Who are you?

37 Um Dragão Por Vez.


Notas iniciais
Tô feliz que estão voltando a gostar de mim haha Espero que gostem também desse capítulo. ;)

Aquele abraço durou longos minutos, que se resumia a muita saudade acumulada e um desejo insano de estarem grudadas uma a outra novamente. Brittany deixou que o peso que estava em suas costas fosse dividido com Santana, que por sua vez dividiu a força que tinha com a loira.

— Eu senti tanto a sua falta. – Britt quebrou o silêncio.

— Eu também, meu amor. – Finalmente afastou seu rosto do dela e a encarou. – Eu também senti muito a sua falta. Por isso, eu quero muito, muito, mas muito mesmo, pedir desculpas a você. Eu te abandonei, eu te deixei pra trás. Eu fui negligente com seus problemas, eu estive tão focada em mim, que eu acabei me esquecendo de olhar pra você, que tanto me ajudou, que sempre esteve ao meu lado. E isso me dói tanto.

— Santana, ei. – Segurou o rosto dela com as duas mãos. – Está tudo bem. Eu escolhi assim. Fui eu quem resolveu te contar meias verdades, ou até mesmo esconder a minha real situação.

— Por que você fez isso? Por que você me tirou da sua vida? – Brittany soltou o rosto de Santana e virou o seu próprio. – Me responde, eu quero saber. Pensei que nós fossemos...

— O quê? Amigas? Amantes? Intimas? Você foi embora com a sua noiva.

— Porque você me pediu. Você disse que era pra eu levá-la comigo, tentar me lembrar, ter certeza do que eu sinto.

— Eu sei! Mas o que eu quero dizer é que... Não era justo. Não era justo eu te cobrir com a minha sombra se eu pedi pra você se dedicar a Dani. Além do mais, se não era ela, era o seu amigo que nos interrompia. E também as coisas foram acontecendo muito rápidas... Eu... Eu perdi o controle da minha vida. – Santana voltou a abraçá-la.

— Bom, não se preocupe. Santana Lopez chegou pra te ajudar a botá-la no trilho. Então, vamos por partes. Me conte essa história das fotos. O que foi isso? Quinn me mandou uma mensagem desesperada, dizendo que você estava mal, que precisava de mim. Meu coração ficou na mão.

Brittany suspirou fundo, deu uma meia volta na frente da latina, passou a mão no seu cabelo e desabafou.

— Eu estava sendo chantageada, ok? Eu cheguei aqui na segunda-feira e a Marley me deu o envelope cheio de fotos intimas nossas. Quero dizer, pessoais, mas só uma comprometedora, a do beijo que foi a que publicaram.

— Por que você não me contou? Eu pagaria a chantagem, ou eu mandaria alguém atrás da pessoa, não sei... Eu não permitiria que fosse a público, que te expusessem dessa forma, eu...

— Eu pedi que publicassem, Santana.

— Ou eu poderia ter ido atrás pessoalmente... — Continuo a falar, mas quando se deu conto do que Brittany havia dito, parou um pouco confusa. — Calma, você o quê? Eu acho que eu não escutei direito, eu acho que eu estou com algum problema.

— Não, você escutou muito bem. Eu pedi que publicassem as fotos e antes que ralhe comigo, eu te peço perdão, eu manchei a sua imagem também, me desculpa. Num momento que está tentando conquistar a confiança de seu conselho, eu te envolvo num escândalo.

— Brittany, acha que meu conselho liga pra minha sexualidade? Eles querem ver os números, que vão muito bem, obrigada. E mesmo que importasse, eu iria me impor. Eu não enfrentei uma família toda pra ter medo de uns engravatados. Eu me preocupo com você. Seu pai, seu marido... Por que você fez isso? Eu não entendo.

