Why do you Refuse?

12 Chapter 12 - Gold Ring


Notas iniciais
Yo! Primeiramente, gostaria de agradecer aos comentários que me deram forças à continuar. Desculpem pela demora, assim como conteúdo do capítulo, mas espero que gostem. Boa leitura!

Chapter 12 — Gold Ring

– L-Levi...!

Senti meu coração pular de minha boca assim que visualizei Levi com suas novas roupas, as quais eu nunca imaginaria que ele usaria. Ele parecia estar meio nervoso, com as sobrancelhas franzidas, mas estava vermelho, com um sorriso tímido e pequeno. A roupa usada era, definitivamente, indecente, do tipo marinheira. O que “era” para ser uma blusa era apenas uma gola preta com alguns detalhes em vermelho vinho com um laço da mesma cor. Usava uma saia devidamente curta e preta com algumas tiras da cor vermelho vinho, com algumas correntes presas, a saia, do estilo prega. Ao descer minha visão, vejo-o posicionar as pernas juntas, à direita na frente da esquerda. Ambas estavam com meias longas negras. O sapato era um salto vermelho.

– O que achou Eren? – Ele me perguntou, de certa forma manhosinho, olhando-me com as pupilas um pouco dilatadas.

– O-o que achei...?! – Sentia minhas orelhas arderem, e, se eu não me concentrasse, meu nariz sangraria a qualquer momento.

– Sim... Diga-me. – Sua voz rouca fez minha medula entrar em choque, trazendo-me um imenso arrepio.

Ah, CARALHO!

O que eu deveria responder?! Que ele tá’ mais gostoso que a Mega Fox?! Que eu quero comê-lo até o sol do ano que vem raiar?! Que eu quero lamber à bunda inteiramente?! Que eu quero estuprá-lo até ele não conseguir andar mais?! Que eu quero metê-lo até meus joelhos estourarem?! Que eu quer-

Ah cara...! Ah cara! Ah cara!!

– Eren, o que você tem? – Engoli seco ao ver aqueles lábios macios e avermelhados mexerem fazendo leve biquinho. Quero devorá-lo.

Desvio o olhar, nervoso, suando frio, sentindo o Tecido Incomodo.

– N-nem te conto! — Respondo eufórico, lançando novamente o olhar pra ele.

– Você não gostou Eren? — Sua voz tristonha ainda tendo sua expressão séria e tímida, me fez arregalar os olhos e correr até ele, mal percebendo que já tenho seus braços em minhas mãos.

– Tá brincando, Levi?! – Gritei ainda mais eufórico, o assustando. – Olha como meu bolso tá cheio!! — Vejo sua expressão de susto mudar-se para constrangido, com as sobrancelhas franzidas, assim como os lábios. Suas orelhas vermelhas. Largo lentamente seus braços, afastando-me lentamente e desviando o olhar. — D-desculpe. — Começo a rir nostalgicamente pela vergonha, passando a mão rapidamente bagunçando meus cabelos.

Não aguento segurar meu olhar que volta a ele, percebendo que ele olhava com uma leve expressão de susto minha... Calça. — Está cheio mesmo.

Meu olhar cai a sua saia. — V-você também, apesar de não ser muito...

Assim que o silêncio reinou, pudemos ouvir nossas respirações alteradas. Subi meu olhar à sua face, meio corada e o assisti passar sua língua sobre seus lábios de uma forma encantadora assim que este olhou ao meu rosto.

– Levi... – Sussurrei seu nome, em uma espécie de gemido, enfim tendo sua atenção.

– Hu- Antes de pronunciar algo, ataco seus lábios macios e já umedecidos e o prenso na parede, ao lado da porta de seu quarto. Não demora até que o mesmo me corresponde, movendo seus lábios contra os meus, de uma forma lenta, porém, possessiva; e assim que minha mão encontra suas costas, seus braços agarram meu pescoço.

