Wall Street: Amor X Poder
16 Trader
Notas iniciais
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é verídico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Vamos a mais um capítulo...
Trader – Termo americano, aceito internacionalmente, para identificar o indivíduo que opera no mercado financeiro.
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O jogador está de volta!
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– Música sugerida (Little Things — One Direction) –
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Junte um sonho e a insuportável ânsia de vê-lo realizado... Juntou? O resultado disse é Edward Cullen saindo do Plaza Hotel tendo ao seu lado sua esposa, depois da romântica noite o casal estava partindo para a lua de mel em direção a uma das maravilhas naturais mais visitadas por casais recém-casados... Ilhas Fiji... Sugestão do próprio Cullen aceita de forma imediata pela noiva... A intenção do rapaz era estar em um lugar onde roupas fossem o menos importante... Acho que Edward queria ter liberdade e acesso livre a sua esposa se é que me entendem, é Edward estava realizada, vivendo seu sonho de forma intensa e aproveitando cada pedacinho dele...
– O que foi? Perguntou Isabella enquanto o motorista do veiculo onde estavam encontrava dificuldades no transito caótico de Manhattan. – Está silencioso demais e esse sorriso bobo...
– Estou feliz, não posso? Devolveu e Isabella sorriu de volta.
– É claro que pode... Na verdade eu acho que deve. Disse a moça ao receber um beijo no ombro e outro próximo a sua orelha trazendo arrepios ao seu corpo...
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Paisagens montanhosas, águas cristalinas que contrastavam com o azul do céu, areia branquinha... Fiji, o arquipélago de trezentas e vinte ilhas com uma beleza característica, localizado ao Sul do Oceano Pacífico, possui ilhas desertas que podem ser exploradas por quem deseja se deparar com um cenário paradisíaco, além das ilhas que oferecem inúmeras atrações ao ar livre a pratica de surf e mergulho são atividades comuns ou simplesmente sentar na areia e tomar um drink feito com alguma fruta exótica da região... O destino do nosso casal era Turtle Island um cenário semelhante ao filme Lagoa Azul... Sim o local completamente intimo com acomodações para no máximo quatorze casais além de paradisíaco era exclusivo com suas quatorze praias privadas, ou seja, uma praia para cada casal...
– Bom dia... Me chamo Aisha e serei a Mama Bure de vocês enquanto aqui estiverem! Disse a negra sorridente ao receber o casal na entrada da ilha, a jovem senhora responsável por tudo da cozinha ao serviço de lavanderia, passando por guia turística a instrutora de mergulho...
– Bom dia! Disseram em uníssono... Aisha os conduziu a casa já preparada para recebê-los... O local entre o rustico e o moderno trazia conforto total em meio à tecnologia atual...
– Feliz? Perguntou Edward enquanto Isabella dava um laço em sua parte de baixo do biquíni sob o olhar atento e faminto do marido.
– Me diz se é possível não estar? Devolveu agarrando o rosto do seu amor e lhe dando um beijo em seguida...
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Dizer que já estivesse acostumado a dormir ao lado de Bella seria verdade, mas velar seu sono, ouvir seus resmungos e até mesmo frases soltas enquanto dormia seria sempre um espetáculo maravilhoso e deliciosamente apaixonante... Apaixonante... Edward sentia-se assim a cada segundo ao seu lado... Ali naquele lugar paradisíaco estavam tendo a oportunidade de estreitar a intimidade, conhecendo-se um pouquinho mais, o tempo era todo deles... Não que a ausência de Daniel fosse algo bom, longe disso... Mas poder manter a atenção apenas entre os dois estava sendo sim recompensador, revigorador...
– Não Edward... Tira a mão daí... Dizia embolado e o rapaz sorriu ao constatar que estava povoando os sonhos da mulher que amava... Delicadamente beijou os lábios que formavam um biquinho delicado de birra.
– Eu amo você senhora Cullen! Disse baixinho e Isabella se acomodou em seu peito sem cerimonia alguma enquanto o som do mar e a brisa fresca da madrugada invadiam a suíte iluminada apenas pela lua...