— Porque eu fui impulsiva. De novo... Só que dessa vez eu não me arrependo de nada. Não imagina como tem sido essa semana, esses dias que está fora. Primeiro as ameaças, depois a Polícia Federal invadindo a minha empresa. Os prazos com os bancos se findam na sexta e nós não temos o dinheiro pra quitar as dividas, nossos bens serão bloqueados e depois confiscados até o valor de quitar a divida, só que até lá estaremos quebrados. E não há o que fazer, porque devido essa exposição, o valor das nossas ações despencaram, ninguém vai querer pagar o justo por elas nesse momento. Meus bens continuam em processo, terei que garantir uma quantia pro meu filho. Meu marido está quebrado. E pra completar, a cereja do bolo, é que Kitty me confessou que ela não perdeu o bebê como havia dito. Ela teve a criança, que não é filho do Noah, como eu suspeitava, mas sim filho do Sam, meu querido marido.

— Não! Calma de movo. Volta. É muita informação pra processar de uma vez. Kitty teve um filho do seu marido? Mas como assim?

— Lembra que eu te contei que na faculdade ela engravidou e depois que meu pai surtou ela fugiu? Pois bem, o pai da criança é o Sam. E ela preferiu mentir todos esses anos do que me contar a verdade. Acontece que agora, aos três anos, o filho dela está gravemente doente e precisou de um transplante de medula, ao qual o Sam era o único compatível. Só por isso ela revelou a verdade, mas se não fosse por esse fato, ela seguiria me escondendo, me enganando, sabe-se lá até quando.

— Uau! Isso tudo parece uma loucura! Se a minha vida parece um filme, a sua parece uma novela, que quanto mais mexe, mais coisa sai do meio.

— Sim, além de tudo ainda tem as cobranças absurdas do meu pai. Eu surtei! Eu não durmo há dias, eu estou cansada física e mentalmente, meu psicológico está abalado. Está tudo desabando ao meu redor e eu só tenho vontade de chorar. Mas eu não posso. Então, quando me ligaram pra combinar o valor das fotos eu... Eu tive essa ideia maluca. Mas foi o melhor! — Fez uma pequena pausa como se tentasse se convencer do que havia acabado de dizer. — Eu estou cansada de esconder quem eu sou e ser quem querem que eu seja. Além do mais, aceitar essa chantagem seria um poço sem fundo.

— Eu concordo, ok? Eu concordo. Mas você deveria ter conversado comigo. Apesar de tudo e de todos. Eu te daria suporte. Você podia gritar comigo caso eu não quisesse escutar. Mas por você eu paro meu mundo, mudo os meus planos. Não entende que é importante pra mim?

— Talvez meu ciúmes tenha me deixado esquecer... — Disse um pouco envergonhada. — Por falar em ciúmes, Dani deve estar louca, não está?

— Eu não quero falar sobre a Dani. Eu quero falar sobre você. – Voltou a se aproximar dela. – Eu quero que você vá pra casa, tome um banho relaxante, caia na sua cama e descanse. Descanse o quanto precisar, o dia inteiro se necessário, mas você precisa dormir. E não quero ouvir reclamações e nem desculpas. Sei que não tenho direito de pedir nada por mim, mas tenho direito de pedir por Luca. Já pensou o que será dele se você ficar doente? Se você surtar e não tiver condições de cuidá-lo? Quer que Sam seja o único espelho dele? Isso enquanto não for preso. Sua mãe não tem jeito pra criança, você sempre me diz isso e a avó paterna é uma velha preconceituosa. O que será do pobre Luca, hã?

— Credo, não fale assim. Mas mesmo que eu quisesse, Santana. Eu tenho que ficar alerta, minha empresa está passando por uma auditoria e...

— E o que você pode fazer agora? Nada! Além do mais, você vai dormir e quando acordar, vai estar com metade dos seus problemas resolvidos.

— O que você quer dizer?

— Eu quero dizer que eu vou dar o dinheiro que precisa pra pagar sua divida.

— O quê? Agora sou eu quem pergunto: está maluca?

