Volúpia
31 Capítulo 31
Notas iniciais
POV Percy.
Quando adentrei seu quarto a vi deitada na cama, seus olhos arregalados fixados a mim, caminhei até sua cama e me deitei ao lado dela, deixando nossos rostos próximos. Suspirei e ela comentou:
– Você é mesmo louco.
– Pelo quê?
– Por invadir a minha casa. Oh Percy, eu poderia estar com o meu spray de pimenta. – ela sorriu.
– Eu sabia dessa risco e olha só, resolvi enfrentá-lo pra vim me desculpar.
– Shiu! – ela se virou colocando seu dedo em frente a minha boca. – Eu acho que você já falou demais.
– Então me diga algo você, eu preciso de uma resposta. Meu coração ta vagando em desespero por uma resposta.
– Sabe Percy.. eu tenho medo. Você tem uma fama de pegador e sabe.. é o histórico de uma vida toda..
– Annabeth – interrompi – Preciso lhe contar sobre o meu passado.
– Seu passado? – ela franziu o cenho e eu balancei a cabeça consentindo.
– Meu pai era traficante, minha mãe era uma prostituta que dava para meio mundo sem meu pai saber. Ela estava grávida de 6 meses quando meu pai descobriu que a criança não era dele e que minha mãe lhe traia. Eu estava embaixo da mesa brincando de carrinho e assistir ele matar a minha mãe. Primeiro atirou em sua barriga, logo depois em sua cabeça. Ele me procurou também pela casa, provavelmente para me matar também, já que não tivera nenhum tipo de carinho por mim. Fugi para as ruas, me misturei a um grupo de vagabundos, roubava, me drogava, era totalmente infeliz. Isso até Reyna me tirar das ruas, me dar casa, amor, educação. Cresci, fiz faculdade, trabalhei muito para adquirir tudo que tenho. E depois dessa vida tranquila, do dinheiro que consegui, da minha independência eu passei a viver a vida assim, loucamente. Esbanjando com mulheres, dinheiro, curtição. Bem, este era meu conceito de curtição. Eu nunca fui bom em expressar sentimentos, até porque só tinha feito isso uma vez para uma mulher..
– Sua mãe? – Annabeth perguntou.
– Não. Reyna. A única que até hoje eu disse um Eu te amo. E agora você..
– Percy eu não sabia disso, eu sinto muito por tudo que você passou.
– Não importa mais, como você disse, já passou. – eu sorri para ela – Não lhe contei isso para lhe comover, mas porque talvez esta seja a explicação de eu ter mentido. Eu cresci assim.
– Mas você quer mudar?
– Quero. Eu quase perdi você.. não quero que me deixe mais.
– Eu não vou te deixar. – ela passou a mão em meu rosto e segurei em sua mão depositando um beijo nela.
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Annabeth e Percy se beijaram ternamente, como se no mundo existisse apenas os dois. Trocaram juras, beijos e carícias. Depois decidiram sair para dar uma volta na praça que havia perto do condomínio de Annie.
Eles se encaminhavam abraçadinhos, estava frio e ventava um pouco. Percy avistou um carrinho de pipoca, e puxou Annabeth para lá.
– Que tal uma pipoca amor?
– Compre só uma para dividirmos então, não estou com muita fome.
– Por favor, me vê o pote maior.
Assim que pagou e pegou o pote de pipoca, eles se direcionaram até um banco. Se sentaram e enquanto comiam a pipoca conversavam.
– Ta uma delícia, bem salgadinha.
– Salgadinha? Maliciei isto – ele ergueu as duas sobrancelhas e gargalhou logo em seguida.
– Percy! – ela o repreendeu também rindo.
– Posso te fazer uma pergunta?
– Sim..
– Você transou com aquele cara alguma vez?
– Will? – Percy fez uma careta e ela respondeu sorrindo – Não, não rolou nada, até porque você apareceu.
– Ainda bem!
– Mas e você? Teve algum rolo? – ela pegou um pouco de pipoca e levou á boca.