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Passeios exóticos... Compras... Isabella estava adorando aquele lugar... A visita ao templo Sri Siva Subramaniya localizado no centro da cidade de Nadi chamou a atenção do casal pelos detalhes multicoloridos, o local construído e decorado por artesãos da Índia era realmente um diferencial... O que dizer de Tavoro Falls, no Parque Bouma que preservava 150km de floresta tropical ao longo da Ilha Tauveni, ao todo o parque contava com 3 quedas d’água e várias trilhas, Edward descobriu em sua esposa uma disposição invejável, vestida em um curto shorts jeans com uma regata lilás e chapéu na cabeça, Isabella realmente parecia uma aventureira embrenhando-se na mata sem contar o momento em que tirou as roupas deixando o biquíni purpura enfeitar seu corpo para o deleite do marido e se juntando com o mesmo deu um mergulho em uma daquelas quedas d’água que formava um lindo lago, sim Isabella surpreendia o rapaz deixando claro que não era a patricinha enjoada de Manhattan... O sorriso de fascínio e felicidade era permanentemente estampado no rosto de ambos...
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Todos os noticiários anunciavam em primeira mão que Charlie Swan havia sido detido pelo FBI para prestar esclarecimentos...
– Sua corretora foi a causadora de um dos momentos mais dramáticos em Wall Street senhor Swan... É mais do que justo que apresente a seus antigos investidores uma satisfação...
– Senhor Newton a única satisfação que posso dar é a que sempre declarei... O mercado financeiro é um jogo de risco, por anos fui bem sucedido e do dia pra noite me perdi em meio a uma escolha errada! Declarava Charlie sentado ao lado de seu advogado tento o agente do FBI Mike Newton a sua frente.
– Isso não basta, eles querem documentos que ao menos comprovem a perda por conta da escolha...
– A questão é que passei por um assalto e nesse me levaram além de valores em espécie todos os documentos contidos em meu cofre na corretora e são exatamente esses os documentos que iria hoje entregar-lhe rapaz para provar o que digo...
– Está dizendo que entraram em sua sala no condomínio onde mantinha a sua corretora e arrombaram o seu cofre levando justamente os documentos que compravam sua falha em escolher a empresa que com sua queda levou você a falência e todos os seus investidores a uma perda astronômica? Perguntou o rapaz quase sorrindo debochado... Aquilo era golpe e do mais barato.
– Veja que irônico destino o meu... Disse o Swan.
– Por que não acionaram a policia de imediato denunciando esse ato criminoso? Soltou Newton.
– Ora agente, se viríamos até aqui por que chamar a policia, quem mais competente do que o FBI para solucionar tal crime? Declarou o advogado John Jenks... A conversa pairava entre ironia e deboche da parte do advogado e do próprio Swan... Mike sabia que sem provas não tinha como incriminar Charlie Swan, iria é claro seguir o protocolo e ir até o antigo escritório do Swan, mas sabia que lá encontraria uma cena forjada... O que o homem havia feito, se é que havia feito, e o rapaz jurava que sim... Que Charlie tinha dado o golpe em cima de seus clientes e do mercado financeiro, estava sendo muito bem camuflado... Sem os documentos não havia possibilidade de culpa-lo ou indicia-lo, além do fato dele estar ao que constava falido... As contas em seu nome no país estavam negativas indicando que, como o próprio Swan declarava, os seus bens se perderam na queda da bolsa naquela época tendo apenas poucos valores que estavam servindo de recursos para sobreviver como o homem dizia além dos bens móveis e imóveis bloqueados pela receita federal... O fato de ter se ausentado do país fora considerado uma infração e Charlie Swan saiu pela porta da frente da sede do FBI em NYC depois de pagar fiança no valor de mil dólares.
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– A pofessoia Cloe deixou a gente faze pintuia na aqualela... Dizia seu pequeno contanto sobre o dia que tivera na escola.
– É mesmo meu amor? Que bom... Falou Isabella com a voz embargada nem se importando com os atropelos de seu fofinho ao subtrair os “Rs” das palavras.
– É sim e eu fiz um quadlo... QuadRo bem bonito pa você mamãe. Afirmou empolgado.