Minhas mãos percorrem suas costas lentamente, em forma de carícia, indo até a cintura e as permanecendo ali. Só me lembrei de que ele ainda veste o casaco quando esbarrei ao mesmo. Coloquei meu joelho entre suas pernas, afastando as mesmas, e suspendendo-o até sentar-se ao mesmo. Acabei por ouvir o som de seus sapatos caírem. Afastando-me de seus lábios, depositando um ou dois selinhos, desci meus beijos até seu pescoço, lambendo-o, sentindo alguns pequenos espasmos com suas mãos apertando meus ombros. Sua respiração ofegante estava bem pesada, e vez ou outra, soltava alguns suspiros pesados, mas quase inaudíveis. Assim que minhas mãos desceram às suas nádegas e as apertou, um grunhido rouco escapou de seus lábios.

Levi é tão sexy...

– Levi... — Gemi seu nome de modo manhoso ao pé de seu ouvido, causando-lhe um leve arrepio. Desci meu rosto até, novamente, seu pescoço, percorrendo minha língua e caminhando esta até sua clavícula, depositando-lhe um chupão. Subi meus braços até sua costa, envolvendo esta. Com o moreno em meus braços, o levei até seu quarto, e derrubei-o em sua cama. — Levi... — Subi meu corpo até posicionar-me sobre ele, de modo que eu tivesse meu rosto em frente ao dele, e sua cabeça entre meus braços, seu corpo, entre minhas pernas.

Observar aquele homem, com as sobrancelhas franzidas, tendo o lábio mordido, a face corada, com os olhos desviados pela vergonha; seu peito subindo e descendo de jeito bastante notável pela respiração acelerada, com as pernas juntas me fazia querer ainda mais atacá-lo. Mas... De repente sinto-me com vontade de provocá-lo de forma que eu possa... Excitá-lo. Provocando-lhe, quem sabe, um pouco mais de vergonha?

Novamente ataquei seus lábios, percorrendo minha língua sobre os seus, fazendo-o abrir estes para eu poder explorá-lo. E foi isso que fiz enquanto sentava-o sobre a cama. Sem cessar o toque das nossas línguas, ajoelhei-me lentamente e posicionei-me atrás de si, portanto me sentei com ele entre as pernas. Assim que afastei minha boca da sua, mordisquei sua orelha, fazendo-o arrepiar e com minhas mãos, afastei sua perna da outra, deixando-as sobre as minhas.

– Olha Levi... — Percorri minha mão destra de seu tronco até seu baixo-ventre. — Olha só como está duro. — Comentei tendo como resposta seu rosto virado para o outro lado. Por cima da saia, envolvi seu membro ereto com minha mão, assistindo-o morder os lábios. — Acho que a ideia de se vestir como uma garota te excita, não?

– E por acaso você... Fica com fogo no rabo quando se trata de me ver submisso? — Perguntou ele, fazendo-me assustar, tendo minha face quente. Assim que ele virou o rosto para mim, riu levemente. — Acho que sim.

– D-deixe-me tirar as conclusões... N-necessárias. — Assim que ele virou seu rosto pra frente, ouvi-o rir. E como minha pequena vingança, interrompi-o assim que comecei a massagear seu membro. – Quero te perguntar, Levi. – Esperei um pouco, ao notar sua respiração descompassada. – Você está usando algo por baixo?

Ouvi um pesado suspiro ao começar a friccionar seu membro, e ele demora a responder. – Se acha que serei um passivo submisso assim, Eren, está muito... Enganado.

– Sem graça! – Exclamei decepcionado. – E se... – Aproximei minha boca de sua nuca e a lambi, novamente suspirou. Assim que assoprei o local lambido, esse se arrepiou por completo.

– I-idiota! – Sua mão foi até o local tocado. – Não faça isso!- Sua voz veio ríspida, me assustando, mas logo compreendi.

– Hmm... Por que não? – Intensifiquei os movimentos em seu membro e mordi sua mão, ouvindo um gemido mudo. Ele me ignorou. – Vamos, Levi... Me responda: Você está com algo por baixo dessa saia...?

Apertei seu membro. – Aah! P-por que você não checa?!

Soltei uma leve risada. – Boa ideia. – Solto seu membro e levanto a saia, apoiando meu queixo sobre seu ombro. E ao ver, sinto meu rosto queimar.

– Gostou do que vê, Eren?

Levi usava uma calçinha.

