Warrior Soul
16 Doce Tortura
Notas iniciais
Bulma então descobriu que seu pai sabia que a Terra seria atacada, e se aproximou mais de Raditz, confiando nele. Zarbon e Sauzer estão juntos, procurando por Vegeta e Bulma.
Mas nesse capitulo, Vegeta e Bulma darão um segundo passo no relacionamento deles. Será que agora vai?
E pra quem ainda não leu também, segundo capitulo de Destiny adicionado: http://migre.me/acZJH
Agora, vamos parar de enrolação e vamos ao capitulo!
Vegeta permanecia deitado de costas na cama olhando para o teto.
Estava pensativo demais pra conseguir pegar no sono, e seu corpo estava hiperativo, sem conseguir relaxar. Não havia gostado nada de ver Raditz próximo de Bulma.
E foi em um de seus momentos de devaneio, que algo o trouxe a realidade.
Um grito.
Um grito assustado e desesperado vindo do quarto ao lado.
Em um sobressalto Vegeta se levantou com seus sentidos apurados.
Quando ouviu novamente.
_ NÃO!! VEGETA!!!
E então, seguindo o destino daquela voz correu até o quarto de Bulma, com seu coração estranhamente acelerado, como se estivesse sentindo um pouco de medo.
Ele abriu a porta do quarto dela sem bater, sem permissão e entrou.
Parou ao encontrar uma Bulma em prantos sentada na sua cama, entre soluços e gemidos de medo.
_ B-bulma? – ele balbuciou baixinho o nome dela, pela primeira vez.
Ela limpou rapidamente as lagrimas que insistiam em cair, fingindo não estar chorando, e não olhou pra cima para encará-lo, e então vegeta se aproximou cautelosamente.
_ Ei, garota! – falou tentando manter a voz firme.
Mas Bulma não respondeu, queria muito chorar, mas não podia. Não na frente de Vegeta.
_ Ei, garota! O que houve? – falou novamente esperando por uma resposta.
Bulma finalmente então, ergueu sua cabeça para encará-lo, e ele viu seu rosto vermelho, e ela não conseguiu mais segurar. Lagrimas e mais lagrimas escorreram pelos seus belos olhos azuis, que no momento estavam muito assustados, como se ela tivesse visto um fantasma.
_ O que houve? – perguntou mais uma vez, mas dessa vez sentando-se na beira da cama. – Você chamou meu nome. – ele disse firmemente. – Aconteceu alguma coisa? Nappa ou Raditz vieram fazer algo com você? – perguntou incrivelmente preocupado.
_ N-não. – a terráquea finalmente falou, tão baixinho e fraco que Vegeta mal pode ouvir. – Foi Freeza... – ela disse voltando a secar as lagrimas. Não queria chorar, queria ser forte.
Vegeta arregalou seus olhos sentindo seu coração, que até então estava acelerado, parar.
Freeza?
Olhou para os lados daquele quarto escuro a procura de alguma presença, mas nada, estavam sozinhos ali. Ele então se voltou para a terráquea, confuso.
_ Você disse... Freeza? – perguntou de modo que sua voz pareceu engasgar ao pronunciar o nome do inimigo. – Por quê?...
Bulma engoliu o choro para dentro de si. Secou seus olhos embaçados pelas lagrimas e respirou fundo. Estava ainda muito assustada e com medo, que chegava a estar tremendo.
Olhou para os olhos de Vegeta, e decidiu que ele deveria saber. Estava se sentindo tão sozinha e precisava compartilhar isso com alguém.
_ Estou com tanto medo... – ela disse num sussurro. – Não aguento mais isso Vegeta! Eu quero ir pra casa! Quero minha família de volta!!
_ Você não pode ter sua família de volta, eles morreram, todos morreram! Entenda isso! Freeza os matou e você está sozinha agora! – disse Vegeta com frieza.
_ Para... PARA! – Bulma gritou com raiva esquecendo-se do seu medo por alguns minutos. – Para com isso Vegeta!! Como você pode ser tão grosso e insensível?!?! Você tem o mesmo sentimento que uma porta! Nenhum!!! Você não é nem capaz de compreender o que eu sinto! Você é um monstro Vegeta! Um monstro!
