Wall Street: Amor X Poder
17 Bearish
Notas iniciais
MaayStewart, Carolpass, paula tex, Cris Rodrigues, DEA, Belita, LahFernandes, Jeey, Sisters_love e Vibella, bjos!
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Alertando que tudo que aparecer sublinhado significa que é verídico, que existe e pode ser pesquisado se você leitor assim preferir.
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Desculpem a demora! Vamos a mais um capítulo...
Bearish– No mercado de ações, indica que a Bolsa está com forte tendência de queda. Termo americano alusivo ao movimento de ataque do urso, feito de baixo para cima.
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– Música sugerida (Don't Watch Me Dancing – Little Joy) –
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Isabella voltou à atenção ao pequeno...
– Nós vamos pra casa e a mamãe vai lhe dar o que comer. Disse passando a mão no rostinho a sua frente.
– Bem vou indo... Princesa... Desculpe atrapalhar seu trabalho... O velho ainda fazia charme satisfeito do tempo que ali passara contando a filha sobre sua situação com a justiça em seu modo arrependido de se portar e se mostrando interessado pelo progresso no trabalho dela...
– Papai você nunca atrapalha! Afirmou se levantando depois de Charlie que se preparava para sair, o velho escondia a euforia vitoriosa de saber que havia atingido Edward e deixado a filha chateada com a atitude do marido... Despediram-se rapidamente e nesse momento Edward mais uma vez percebeu que Charlie não se gradava com a presença de Daniel na vida da filha, Edward se perguntava qual seria o interesse do velho, por que queira tanto se reaproximar de Isabella e aquilo lhe intrigava mais e mais... A moça começou a arrumar sua mesa dando a impressão de que iria embora e o marido percebendo que ela estava séria demais...
– Achei que fosse ficar até mais tarde... Disse.
– Não... Eu adiantei as coisas hoje pela manhã... Vou mais cedo com Daniel... Há dias não vejo seu caderno de atividades da escola... Vamos gatinho? Disse pegando a bolsa e se aproximando do filho que assentindo se preparou também para sair.
– O... Ok! Nos vemos mais tarde então. Disse o Cullen desconcertado sem ao menos receber um beijo de despedida... Depois em sua sala avaliou tudo que ocorrera e se viu enfurecido ao perceber que Charlie havia conseguido deixar a filha chateada usando ele como motivador... – Inferno! Soltou sozinho respirando fundo em seguida... O homem era muito pior do que Edward achava e isso seria um problema pensava o rapaz.
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Isabella seguiu para casa chateada, magoada com a falta de sensibilidade de seu marido para com seu pai segundo sua visão da situação... Sim a jovem acreditava piamente nas palavras do pai que se dizia extremamente arrependido quase que constantemente.
– Vá para o quarto e tire a roupa que a mamãe já vai lhe dar banho... Disse indo em direção a cozinha deixar as sacolas que trouxera depois de passar por uma delicatesse...
– Mamãe? Chamou o pequeno já preparado para o seu banho enquanto Bella separava a roupa com a qual iria vesti-lo depois.
– Sim...
– O PietRo deu um chute na minha toineia e doeu sabe... Dizia e Isabella olhou confusa para ele.
– Como? Perguntou e ele já nu...
– Minha toineia mamãe... Explicou colocando a mãozinha no meio de suas pernas... — O Pieto bateu e doeu bastantão! A cena e a explicação eram com total certeza comicamente meigas apesar de a informação ser importante levando inclusive Isabella a se ajoelhar na frente dele e olhar com atenção para ver se não tinha sido algo grave, mas a história da torneira era o pior...
– Quem disse pra você que isso se chama torneira? Perguntou aliviada ao perceber que não havia um machucado sério.
– O tio Emm... Respondeu simplesmente. – Ele disse que menino tem toRneiRa e menina tem floRzinha! Concluiu com esforço.
– Ah claro! Devolveu Isabella... Os quinze dias de Daniel na casa dos avós enquanto ela estivera fora com Edward foram na sua grande maioria aproveitados com Emmett por perto e a moça imaginava o teor das conversas que Emmett deveria ter tido com o pequeno, a forma como o cunhado denominara aquela parte da anatomia masculina para o seu pequeno levava Isabella a perceber que além de um eterno fanfarrão Emmett tinha seu lado lúdico extremamente desenvolvido e aquilo a faria gargalhar se não fosse.... – Por que o Pietro te chutou? Perguntou ainda preocupada.