Uma calçinha bem indecente. Era uma calçinha preta com detalhes de moranguinhos. Uma pequena calçinha que deixava todo seu falo à mostra. Uma calçinha que tinha no elástico, um laço que fazia meus dedos coçarem para puxá-lo.

– Você não me respondeu, Eren. – Sua mão foi até minha face e puxou-me de modo que meu rosto vidrasse ao seu, mesmo com meus olhos ainda permanecidos ali. – Você gostou?

– S-sim!

Sua face aproximou-se da minha e logo capturou minha língua com a sua, aproveitando que minha boca estava aberta. Enquanto eu roçava minha língua na sua, voltei minha mão até seu falo, agora, sem a saia por cima, e voltei a masturbá-lo, fazendo com que seus suspiros saiam enquanto trocávamos carícias. E, colocando meus dedos por dentro da calçinha, acariciava seus testículos.

– Ahh... – Levi escorou-se sobre mim e pendeu a cabeça em meu ombro, dando seu primeiro gemido alto, que a meu ver, acompanhado de sua feição deleitosa, foi uma das sete maravilhas.

– Levi... – Mesmo que fosse ele que recebesse as carícias, quem gemia verdadeiramente ali era eu. Subi minha mão canhota até seu peitoral e percorri minha mão até chegar seu mamilo, pondo-me a beliscá-lo. Minha outra mão estava era coberta por pré-gozo, e por sentir que sua calçinha estava sendo um incomodo, desfiz os laços, empurrando Levi lentamente para frente de forma que ele deitasse, sendo possível perceber sua bunda impinadinha, mas acabei por virá-lo de frente a mim.

Ao encontrar seus olhos azuis escuros nublados, com suas sobrancelhas franzidas e sua boca semi-aberta, ajudando-o a respirar pesadamente, senti impossibilidade de continuar vestido e logo arranquei minha calça, e agora, sendo possível, meu membro saltou de minha ultima peça. Assim como eu, Levi ficou ainda mais vermelho ao notar “o saltado”.

– Eren... — Lambi meus lábios e os mordi, e assim que retirei minha cueca, levei sua calçinha que ainda estava em minha mão, até meu rosto, a cheirei e suspirei. Ainda olhando-o, percebi que sua face ficou constrangida. – N-não cheire, Eren! I-isso é nojento! – Suas sobrancelhas se uniram assim que, para contradizê-lo, lambi a veste. – E-Eren!! – Não evitei rir assim que lambi minha mão com um pouco de suas sementes e ele tampou o rosto com a mão. – Eww Eren!

– Por que tanto nojo, Levi? – Perguntei retirando sua mão de frente de sua face. – Eu já paguei um Blow Job pra você e você reclama disso?

Ficamos nos encarando por alguns segundos e noto que sua face ficou roxa, e logo ele me acerta um chute em meu peito, me jogando pra trás. – Que merda, Eren! – Ele gritou, e se eu não estivesse o vendo tapar seu rosto novamente, juraria que ele estivesse com raiva.

Sentei-me novamente. – Ei, Levi... – Passei levemente meus dedos sobre sua perna ainda vestida da meia. – Você comprou alguma coisa pra eu me divertir mais com você?

– Uh? – Ele abre os dedos e vejo seus olhos afiados entre eles. – Que tipo de coisa?

– Não sei... Uma venda, uma gaiola ou até mesmo um chicote... — Dessa vez, recebo um chute tão forte no rosto que foi arremessado pra fora da cama. Assim que encontrei duramente o chão, senti a grande ardência. – L-Levi!! – Gritei assustado, olhei mais em frente e vi algumas gotas de sangue.

– Eren!! – Ele gritou de volta, sentando-se, fechando seu casaco, envergonhado. – Eu não sou masoquista!!

– E-eu estava brincando, Levi... – Levei minha mão à minha bochecha e gemi com o toque, acariciando assim, por fim.

– O-o quê? – Observo sua feição irritada e envergonhada mudar para preocupada e constrangida. E ele logo levanta, indo até mim, me ajudando a levantar se sentar novamente sobre a cama. – Ah, Eren... – Ele morde seus lábios e passa sua mão delicadamente sobre minha bochecha ferida. Novamente gemi com o toque sobre a mesma. – Venha, vou pegar gelo pra você. – Levi segura minha mão delicadamente e me puxa para ficar de pé, logo me guiando pra fora do quarto.