– Oh gatinho... A ma... Mamãe logo vai ver...
– Tô com saudade... Disse baixinho.
– Eu também estou... Enorme meu amor! Afirmou respirando fundo sentada no colo de Edward, com a cabeça encostada em seu peito... A moça colocando o telefone no viva voz permitiu que o marido participasse da conversa.
– Como vai amigão? Perguntou Edward fazendo carinho nos cabelos da esposa que agora chorava de saudades de seu filhote.
– Papai... Soltou uma oitava acima. – Papai o tio Emm me deu mais um ca... CaRRinho pa minha coleção! Disse alegre.
– Isso é fantástico carinha... Quando chegarmos eu vou ver... Disse sorrindo...
A conversa durou mais de uma hora e só encerrou-se porque vovó Esme chamou o pequeno para o jantar e Isabella com esforço se despediu de seu fofinho...
– Ele está bem querida, foi ontem na fonoaudióloga e recebeu elogios por seu esforço...
– Ele está tomando as vitaminas? Questionou.
– Todas as manhãs... Está tudo sob controle, não precisa se preocupar com nada. Declarou a sogra bem humorada...
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A deliciosa refeição preparada por Aisha resumia-se a filé de salmão grelhado com especiarias, uma salada tropical em um arroz branco, algo leve depois do dia de mergulho que ambos desfrutaram próximo a lha Wayasewa... A questão é que o jantar não estava sendo servido na sala de jantar da casa em que estavam hospedados e sim em um platô nas águas cercado por lamparinas que com a coloração amarelada davam um toque ainda mais romântico sendo completado por um australiano Chardonay da casa Down Under, o vinho ricamente saboroso só tornou ainda mais perfeito o momento.
– ... Quando você levantou a voz e deixou a todos naquele auditório perplexos eu tive a certeza... Essa mulher me ganhou aqui... Dizia Edward se referindo ao dia em que viu Isabella enfrentar um importante economista em uma conferência em Yale quando ainda eram estudantes, ele um veterano e ela uma caloura.
– Deus... Eu acho que estava louca ou sei lá... Dizia rindo se recordando do momento.
– O seu determinismo e coragem me motivam... Disse fazendo-a olha-lo nos olhos.
– Eu tenho tão pouco de corajosa... Sou na verdade uma covarde...
– Não diga isso... Quem foi a mulher que ganhou o prêmio Wall Street? Questionou apertando sua mão em cima da mesa.
– Eu não ganhei prêmio algum... Quem ganhou foi a corretora! Disse revirando os olhos sem esconder as bochechas rosadas de vergonha.
– Ora essa... Nós ganhamos por conta de seu projeto! Afirmou firme. – E eu idiota fui grosseiro com você na primeira reunião... Disse bufando dramaticamente e Isabella riu.
– Eu fui abusada amor... Nunca tinha trabalhado e estava me achando... Realmente mereci um freio... Soltou... Ao retornarem a terra firma se acomodaram ainda a beira mar no futon que ficava em frente à casa, a moça se virando por completo para ele e com as pernas envolta de seu quadril passou a beija-lo encerrando a conversa e partindo para um momento ainda mais romântico tendo a areia e o mar a frente como cenário... Edward espalmou suas mãos na lateral do delicado corpo pressionando-a contra seu membro que começava a reagir àquele contato... – Perdi tanto tempo da minha vida longe de você... Por que Edward? Por que não me deixou vê-lo? Questionava entre os beijos e caricias demonstrando os olhos rasos d’água pela constatação. – Descobrir que eu sempre fui amada assim... Ouvir você corajosamente declarando o quanto me amava... Me deixa quebrada, fui dura com você, distante sempre e...