– Foi um acidente... Agente tavo jogando bola... Explicou.
– É “estava” e não tavo... Quanto ao jogo precisa ter cuidado ok? Disse empurrando-o em direção ao chuveiro, o assuntou "torneira" resolvido levava Isabella a prestar atenção as coisas que seu fofinho absorvia e em uma nota mental pretendia manter a mesma atenção... Depois de dar banho em Daniel resolveu também se refrescar e deixando-o na sala de TV, tomando um suco no copinho plástico e colorido, foi para o quarto se dedicar a um rápido banho... A cabeça dela girava em torno da conversa com o pai, do que ouvira de Rosalie sobre a história do cheque dita por Charlie a delegada, a cena que vira entre Edward e seu pai... Sua mente girava e girava e seu coração apertado só queria esquecer tudo que acontecera, todos os problemas e transtornos que as escolhas do pai lhe causaram e em seu interior a frase – Ele está arrependido... Ele está arrependido – Gritava para convence-la.
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– Deixa ver se entendi... Ele está dando uma de papai arrependido e ela está acreditando cegamente... Dizia Alice à frente do irmão em afirmativa e Edward reticente assentiu... Alice após uma rápida visita ao marido se despediu passando para dar tchau ao irmão e o mesmo desabafava com ela.
– Aquela raposa velha... Maldito... Soltou sem mais se conter o rapaz.
– Edward é o pai dela! Afirmou e o Cullen se mostrava ainda mais enfezado. – Com Isabella só desenhando entende? Ela é crédula demais principalmente quando mexem com o coração dela, quando a fazem acreditar... E vamos combinar nisso aquele velho é bom... No dia do casamento ela chorou emocionada com as lagrimas de crocodilo dele... Sim ele fez um bom trabalho... Convence-la do contrario agora requer paciência e estratégia... Usar as mesmas armas que ele usa entendeu? Soltou e o irmão sabia que ela tinha razão.
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Edward chegou em casa no horário habitual encontrando a sala de estar vazia praticamente as escuras com um fundo de desenho animado vindo da sala de TV... Notou a luz da cozinha acesa e para lá se encaminhou.
– Aumentamos em quarenta por cento a nossa carteira de clientes no ultimo trimestre! Disse empolgado assim que Isabella notou sua presença parado na porta.
– Que bom! Devolveu a moça sem demonstrar a mesma empolgação e isso foi percebido por ele de imediato.
– Bella... Falou já dentro da cozinha e a expressão da moça deixava claro o seu incomodo e Edward já imaginava o motivo. – Baby...
– Precisava daquilo? Questionou.– Ele foi lá para me visitar... Trata-lo com arrogância era desnecessário... Dizia Isabella quando ele se aproximou declarando de forma veemente o seu descontentamento com relação à atitude do marido para com o pai.
– Eu arrogante? Soltou Edward indignado.
– Sim você! Ele só quer estar próximo Edward... Apenas isso... Aquilo sempre foi o universo dele e agora... Agora ele vive distante... Dizia chateada, com os olhos que demonstravam raiva e agora passavam a tristonhos... O marido sentiu-se incomodado por causar aquilo nela... Lembrando-se da conversa com a irmã...
– Desculpe ok? Pediu se aproximando... – Me desculpe. Disse mais uma vez... A proximidade permitiu que ele enlaçasse a cintura dela deixando-os ainda mais perto.
– Por favor, eu sei que meu pai não é fácil... Nunca foi, mas ele está tentando se aproximar...
– Eu sei...
– Eu os quero por perto, quero que Daniel os conheça... Dizia e a visão daquilo não se encaixava para Edward e nem para ela na verdade, mas Isabella ansiava por aquilo, sonhava com essa proximidade natural, com a possibilidade de ver os pais, que apesar de tudo amava, serem próximos do filho que era sua paixão...
– Ok... Me desculpe de verdade. Pediu e ela cedeu aceitando seu abraço e depois beijo.