– M-mas Levi...! E-Eu estou nu...!

– Só tem eu você aqui, não percebeu ainda?

– Heh? – Raciocinei um pouco. – É verdade... Mas hoje não é domingo!

– Liberei os empregados mais cedo hoje.

– Ah, entendi. – Comentei meio envergonhado, enquanto descíamos a escada. Assim que chegamos à cozinha, Levi me pediu para sentar-me sobre a mesa, e mesmo eu recusando, ele me obrigou. – Mas isso não é higiênico.

– Eu mando aqui, Eren. – Afirmou ele, abrindo o congelador. – Então obedeça ao que falo. – Assim que ele pegou o gelo e fechou o congelador, enrolou em um pano e caminhou em minha direção. – Aqui, Eren... – Este tocou lentamente o pano gelado sobre minha bochecha, fazendo um rosto preocupado.

– O que foi Levi? – Acariciei seu cabelo, enquanto o assisti arquear, uma nova vez, as sobrancelhas.

– Desculpe, Eren. – Seu olhar pendeu ao meu, e ao ver sua face meio avermelhada, não deixei de sorrir e puxá-lo para um abraço.

– Não se preocupe. – Depositei um leve beijo em sua bochecha, e ao vê-lo mais uma vez, notei seu pequeno sorriso e dei outro beijinho em sua testa. – Que tal continuarmos o que começamos? – Como resposta, tive meus lábios capturados assim que peguei o gelo de sua mão e lancei-o à pia. Lentamente desci e coloquei-o sobre a mesa.

– Aqui mesmo, Eren? – Ele perguntou sussurrando depois que mordeu levemente meu lábio.

– Por que não? Parece divertido. – Assim que reabri seu casaco, desci meu rosto até seu peito e me pus a mordiscar seu mamilo, logo levando minha mão até sua ereção e voltar a friccioná-la rapidamente. Recebendo alguns espasmos de sua parte. – Sabe o que me lembrei agora?

– O-o q... quê...?

– Desde que comecei a morar aqui, não vi seus felinos. – Subi minha língua até seu pescoço, tendo o meu agarrado, assim que aumentei a velocidade da masturbação, ouvi um manhoso gemido de sua parte.

– Ahn... E-eu não estava na condição de cuidar deles... – Após uma pausa para suspirar pesadamente, voltou à explicação. – Antes que eles adoecessem mais, ahh... Erwin os pegou e se pôs a-ah! A-a tratá-los... Hnn...

Senti um aperto em meu peito, e antes de aumentar a dor, ganhei um sorriso de Levi. – N-não se preocupe... – Recebi um carinho em meu cabelo e apoiei minha cabeça ao seu peito, ouvindo seu coração descontrolado. – Ahh...

Em minha mão senti seu membro pulsar, e antes dele chegar ao seu ápice, abocanhei rapidamente seu membro e o chupei piedosamente, recebendo seu gozo à boca e um longo gemido prazeroso. Assim que engoli o líquido, abri um pouco mais suas pernas e emburrei-o mais ao centro da mesa, assim subindo nesta e posicionando melhor seu quadril, de modo que fosse possível ter uma visão privilegiada de sua entrada.

Soltei um leve riso. – Isso é fascinante. – Comentei, olhando para a imagem a minha frente. Um Levi cansado, avermelhado, com a boca, as bochechas, as orelhas, o membro e a entrada bem rosadinhos. – Não sabia que existia alguém tão... Estuprável.

– Tsc... – Ele apoiou os braços à mesa e fechou os olhos, ainda com a respiração pesada.

– Você parece exausto, Levi. – Lembrei-me da primeira vez, ele não parecia estar tanto assim. – Você quer continuar?

– S-sim... – Ele respira fundo.

– Vou mudar a pergunta então. – Levei minha mão até sua bochecha. – Você consegue continuar?

– Anda logo, Eren. – Ele riu levemente, abrindo apenas um olho para me olhar.

– Estou preocupado, Levi... Não quero te forçar. – Sorri levemente a ele. Só de ter início a tudo isso me sinto extremamente satisfeito.