Vegeta ficou serio e em silencio olhando para o escândalo que Bulma fazia. De certa forma algo mexeu com ele quando Bulma o chamou de monstro com tanta raiva e nojo.
_ Escute aqui garota! – ele falou e a segurou pelos braços a fazendo olhar pra ele. – Você gritou meu nome e me fez vir até aqui pra ouvir você falar isso de mim? – perguntou com raiva. – Sua louca!
Bulma olhou profundamente pra ele.
_ Eu não pedi pra que viesse aqui! Eu só estou com muito medo e me senti sozinha demais. Sinto falta de ter minha família por perto nesses momentos difíceis... – ela disse, lembrando-se que seu pai sabia o que estava pra acontecer com a Terra.
Eles ficaram um tempo em silencio, apenas olhando um para o outro. Até que Bulma desviou o olhar dele e puxou delicadamente a alça do baby doll que usava pra dormir, que até então estava caído sobre seu ombro. E Vegeta então saindo de seu estado transe limpou a voz e falou:
_ Eu quero saber por que você falou de Freeza? – perguntou. – Me responda!
_ Olha, Vegeta, eu prefiro não falar nada, ok? Esquece isso e volte pro seu quarto...
_ Não! Você gritou meu nome desesperadamente e quando eu chego aqui disse que foi por causa de Freeza! Por quê? Eu não entendo!
Bulma se mexeu desconfortavelmente na cama, enquanto os dois olhos negros de Vegeta a fitavam esperando uma resposta.
Ela sabia que ele não iria sair dali enquanto ela não lhe contasse o que aconteceu, por isso respirou fundo tentando manter o controle de si mesma ao ter que se lembrar do momento horrível que vivenciou há pouco tempo.
_ Eu tive um sonho... – ela começou a falar. – Não apenas um sonho, era real. – disse num tom de voz fraco, cansado. – Tenho tido esse tipo de sonho desde que eu cheguei aqui, e você sabe disso... – sim ele sabia. – Antes, pensei que era apenas por causa do medo do que eu pudesse encontrar viajando com vocês. Mas com o passar dos dias, e a cada novo sonho, eu comecei a entender que meu medo não influenciava nisso, pois está cada vez pior, cada vez mais real... – ela disse tudo com a cabeça baixa e olhou pra Vegeta que estava serio. – Eu sei que parece loucura, e deve ser mesmo... Eu devo estar ficando louca...
_ Continue. – disse Vegeta firme e ela o olhou, confusa, sem jeito. E começando a lembrar dos seus sonhos, novamente, começou a sentir o medo a invadir pouco a pouco. Sua pele ficou arrepiada e então ela abraçou os próprios braços a procura de conforto pra finalmente, voltar a falar.
_ São sonhos com Freeza.
_ Como? – perguntou Vegeta. – Você nem o conhece, como pode sonhar com ele?
_ Eu não sei... Eu só sei que é ele! Porquê... – começou a falar, mas a voz falhou e não conseguiu mais pronunciar nenhuma palavra.
_ Porque, o quê? Fale logo, isso está me irritando! – disse com raiva.
_ Porque eu vejo você lutar contra ele nos meus sonhos! No começo eu não sabia quem ele era, por que eu não entendia. Antes, eu apenas sonhava com aquele mesmo ser, me machucando e fazendo-me sofrer... Depois eu comecei a ver você e Raditz, mas ainda sim eu não entendia o que estava acontecendo, até você enfrentar Freeza e lutar com ele, chamando e gritando o nome dele... Mas você reclamava sempre de ainda não ter se transformado no Super Saiyajin... – ela disse com a cabeça baixa. – E então, hoje eu vi Freeza matando você...
Vegeta não esperava ouvir aquilo, e ele não sabia o porquê, mas se sentiu mal.
_ Eu não sei por que sonho isso! – admitiu Bulma. – Mas estou com medo, Vegeta, muito medo! – falou com a voz fraca e lagrimas insistindo em escorrer pelos seus olhos.
Vegeta não olhava pra ela, olhava para o chão, tentando entender.
_ Isso é só um pesadelo! – ele disse com a voz fraca e quando foi se levantar pra sair dali, Bulma o segurou e ele olhou pra ela.
Bulma o soltou, mas Vegeta não saiu dali, continuou sentado no mesmo lugar.
