Warrior Soul

15 A verdade sobre o passado


Notas iniciais
Capitulo 15!! Yay!!
Aqui vamos ver dois inimigos se unirem.. Teremos uma revelação sobre o começo da fic que deixará Bulma muito aflita, e um pequeno suspense no final...
Não será um capítulo emocionante, mas será muito importante, teremos até uma pequena demonstração de ciúmes do nosso príncipe :D
No mais, desejo uma boa leitura a todos! ♥

Zarbon cerrou o punho com raiva. Ao contrario do que imaginava, não estava conseguindo muitas informações boas. Mas para sua surpresa, um alienígena que estava sentado ao seu lado bebendo esboçou um sorriso e olhou de canto para Zarbon.

_ Acho que posso ajuda-lo com algumas informações sobre esses dois, Zarbon. – disse, e o soldado de cabelos verdes olhou para o alienígena loiro de pele azul ao seu lado.

_ Você por aqui? – Zarbon perguntou surpreso.

O alienígena deu um ultimo gole na bebida a secando e se virou pra Zarbon.

_ Depois que Freeza preferiu você a mim, decidi largar tudo e vir pra cá. Creio que Freeza não está sentindo minha falta no seu exercito!

_ Com certeza não, Sauzer. Você desistiu de servir Freeza, não apenas por que você não era fiel a ele, mas principalmente por que sabe que sua força nem se compara a nossa que tem a honra de servi-lo!

_ Haha, e você parece nunca perder a piada, não é mesmo?! Pode ter certeza, estou muito melhor aqui.

_ Estou vendo. De certo você é daqueles que passa o dia bebendo pra se esquecer da vida.

_ Talvez minha vida não seja “tão” interessante como a sua. Mas me sinto muito melhor passar meus dias bebendo do que ter que “servir” a Freeza. Não sei como você tem estomago pra isso! Você e aquele gordo rosa do Dodoria. Parecem uns cachorrinhos.

_ Acho melhor essa conversa parar por aqui! – disse Zarbon se irritando. – Você disse que pode me ajudar com algumas informações sobre a garota de cabelos azuis e o Saiyajin... Você com certeza deve conhecê-lo, ele era o “príncipe dos saiyajins”, Freeza destruiu seu planeta alguns anos depois de decidir entre você e eu para servi-lo pessoalmente.

_ Eu sei, eu o conheço.

_ Você os viu por aqui então?! Sabe pra onde eles foram?! – perguntou Zarbon torcendo pra que ele tivesse uma boa informação sobre os dois.

Sauzer riu baixinho e olhou nos olhos de Zarbon.

_ E o que eu ganho pra lhe dar essa informação? Você sabe que eu não faço nada sem receber algo em troca.

_ Argh, Maldito! O que você quer?

_ Uma nave.

_ Uma nave?!

_ Sim, uma nave. Você me consegue uma ou não? Caso contrário eu não conto nada do que eu sei!

_ Está bem! Conte logo que eu dou um jeito de lhe conseguir uma nave, se é isso o que você tanto quer!

Sauzer sorriu, respirou fundo e fechou os olhos, como se fosse pra tentar lembrar melhor de quando os viu ali.

_ Há mais ou menos um mês atrás. – ele começou a falar. – Eles vieram até esse planeta... E Nappa, que estava com eles veio até...

_ Nappa?! – perguntou Zarbon perplexo interrompendo o alienígena que falava. – Como assim, “Nappa”? Ele não devia estar morto?!

_ Morto? Não sei, por que ele deveria estar morto?! Foi ele quem veio falar comigo!

_ Vegeta me disse que havia o matado! – disse agora com raiva. – E eu acreditei nele!! Provavelmente Raditz também está vivo então!! Maldito!!! Ele mentiu pra mim!!

_ Haha, como você é idiota! E aposto que está procurando por eles por que fez mais uma idiotice de perdê-los, não estou certo? – falou com um sorriso sínico no rosto.

Zarbon fechou seu semblante e não respondeu, se sentindo ofendido.

_ Ora, cale-se! Diga logo o que tem pra me dizer! – resmungou.

