apenas um olhar fuzilante de seus orbes escarlate para Yasuo entender que ela queria distância dele. Suspirou e a soltou. Riven saiu de perto daquele lugar o mais rápido que conseguiu.

– Hanna, por que diabos disse aquilo? — o espadachim estava sério e chocado com a atitude da garçonete — Você sabe muito bem que nunca aconteceu nada entre nós!

– Mas falta de tentar é que não foi... Yasuo, você sabe que eu te amo, sempre amei, desde que te vi pela primeira vez.

– Isso não quer dizer que você tem o direito de ferir os sentimentos dos outros.

– Ahhh, Yasuo... — agarrou o braço dele e se aproximou — Eu senti mesmo a sua falta, não era mentira — estendeu os braços para abraçá-lo.

– Com licença, Hanna — disse afastando-a e saiu do recinto.

– Grrrrr. Quem é essa cretina que tá com ele?

Yasuo se empenhou em procurar Riven por toda a cidade. Andou por todas as ruas do local, perguntando para cada morador se a tinham visto, mas em nada progrediu. Horas e horas a fio procurando-a e nenhuma pista. Já estava quase anoitecendo.

"Droga, por que isso foi acontecer?" pensava consigo enquanto andava de um lado a outro da cidade. Decidiu olhar nos arredores da cidade. Depois de alguns minutos procurando, avistou alguém sentado no último galho da árvore mais alta daquela área.

Correu rapidamente para saber se era ela que estava lá. Suspirou ao notar que não e chamou pela pessoa e ela prontamente desceu. Um garoto que aparentava ter seus 16 anos respondeu prontamente ao lutador.

– Pois não, em que posso ajudar?

– Viu uma garota com o cabelo prateado correndo por aqui?

– Não... Por que?

– Ocorreu um mal entendido e ela correu de mim sem me deixar ao menos explicar.

– Sei... Se eu a ver, eu aviso.

– Obrigado.

Yasuo voltou para o vilarejo para procurá-la mais uma vez. Quando já estava longe o bastante, o garoto pensou "Pronto, já deve estar bom"

– Moça, já pode sair daí, ele já tá bem longe.

– Obrigada — Riven ainda secava as lágrimas — Eu vou indo, tenho que chegar a um lugar.

– Olha, eu não acho boa ideia seguir viagem durante a noite. Ultimamente tenho escutado muitos viajantes falarem de gangues que estão emboscando pessoas e assaltando-as. Recomendo que passe a noite aqui no vilarejo e prossiga amanhã.

– Obrigada pela preocupação, mas eu dou conta de me cuidar.

– Já que insiste...

Riven seguiu para o vilarejo. Queria seguir viagem sozinha, estava decepcionada com Yasuo e consigo mesma por confiar nele. Se ele havia mentido ao dizer que ela era a primeira garota que ele levava para a cama, no que mais ele havia mentido? Procurou pelo ferreiro da cidade para comprar algo que desse pelo menos para lidar com as gangues caso alguma aparecesse. Depois de avaliar algumas espadas, escolheu a que mais lhe agradou, pagou e seguiu para a saída da vila.

Yasuo não a encontrava pela cidade, isso só podia significar que ela seguiu para Ionia sozinha. Ouviu dos moradores alguns boatos de assaltantes enquanto procurava Riven e não estava gostando nada de imaginar ela seguindo viagem sozinha. Corria o mais rápido que podia por entre as árvores. O breu dominava a noite, Lua nova e nublado.

Riven seguia distraída pelo caminho, pensando no que havia acontecido. O ódio lhe cegava o coração, sentia sua honra como mulher suja, caiu nas graças de um mentiroso, sabe-se lá o que ele planejava fazer com ela. Mesmo com a mente em outro plano, Riven notara 7 presenças ao seu redor. Sorriu de leve, afinal, teria no que descontar sua raiva.

Quatro homens cobertos de preto, exceto pelos olhos, a cercaram.

– Vocês deram azar, queridos. Resolveram mexer com uma mulher na TPM e recém traída. Espero que estejam prontos para as consequências. — e sequer deu tempo para algum deles responder, sacou a espada que comprou e partiu pra cima de sua primeira vítima.

Riven rapidamente avançou com suas Asas Quebradas, arremessando seu oponente para cima e desferindo uma série de golpes no mesmo. Ele caiu no chão e soltou um gemido ao tentar se levantar, certamente um osso estava quebrado. Ao notar a aproximação do segundo inimigo, a lutadora soltou uma poderosa Explosão de Ki, deixando-o atordoado por alguns segundos, apunhalando-o por trás e partindo para o terceiro bloqueando seu ataque com sua habilidade de Valor. O quarto oponente atacou-a simultaneamente ao terceiro, obrigando Riven a dedicar-se um pouco mais ao combate, combinando suas técnicas para lidar com ambos. Apenas um combo de Explosão de Ki e Asas Quebradas foram o suficiente para lidar com os dois. Os três restantes estavam escondidos nas sombras. A garota fechou seus olhos e, usando sua concentração, conseguiu sentir que os três eram bem mais fortes do que os quatro jogados no chão.

