Volúpia
32 Capítulo 32
Notas iniciais
Depois de recuperar o ar, Annabeth se sentou na cama sorriu maliciosa ao ver Percy se masturbando, se aproximou dele e se ajoelhou em sua frente dedilhando o cós de sua cueca e a puxando para baixo retirando-a por completo.
Percy continuou com os movimentos até ser interceptado pelas mãos de Annabeth, que seguraram seu membro, ela lhe lançou um sorriso safado e ele mordeu o lábio inferior.
— Você gosta quando eu te chupo amor?
— Muito, gosto muito.
Annabeth passou a língua na cabeça do pênis dele.
— Então você quer que eu te chupe?
— Chupa sua safada, me chupa gostoso.
Annabeth soltou uma risadinha e engoliu o membro de Percy fazendo um vai e vem lento, seus dentes roçavam na volta e Percy gemia alto com isso. Ele se apossou dos cabelos dela, conduzindo-a mais rápido. Ela engolia metade pois parecia não caber tudo na boca. Percy era bem dotado e só de olhar seu membro Annabeth estremecia.
Depois de longos minutos, Percy gozou na boca dela, que fez questão de engolir o gozo do amado. Sorriu para ele e o mesmo a puxou pelo cabelo, selando seus lábios com volúpia.
Annabeth pulou no colo de Percy enlaçando suas pernas em sua cintura, os dois ainda se beijavam quando ele se encaminhou até a cama.. aonde jogou Annabeth, que caiu em cima de Channel, a cachorra resmungou e Annabeth se virou assustada:
— Oh Channel, me desculpe! – a cadela abanou o rabo e com seus olhos esbugalhados olhou para Annabeth, logo para Percy, que ria muito. – Tadinha Percy, minha bebê não pode vê coisas indecente dessas – ela levou a mão aos olhos da cadela.
— Annabeth deixa de ser besta, ela é uma cadela.
— E tem sentimentos, ok? Espera só um pouco, vou colocá-la pra sala, vou ficar envergonhada com a minha princesa me olhando transar.
— Só você mesmo. – Percy ria muito. Annabeth fez o que havia dito e voltou para a cama, sorrindo.
— Aonde paramos?
— A cachorrona deitada nesta cama.
— Mas a Chann é tão pequena.
— Eu to falando de você Annabeth! – ele gargalhou.
— Hm, eu sou a cachorrona é? – ela mordeu o lábio inferior
— Você gostou que eu te chamei de cachorra? – ele estapeou o bumbum dela
— Eu adorei!
— Então vem cá, que eu quero meter em você cachorra.
Annabeth soltou uma risada e se deitou na cama.
— Que posição? – ela perguntou
— Escorrega, conhece?
— Sim.
Annabeth permaneceu deitada e suspendeu as pernas, Percy se ajoelhou em frente as pernas dela colocando seus pés sobre o ombro dele, ela sustentava seu peso naquela posição, mas valeria a pena, pois a posição era muito excitante. Ele enlaçou seus braços nas coxas dela e penetrou Annabeth, arrancado um gemido alto da mesma.
Os movimentos desde o início começaram rápidos, Anne amassava os próprios seios e mordia o lábio inferior. Percy gemia rouco devido tamanha excitação. Suas intimidades se chocavam com força.
— Sua cachorra, é assim que você gosta, metendo com força.
— Oh Percy, me fode assim, isso, isso, Oh, delícia.
Percy sorriu torto e continuou metendo freneticamente até ambos estremecerem e sentirem suas intimidades se contraírem juntas. O orgasmo perfeito invadia seus corpos, trazendo a sensação gostosa e intensa pela qual buscavam. Ambos gemeram alto e cerraram seus olhos, estavam cansados, mas queriam mais. Percy se movimentou mais algumas vezes até cair sobre Annabeth, que o acolheu com um abraço.
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— Seu coração está batendo super rápido branquinha – ele falou, ouvindo os batimentos cardíacos da mesma.
— Óbvio, depois de uma transa dessas queria que estivesse como?
— Desse jeito mesmo – ele sorriu e mordiscou o seio dela, que mordeu o lábio inferior. – Você aguenta mais amor?
— A questão é: Você vai aguentar mais? – ela piscou.
— Óbvio que sim – ele chupou os seios de Annabeth por alguns minutos, depois foi descendo a língua por sua barriga, que se contraía sentindo arrepios. Ao chegar na intimidade, Annabeth arfou e fechou os olhos, até sentir a língua de Percy passear por suas fendas chupando-a vorazmente. Ela gemeu alto e afagou o cabelo do amado, incentivando-o a continuar. Percy introduzia sua língua em seu buraco quente e molhado e ao mesmo tempo estimulava o clitóris da loira. O corpo dela estava febril devido a tanto tesão, ela passou a gemer descontroladamente e ele continuou lhe chupando, porém havia parado de estimular seu clitóris e passou a estimular a entrada de seu ânus. Com um pouco de dificuldade ele penetrou um dedo em sua cavidade anal, e ela gemeu levando as mãos aos próprios seios. Depois de alguns minutos estimulando o traseiro de Annabeth ele a colocou de quatro e vagarosamente penetrou em seu ânus.
Annabeth gemeu e apertou os lençóis. Logo Percy metia com força e velocidade, suas bolas, ás vezes tocavam a intimidade de Annabeth causando um barulhinho que em meio a aquele tesão era muito excitante. Ambos estavam suados, então Percy parou com a penetração e saiu de Annabeth.
— Porque parou? – ela perguntou ofegante.
— Porque vamos foder no banheiro. Diferenciar.
— Hm, que delícia, ta muito inspirado. – ela enlaçou suas pernas na cintura dele, que se encaminhou com ela até o banheiro, ligando o chuveiro na água morna.
— Tem que esta né. Agora se prepara pra gritar, eu vou meter sem dor. – ele prensou ela fortemente na parede e ela gemeu, podendo ser de dor ou de tesão. A água escorria sobre os dois.
— Mete, mete com tudo meu chocolate branco e me faz derreter mais uma vez – ela rangeu os dentes e Percy penetrou em sua vagina mais uma vez. Como o combinado, ele começou a meter sem dó nem piedade, de uma forma que nunca havia estocado em Annabeth, estava selvagem, ou até mais que isso. A loira as vezes revirava os olhos sentindo rápidos espasmos e gemia alto com aquela movimentação. Alguns fios do cabelo de Annabeth se encontravam em seu rosto, e esse desconcerto também era excitante. Percy estava voraz, queria dar a Annabeth uma prazer que ela nunca havia sentindo, um maior do que todos os outros que ela tivera com ele, ou até mesmo algum outro homem.
— OH DROGA PERCY– ela berrou ao sentir o pênis dele tocar seu fundo.
— GRITA ANNABETH, GRITA.
— ISSO CARALHO, ME FODE, ME FODE.
— CACHORRA, PEDE POR MAIS.
— ME COME PERCY, ME COME.
Percy mordeu o lábio fortemente e fechou os olhos sentindo uma onda tenebrosa se prazer tomar conta de seu corpo, ele gemeu alto junto a Annabeth, que também alcançara o orgasmos. Ela fechou os olhos e soltou palavras desconexas, enquanto ele ainda metia, cansado, mas querendo estender o prazer. Assim que parou com o movimento, Percy colocou Anne novamente sobre o chão, a perna da mesma tremia então ele a abraçou. Suas respiração eram parecidas ou iguais a zero. Seus pulmões imploravam por ar. Seus corpos febris, aos poucos se esfriavam.
— Eu te amo – ela sussurrou.
— Eu também te amo. – ele beijou a testa da amada.
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