– Então.. – ele coçou a nuca – Tipo, eu..
– É só dizer sim ou não.
– Sim.
– Eu sabia, você é um cachorro. – ela fez bico – Que ódio, quem foi a vadia que você comeu?
– Ciúmes? Que dengo! – ele soltou uma risadinha baixa e se aproximou para dar um beijo nela, que se esquivou.
– Responde, quem foi a vagaba?
– Rachel, minha secretária.
– SUA SECRETÁRIA? – ela berrou – E você vai vê ela todos os dias agora? Como eu vou confiar, como..
– Hei, relaxa. Agora sou só seu, e preciso da sua confiança.
– Eu sei, o ciúmes falou mais alto, me desculpe – ela fez novamente um biquinho e Percy se aproximou selando seus lábios carnudos aos dela.
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Os dois voltaram para a casa de Annie, Percyestava na cama brincando com Channel quando Annabeth apareceu na porta do banheiro totalmente despida. Percy sentou-se na cama e deixou seu queixo cair com a visão.
– An-An-An-nabe-th. – gaguejou
– Eu mesma. – ela sorriu maliciosa – Algum problema?
– Você sabe que eu vou te agarrar desse jeito né?
– É eu sei, só to esperando isso acontecer.
Percy se apressou tirando a bermuda e a camisa enquanto Annabeth gargalhava do desespero dele.
– A cueca eu vou tirar – ela ordenou, seu tom de voz autoritário fez com que Percy ficasse estático. Ela se aproximou lentamente e alisou o peitoral dele, mordendo seu ombro másculo.
Ela o abraçou já sentindo sua ereção escondida pelo pedaço de pano que ali o prendia e levou sua mão por dentro da cueca na parte traseira, apertando o bumbum de Percy.
– Hm, durinho.
– Aposto que não é só atrás – ele sorriu sorrateiro.
– É? O que mais esta durinho? – ela arqueou a sobrancelha em uma vai e vem e sorriu cheia de malicia.
– Preciso mesmo responder?
– Shiu – Annabeth colocou o dedo indicador em frente a boca de Percy, calando-o – Você sabe que não – sussurrou. – Eu quero que você me excite.. – Percy já levou sua mão ao corpo dela, mas ela se afastou, não deixando-o tocá-la. – Não assim. Eu quero que me excite sem me tocar.
– Palavras?
– Como quiser. – Annie se deitou na cama e abriu as pernas, Percy mordeu o lábio inferior e começou a falar:
– Annabeth, imagine minha respiração quente por sua vagina, minha língua passando por sua fenda – Annabeth suspirou e fechou os olhos para melhor imaginação – Imagine eu penetrando um dedo em você bem devagar e gostoso. – ela mordeu o lábio inferior – E de repente, aumento o ritmo estocando forte e rápido. – Annabeth não se aguentando levou um dedo na intimidade já molhada e penetrou, agora encarando Percy, que segurava seu membro pra fora da cueca em um vai e vem lento. – Está gostando Annabeth? – ela consentiu com uma cara safada. – Mas ficaria melhor se eu enfiasse dois não é? – ela penetrou mais um dedo e gemeu manhosa – Bem devagarzinho eu começo a enfiar e tirar – assim ela fazia com os dedos – Agora eu enfiei fundo e rápido – ela fez e gemeu alto, ele sorriu – Agora eu vou enfiar o terceiro dedo Annabeth – ela enfiou mais um, sua respiração descontrolada fazia seu peito subir e descer – Está bem apertadinho agora não é? – ela consentiu – Agora eu quero que você meta rápido Annabeth, muito rápido. – ela mais vez obedeceu e começou a gemer alto, jogou a cabeça para trás e seu corpo estremeceu, sua intimidade pulsava e era molhada pelo gozo. Annabeth parou com os movimentos respirando com dificuldade – Leve seus dedos na boca querida, sinta seu gosto. – Percy se masturbava um pouco mais rápido. – a loira levou os dedos a boca e sentiu seu próprio sabor.
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