Os sons da batalha chegaram aos ouvidos de Yasuo, que tentou correr ainda mais rápido, temendo que Riven estivesse envolvida no confronto.

O trio avançou ao mesmo tempo para cima de Riven. Um deles previu sua Explosão de Ki e a evitou, atacando-a por trás logo em seguida. O ataque surtiu um belo corte nas costas da lutadora, que foi atacada assim que os outros dois se recuperaram do atordoamento. Riven tentou se afastar deles usando Valor, mas foi seguida recebendo alguns golpes enquanto defendia outros. Eles eram muito bons, ela estava ficando encurralada. Pensava se iria conseguir usar sua Lâmina do Exílio estando com outra espada. Estava quase decidida a usá-la, quando um vendaval passou na sua frente levantando seus oponentes.

– HASAGI!

Yasuo rapidamente avançou para os ladrões retalhando-os no ar com seu Último Suspiro, desferindo rapidamente Tempestades de Aço até os três caírem mortos no chão.

– Moça, você tá bem? Se machuc.... RIVEN? — correu para abraçá-la assim que a reconheceu, mas foi empurrado pela lutadora — Riven, por favor, deixa eu conversar com você!

– Eu não quero ouvir suas mentiras, Yasuo, me deixa em paz!

Um dos quatro que ainda estava vivo lançou uma adaga em direção a Yasuo, acertando seu braço esquerdo. O lutador se virou e usou sua Parece de vento ao notar 4 shurikens voando em sua direção. Usou sua Espada Ágil para alcançar o alvo e tentou atacá-lo, mas ele virou uma sombra e sumiu.

Riven aproveitou a distração para tentar seguir em frente, mas estava bem machucada e zonza. Uma fraqueza repentina abateu a lutadora, fazendo-a cair de joelhos. Yasuo correu até ela, amparando-a pelos ombros.

– Ai meu Kami, Riven, vem aqui. — disse tentando pegá-la no colo, recebendo um empurrão da lutadora — Riven, por favor, deixa de ser teimosa, você está machucada. Vamos voltar pro vilarejo.

– Eu não quero você por perto, seu mentiroso! Me solta !

– Riven, olha pra mim — se agachou na frente leva e puxou seu rosto, obrigando-a a olhá-lo — Eu nunca, nunca menti pra você. Aquela garota estava te provocando, Riven, eu nunca tive nada com ela. Ela queria apenas que nos separássemos, e ela conseguiu — a garota permanecia calada enquanto seus olhos começavam a marejar outra vez — Não chore, meu amor, por favor, me corta o coração ver você assim — Yasuo soltou o queixo dela para acariciá-la — Eu posso te jurar por tudo que é mais sagrado que eu nunca tive nada com ela. Eu amo você, Riven, apenas você. Por toda a eternidade.

– Você jura mesmo?

– Juro, minha coelhinha. Vem cá — abraçou-a de leve para não machucá-la ainda mais — Agora vamos voltar para cuidar desses arranhões.

– Ok... — Riven finalmente cedeu, além de exausta, seu corpo inteiro doía.

Yasuo a pegou no colo e começou a caminhar de volta para a pequena vila. Durante o caminho, Riven pensava no quão surpreendente ele conseguia ser lutando. Seu timing foi perfeito, se ele não estivesse distraído com ela, teria saído ileso do confronto e aquele cara teria morrido, ao invés de sumir numa sombra.... Espera, uma sombra? Já havia ouvido falar de um grande ninja que dominava as sombras. Será que ele havia decaído tanto ao onto de se tornar um reles ladrão? Ou talvez seus aprendizes estivessem fora do controle.

O lutador encontrou uma boa pousada para passarem a noite. Alugou o quarto e pediu para a recepcionista chamar alguma enfermeira para cuidar de Riven. Assim que a colocou na cama, sentou-se ao lado dela e um silêncio se instalou entre os dois, até Riven resolver quebrá-lo.

– Yasuo, me desculpe, eu fiquei com tanto ciúme e acabei me descontrolando.

– Ora, ora, pequena, isso não é necessário. Eu amo você e só quero você ao meu lado, nenhuma outra mulher vai tirar seu lugar no meu coração — segurou a mão dela e com a outra, alisava seus cabelos prateados.

– Eu também te amo, Yasuo — acariciou o rosto dele — Muito...

As batidas na porta anunciaram que a enfermeira havia chegado. Para dar mais privacidade para as duas, Yasuo esperou do lado de fora do quarto, sempre atento a qualquer bait.

– Eu vou limpar seus cortes, deve arder um pouquinho — disse a garota enquanto molhava a gaze com álcool.

– Tudo bem — Riven olhava atentamente enquanto ela fazia seu trabalho. Lembrou-se da exaustão que a acometeu mais cedo, aquilo nunca tinha acontecido em uma luta tão curta. — Er...

– Kiara, me chamo Kiara.

– Kiara, mais cedo me bateu uma exaustão anormal. Nunca havia acontecido antes, o que pode ser?

– Tem se alimentado direito?