– Ele deixou claro que com a justiça está tudo bem e... Bem isso... Isso significa que eles não tem a prova que... Que temos e... Edward...
– Bella...
– Ele... Está arrependido! Disse quase em desespero... No fundo a moça sabia que o pai tinha culpa, sabia que deveria pagar, devolver o dinheiro, mas preferia acreditar que o pai estava arrependido e aquilo a deixava dividida e queria, ansiava que o marido a ajudasse a permanecer com a decisão que seu coração por fraquejar tomava...
– A primeira vez que coloquei os olhos naqueles papeis tive a firme vontade de leva-los até a justiça, mas pensei melhor por sua causa e quando você descobriu os mesmos... Achei que essa decisão deveria partir de você e disse na época que lhe apoiaria no que você resolvesse fazer... Então...
– Ele já está pagando muito caro por não poder fazer o que ama, não poder estar no universo que mais conhece... Então... Eu...
– Oi papai! Disse Daniel entrando na cozinha devolvendo a pia o copinho plástico com canudo no qual anteriormente havia o suco de morango que a mãe havia lhe dado.
– E aí campeão? Perguntou se afastando um pouco de Isabella... A conversa se encerrou ali e a moça fitando seu fofinho sentiu seu coração apertar-se um pouco mais se lembrando do tal cheque... Mas a frase – Ele está arrependido – voltou a surgir misturada as palavras de Rosalie sobre o tal cheque deixando claro que o Swan não tinha nada com a morte de Eleazar a Carmen...
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Renée Swan ficou surpresa ao saber no casamento da filha que a mesma agora trabalhava no mesmo ramo que o pai e que estava sendo brilhante em sua atuação... A mãe de Isabella embora não transparecesse entendia de tudo a sua volta apenas não reagia às coisas que para ela não lhe cabiam segundo a educação que recebeu... Seu marido era o cabeça como seu pai fora e assim deveria permanecer... Mas ao encontrar-se com Esme Cullen, para um chá entre velhas conhecidas, mulher percebeu algo mais...
– Carlisle se viu impelindo em ajudar Isabella que se encontrava em uma situação... Digamos difícil no momento já que a casa lhe seria tirada... Dizia a matriarca Cullen e a informação de que o duplex onde Isabella morava pertencia à corretora do marido lhe deixou confusa. – Desculpe estar tocando nesse assunto, mas...
– Não Esme... Eu quero ouvir. Afirmou concentrada em cada palavra.
– Bem depois que ela entrou na corretora... Seu talento logo foi evidenciado lhe dando espaço e o fato de Edward lhe dar abrigo fez com que ambos se aproximassem... E isso me deixou muito feliz Renée! Afirmou... Esme sabia que a Swan não tinha as informações completas... Há anos conhecia Renée e sempre vira nela essa cegueira proposital imposta pela cultura na qual tinha sido criada e sem hesitar resolveu cutucar... Renée conhecendo exatamente os fatos, as situações pelas quais Isabella passou, se viu petrificada diante de tudo... Sim Renée Swan conhecia o marido e sabia do que ele era capaz, mas sempre preferiu acreditar em suas decisões e segui-las, fora dessa forma que vira a mãe fazer, tinha aprendido deste jeito e era assim que viveria... Mesmo que para isso tivesse que negar a si mesma como fazia na maioria das vezes, aceitando as explicações que recebia ou não recebia, aceitando que Charlie sempre conduzisse tudo sem nada questionar, se fazendo de cega porque não queria viver em conflito já que sua educação não lhe preparara para isso e porque amava demais o marido... O fato de terem saído do país quase as pressas era uma fuga e ela sabia, sabia que nos negócios do marido muitas decisões pouco ortodoxas eram tomadas para dizer o mínimo, mas permanecer distante de tudo aquilo era sua opção de vida achando que assim era o certo a se fazer... Não iria é claro cobrar de Charlie agora depois de tudo, mesmo porque nada iria mudar entrando em conflito com o marido, mas ter a real dimensão do que a filha passou deixou a mulher realmente consternada e ainda que permanecesse submissa ao marido nunca mais iria permitir que alguém pagasse por seus erros como a filha havia pagado!