_ Então, continuando... Depois que eles vieram até esse planeta, Nappa veio até eu pedindo um favor... Pra pegar a garota de cabelos azuis sem que Vegeta visse e a levasse pra longe, assim, eu poderia ficar bom ela. Claro que eu aceitei, ela era realmente linda! Mas o idiota do Nappa disse que cuidaria do resto pra que Vegeta decidisse ir embora sem a levar junto, porem, enquanto eu esperava Nappa pra me dar as ultimas noticias dizendo que tudo tinha ido bem, Vegeta apareceu e antes de levar a garota com ele, me deu um soco... Aquele maldito é incrivelmente forte, me deixou agonizando no chão de dor por alguns minutos e logo foi embora a levando com ele. Nappa não veio falar comigo depois disso, provavelmente estava com vergonha de me encarar depois do que aconteceu. Aquele infeliz!

Zarbon ficou pensativo olhando para um ponto cego na parede, apenas digerindo tudo o que Sauzer lhe falou.

_ Nappa pediu isso? Por que ele iria querer que levassem a garota? – ele pensou em voz alta.

_ Ele não me disse o porquê, apenas queria que a levasse sem que Vegeta visse.

_ Claro, provavelmente porque se Vegeta soubesse de alguma coisa o mataria. Vegeta e a garota são algum tipo de amantes. – ele disse sem olhar para seu companheiro de conversa. – O macaco deve gostar mesmo daquela vadia. Ir atrás dela por ter sumido...

_ E quem não gostaria?

_ Se eu soubesse disso antes, teria a matado na frente dele, provavelmente ele sofreria mais, mas quem iria imaginar que o príncipe orgulhoso dos saiyajins pudesse sentir algo além de ódio dentro dele? – comentou Zarbon que riu baixinho. – Isso é realmente interessante, Freeza vai adorar saber.

Sauzer olhou para Zarbon vendo uma expressão satisfeita no seu rosto. Parecia estar planejando alguma coisa.

_ O que está planejando, Zarbon?! Eu te conheço... – comentou Sauzer.

_ Sauzer, eu vou precisar da sua ajuda. Você vai comigo procurar eles por esse universo. Mas antes precisamos achar uma forma de rastreá-los e encontra-los!

_ Por que não olhamos nos registros de naves que entraram e saíram do planeta? Eles têm um controle sobre isso aqui, ninguém é capaz de entrar ou sair sem antes ter a nave registrada, é um meio de segurança que o planeta adota. Podemos ter mais pistas por lá...

_ Vamos ver isso agora, depois eu te conto meu plano. – disse Zarbon. – Mas preciso saber... Você está comigo nessa??

_ Pode confiar em mim Zarbon. Quero ver você acabar com Vegeta por ter tirado a garota de mim, mas tem que me prometer que eu poderei ficar com ela depois.

_ Como você quiser. – falou Zarbon sorrindo malignamente.

E mais duas semanas se passaram lentamente.

Ao todo, já fazia quase quatro meses que ela estava na companhia dos saiyajin e que perdeu tudo no seu planeta natal.

Não sabia dizer ao certo se estava levando aquela situação bem, estava sendo muito diferente do que imaginava. Ela sentia como se que aos poucos estivesse fraquejando e não aguentando mais ficar ali.

Nappa a odiava, eles nem se olhavam. Raditz era indiferente com a presença dela ali, mas ainda sim, eles trocavam às vezes algumas palavras. E Vegeta... Era sempre o mais egoísta, e o pior de tudo era que Bulma, depois que ele a beijou, começara a sentir algo dentro dela. Ela estava gostando dele?!

Independente disso tudo que tinha acontecido, eles ficaram confusos e sem se falar naquele primeiro dia, mas depois, fingiram que nada tinha acontecido e continuaram com suas vidas normalmente, porém por dentro, não só Bulma, mas Vegeta também, queriam muito mais, e terminar o que começaram. Vegeta pelo menos confiava mais nela agora, depois de ter provado a si mesmo que a terráquea estava ali apenas pra ajuda-los.