– Não Bella... Eu que fui um tolo covarde que preferia amar escondido, esqueça isso... Hoje em dia posso dizer que te amo, viver com intensidade e verdade... Eu te amo... Dizia sorrindo colocando-a deitada... A saída de banho rendada foi retirada e Edward passando os dedos pelo abdômen lisinho despertava arrepios na esposa... Isabella alisava os braços e tórax do marido de forma insistentemente possessiva... Abrindo a bermuda e puxando o cordão da sunga preta teve acesso ao membro ereto e pulsante levando o rapaz a suspirar pesadamente com seu toque... O desejo afoite de estarem ligados, unidos, sendo um, se tornava a cada instante mais e mais insuportável e com demasiada pressa se prepararam para o ato despindo-se por completo... Penetrando-a com uma devoção alucinante Edward sentia seu corpo ser recebido, acolhido, aquecido por sua mulher... A sensação de ser preenchida por completo deixava-a já em êxtase... O frenético vai e vem se transformava em uma montanha russa de puro prazer a cada movimento e impulso, Edward com o polegar passou a pressionar o clitóris inchado de Isabella levando-a a borda em segundos sem deixar de beijar, lamber e mordiscar os montículos enrugados de seus seios...
– Edward... Soltou agarrando-se a ele na busca conjunta de se fundir mais um ao outro... – Amor... O etéreo orgasmo atingiu a ambos e o rapaz exausto se acomodou entre os seios da amada que depois de experimentar a sensação transcendental de se ter orgasmos múltiplos passou a acarinhar de forma preguiçosa os cabelos de seu marido levando nos labios um sorriso abobado por conta da sensação de plenitude que a atingia...
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– Vai chamar Charlie Swan para depor? Perguntou Malory a delegada.
– Sim... Com certeza, na verdade a intimação em breve chegará às mãos dele... Dizia Rosalie.
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– Ouvir papai assumindo culpas e arrependido... Foi como um balsamo em minha alma... Dizia Isabella e Edward tentava não transparecer contrariedade em ouvir tais palavras preferindo até encerrar seu café, nada daquilo que ouvia lhe parecia verdadeiro... As impressões eram as piores possíveis... Charlie Swan era na opinião do Cullen tudo menos uma pessoa confiável e sincera. – A única coisa que ainda me incomoda é a história do cheque que ele deu ao tal Eleazar e...
– O que acha de um passeio pela praia? Soltou despertando a atenção da moça... – Não vamos pensar em problemas ok? Quando voltarmos você pergunta isso ao seu pai e pronto... Disse e Isabella assentiu... O melhor era deixar pra lá... Esquecer sua existência e fazer de tudo, de forma equilibrada, para não permitir a influencia de Charlie em sua esposa ou vida a dois...
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– Por que então a existência desse cheque nominal a Eleazar McCain? Questionou Rosalie tendo a sua frente o orgulhoso Charlie Swan.
– Veja delegada... Sempre fui um homem preocupado com ações sociais e ajudar as pessoas sempre me deixou realizado... A moça trabalhava na limpeza do meu escritório... Dar uma ajuda extra não me faria mais ou menos rico...
– Um milhão de dólares não pode ser chamado de ajuda...
– Meu cliente sempre fez caridade... Pergunte as instituições que ele ajudou, terei uma extensa lista em menos de um minuto com o montante... Dizia Jenks e Rosalie sabia que nada poderia culpa-lo ou liga-lo ao crime... Na saída da delegacia já distantes de ouvidos perigosos...
– Você realmente pretendia dar aquele valor ao homem? Perguntou John e o Swan sorriu. — Um milhão Charlie...
– Um milhão a mais, um milhão a menos... Eu estava apenas ganhando tempo e as cópias que ele me apresentou foram por mim queimadas... Nunca mais confiarei em um triturador de papéis... Disse com certa raiva. – Eu sabia que ele tinha os originais colados com alguma fita adesiva, um trabalho demorado eu diria... Num futuro com certeza voltaria querendo mais dinheiro, mas até lá a bomba já teria estourado e eu estaria bem longe como estava...
– Pois é estava e achei que fosse permanecer, ou só aparecer por aqui como visita, mas... Vamos lá Charlie me diga... Qual é o plano? Soltou Jenks intrigado.
– Um pai não pode sentir falta da filha... Querer vê-la se casar...
– Isabella? Charlie... O que está aprontando? Questionou sem entender.
– Por enquanto o que você precisa saber é que preciso de recursos para me manter então, sair do hotel e me instalar em uma residência confortável... O dinheiro que temos lavado através do patrocínio ao idiota do Volture precisa vir para mim por completo...