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– Seu pai insistiu tanto... Sabe como ele é persuasivo... Então eu resolvi ceder... Dizia Renée para Isabella enquanto as duas viam algumas crianças inclusive Daniel brincando no pátio da ONG que Charlie havia feito a mulher abrir... O local no subúrbio do Queens criado com a finalidade de oferecer atividades extracurriculares às crianças de baixa renda da região oferecia aulas de ginastica, teatro, dança, iniciação musical, mas no fundo levava na intenção de Charlie Swan tudo menos ajudar os desfavorecidos... Renée apesar de sempre se colocar em um mundo a parte a realidade em que vivia tinha contatos, muitos contatos e não foi difícil reunir profissionais que a ajudassem nessa empreitada acreditando na causa... É claro que o nome de Charlie não foi mencionado deixando a cargo exclusivo de Renée toda a titularidade do projeto... A raposa estava neste momento em uma reunião no escritório de seu advogado preparando os últimos documentos necessários para começar a transferir parte do dinheiro que estava vindo do exterior e passando pelo patrocínio que oferecia a James Volture tendo seu destino final uma conta no nome da ONG abrindo caminho para o velho que a partir dali providenciaria um imóvel descente, diga-se luxuoso, para morar com a esposa e voltar a ter as regalias que sempre tiveram, sem contar com outras ideias que tinha pelo caminho para executar... Mas Renée estava de olhos abertos dessa vez e via nessa ONG a oportunidade de ser uma pessoa melhor sem deixar de ser submissa ao marido que ainda tendo errado tanto era por ela amado...
– Isso é muito bom mãe... De verdade! Disse fitando seu pequeno que de forma inocente interagia com outras crianças que ali estavam.
– Você realmente gosta dele não é? Perguntou a mãe e Isabella se virando para ela...
– Definir o que eu sinto por Daniel é difícil... Ele representa o sentimento mais puro que eu um dia senti e sinto, tudo nele me interessa... As novidades... Cada gesto... Dizia com um brilho nos olhos ao fitar novamente Daniel agora correndo junto com outras crianças. – Vê-lo sofrer é o mesmo que me apunhalar... Eu...
– Isso se chama ser mãe! Disse Renée maravilhada com o que ouvia e apesar de ainda não entender bem o porque de sua filha ter optado por adotar sendo jovem e saudável, podendo ter seu próprio filho... Mas acima de tudo era para ela algo ainda estranho ver sua bebê casada e mãe, mas não podia negar que admirava a filha... Sentia orgulho dela embora soubesse que seu marido não havia aprovado tal atitude, não porque ele tivesse comentado e sim porque conhecia Charlie o suficiente para saber que não aprovaria uma adoção... Isabella voltou seu olhar à mãe surpresa por seu interesse em Daniel, para Isabella depois que chegou a juventude a imagem que tinha de Renée era a de uma pessoa completamente fútil e residente em um mundo colorido.
– É como me sinto... Eu o amo! Afirmou e Renée sorriu levando-a a sorrir de volta.
– Ele é muito bonito, aqueles olhos são tão expressivos... E parece ser bem inteligente...
– Sim ele é muito inteligente até demais às vezes! Afirmou orgulhosa e ao mesmo tempo brincalhona... Logo chamou seu pequeno para perto de si. – Precisamos ir... Tenho que retornar a corretora e assinar alguns papeis antes que o dia termine. Dizia pegando a bolsa, Isabella decidira vir visitar a ONG depois de buscar Daniel na escola, a visita rápida se encerrando...
– Será que mereço um beijo de despedida? Renée perguntou surpreendendo Daniel que envergonhado deixou transparecer o rubor em suas bochechas... Isabella cutucou de levo o ombro de seu fofinho e Daniel se encaminhou com passos incertos para o lado de Renée... A senhora se inclinou em direção a ele e recebeu um beijinho molhado do garotinho que em seguida abaixou a cabeça permanecendo envergonhado. – Céus como é comportado! Afirmou satisfeita.