Mas sim, apesar de fingirem que nada tinha acontecido, eles olhavam-se diferente, e Bulma agia diferente. Ela nunca ficou sem jeito na frente de quem gostava. Na Terra, ela sempre gostava de provocar e deixar claro o que ela queria pra quem ela gostava. Mas ali, parecia tudo diferente que quando ela se aproximava de Vegeta não sabia como agir. Talvez por Vegeta ser daquele jeito arrogante, ou ser quem ele era?

Mas ela tinha esperanças ainda que em algum momento ela teria a oportunidade certa pra conseguir ficar com Vegeta novamente. E se essa nova oportunidade surgisse ela não iria perde-la como perdeu na primeira vez.

Naquele dia Bulma verificava alguns projetos que tinham sido começados por seu pai. Ela tinha os trazido junto em uma das capsulas que pegara com pressa antes de fugir da Terra. Talvez ela encontrasse algum projeto que fosse útil para eles naquele momento, ou alguma coisa que ela poderia aproveitar para construir outra.

Encontrou muitos projetos de aero carro, casas, motos, e tudo o que a corporação capsula fabricava. Variedades de moveis e decorações, e coisas que não seriam muito úteis na sua atual situação.

Ela suspirou cansada, e levantou-se, levando consigo os muitos projetos do seu pai, enquanto ia pegar algo pra tomar no refeitório.

Encontrou Raditz comendo um enorme sanduiche, e dando um meio sorriso pra ele caminhou até seu destino, a geladeira, e pegou uma latinha de bebida, a primeira bebida que Vegeta havia oferecido a ela logo que chegara à nave.

Enquanto isso, ia folhando os projetos, até chegar em um projeto com um papel de cor avermelhada escrito tudo em caneta preta, aquilo chamou a atenção dela, e então ela parou nele pra ler enquanto abria a latinha pra tomar aquela bebida que ela aprendera a gostar.

Seus olhos percorriam com rapidez pelo papel e por todas as letras escritas nele.

E ela gelou. Deixando cair a latinha que segurava em sua mão no chão.

Raditz olhou assustado pra ela. Bulma estava imóvel com a boca levemente aberta, olhando fixamente para o papel. Ela pareceu ficar mais pálida do que já era, e Raditz levantou-se preocupado.

_ Ei, garota!! – ele chamou, mas Bulma não se mexeu nem respondeu. – Ei! Garota, você está bem?! – e aproximou-se dela.

Bulma pareceu sair de seu estado de transe quando sentiu Raditz tocar o seu ombro e a puxar pra olhar pra ele.

_ Ei, ei! O que aconteceu?! Você não parece bem...

_ Ah... Eu... Eu... – ela tentou falar, mas abaixou seu olhar novamente para o papel em suas mãos deixando uma lagrima escorrer, e Raditz olhou para onde Bulma olhava, vendo o papel vermelho nas mãos dela.

_ O que é isso?! – perguntou confuso. Por que um pedaço de papel poderia deixar a garota daquela forma tão estranha?!

E Bulma olhou nos olhos de Raditz por um tempo, vendo que poderia confiar nele. Então, desviando o olhar de Raditz, ela criou coragem e falou:

_ É um... Projeto feito pelo meu pai...

_ Hm... Um projeto?! E por que você parece tão mal por causa disso?! – perguntou.

_ Ele... Ele sabia, Raditz... – respondeu com a voz fraca. – Ele sabia, por algum motivo, que a Terra seria atacada!!

Raditz ficou sem fala, apenas olhando para a garota na sua frente.

_ Ele sabia? Como?

_ Eu não sei... Não diz nada aqui... Só diz em uma anotação que... “Preciso salvar Bulma antes de a Terra ser atacada. Ela não pode ser levada por eles”... É outro projeto de nave muito diferente dessa em que estamos. Não é tão grande... E... Eu acho que ele estava construindo essa nave pra eu fugir... Mas ele não me falou nada... Por que, Raditz? O que realmente aconteceu?!

E novamente, Raditz ficou sem fala.

_ Não sei, Bulma... – pronunciou pela primeira vez o nome dela. E era visível a confusão, tanto nos olhos dela, quanto nos olhos de Raditz. Ele sabia que tinha algo a mais ali, mas não sabia o quê.