– Sim, eu acho.

– Se esforçou demais depois de muito tempo parada?

– Não, foi o mesmo de sempre.

– Então sugiro que faça um check up. Você está de passagem por aqui, não é?

– Sim, estou indo para Ionia.

– Quando chegar lá, vá ao hospital da cidade e tente fazer alguns exames de rotina. Vou ligar para lá e pedir que algum médico te atenda — pegou um papel e anotou seu telefone — Me ligue quando chegar lá.

– Obrigada.

– Terminei por aqui, se cuida, ok? Sem muito esforço até chegar lá e receber o resultado dos seus exames. Coma direitinho e não se exponha muito ao Sol.

– Certo, eu vou me cuidar. Obrigada novamente, Kiara.

– Eu estou indo. Tchau — sorriu, deu um aceno da porta e saiu.

Yasuo entrou novamente no quarto, preocupado.

– Por que não me disse nada sobre o cansaço?

– Ah, seu fofoqueiro, tava ouvindo pela porta?

– Desculpe, Riven, eu estava preocupado.

– Vá tomar um banho e esfriar essa cabeça dura, vá.

– Sim, senhora.

Riven procurou a posição mais confortável e relaxou. Decidiu deixar para se preocupar com tudo quando chegasse a Ionia. Estava quase cochilando quando Yasuo se deitou junto dela. O espadachim a puxou para perto e começou a acariciar sua cabeça.

– Riven, nunca mais faça isso comigo. Sabe o quanto eu fiquei preocupado? — fitava o teto quanto falava — Você não faz ideia do pânico que eu senti quando ouvi o brandir das espadas. O medo de que você estivesse em perigo...

– Me perdoa, meu amor. Prometo que não farei de novo.

– Eu perdoo, minha colhinha linda — abraçou-a um pouco mais firme.

Riven subiu em cima do lutador, os analgésicos já estavam fazendo efeito e suas dores cessaram, em compensação, uma excitação lhe percorreu o corpo. Ela se deitou sobre ele e começou a beijá-lo. Até aí estaria tudo bem, mas ela começou a rebolar, deixando Yasuo excitado.

– Riven, você está machucada. — tentou fazê-la deitar ao seu lado — Eu não quero correr o risco de piorar isso.

Riven levantou seu tronco, ficando sentada no quadril dele.

– Yasuo, eu não sou feita de papel... — continuou a rebolar enquanto tirava a blusa lentamente

Riven pegou as mãos de Yasuo e as levou aos seus seios, apertando para que ele massageasse-os. Sentiu que ele se excitava cada vez mais, desceu as mãos dele para sua cintura e depois para as costas enquanto se deitava sobre ele novamente. Dessa vez ele tomou vorazmente os lábios da lutadora. Trocou as posições, deixano-a deitada e avançando com a boca para os peitos da lutadora. Após brincar um pouco com eles, distribuiu beijos pela barriga dela enquanto tirava o shortinho e a calcinha dela devagar. Beijou as coxas da garota, depois a virilha e depois seguiu com a língua em direção ao seu ponto de prazer. Roçava a língua suavemente enquanto ouvia os gemidos baixos de Riven. A medida que ela abria mais as pernas, ele aumentava a velocidade, fazendo ela gemer cada vez mais alto e respirar mais descompassadamente. Não tardou para que ela chegasse ao ápice. Olhar os olhos dela nesses momentos era o que Yasuo mais adorava, sua expressão transbordava prazer e sensualidade. Riven puxou o lutador para perto de si, colocando o membro dele na entrada se sua cavidade, induzindo-o a continuar por si mesmo.

– Riven, é melhor não.

– Yasuo, para de se preocupar comigo — puxou-o para mais perto — Eu quero fazer isso, por favor.

Se conter já estava difícil e com ela pedindo assim, era impossível dizer não. O lutador a penetrou devagar, atento a qualquer sinal de dor que ela estivesse sentindo, mas ela só expressava prazer. Yasuo seguia com um ritmo suave, deixando Riven bem à vontade. A lutadora decidiu mudar a posição, era a vez dele sentir todo o prazer que ela sentiu. Deitou-se de lado e os dois ficaram "de conchinha". A posição deu uma sensação de prazer diferente para ambos, era maravilhosa. Os estímulos no ponto G faziam Riven respirar pesado, contraíndo seus músculos vaginais ritmadamente, o que enlouquecia Yasuo. Os gemidos da garota o fazia acelerar as estocadas. Yasuo não aguentava mais, segurou a cintura da lutadora com uma mão e o ombro dela com a outra, intensificou os movimentos até chegar ao orgasmo junto com ela, que cravou as unhas no colchão.

Permaneceram na mesma posição, abraçados, por alguns minutos até resolverem se vestir para dessa vez dormir, afinal, ainda faltava bastante chão até Ionia.

Notas finais
E chegamos ao fim de mais um capítulo, espero que estejam gostando da história. Não deixem de me contar o que estão achando e se algo deve ser melhorado, podem especular à vontade sobre o futuro desse lindo casal que eu tanto amo