– É só não junta-lo a outras crianças ou ao tio Emmett não é mesmo gatinho? Perguntou e Daniel olhou para a mãe através dos grandes cílios. – Bem... Tchau mamãe... Disse agora também beijando sua face. – Vamos amor? Perguntou e Daniel assentindo pegou na mão que lhe era oferecida.
– Até logo querida... Vamos combinar um jantar juntos... Disse Renée se referindo a toda a família e Isabella apesar de querer aquilo sabia que não era a melhor opção do mundo. – Tchau Daniel! Disse por fim.
– Tchau. Respondeu baixinho ainda envergonhado.
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– Você precisa assinar esses e... Esses aqui... Dizia Eric York que ficara encarregado de finalizar a documentação com um novo cliente que entrara na corretora exclusivamente pelas mãos de Isabella... O horário indicava a proximidade do fechamento do pregão e este era sempre um momento de muita atenção... Daniel ficou entretido com os desenhos de sempre ali ajoelhado na mesinha de centro da sala da mãe envolto por giz de cera de variadas cores, mas isso mudou ao ouvir a grossa voz do tio e de imediato se levantou caminhando até a porta curioso... Emmett vinha pelo corredor ostentando um sorriso escandaloso vestido a caráter para um jogo de golfe... Sim o homem trajava calça social xadrez, camisa polo creme coberta por um colete de lã marron, sapatos próprios para o esporte, boné de baseball e por fim a mão luva nas mãos empunhando um Putter apoiando no ombro... Sim Emmett parecia um jogador profissional, mas a vestimenta não combinava com o ambiente da corretora e isso era fato... O rapaz depois de longas e longas negociações havia conseguido um encontro com o magnata das construções em NYC, Willian Sullivan, e o velhote aceitando se encontrar com o Cullen marcou uma partida de golfe no meio de uma quinta-feira, o ricaço podia se dar a esse luxo e o filho mais velho de Carlisle não perdeu a oportunidade de conquistar o cliente que a mais de seis meses a Cullen’s tentava ganhar... No final da partida, ganha pelo magnata, o mesmo aceitou se tornar cliente da corretora o que deixou Emmett mais eufórico do que uma criança em dia de natal e por esse motivo nem se deu ao trabalho de trocar de roupa ou apenas ligar e contar ao irmão e ao cunhado... Queria ele mesmo dar pessoalmente a noticia... Mas ao ver Daniel saindo da sala de sua mamãe, Emmett se esqueceu de tudo feliz ao ver seu pequenino companheirinho.
– E aí projeto de gente? Perguntou mantendo o sorriso vitorioso nos lábios.
– Oi tio Emm... O que é isso? Perguntou curioso ao ver o tio com o Putter ainda em mãos todo orgulhoso mesmo tendo deixado o velho ganhar o jogo, jogo no qual sempre fora bom tendo sido ensinado pelo avô há anos atrás...
– Isso é um taco de golfe, mas conhecido como Putter... Explicou. – Usamos para jogar pequenas bolinhas no buraco... Concluía a explicação de uma forma simples para que o pequeno pudesse entender.
– Ensina eu a joga tio Emm. Pediu o garoto se aproximando do tio.
– Quer mesmo aprender? Perguntou e Daniel assentiu veementemente... – Então vamos lá vou ensina-lo a fazer um Hole in one! Disse divertido... Emmett se aproximou do pequeno e começou a lhe explicar como segurar o taco, que na verdade era maior do que o menino e na hora de passar o taco para seu sobrinho o fez segurar o mesmo no meio da vareta por conta da altura do mesmo... – Primeiro... Segure firme... Mire na bola... Dizia ao tirar do bolso uma bola e coloca-la no chão em frente ao pequenino... – E fazendo a volta... Assim... Explicava o movimento levantando as mãozinhas do pequeno com o taco em mãos. – Tee! Disse firme, se utilizando da nomenclatura utilizada nos jogos, ao levar o taco de encontro com a bolinha e a mesma quicou no corredor... Alguns funcionários começaram a se aglomerar para ver a brincadeira, a voz de Emmett era sempre estrondosa quando empolgado como ele estava naquele momento, Isabella saiu da sala parando no batente de sua porta cruzando os braços vendo seu filhote ao lado do tio concentrado vendo a bolinha correr com um sorriso nos lábios, ambos estavam em frente à porta da sala de Edward que estava fechada, pois o mesmo estava atento ao final do pregão...