_ Se... Se ele queria me salvar pra eu não ser levada por alguém... Por que não me levaram? Eu desmaiei e quando acordei tudo estava destruído, não tinha ninguém vivo! Eu me lembro de meus pais serem mortos na minha frente... De eu tentar fugir, e desmaiar com um ataque contra mim... Mas... Por que então não me levaram quando eu desmaiei?! Alguma coisa deve ter acontecido... E meu pai sabia o que era... Por que ele nunca me contou nada?!

Raditz pensava, e pensava. Ele assim como Bulma, também estava curioso com tudo aquilo. Mas antes de ele poder falar alguma coisa, Vegeta entrou no refeitório, encontrando Raditz com as mãos no ombro de Bulma e ela bem próxima dele com um papel na mão.

Poderia não ser nada de mais, mas foi o suficiente pra deixar Vegeta irritado pela aproximação dele com ela e então ele estreitou os olhos para eles e cruzou os braços. Raditz viu e se afastou de Bulma.

_ Pensei que você tinha descido aqui pra comer, Raditz. – ele alfinetou e Raditz rolou os olhos, entediado com a frase de Vegeta.

_ Não precise ficar com ciúmes, Vegeta! Só estávamos conversando! – respondeu Raditz também cruzando os braços e sorrindo ao ver Vegeta ficar vermelho de raiva.

_ Argh!! Cale-se, Raditz!

_ Bem... – Bulma falou. – Raditz só estava me ajudando com esse projeto novo, Vegeta... Mas, agora já está tudo resolvido... Obrigada, Raditz. E estou sem fome, não vou jantar hoje. – e dizendo isso Bulma saiu para seu quarto deixando os dois sozinhos, e quando estava saindo, deu de cara com Nappa que também descia pra jantar como Vegeta.

Nappa a ignorou, e entrou no refeitório.

_ Isso é verdade? – perguntou Vegeta a Raditz. – Por que ela iria querer ajuda sua pra um projeto? Você não entende nada dessas coisas!

_ Não foi nada demais... Ela só queria uma opinião sobre o que fazer. – mentiu. Se Bulma não tinha contado a verdade pra Vegeta naquele momento era por que a Terráquea não queria que ele soubesse do que tinha descoberto, pelo menos não naquele momento.

_ Hunf. – Vegeta bufou e sentou-se pra comer.

_ A terráquea pedindo ajuda pra Raditz? Eu morro e não vejo tudo! – comentou Nappa que recém havia chegado e também se sentou pra comer, começando a encher seu prato de comida.

_ E o que ela está criando agora? – perguntou Vegeta a Raditz. – É algo bom?

O Saiyajin pareceu engasgar com a própria saliva com a pergunta de Vegeta e engoliu em seco.

_ Bem, ela pediu pra ser surpresa pra você! – disse e Vegeta se mostrou indiferente, mas se perguntando o que seria, e apenas começou a comer, pois estava com muita fome.

E assim que todos os três estavam satisfeitos, cada um se dirigiu para seus quartos dormir e descansar pra mais um dia de treino no dia seguinte.

Ela abriu os olhos, lentamente.

Não fazia muito tempo que tinha pegado no sono. Toda aquela história do projeto do seu pai a deixara muito angustiada e sem sono.

Por isso demorou a dormir, e assim que dormiu, não demorou pra acordar de novo.

E pra piorar acordou sentindo-se muito mal. Sentia dor em todo seu corpo, e olhou para suas mãos, completamente ensanguentada.

Seus braços estavam machucados, com profundos cortes que não paravam de sangrar. E estava presa pelos pulsos com correntes que iam até o chão, a imobilizando.

Lagrimas caíram de seus olhos.

Como pode ter se esquecido de tudo o que tinha acontecido?

Ela já não tinha mais noção de quantos dias estava naquele lugar fétido. Os outros a sua volta já haviam morrido por não aguentar viver daquela maneira, sendo todos os dias agredidos por alienígenas sem coração e sentimentos, e o cheiro de seus corpos em decomposição era a cada dia mais repugnante.