— Não, não estou, pelo contrário. Eu tenho a quantia que precisa sobrando. Como eu disse, os negócios não poderiam estar melhores. Eu vendi meu apartamento que tinha no Canadá, sem contar que eu tinha um dinheiro pessoal guardado que eu ganhei dos meus pais quando eu me formei, que já faz quatro anos. Eu nunca mexi e ele rendeu. Eu não vou ter burocracia pra movimentá-lo, não vou precisar vender nada. Sem contar, que se faltar uma parte, eu posso investir com minha empresa, ou tenho liberdade de pedir um empréstimo que me dariam sem problemas.

— Eu não posso aceitar isso!

— Como não? Não só pode, como deve! E eu não estou te perguntando se quer, eu estou te informando que vou fazer. É o mínimo! Além do mais, não é como se eu estivesse te fazendo um favor, ou te dando de presente. Eu vou comprar ações suas, mas pelo preço justo, pelo preço que outras pessoas não vão querer comprar. E depois, quando estiver tudo estabilizado, eu te vendo de volta, com todas as correções feitas. Eu não tenho interesse nesse tipo de negócio, só o meu já me ocupa demais. Você continuaria sendo a gestora de tudo, normalmente.

— Eu não sei o que dizer.

— Não tem o que dizer, apenas aceitar. Estamos fazendo negócios, como duas empresárias que somos. Enquanto você descansa, eu peço que Spencer me acompanhe até sua casa, juntos redigiremos o contrato, se ambas estiverem de acordo, quando você despertar nós o assinamos e será um peso a menos pra se preocupar. Teremos matado um dragão e depois iremos atrás do resto.

— Meu Deus! Definitivamente você é a minha salvadora! – A abraçou com força e nesse exato momento a porta se abriu de supetão e as duas se afastaram assustadas. – Caroline?

— Eu vim atrás de você pra tirar satisfação dessa situação que te envolve traindo o meu Samuel. Quando me informaram que a latina, a qual é a mulher com quem se envolveu, também estava na empresa, eu imaginei que não poderia haver maior audácia. E ainda, tenho que presenciar uma cena tão intima entre as duas.

— E quem é você pra tirar satisfação comigo de alguma coisa?

— Eu sou a mãe do Sam, sua sogra e matriarca Evans. Eu quem sempre disse que era uma péssima ideia meu filho se casar com uma mulher como você, eu que sempre alertei que era melhor que nosso nome não se envolvesse com os Pierce. Mas não, não me ouviram, só pensaram nos lucros. Aí está... Não podia sair nada bom da filha da empregada. Sim, empregada. Porque não é só porque sua mãe subiu na vida que ela tem classe. Isso vem de berço. Ela não soube educar você e a sua irmã.

— Ela só pode estar de brincadeira, eu vou acabar com essa velha miserável. – Santana avançou para poder chegar em Caroline, mas Brittany entrou no meio.

— Não, Santana, espera. Deixa ela desabafar.

— Desabafar? Não seja ridícula! Eu que devia meter a mão na cara das duas para aprenderem uma boa lição. Não causar essa pouca vergonha que fazem.

— Deixe-me lembrá-la que seu filho também é infiel a Brittany há anos, não com uma, mas várias mulheres por aí.

— Mas meu filho é homem! – Brittany soltou uma risada sarcástica. – Além do mais, no contrato de casamento não havia nenhuma clausula de exclusividade, porque sabemos como os homens são, tem seus casos e...

— E exatamente! Não há nenhuma clausula. E se ele tem direito, eu também tenho.

— Mas ele não te traiu com outro homem. Não chocou a todos e nem feriu nossa image socialmente.