_ Eu não quero que você morra por causa de mim, Vegeta. – ela disse abaixando o olhar.
Vegeta fechou os olhos e passou a mão no rosto. Não sabia o que pensar, não sabia o que fazer. Estava atordoado com o que Bulma disse. “É apenas um sonho” ele repetiu mentalmente a si mesmo. “É apenas um sonho”. E respirando fundo abriu os olhos e passou a encarar Bulma novamente.
_ E por que eu morreria por causa de você? – ele perguntou depois de alguns segundos em silencio. – Eu não faria uma idiotice dessas!!
Bulma o olhou.
_ No meu sonho, você tenta me encontrar, e por algum motivo eu estou com Freeza. Só que você não havia ainda se transformado em Super Saiyajin, então, acaba morrendo...
_ Eu já disse! Isso é apenas um maldito sonho, garota! Isso é ridículo!! – falou imponente, mas ainda no fundo estava um pouco incomodado.
_ Mas por que parece tão real?! Por que eu sonho com Freeza se eu nem o conheço?! Por que, Vegeta? Por quê? – disse e viu que Vegeta a olhava com um ponto de interrogação. – Eu não quero que você morra Vegeta! Eu não quero!! – e dizendo isso, instintivamente o abraçou, quase sem pensar. Ela precisava de um conforto naquele momento, e Vegeta era o único que poderia dar a ela isso, mesmo sendo quem ele era.
Vegeta ficou imóvel por um tempo. A aproximação dela o fez sentir seu cheiro muito mais forte, como no dia em que a beijou, e isso só lhe trouxe essas lembranças que ele insistia em tentar esquecer. E uma sensação estranha começou a crescer dentro dele.
Sensações que aumentava como um desejo incontrolável de toma-la em seus braços e terminar o que haviam começado naquele outro dia.
Droga. Ele tanto que lutou contra esse desejo. Todas as noites quando ela invadia seus sonhos sedutoramente, fazendo com que ele pudesse sentir seu gosto, seu toque e seu cheiro. Maldição, ele estava ficando maluco mesmo!
_ Garota... – falou Vegeta tentando afastá-la, mas não era o que seu corpo queria. — Me solte! – ele insistiu, mas Bulma apenas se afastou um pouco e olhou nos olhos dele, se ele quisesse realmente se afastar teria o feito há muito tempo, pois tinha força pra isso, mas seu corpo o traia querendo ficar cada vez mais próximo.
Seus olhares haviam se encontrado, e ficaram, quase num delírio, olhando um para o outro, como se quisessem desvendar o que cada um sentia através do olhar. Vegeta sentia seu corpo correspondendo ao seu instinto, com uma vontade sobre-humana em querer tocá-la e sentir novamente seus lábios contra os seus.
Ele nunca havia se sentido dessa forma antes, tão vulnerável, como se não conseguisse ter controle sobre si mesmo, justo ele que sempre conseguiu controlar seus instintos.
Vegeta via que Bulma estava confusa, mas podia sentir algo á mais vindo da Terráquea, um olhar ardente e intenso. Ela o desejava desde que, por algum motivo, ele havia tomado seus lábios. Foi desde aquele dia que ela começou a ver Vegeta de outra forma, começou a perceber pequenos detalhes, e a sentir-se diferente na presença dele.
Ela não ficava orgulhosa de ter começado a sentir algo por ele e de deseja-lo, alias, sentia-se envergonhada de sentir-se assim, pois Vegeta não era o “príncipe” dos seus sonhos.
E mesmo assim, mesmo sabendo que talvez fosse errado, ela se condenava desde aquele dia por não ter aproveitado mais aquele momento entre eles, que ela achava que nunca mais voltaria a se repetir. Mas sentia seu corpo quente, e um desejo incontrolável em voltar a viver aquele momento com Vegeta.
Vegeta olhava para os olhos dela, e indo à beira da loucura, a beijou, expressando o que queria, o que sentia. Sentia que se ele se segurasse por mais tempo iria enlouquecer. Ele precisava dela, e via no rosto da menina o quando ela o queria também. Além de sentir seu forte cheiro de excitação, que o fez perder a noção de tudo.
_ Você me quer, Vegeta?! – ela perguntou após se afastar dos seus lábios pra pegar ar.