– É declarar culpa! Afirmou o advogado.
– Mas se ele vier para a conta de outra pessoa não... Disse Charlie sorrindo e Jenks balançou a cabeça em negativa também sorrindo.
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– Querido eu nunca gostei muito de passar horas presa em algum lugar... Dizia Renée diante das ideias do marido... Charlie estava explicando para a esposa que gostaria que a mesma iniciasse um trabalho assistencial com crianças carentes talvez, sua esposa permanecia distante da realidade acreditando que a situação atual do marido era algo temporário, que seus problemas com a justiça não eram sérios, enfim permanecia em seu mundo paralelo como diria Isabella... A ideia era abrir uma ONG e deixar a esposa a frente e dessa ideia se criaria uma empresa e assim o dinheiro lavado iria direto para uma conta em nome da esposa... Sim Charlie Swan iria usar o nome da esposa para poder manter seu padrão de vida... O que ele queria agora era voltar ao jogo, no topo de preferência e com a melhor testa te ferro que poderia desejar... Pensava sorrindo...
– Você não vai precisar fazer mais do que uma visita semanal no local querida! Declarou Charlie e a esposa como sempre concordou, ela sempre concordava, sempre acreditava em tudo o que ouvia vindo do marido...
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Os quinze românticos dias chegavam ao fim... O casal mais apaixonado do que nunca voltada para a sua vida, para seu pequeno... Traziam consigo a certeza do sentimento mutuo, do amor intenso que nutriam um pelo outro...
– Mamãe... Gritou o pequenino, assim que viu os pais, correndo ao passar por baixo do cordão de isolamento que separava o setor de desembarque da recepção do aeroporto... Isabella se ajoelhou para receber seu fofinho, a saudade era intensa...
– Oi meu amor! Disse apertando-o com força ao passo que sentia seu cheirinho de colônia infantil. – Que saudade! Afirmou.
– Eu também tavo! Disse dando um beijo molhada em sua mamãe.
– E aí amigão? Disse Edward e o garoto olhando sorriu para o pai, Isabella soltou-o permitindo que Edward o abraçasse também.
– Demoio essa viagem! Declarou tirando sorrisos de todos.
– As ilhas ainda existem ou vocês destruíram todas? Soltou Emmett de forma maliciosamente brincalhona recebendo um olhar mortal de Isabella.
– Sem graça! Falou entre dentes e o grandão deu uma gargalhada estrondosa.
– A gente vai pa casa? Perguntou Daniel já de volta aos braços da mãe.
– Sim vamos agora! Declarou Isabella.
– Eu tavo de saudade do meu quaito, meus binquedos todos... Dizia abrindo os bracinhos em ilustração.
– E eu estava morrendo de vontade de dar beijinhos... Falava beijando o pequeno e ao mesmo tempo fazendo cocegas... – E mais beijinhos nesse meu gatinho lindo... Concluia e Daniel gargalhava gostoso se contorcendo nos braços da mãe...
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– O que foi papai? Perguntou descontraída observando a forma como ele olhava a tudo dentro de seu escritório.
– É um pouco pequeno... Disse baixo e Isabella sorriu balançando a cabeça em negativa.
– Na verdade eu o acho acolhedor... Tem até espaço para o Dani desenhar... Dizia se sentando no sofá... Ouvir de seus lábios a menção ao garoto não agradava Charlie e para não transparecer mudava rapidamente de assunto.
– Viu o índice de hoje da Dow Jones? Questionou se sentando ao lado da filha.
– Sim... Preocupante, mas não alarmante! Afirmou... A garota sabia jogar... Merda talvez pudesse ter tirado proveito disse muito antes pensava.
– O seu projeto... Esse que levou a Cullen’s a ganhar o premio Wall Street... Me fale mais dele... Pediu o homem e Isabella começou a transcorrer os detalhes... Seus olhos brilhavam a cada descrição... A moça passou a divagar sobre novas ideias, algumas ingênuas segundo a concepção do Swan... — Mas então por que não por em ação todas as ideias? Questionou sabendo que assim despertava o interesse dela.