– Não posso te deixar na mão. – Ele suspirou, olhando melhor pra mim.

– Está tudo bem, quem sabe na próxima? – Aproximei dele e prensei nossos lábios, pegando-o no colo e tirando-o da mesa.

Ele ri abafadamente, colocando o rosto sobre meu ombro. – Desculpe, Eren.

– Não tem problema algum, Levi. – Levei uma mão até seus cabelos, enquanto já subia a escada. – Eu estou imensamente feliz.

Assim que cheguei ao seu quarto, ele me pediu para deitar com ele por um momento, e assim o obedeci, mas logo assustei a sentir sua mão ir de meu peito até o baixo ventre, encontrando meu membro rijo dolorido, por ainda estar “formado”.

– Vou pelo menos, te aliviar. – Assim que tive meu membro envolvido, gemi de primeira, e assim começou com os movimentos de fricção relativamente rápidos, e sem conseguir me controlar, tive alguns espasmos e a respiração fortemente acelerada.

Levei um pequeno susto ao senti sua língua sobre meu braço, beijando-o e mordendo logo após. Levantei seu rosto pelo queixo e trouxe-o para mais perto de mim, e assim que gemi mais alto, capturei seus lábios, envolvendo um beijo lento e profundo. Assim que senti seu polegar roçando minha glande enquanto friccionava rapidamente meu falo, gemi alto em deleite e me desfiz em sua mão.

Olhei pra ele e o assisti lamber lentamente a mão. Não sei se era por vergonha ou por nojo, mas julgando pelo seu pigmento, parece ser a primeira opção. – Levi... – Assim que ele olhou pra mim, envolvi meus braços em seu pescoço e o abracei, beijando levemente seus lábios. Assim que seus braços envolveram minhas costas, trouxe-o para cima de mim, fazendo-o apoiar sua cabeça sobre meu peito. Suspirei e sorri, olhando pro teto, recuperando meu fôlego. – Você é de mais, Levi.

Senti suas mãos soltarem minhas costas e ele arrastar sobre mim até ter seu rosto acima do meu, beijando-me assim. – Eren, eu... Eu sei que é de repente... Mas... – Noto que ele parece nervoso.

– Pode dizer, Levi...

– I-isso é constrangedor. – Ele fechou os olhos e riu levemente, mas logo abriu, direcionando seus olhos azuis acinzentados a mim. Notei que sua mão vasculhava alguma coisa de baixo do travesseiro. – Eren, eu... – Ele puxou ar e cerrou os olhos. De repente sua expressão ficou séria, e me assustei levemente. – Eu, — Noto que seus lábios são franzidos, assim como suas sobrancelhas e sua face roxa.

– ...Levi, o que há? – Mordi meu lábio segurando o riso, já que sua expressão estava se tornando engraçada. Logo ele começa a rir gargalhando e esconde o rosto ao meu ombro, ainda continuando a rir, logo sendo acompanhado por mim. – Que raios...?!

– Não, agora é sério. – Ele voltou rapidamente à expressão séria, já de frente a mim.

– Tudo... Bem. Estou começando a me preocupar.

Assim que ele abriu a boca pra falar, ele voltou novamente a rir, e dessa vez, rolou pro meu lado, parando de barriga pra cima, com a mão destra, que vasculhava algo abaixo do travesseiro, fechada sobre ela. Meio sem entender, me pus a rir ao notar lágrimas nos seus olhos. – Caralho Eren!! – Subitamente ele grita, tapando o rosto com a mão canhota. – Eu esqueci como eu iria falar, raios!!

– Falar o que, Levi?!

– Toma! – Ele abre a mão destra sobre meu peito, e sinto algo gelado cair sobre mim, logo conferindo ser um anel dourado.

– U-um anel...?! – Paro subitamente de rir, agora ouvindo ele bufar.

– Raios, eu tinha treinado tanto...! – Suas mãos centralizaram sobre seus olhos. – Desculpe. Eu fico nervoso quando se trata de você.

– N-nervoso? – Olhei pra ele, percebendo que toda a minha face ardia.

– É, seu magrela idiota! – Ele falou meio nervoso. – Estou te pedindo em namoro!