A resposta dele não foi com palavras, foi com um beijou ardente, fazendo com que um calor invadisse seus corpos. Ele não queria pensar, não queria falar, apenas agir.
Ele sabia que não era o certo, e uma vozinha o dizia pra parar, mas parar estava fora de cogitação. Ele havia perdido completamente os sentidos.
Vegeta só queria naquele momento, tocar Bulma, beijar ela, e sentir seu corpo, seu calor, seu cheiro. Nunca nenhuma mulher havia o deixado tão maluco, tão ansioso. E dessa vez, Bulma poderia dizer “não” a ele novamente, que ele não iria parar. Era um desejo insano.
Vegeta esquecendo-se de tudo e de todos, apenas intensificou o beijo com Bulma, mas ele não queria que aquilo terminasse logo, queria ir com calma e aproveitar cada segundo ali. Então, ele envolveu os braços na pequena cintura dela e a trouxe pra mais perto de si.
Bulma percebendo que ele também a queria, começou a tentar intensificar o momento, mostrando a ele que dessa vez ela o queria, e muito. Então começou a acariciar os cabelos do saiyajin dando leves sensações prazerosas que lhe percorria a espinha.
Bulma estava saboreando cada vez mais daquele beijo, que parecia que nunca a deixaria satisfeita, sempre querendo mais e mais.
Até que Vegeta parou. E Bulma o olhou com seus olhos grandes sem entender, seu rosto rubro pela excitação e era visível a decepção nela por ele ter parado. Vegeta não pode deixar de rir levemente.
_ Calminha. – ele sussurrou ao pé do seu ouvido, fazendo Bulma sentir sua respiração e logo em seguida, viu Vegeta afastar o fino lençol que a cobria para o lado, deixando ela livre pra ele, e então ela sentiu as mãos do saiyajin deslizar sobre sua perna subindo lentamente num toque firme e decidido, invadindo por baixo de seu baby doll até chegar aos seus quadris, a segurando firmemente, em seguida sentiu algo macio e peludo envolver em sua perna, assustou-se num primeiro momento, mas logo depois relaxou ao ver que era apenas a cauda de Vegeta que a segurava possessivamente.
E então Vegeta foi deitando Bulma aos poucos conforme ia ficando por cima dela, levando sua mão mais para cima, começando a retirar o baby doll de seu corpo. Deslizou até chegar aos seus seios fartos e macios, onde parou pra acaricia-los enquanto beijava o pescoço de Bulma a fazendo soltar um leve gemido de sua boca.
Ele não podia acreditar que estava fazendo aquilo novamente, tocando em Bulma. Mas a verdade era que ele não queria parar, queria continuar, mais e mais. Ela era como algo delicioso, que ele ansiava em poder provar.
Seus pensamentos impróprios que tinha com ela desde que havia a beijado, além de seus sonhos eróticos com a terráquea, finalmente estavam se concretizando. Talvez assim ele pudesse ter um pouco de paz depois sem ficar fantasiando com ela todas as noites antes de dormir, pois já teria tornado aquela fantasia real.
Pelo menos era o que ele imaginava, que pudesse ter paz depois de ter Bulma.
Vegeta queria descer mais seus beijos, e então, puxando seu baby doll, finalmente se livrou do empecilho que cobria o corpo de Bulma, revelando seu corpo escultural ao príncipe, que a admirou querendo se livrar de suas próprias roupas e possuir Bulma o mais rápido possível.
Mas queria ir com calma e aproveitar cada momento, cada toque. Então respirou fundo e se concentrou, descendo finalmente seus beijos pelo corpo da cientista, chegando aos seus seios beijando-os com toda calma que conseguia, queria deixar Bulma louca também, pedindo por ele. E já podia ouvir a respiração ofegante da sua amante, e sua mão ainda o acariciando na sua nuca enquanto a outra o puxava pelas suas costas para ficar mais próximo dela.
Bulma nunca havia se sentido tão entregue a alguém como se sentia com Vegeta. Se na primeira vez que se beijaram ela estava tensa e confusa, agora ela estava relaxada e decidida de que era exatamente aquilo o que ela queria, pois não pretendia apenas viver na sua imaginação esse momento com Vegeta.
Sim, ela descobrira que estava sentindo algo por aquele saiyajin, mesmo sabendo que provavelmente ele não sentia nada por ela a não ser desejo.
