Volúpia
33 Capítulo 33
Notas iniciais
No dia seguinte Annabeth acordou com o som da voz de Percy
– Acorda minha branquinha.
– Hm, que horas são? – ela resmungou sem abrir os olhos.
– 11:00 horas.
– O quê? – ela abriu os olhos rapidamente – Percy eu estou atrasada pro trabalho.
– Annabeth hoje é Sábado. – ele gargalhou e ela voltou a deitar a cabeça no travesseiro, respirando aliviada.
– Me esqueci completamente disso.
– E se fosse dia de trabalhar? Deixaria de ficar comigo pra isso? Quanto amor senhorita Chase.
– Depende. O que você faria para me prender com você?
– Hm, várias coisas, e a gente vai fazer isso.
– O que vamos fazer?
– Começando com um almoço no Le Petit.
– Hm, que delicia – ela sorriu e ele se aproximou lhe dando um selinho.
Annabeth ficou se arrumando enquanto Percy foi para sua casa se arrumar e pegar algumas roupas, passaria o final de semana inteiro com sua amada. Quando ele voltou ela já estava pronta e ambos seguiram para o restaurante. Almoçaram tranquilamente, conversaram e trocaram carícias o tempo todo. Estavam felizes, muito felizes.
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Depois do almoço, Percy levou Annabeth a um museu de artes, do seu modo clássico e conservador com certeza ela adoraria, e na verdade, adorou mesmo.
http://www.culturamix.com/wp-content/uploads/2012/03/quadros-abstratos-11.jpg (obra de arte )
– Nossa que obra linda. – ela estava encantada por um quadro de pintura abstrata.
– Muito bonito mesmo, apesar de ser tão sem sentido.
– Ah, e o que faz sentido nesta vida?
– É, acho que nada.
– Ta vendo? A vida é um quadro abstrato, nunca temos certezas das coisas pois elas estão distorcidas, e por mais que se misturam, a vida é linda.
– Eu. Você. Mistura. Amor. Isso é lindo! – ele a abraçou por trás e beijou sua bochecha.
– Lindo é você me dizendo essas coisas, sabia? – ela sorriu e ele consentiu.
Os dois olharam toda a galeria de arte e depois seguiram para outro lugar, já que Percy disse que eles não poderiam se atrasar.
– Aonde estamos indo agora? – ela perguntou curiosa.
– Verá assim que chegarmos.
– Estou adorando esta programação de hoje. Quem diria, Percy Jackson um excelente..hm..
– Namorado?
– E nós somos namorados? – perguntou e ele estacionou o carro, pegou em suas mãos e beijou uma delas. – Não fiz oficialmente o pedido, mas sim, creio que somos namorados, só se você eventualmente não queira..
– É lógico que eu quero.
– Então somos sim, um casal de namorados apaixonados.
– Muito apaixonados – ela se aproximou dele e lhe beijou. Ficaram um tempinho assim, apenas se beijando e trocando juras de amor, até Percy cair em si que logo começaria a sessão, sim, ele havia a levado no cinema.
O filme era um daqueles romances mamão com açúcar, compraram seus bilhetes e entraram junto a outras pessoas. O filme começou e os dois assistiram comentando ás vezes, mas sempre com as mãos dadas. No final do filme Annabeth chorou e Percy gargalhou da emoção da namorada.
– Foi tão lindo, ele morreu por ela.
– Annabeth, é só um filme, não chora. – ele ria.
– Eu to sendo muito bobona?
– Não, você esta sendo a minha namorada, chata, minuciosa, autoritária, sentimentalista, e eu.. morreria por você também.
Pronto! Annabeth começou a chorar mais ainda, as pessoas começaram a sair da sala conversando em voz baixa.
– Annabeth, não chora.
– Nunca mais fale em morrer? Ok?
– Ok, agora vem minha coisa linda, vamos jantar e ir para casa.
Percy abraçou Annabeth e ambos se encaminharam pra fora, seguiram para o restaurante que havia ali. Pediram seus pratos e enquanto esperavam, jogavam conversa fora.
– Ficou sabendo que a Piper e o Jason estão se pegando?
– Como? Ela ainda não me contou isso. Cachorra.