— Será? Será mesmo? A senhora sabe com foi pra mim acompanhar seu filho nas festas e ter que ouvir as fofocas sobre seus casos? Perceber que muitos dos presentes que havia me dado, ele tinha comprado em triplo? Sabe como foi quando soube que uma das amantes trabalha grudadinho a ele? Não sabe, não é? Pois como a senhora disse, minha mãe, a ex empregada, criou muito mal suas filhas. Tanto que as duas fizeram a burrice de ter um filho com Sam. – Caroline ficou paralisada, meio confusa. – Isso, isso mesmo que a senhora escutou. Seu filho amado, o Sam, ele me traiu com a minha própria irmã enquanto estávamos na faculdade. Ele a engravidou, agora estão os três no hospital porque o primogênito dele está adoentado e Sam precisou salvá-lo, a senhora sabia?

— Mas é claro que não. Olha só pra cara dela de gato extrupiado.

— Olha aqui sua...

— Ei! Muito cuidado com o que diz, porque essa latina que está aqui na sua frente, é a mais nova investidora, melhor dizendo, dona parcialmente da empresa. Ela vai comprar uma parte muito bem considerável de ações, o que significará que não iremos pra miséria, o que garantirá que a senhora continue tendo um teto, depois do seu filho e marido terem perdido tudo.

— Já imaginou os tão respeitadíssimos Evans tendo que viver num barraco e excluídos da mais alta sociedade, Brittany? – Debochou Santana.

— De forma alguma! O que seria da Caroline sem seu título de respeitada dama? – Riu Brittany. – Agora se me dá licença, tenho coisas mais importantes a fazer. – Ela pegou sua bolsa em uma das mãos e o braço de Santana com a outra.

Elas foram ao encontro de Spencer, para que as ajudá-se com o contrato de compra de ações. Claro que o fato de estarem andando juntas despertou os olhares curiosos de funcionários, que se metiam a fazer mexericos. Mas Brittany não se importou, ela tinha coisas muito mais importantes pra se preocupar. Além do mais, ela seguia sendo a chefe, ninguém bancaria o engraçadinho com ela. Mas sabia que não seria perdoada pela imprensa. Tanto, que assim que saiu da empresa, seu carro foi cercado por diversos deles, teve que ter cuidado para não machucar nenhum. Em sua residência a cena foi quase a mesma.

— Sabe o que é o pior de tudo isso? Eu não posso reclamar, porque o meu dinheiro vem de pessoas que fazem a notícia como eles. – Disse Brittany ao finalmente chegar em casa.

— Mas sempre há alguns que extrapolam.

— Eu pensei ter ouvido a voz da senhorita Lopez e não me enganei. Dá muito gosto vê-la. – Lisa que tinha Luca nos braços surgiu na sala.

— Lisa! Tenho muito gosto também, senti saudades. – Foi abraçá-la e aproveitou para pegar Luca pra ela. – E muita saudade de você também, loirinho. Não sabe o quanto. – O abraçou com força e encheu o rosto redondo de beijos.

— Ele também sentiu a sua. Chamava a “Sant”.

— Você chamou por mim? É sério? – Segurou ele de frente pro seu corpo e ficou o encarando com um sorriso abobado.

— Sant... – Pronunciou de uma forma meio travada, mas o suficiente pra derretê-la.

— Meu Deus! Es la cosa más bella. – Voltou a beijá-lo.

— Assim eu vou morrer de ciúmes e não sei nem de quem. – Brittany brincou, trazendo a latina de volta ao chão com uma pequena risada.

— Não se preocupe. Ambos somos seus.

Santana devolveu a criança a Lisa que não pode esconder seu sorriso de aprovação, afinal já estava inteirada das notícias. Apesar de ter se surpreendido por nunca ter suspeitado de nada, ficou imensamente feliz. Nos anos que trabalhava ali adquiriu um grande carinho por Brittany e Luca. Além do que, por muito tempo ela fora a única amiga que a loira teve por perto. Então sabia o quanto ela merecia ser feliz com alguém que a amasse de verdade.

— Lisa, cuida do meu príncipe. Spencer, você sabe onde é o escritório, fique à vontade pra iniciar o contrato. Eu vou subir pra descansar um pouco.