E ela sentia que em pouco tempo seria a próxima a morrer, pois seu corpo já não aguentava mais tanto sofrimento. Seus lábios já não tinham mais cor e estavam rachados pela falta de agua, assim como sua garganta que estava seca. Sua respiração não era mais tranquila, ela sempre tinha que fazer força pra continuar respirando.

E tudo doía. Tudo.

_ Ora, ora. Acordou minha querida? – uma voz fina quebrou o silencio percorrendo por todo aquele salão escuro iluminado apenas por uma pequena janela alta, e ela o viu se aproximar, sentindo o medo a invadir cada vez mais. Sempre que ele aparecia, o sofrimento começava.

Ele era um alienígena baixinho, seus braços e pernas tinham cor rosa com listras horizontais pretas, usava uma roupa que ela lembrava ser muito parecida com as que Vegeta usava, tinha uma enorme cauda com a mesma textura de seus braços e pernas, mas na ponta era roxa, assim como o topo de sua cabeça, que tinha o mesmo tom de cor roxo seguido por dois chifres laterais. Ele era assustador.

_ Vamos, anime-se! Tenho uma surpresinha pra você! – ele disse e fez sinal para dois soldados que o acompanhavam, eles saíram da sala e em menos de dois minutos estavam de volta com Vegeta e Raditz imobilizados.

_ Freeza! – Vegeta gritou e se debateu pra se soltar dos braços que o seguravam. – Eu vou matar você!! – e com um pouco mais de esforço conseguiu se soltar se aproximando de Freeza.

_ Huhuhu, bom menino! – ele disse encarando o saiyajin. – Pensei que você tivesse vindo até aqui para resgatar ela! – Freeza falou apontando para Bulma do outro lado da sala e só então, Vegeta a viu.

_ B-bulma! – ele gaguejou baixinho o nome dela, vendo ela quase morta e sem forças pra nada, seu coração pareceu parar em ver Bulma naquele estado tão decadente.

_ V-vegeta... – ela também disse em resposta, tentando olhar pra ele, e então, Vegeta olhou mortalmente para Freeza de novo com mais raiva ainda.

_ Seu filho da mãe!!! – ele gritou. E partiu pra cima do tirano, mas o seu rival com o mínimo de esforço fez Vegeta cair apenas com um soco.

_ Você não é páreo para mim, Vegeta! Sabe qual é o problema de vocês, macacos saiyajins? Vocês acham que são os melhores, e tentam vir lutar com uma força insignificante! Vocês são... Como você fala mesmo?... -Uns vermes-! É isso o que são!!

_ Grr! Cale a boca! Eu ainda não sou o Super Saiyajin, mas eu estou muito mais forte do que quando eu trabalhava pra você!! – ele gritou e novamente, partiu pra cima de Freeza com mais força ainda.

Dessa vez, Freeza teve que tentar se defender, pois Vegeta o atacava cada vez com mais força e raiva. Mas mesmo assim, o tirano bateu em Vegeta, o fazendo voar até o outro lado da sala batendo na parede com muita força e a quebrando.

Bulma gritou, e Raditz tentava inutilmente tentar se soltar dos braços de um dos soldados de Freeza para ajudar Vegeta, mas não conseguia.

Vegeta abriu os olhos quase sem força e olhou pra Freeza que estava rindo dele, e então Freeza o matou sem nenhum esforço, apenas fazendo uma rajada de Ki atravessar seu peito.

_ NÃO!! VEGETA!!

Notas finais
Então quem sequestrou a Bulma foi Sauzer, alguém lembra dele?
E alguém aí poderia imaginar que o pai da Bulma sabia de tudo o que aconteceria? E por quê ele queria salvar a filha? Algum palpite? Vamos descobrir melhor sobre isso em um capítulo especial em "Destiny" Além de ser um gancho pra alguns próximos capítulos, que será quando Bulma vai descobrir toda a verdade.
E O que esse final tem haver? O Final é importante pra explicar alguns ganchos que eu deixei ao longo da fic
Revelações no próx.