– Pelo jeito vai dar namoro.
– É tão engraçado não é? Fechamos um negócio na empresa, e parece que ao mesmo tempo fechamos um negócio com a vida. Eu e você. Thalia e Luke. Piper e Jason. Tudo se encaixou perfeitamente.
– Bendita a hora que aquela motorista lerda freou com tudo.
– Motorista lerda o caralho, olha como você fala – ela gargalhou.
– Annabeth estou realmente chocado.
– Com o quê?
– Você xingou.
– Eu sou boca suja, você ainda não conhece isso em mim.
– Mas quero conhecer, tudo, cada pedacinho de você. – ele se ergueu sobre a mesa e lhe deu um selinho. Ela sorriu abobalhada. Ambos jantaram e depois seguiram pra casa de Annie.
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No meio do caminho para a casa, Percy parou o carro no acostamento. Não havia nada por perto, nem pessoas, nem estabelecimentos.
– Porque parou o carro? – Annabeth perguntou confusa.
– Para fecharmos a noite com chave de ouro. – ele sorriu malicioso e ela mordeu o lábio inferior sorrindo.
– Ah é?
– Com toda certeza – ele levou sua mão até uma das pernas de Annie e subiu um pouco seu vestido, apertando sua coxa.
– Então já pro banco de trás delícia. – Annabeth ordenou e Percy como um cachorrinho adestrado obedeceu. Ela também passou para o banco de trás e com as pernas abertas se sentou no colo de Percy, ficando de frente para ele.
– Ah como eu adoro comer sobremesa. – Percy mordeu o lábio inferior e apertou o bumbum de Annabeth.
– Hoje tem chocolate branco no seu cardápio, amor. – ela começou a beijar o pescoço de Percy e subiu mordendo o lóbulo de sua orelha – E no meu cardápio, o que você sugere? – sussurrou sedutora.
– Chocolate branco também, sem dúvidas. – ele se arrepiou e apertou as coxas de Annabeth, logo depois retirou-lhe o vestido, deixando-a apenas de roupas íntimas. Em questão de segundos o sutiã de Annabeth já havia sido retirado e Percy como uma criança faminta se deliciava dos seios dela. Annie arqueou a cabeça para trás sentindo os prazeres daquela carícia. – Seus seios estão maiores. – ele comentou e ela olhou para os próprios seios.
– Que ótimo – soltou uma risadinha e afagou o cabelo do namorado, antes de retirar dele a camisa.
– Mais que ótimo. – ele piscou para ela, que arranhou o abdômen definido dele.
– Muito papo, pouca ação, quero você me comendo Percy – Annabeth disse com a voz rouca e Percy se arrepiou por completo com o pedido. Ele levantou-a de seu colo e puxou a calça junto à cueca, desvendando seu membro já ereto. Arredou a calcinha de Annbeth e começou a brincar de roçar suas intimidades.
– Safadinha, acha que eu vou te comer tão rápido assim?
– Deveria Percy, torturar é covardia – ela gemeu manhosa, seu peitoral subia e descia rapidamente em busca de ar.
– Eu odoro covardias. – ele mordeu o lábio inferior, e enfiou a cabeçinha. Annabeth gemeu e até tentou sentar para causar a penetração, mas Percy impediu. – Nem pensar sweet.
– Percy, não faz isso, me fode logo – ela pediu manhosa.
– Deixa eu brincar um pouquinho, te deixar mais molhadinha – ele voltou a esfregar sua intimidade na dela, que já se encontrava encharcada, e ficou depositando beijos sobre seu pescoço e clavícula.
– Per-per-per-per-cy, entra em mim.
– Está desesperada assim pra sentir meu pau te comendo?
– Muito. Eu quero que você me foda todinha.
– Se esta é sua vontade – ele sorriu maroto e colocou seu membro na entradinha de Annabeth e lentamente adentrou, enfiando-o completamente em seu interior. Annabeth gemeu alto e Percy começou com os movimentos rápidos. Ela segurava no encosto do banco do carro enquanto Percy a penetrava freneticamente.
– Oh meu Deus. – Annabeth cerrou os olhos.
Percy arfou e continuou com os movimentos até ambos gozarem, juntos.
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