— Um pouco não, muito. Vai tomar um banho, eu vou aproveitar e pedir pra Berta te preparar algo leve pra comer. Depois vou me juntar a Spencer.

— Não quero comer nada, acho que só um copo de leite. Depois juro que me alimento melhor, eu preciso mesmo é dormir.

— Tudo bem, eu levo pra você.

Santana seguiu até a cozinha, onde encontrou Berta sentada à mesa lendo um livro de receitas.

— Olha o que os ventos trazem.

— Pois é Bertinha, não consegui ficar longe de você, acredita? – Disse enquanto pegava o leite na geladeira.

— Ambas sabemos que não é bem de mim, mas tudo bem... – Santana parou o que estava fazendo meio sem graça. Ela não tinha vergonha, mas sabia que Berta era idosa e talvez tivesse uma visão diferente da situação. – O quê? Eu escuto rádio. Mas não é como se eu já não soubesse há muito tempo. Se recorda quando eu disse que não era pra ferir minha menina? Eu já sabia! Era só olhar nos olhos de vocês. Eu estou ao lado da senhora Pierce, a Gabriely, desde que descobriu que estava grávida de sua primeira menina. Eu vi Brittany crescer e se tornar mulher. Também vi quando o amor chegou em seu coração. Mas as recomendações não mudam, não machuque mais ela. Ou já sabe, vai pras minhas panelas.

— Bertinha... – Foi até a mulher e a abraçou meio sem jeito. – Você é ranzinza, mas eu te amo.

— Saia daqui, não abuse de meus bons sentimentos. — Ralhou e Santana riu.

— Ok, sua insensível. – Voltou a fazer o que tinha parado. – Obrigada. E não se preocupe. – Disse da porta, seguindo com o copo de leite até o quarto de Brittany.

Era bom estar presente naquele ambiente familiar, onde tinha recordações boas, pra variar. Ali, ela e Brittany compartilharam bem mais que a cama. Assim que a loira saiu do banho, retirou a latina de seus pensamentos.

— Obrigada pelo leite. – Bebeu o conteúdo do copo e logo depois se acomodou na cama, estendendo a mão para que Santana fosse até ela. – Você está bem? – A morena se sentou na beirada da cama ao lado dela.

— Não. Estou cansada e preocupada. Mas não quero falar disso agora, essa é uma conversa pra quando você acordar.

— Não sei se eu vou poder dormir preocupada com você.

— Vai sim, porque eu vou estar lá em baixo quando você acordar mais disposta e com a cabeça mais relaxada, então poderemos falar de tudo sobre mim. Mas primeiro, vamos cuidar de você. Você é a prioridade agora.

— Obrigada. – Sorriu. Um sorriso sincero que a muito não surgia em seu rosto, um sorriso que apenas a latina era capaz de arrancar.

— Não tem que agradecer. Agora descansa. – Deu um suave beijo no meio da testa dela e se levantou.

— Santana, espera. Ainda a pouco você disse na sala que era minha. Eu estou confusa quanto a isso, quanto aos sentimentos, Dani... O que quis dizer?

— Brittany, relaxa? Será que é tão difícil assim? – Ambas riram. – Eu sou sua. E é isso que você tem que saber. Mas depois conversamos, agora me obedeça e descanse. – Fingiu uma voz mais dura.

— Eu vou. Mas antes, só mais uma coisa. Me beija?

Santana não teve como recusar aquele pedido e nem queria. Ela voltou a se abaixar um pouco, segurou o rosto de Brittany e a beijou, com toda a saudade que carregava dentro de si e toda vontade que tinha desde que voltou a vê-la. Seus lábios se encaixaram na mais perfeita harmonia, suas línguas se encontraram com desejo, que teve que ser controlado, pois não era o momento. Com carinho a latina se afastou e Brittany aceitou, tomando aquilo como uma certeza: Sim, Santana era dela.

Notas finais
E agora? Está melhor? haha Encontro vocês no meio da semana. Até o próximo. ;*