– Papai... Edward é consciente... Todas as minhas ideias podem até ser boas, mas precisam passar por uma pesquisa mais apurada... Ele acha que é melhor esperarmos, ir com calma...
– Ele está é perdendo tempo em não implantar cada uma...
– Não é assim...
– Não permita que limitem sua criatividade e talento... Como eu fiz... Dizia se mostrando arrependido e a moça é claro se emocionou... A conversa caminhava com empolgação sempre em torno de suas ideias e de como poderiam ser implantadas... No meio da conversa um pequenino apressadinho entrou na sala da mamãe puxando com dificuldade sua mochila de rodinhas.
– Oi gatinho... Disse observando o pequeno com a testa suada e a camiseta suja com algo que parecia ser suco... Logo atrás vinha Edward e ao ver o sogro mudou o semblante de descontraído para sério demais.
– Tô di fome mamãe! Afirmou se aproximando dela que o recebeu em seus braços... Charlie olhava de forma analítica para o menino.
– Já vamos resolver isso... Diga oi para o... Vovô... Meu amor... Soltou virando Daniel em direção ao pai que estava ao seu lado.
– Oi... Disse o pequeno envergonhado... Crianças tem a tendência a ser sempre sinceras demais e para o garoto a presença do pai de sua mãe não era algo agradável, era na verdade intimidante e ele não entendia muito bem o sentimento permanecendo sempre calado em demasia perto dele.
– Como vai Edward? Questionou o homem sem responder ao cumprimento do pequeno, coisa que não passou despercebido pelo Cullen.
– Charlie! Disse firme.
– Tudo bem na escola? Perguntou ao pentear a franja que se encontrava bagunçada na testa de Daniel.
– Teve filminho hoje... Pocuiando Nemo! Devolveu.
– PRocuRando. Corrigiu Isabella e o pequeno fez careta.
– Estávamos falando sobre os projetos de Bella e do quanto eles precisam ser colocados em pratica... O mercado exige novidades e essas cartas são com certeza um grande coringa... Disse o Swan provocando e a moça se dividia entre dar atenção ao filho e ouvir a conversa do pai com o marido...
– Sim... São projetos muito bons e tem minha total atenção... Mas Isabella sabe que riscos seguros, escolhas baseadas em longas analises...
– Às vezes precisamos arriscar Edward... Ser até um pouco intransigente...
– Tiros no escuro ou a ideia de criar um falso Spread não são, por exemplo, cartas com as quais eu goste de jogar... Retrucou fazendo Charlie torcer o nariz... Na mente de Edward passou o relato feito pelo amigo Seth sobre as formas de Charlie conduzir os negócios... Da parte do Swan a intenção era provocar mal estar... Minar aos poucos e Edward não conseguiu se manter passivo...
– Edward... Disse Isabella advertindo-o sem deixar de demonstrar o desconforto.
– Esse velho aqui talvez esteja enferrujado não é mesmo? Soltou Charlie se fazendo de vitima e Isabella estreitou seus olhos para o marido.
– Gente alguém ta di fome? Perguntou Daniel chamando a atenção para si ao afirmar através da pergunta que ele sim estava com fome e completamente entediado pela conversa...
Spoiler —
– ... Ele foi lá para me visitar... Trata-lo com arrogância era desnecessário... Dizia Isabella quando ele se aproximou declarando de forma veemente o seu descontentamento com relação a atitude do marido para com o pai.
– Eu arrogante? Soltou Edward indignado.
– Sim você! Ele só quer estar próximo Edward... Apenas isso... Aquilo sempre foi o universo dele e agora... Agora ele vive distante... Dizia chateada, com os olhos que a instantes demonstravam raiva e agora passavam a tristonhos...
Notas finais
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Se quiser ver o local mais do que paradisíaco em que Edward e Bella passaram sua lua de mel entre na minha página no Facebook - http://www.facebook.com/lu.nandes.58, vocês vão enlouquecer com imagens mais do que fantásticas...
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Obrigado por estarem aqui... Bjos e até terça com um pouquinho mais de Wall Street!
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