– N-namoro?! – Rapidamente voei posicionando-me sobre ele. Ele tampa novamente o rosto e acena positivamente. Não resisto em abraçá-lo apertado. – Coloca em mim, Levi! – Mostrei o anel pra ele.

– Tsc. – Calmamente ele pegou o anel e sentei-me sobre sua barriga, distribuindo o peso em minhas pernas para não pesar para si. Sua mão destra envolveu a minha canhota e entrelaçou os dedos, puxando-a para si até chegar a seus lábios, depositando um leve beijo. Assim que abriu meus dedos, meu dedo anular recebeu o anel dourado e distribuímos um sorriso. – Eu te amo, Eren. – Sua mão subiu de meus braços até meu ombro. – Quero que saiba disso.

Aquele incrível sorriso branquinho em companhia àquelas lindas palavras fez meu coração palpitar ainda mais forte e logo me deitei ao lado dele, envolvendo-o em um abraço, beijando-o novamente. – Obrigado... Levi. Por tudo... – Sussurrei contra sua testa, depositando um beijo ali enquanto fazia-o um carinho. E não demorou a dormir. Assim que desfiz lentamente do abraço, abri seu guarda-roupa com cuidado para não fazer barulho e retirei uma coberta. Voltei até si e retirei seu casaco, retirando cuidadosamente a saia que ainda estava vestida e a gola, não me esquecendo também, de retirar as meias. Joguei a coberta por cima de si e voltei a deitar ao seu lado.

Deslizei minha mão sobre sua face, sorrindo levemente, bem feliz. Levi é tão incrível...

E agora, vendo-o dormir, já com parte do corpo descoberta, relembro-me do seu passado ao olhar suas cicatrizes marcadas, que antes, eu não havia percebido. Suspiro relembrando da senhora cujo era chamada de “mãe”. Por que alguém, tão maravilhoso quanto ele, deveria ter passado por tudo isso...? Minha mão circula levemente a área de seu tórax, tronco, ombros e seus braços. Pergunto-me como... Ele aguentou tudo isso.

– Está sem sono, Eren? – Ele perguntou sussurrando, me pegando de surpresa.

– Um pouco... – Sorrio ao ver seu rosto ainda sonolento. — Desculpe por te acordar.

– Não se preocupe. – Suas mãos voltaram para mim, me abraçando. – Adormeça comigo, Eren. – Seus lábios tocam suavemente meu queixo e sua face é encostada em meu peito.

– Boa noite, Levi. – Retorno seu abraço, encolhendo-me mais sobre ele.

– Boa noite, Eren.

– Ah, Levi.

– Hm?

– Eu me esqueci de dizer, — Fecho meus olhos lentamente, sorrindo de leve. – Eu também te amo.

Notas finais
Bom, digo que o lemon que estava em minha cabeça e o que desenhei ganha de LAVADA desse que escrevi. Eu realmente sinto muito por isso, mas já devem ter percebido que venho sem ânimos pra essa fic né? Mas digo que não é por preguiça e nem falta de tempo, nem mesmo por não saber o que postar. Sei lá o que acontece, mas graças a vocês, continuarei firme com a fic. :3 E a propaganda de hoje Ash? Ah, sim! Me esqueci! Gosta de um relacionamento extremamente fofo? Uma história tristinha? Um Eren seme muito fofo? E um Levi uke bem ousado, cujo sabe fazer um bom Poli Dance? Huhu Away From the Sun, cara! Minha nova fanfic. Tenho altas expectativas nela. Sinopse: "Faz um mês e meio que... Inesperadamente um momento vem me perturbando. Era um dia de neve, como qualquer outro. Madrugada. Eu estava a caminho de meu trabalho. O vento tão forte havia levado meu cachecol e... Um rapaz moreno apareceu. Fizemos uma pequena troca, sua jaqueta marrom pelo meu tão amado cachecol preto e devolveríamos assim que possível. Levo sua jaqueta pro lado e pro outro esperando que nos encontremos para desfazermos a troca. Sinto falta... Do meu cachecol. E como sempre, ao me lembrar, um suspiro corrói o meu ser." Se interessou? Aqui está o link: http://fanfiction.com.br/historia/493010/Away_From_the_Sun/ Obrigada a todos! :3 Até S2