– Legal! Soltou Daniel.
– Agora você sozinho. Disse Emmett fazendo o pequeno buscar a bolinha, na volta posicionou Daniel no mesmo lugar de antes e o fez mais uma vez empunhar o taco, a peça era pesada para o garoto levantar sozinha, mas o menino obstinado como era queria tentar... Levantou com dificuldade o taco e quando iria dar a volta completa... Edward, que com o barulho se incomodou, abriu a porta colocando o pé para fora recebendo automaticamente uma pancada vinda do taco que o filho empunhava com grande esforço.
– AI! Gritou na hora... Emmett segurou o riso, Daniel se viu em choque e Edward com uma careta intensa levou a mão ao tornozelo...
– Desculpe papai! Disse sem graça... Isabella riu gostoso da cena e Emmett não se aguentando mais gargalhou.
– EMMETT! Disse irritado o irmão.
– Não tenho... Culpa que... Que seu filho é foda no jogo! Disse em meio ao riso desenfreado.
– Ei olha a boca! Declarou Isabella se aproximando.
– Inferno Emmett... Que merda é essa? Soltou Edward ainda incomodado.
– Eu já falei... Olha a boca! Reafirmou Isabella retirando o taco das mãos de seu filho.
– Isso doeu droga... Quantas vezes tenho que dizer que aqui não é o seu playground Emmett? Disse ainda irritado. – E que roupas são essas? Perguntou.
– Eu estava trabalhando e me sai muito bem, diga-se de passagem... Parabenizem-me pela conquista... Dizia estufando o peito. – Willian Sullivan é nosso! Afirmou quase se estourando de tanto orgulho ainda trazendo o sorriso nos lábios e Edward mesmo com o tornozelo dolorido também sorriu com a noticia, pois ela significava a entrada de muitas verdinhas ao caixa da Cullen’s.
– O que está acontecendo aqui? Perguntou Jasper aparecendo no corredor. – Que roupa é essa Emmett? Questionou confuso.
– Ele conseguiu Jass... Emmett conseguiu o Sullivan! Disse Edward empolgado e Emmett ainda permanecia com o peito estufado todo orgulhoso fazendo Isabella voltar a rir...
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– Desculpa eu papai. Pediu mais uma vez um desconcertado Daniel ao ver Edward com uma bolsa de gelo no tornozelo... A questão não foi a força imposta pelo pequeno, que na verdade nem tinha para empunhar o taco, mas apenas o peso do taco já foi suficiente para machuca-lo.
– Tudo bem amigão, mas veja... Aqui não é lugar de brincadeiras ok? Seu tio Emm é meio maluquinho, mas você não deve ir na onde dele sempre... Dizia e Daniel assentia sério.
– Não acha melhor irmos ao hospital? Perguntou uma Isabella preocupada. – Está ficando roxo e inchado. Dizia avaliando o local da pancada.
– Não, quero apenas ir para casa. Disse. – Você riu de mim baby! Soltou manhoso.
– Desculpe gostoso... Mas você tem que admitir, foi engraçado! Dizia se aproximando um pouco mais dele... A família partiu para casa naquele dia eufórica com as novidades, mas Edward não deixou de seu utilizar do acidente sofrido para ganhar mais cuidados. – Está bom assim, ou quer mais alto? Perguntou ao colocar uma almofada em baixo do tornozelo do marido.
– Está bom... Disse Edward levantando a mão em direção a esposa e a mesma se aproximando aceitou o que lhe era oferecido... Sendo puxada pelo marido Isabella caiu em cima dele e ambos riram.
– Maluquinho! Soltou beijando o rapaz... O Cullen prendeu o corpo da moça entre seus braços. – Achei que estivesse com dor. Disse brincalhona provocando.
– E eu estou, preciso ser tratado sabe... Com uma olhar clinico intenso eu diria... Tipo bem de perto... Falava passando as mãos na lateral do corpo da esposa.
– Eu achei que o problema fosse o SEU tornozelo... Falou espalmando as mãos no rosto do marido.