Mas isso já não importava, ela apenas queria satisfazer seu desejo tendo ele, pelo menos uma vez.
Foi quando ela sentiu uma das mãos de Vegeta começar a descer pelo seu corpo lentamente, entrando por dentro de sua calcinha, sua ultima peça de roupa, e chegando a sua parte mais intima do corpo, a tocou sentindo-a pronta pra ele.
Seu toque foi capaz de fazer o corpo de Bulma vibrar em resposta, e começou a acaricia-la introduzindo dois dedos, fazendo-a tentar abafar um gemido de prazer.
Bulma o segurou forte nas suas costas apenas querendo senti-lo, sentir seu toque, não sabia o porquê de estar tão entregue a alguém como Vegeta, mas era como se seu corpo chamasse por ele e ela não poderia impedir isso.
Vegeta desceu os beijos pela sua barriga e retirou a ultima parte de roupa que a cobria, deixando-a completamente nua. E então a lambeu saboreando seu gosto e assim continuou, enquanto a provocava com seus dedos a fazendo gemer.
_ V-vegeta! – ela falou entre um gemido e outro, deixando o saiyajin maluco, e então Vegeta tirou sua calça, que era a única parte de sua roupa que usava.
Ele já não sabia quanto tempo mais poderia aguentar, mas sabia que Bulma não aguentaria mais tempo essa doce tortura, e a provocando mais ainda, ele deitou-se por cima dela, a beijando ferozmente, fazendo com que ela o sentisse pronto para possuí-la.
Vegeta parou de beijar Bulma para olhá-la profundamente em seus olhos. E então, encontrando o olhar dela, ele se preparou para senti-la cada vez mais.
_ Você ainda tem a chance de desistir. – ele falou roucamente para provoca-la.
_ Não! Eu quero você... Vegeta! – ela respondeu quase sem voz.
E o saiyajin sem poder conter o sorriso que se formou no canto do seu lábio, não pode resistir a tais palavras de Bulma e a invadiu de uma vez só, fazendo a cientista soltar um gemido, seguido de outros.
Ela apenas queria se permitir sentir Vegeta dentro dela, entrando e saindo freneticamente em um movimento firme. Enquanto sentiu sua cauda, macia a segurar em volta de sua coxa mantendo ela no lugar.
Bulma arquejou o corpo querendo senti-lo cada vez mais dentro, erguendo levemente seu quadril. E Vegeta podia sentir como ele a preenchia em cada centímetro e ele ronronou quando sentiu as mãos delicadas de Bulma acariciar sua cauda, como se soubesse que aquele era um ponto sensível onde deixava o saiyajin muito mais excitado.
Ele se sentia como se estivesse no paraíso perdendo-se dentro dela cada vez mais conforme Bulma o chamava pelo seu nome, pedindo que não parasse e que fosse mais rápido.
Vegeta podia sentir que já estava perto do fim, do mesmo modo como via que Bulma também logo chegaria ao seu limite.
E com um gemido profundo chamando por seu nome Bulma sentiu suas pernas bambas quando chegou ao fim, estava ofegante, e logo após, Vegeta fechou os olhos derramando seu liquido dentro dela.
Ele respirou entrecortado e sentia seu coração palpitar dentro do seu peito. Parecia que havia perdido suas forças e se permitiu cair deitado ao lado de Bulma.
Ela apenas o abraçou deitando no peito dele.
Vegeta por um momento quis afastá-la, mas o único movimento que conseguiu fazer foi envolver seus braços ao redor do pequeno corpo quente de Bulma.
Ficou olhando para o teto sem pensar em nada, apenas tentando controlar sua respiração para voltar ao normal. Quando sentiu que Bulma havia acalmado também e parecia que, além disso, já havia adormecido.
Sem muita escolha, fechou os olhos e adormeceu logo em seguida.
Notas finais
Eles vão conseguir resistir a tentação de ficarem juntos de novo depois da primeira vez?
Bem, a resposta veremos nos próximos capitulos! A partir de agora vamos ver que a Bulma vai começar a se tornar muito mais parecida com a do anime!
E quem está acompanhando e gostando, deixe um comentário ou critica, isso é muito importante pra mim! ♥
Fale com o autor