Notas iniciais
Sorry, I'm late! (E bota late nisso D: ) Com esses feriados, minha família de Minas aqui e mais uma série de outras coisas loucas que aconteceram na minha vida nos últimos dias, ficou difícil vir aqui. Me perdoem por isso. Gostaria mesmo de ter vindo antes, infelizmente não deu. Mas ok, eu vim o/ (antes tarde do que nunca) Espero que gostem do cap :) Não deixem de comentar! Beijinho!

A luz do luar entra timidamente pela janela da cabine do Capitão. Hook acomoda a rainha delicadamente sobre a cama de solteiro e se posiciona sobre ela, com cuidado. Seus lábios pressionam os dela com paixão. Aquele não era o local ideal, mas talvez o espaço reduzido deixasse as coisas mais interessantes. Seu gancho corre pelo corpo da mulher e desliza seu vestido para cima, fazendo-a estremecer mediante ao contato do metal frio com sua pele. Desce beijando o pescoço feminino e seguindo para o vale entre os perfeitos seios da mulher. Regina ergue os braços e tira com cuidado o colar que enfeita seu pescoço. Agilmente, tira o casaco do pirata e sua camisa branca. Suas mãos passeiam pelas costas largas enquanto a dele trabalha no zíper de seu vestido. Os beijos que ele deposita em seu corpo a alucinam tanto que não consegue pensar e tampouco controlar-se. Os gemidos simplesmente insistem em sair incoerentemente de seus lábios, concordando com o toque da língua dele. A rainha sente sua roupa deslizando por seus ombros e por suas coxas, na direção oposta. A boca do pirata envolve um de seus seios ao mesmo tempo em que seus dedos ágeis tocam sua feminilidade e ela não pode deixar de gritar, sentindo seu corpo reagir a cada carícia, preparando-se para ele.

Hook continua com seu trabalho, traçando caminhos com a língua pelo corpo da mulher, descendo por seu peito, seu ventre, puxando o vestido para baixo, deslizando-o pelas longas pernas e lançando-o em um canto qualquer, até chegar no ponto que sua boca tanto desejava e concentrar-se em acariciar o sexo feminino com ela. Regina sente sua cabeça rodar. De repente, suas mãos não sabem como agir, suas palavras perdem todo o sentido e tudo ao redor simplesmente desaparece. Tudo se resume àquele toque delicioso e todas as sensações que ele proporciona. Está perto. Perigosamente perto. Deliciosamente perto. E então ele para, e ela sofre com o abandono. Seu peito sobe e desce, ofegante e isso o faz rir. A rainha o envolve com suas pernas e em um gesto ágil e ousado, inverte as posições. Suas mãos correm rapidamente para o cinto dele e tentam desatá-lo, sem sucesso. Enfurecida, ela movimenta os dedos e o objeto surge em sua mão. Sem cerimônia ela o lança ao monte de roupas que já estavam no chão. Não demorou até que pirata estivesse também completamente despido.

– Gostei da sua tática, amor. Muito mais rápido despir alguém dessa maneira.

– Não me provoque, pirata. Posso arrancar seu coração.

– Verdade. Mas não vai querer fazer isso.

– Por que não?

– Por que não precisa tomar algo que já é seu. E você não quer me destruir.

– Acho bom você me provar que realmente vale a pena.

– É pra já.

O pirata enlaça a cintura da rainha e com um leve esforço, torna a inverter as posições. No entanto, são surpreendidos por uma forte onda que chacoalha o navio, fazendo com que caiam no chão. Uma grande tempestade se formava do lado de fora e a chuva não demoraria a vir. Regina rola por cima dele e ele torna a rolar por cima dela, propositalmente. Suas testas se encontram em um gesto carinhoso enquanto ambos caem na gargalhada.

– Se não se importa, acho uma boa ideia nos livrarmos disso aqui por enquanto. – Ela tira o gancho do homem com cuidado. – Não quero sofrer nenhum acidente.

– Não gosto de ficar sem meu gancho, mas se te deixa mais segura, posso fazer esse esforço. Eu sei compensar a minha deficiência.

– Vai ter que provar que sabe mesmo.

Ela ergue a sobrancelha sugestivamente e ele faz o mesmo, em resposta. Inesperadamente, Hook abocanha um dos seios da rainha e ela grita, surpresa. A mão masculina acaricia seu corpo, descendo por sua cintura, seu quadril, suas coxas. Regina afasta os joelhos, oferecendo-lhe melhor acesso e permite que suas unhas arranhem as costas largas do pirata sem nenhum cuidado. Seus lábios se encontram outra vez, devorando-se impiedosamente. A rainha desliza os dedos pelo peitoral do homem, seguindo por seu abdome e encontrando o que tanto procuravam. Ele já estava rijo, pronto. Sorri maliciosamente e toma-o em suas mãos, brincando, pressionando e acariciando. Mordisca a orelha do capitão e geme em seu ouvido, provocando-o. Killian já não pode – e nem quer – resistir. Afasta os dedos da rainha, e estando novamente em liberdade, desliza para dentro dela impiedosamente, fazendo a gritar outra vez.

Regina suspira e movimenta seu corpo junto ao dele, apreciando cada segundo da dança deliciosa e ousada. Suas pelves bailam animadas à meia luz, lançando-se uma a outra de um modo ritmado. Logo, as vistas começam a escurecer e não há mais nada além do toque um do outro. As respirações ofegantes somadas aos galopes de dois corações e aos gemidos incoerentes que escapam de uma ou outra boca. Continuam assim durante longos minutos até que por fim, estremecem. Ela primeiro e ele logo em seguida, para terminarem esparramados, um nos braços do outro, no chão da cabine do Capitão.

A chuva começa a cair do lado de fora, forte, impiedosa. Killian acaricia os cabelos da rainha com cuidado e admira suas bochechas rosadas por alguns instantes. Contempla seus olhos ainda escurecidos de desejo e se convence mais uma vez de que fez a escolha certa. Era aquele o lugar onde gostaria de estar e era ela a mulher que gostaria de ter.

– Não tenho como voltar para casa agora.

– Tem sim. Já vi você fazer isso várias vezes. Movimenta essa sua mãozinha linda e desaparece em meio a uma fumaceira roxa. Mas você não quer ir e eu realmente acho que deve ficar.

– Você está certo. Belle vai ter que cuidar de Rose esta noite.

– Não é como se eu já não tivesse pedido isso a ela.

– Pois então você presumiu que faríamos sexo e eu dormiria com você?

– E não é o que estamos fazendo, querida? – Ele ergue a sobrancelha em um tom divertido.

– Fico feliz que tenha pensado nisso. Acho que podemos nos divertir bastante esta noite. Só que antes – Ela se levanta e o puxa pelo pulso – deveríamos voltar para a cama. Apesar de apertada, é mais confortável.

– Nisso tenho que concordar com você.

Os dois acomodam-se sobre o colchão estreito, um de frente para o outro. Suas testas se encostam em um gesto íntimo e seus olhos dizem milhares de palavras mudas. Sorrisos brotam em uma e outra boca e carícias partem de uma ou outra mão, delicadas, um suave carinho. Por fim, adormecem felizes. Os corações encontrando conforto um nos braços do outro, como tanto desejaram.

~~oOo~~

Continua...

Notas finais
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