– Estou com saudades baby! Disse atacando o pescoço dela... Os momentos do casal eram sempre regrados por conta do pequeno que transitava por toda a casa elétrico dando descanso só na hora de dormir e eram esses os momentos que os recém-casados tinham... Despirem-se foi o primeiro passo para o que ambos desejosos alcançasse o que buscavam... Beijos molhados, duelo de línguas, a exploração de cada cantinho do corpo um do outro desvendado caminhos, descobrindo novas sensações... Edward e Isabella estavam apaixonados, ligados de forma profunda um ao outro e era nesses momentos quando os olhos se encontravam enquanto dedos e mãos faziam o trabalho de imiscuir-se um no outro... As sensações sentidas eram por ambos quase verbalizadas através do corpo... Edward ao encontrar a intimidade da moça abria caminho entre os sulcos já mergulhados no mel de sua amada que de tão excitada suspirava audivelmente com cada toque e sem demora devolvia o carinho manipulando o membro do marido num vai e vem cadenciado... O suor emergindo deles... O cheiro do masculino com o feminino se mesclando... Os beijos incessantes e afoitos... As unhas nas costas instigando, provocando, as palavras sem sentido e ao mesmo tempo com total sentido... Isabella e Edward sabiam que se tornavam a cada dia mais essenciais um ao outro... Firme em uma única estocada a penetrou calando com um beijo o grito de doloroso prazer que a moça sentiu, as investidas profundas e ritmadas compunham a melodia daquele momento levando homem e mulher apaixonados ao clímax ansiado...
– De manhoso a insaciável em segundos... Você me deixa destruída assim gostoso! Disse sorrindo se sentando em cima dele... O rosto ruborizado, os cabelos em desalinho, corpo completamente nu... – Amo você! Disse e Edward observava a esposa maravilhado por saber que tudo aquilo era dele e ela em um carinho no tórax do rapaz se sentia poderosa em ter ao seu lado, amando-a o homem que aprendera admirar e que mexia com seus sentidos como ninguém... Definitivamente existia paixão, um relacionamento recente ainda em crescente amadurecimento e que precisava ser cuidado com delicadeza a cada dia, mas que tinha em seu caminho um futuro fantástico...
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Desde que se reaproximara da filha Charlie Swan iniciou uma brincadeira com ela, e fora esse o nome que dera quando começou a mandar e-mails à filha sobre as situações do mercado financeiro e era através deles que ele mantinha contato direto com ela... O jogo consistia em os dois apostarem em uma determinada ação e o palpite que se aproximasse mais da realidade da mesma no fim do pregão daquele dia seria o vencedor e com isso o Swan a cada dia descobria mais e mais o talento da filha e no meio disso plantava uma ou outra ideia.
– Eu falei... Disse que a Vodafone iria fechar com o percentual cinco por cento acima... Dizia o Swan ao telefone e Isabella ria do comentário.
– Ok... Ok... O senhor ganhou! Disse ainda rindo.
– Seriamos bons juntos querida, seriamos muito bons juntos! Disse com um tom melancólico tirando de Isabella um suspiro de tristeza por achar que o pai se via desanimado... Aquilo massacrava o coração da moça que hoje em dia achava que o pai voltara a ser o que era quando ela ainda era uma adolescente deslumbrada pela imagem que o pai transmitia... Isabella permanecia com a ideia de que Charlie havia mudado e retornado as suas origens e ouvi-lo sonhar com a possibilidade de trabalhar com ela a deixava triste ao mesmo tempo que motivada...
– Papai não pense assim... Disse sem graça sem na verdade ter como argumentar, seu trabalho era ao lado de Edward... Fora os Cullen afinal que lhe deram oportunidade...
Spoiler –
– Você não vê o que está acontecendo? Questionou quase em desespero.
– Sim vejo... Estou vendo meu marido tentar me jogar contra meu pai... Estou vendo meu marido tentando me afastar do homem que apesar de ter errado me ama e me quer bem... Sabe o que é pior Edward? Ele ainda defende você! Disse com a voz embargada.
Notas finais
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Fantasminhas vocês são super, hiper bem vindas viu?
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Vou indo nessa, até sexta com mais um pouco de Wall Street!
Bjos e obrigado.
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