Voltando para o Começo

4 Capítulo 4: Parar e Acreditar


Notas iniciais
Olá pessoal! Então malhação acabou... é duro dizer isso, essa história me ensinou e envolveu de tantas formas... mesmo assim eu não to triste, o final foi lindo, mesmo deixando aquele gostinho de quero mais... e tenho CERTEZA que verei cada um dos atores que me conquistaram de outras formas na televisão! Só tenho a agradecer... pois foi por causa deles que criei coragem para aprimorar meu sonho de ser escritora e talvez um dia chegar lá. FORÇA E HONRA! Apesar de tudo, a fic continua então tenho que pedir desculpas pelo atraso... essa semana foi realmente difícil para mim – minhas professoras piraram e deram 12 trabalhos pra mim fazer em 15 dias! Enfim, apesar de tudo, eu to aqui e espero que vcs gostem do capítulo! Música: Budapest – George Ezra BOA LEITURA

2 anos depois...

Karina zanzava de um lado para o outro, de testa franzida e mão sob o queixo, pensando e pensando, quando a campainha tocou naquela manhã.

–- Jade? – indaga ela, confusa, enquanto a amiga lhe dá um grande abraço de urso e entra em seu apartamento. – O que você ta fazendo aqui?

Jade ergue as sobrancelhas enquanto se atira em seu sofá despreocupadamente.

–- Que bela recepção, em amiga?! – murmura, com falsa chateação. Logo após, ri. – Você não vai nem acreditar...

Karina se senta ao seu lado, a espera de uma resposta.

–- Eu vim pra São Paulo hoje pra assinar os papéis pra minha coleção entrar na São Paulo Fashion Week!

Karina arregala os olhos e logo em seguida ri.

–- Pensei que fosse por saudade de mim... – brinca.

Jade ergue seu tronco do sofá e a agarra pelos ombros.

–- Me ouve amiga! SÃO PAULO FASHION WEEK! Eu vou pra São Paulo Fashion Week!

Karina ri do jeito da amiga.

–- Meus parabéns, Jade. Eu não sei bem o que é isso, mas meus parabéns!

Jade revira os olhos para a amiga.

–- São Paulo Fashion Week é a semana de moda de São Paulo, a maior semana de moda do Brasil. – explica ela, fazendo Karina erguer as sobrancelhas.

–- Uau! A sua marca realmente ta fazendo sucesso!

–- É. E eu to muito feliz com isso, Ka. Eu consigo me sentir fazendo a diferença... essa é uma das primeiras vezes que uma marca entra para esse evento doando praticamente todo o seu lucro para uma ONG, eu fico tão feliz em ver os sorrisinhos das crianças quando eu chego lá com ainda mais brinquedos...

Karina abre seu sorriso de lado ao ver os olhos de sua amiga brilharem. Era tão bom saber que Jade encontrara o seu lugar no mundo.

–- E como vai com a dança? – pergunta a lutadora, se lembrando que a amiga era, além de designer, professora de dança.

Jade atira seu tronco de volta para o sofá em resposta.

–- Ah... vai ótimo! Eu adoro ensinar as crianças e não ter mais a obrigação de treinar setenta horas por dia.

Karina ri do exagero da amiga.

–- Eu to muito feliz em ensiná-las e seu pai ta se saindo o maior dos mestres corujas de muay thai. Daqui a pouco ele até adota uma daquelas crianças... Mas bem, ta como tudo na minha vida no momento! Só falta o Cobra agora aceitar se casar comigo de uma vez!

A mais jovem revira os olhos. Lá vinha Jade de novo com aquela história de querer se casar... Ela tinha que entender que Cobra não era exatamente o tipo de pessoa que gostava de tradicionalismo, ele era como Karina, bastava o amor de sua vida, um apartamento pequeno, um cachorro e uma luva de box para ser feliz.

–- Vou precisar de um cantinho aqui daqui alguns meses, quando acontecerem os desfiles...

Karina assente, feliz.

–- Pode ficar o tempo que quiser! – Jade sorri e então abraça a pequena que, encabulada, fica com o rosto vermelho de surpresa.

–- Mas em... ta tudo bem com você? Quando eu cheguei você estava tão quietinha. Quer dizer... você ainda está tão quietinha! – murmura a morena, sentando preocupada ao seu lado.

Karina solta um suspiro.

–- É que a minha menstruação ta atrasada... – solta ela, fazendo a garota quase cair para trás e arregalar os olhos.

–- COMO ASSIM, KARINA? VOCÊ TA GRÁVIDA?!

–- Sh... o bairro todo não precisa saber... – murmura Karina, irritada.

Jade ri e então agarra a amiga pelos ombros.

–- Puta que pariu, Karina!

–- Calma! Não é nada disso que você ta pensando... eu já fiz o teste e deu negativo.

A morena ergue as sobrancelhas, confusa.

–- Além disso, o único sintoma que eu tenho é a menstruação e eu e o Pedro nos cuidamos.

–- O.K... então?

Karina engole em seco.

–- Sabe... alguns anos atrás, e o Pedro achamos que eu estivesse grávida, mas descobrimos que não, na verdade eu tinha era uma doença chamada Ovário Policístico que atrasava meu ciclo.

A morena assente. Se lembrava da amiga ter dito algo parecido para ela algum tempo atrás.

–- O médico me receitou anticoncepcional, mas eu parei de tomar a algum tempo.

–- Karina! – repreende Jade.

–- Estava me deixando inchada!

–- Pensei que você não ligasse pra esse tipo de coisa. Saúde em primeiro lugar!

–- É que agora que eu virei lutadora profissional, tenho que me cuidar mais.

Jade assente, suspirante.

–- Mas você vai ter que ser responsável e não parar mais de tomar. É para o seu próprio bem.

Karina bufa, se sentindo vencida.

(...)

Pedro estava extremamente feliz naquele dia. Faltava apenas três meses para ele se formar. Três meses e ele seria cem por cento um guitarrista talentoso.

Ele entra sorridente em casa, larga sua guitarra ao lado da porta e beija o pescoço de sua esposa por trás, enquanto está olhava para o nada, sentada perante a pequena mesa de jantar. Ele desce seus beijos mais para baixo e ela suspira.

–- Hoje não, Pedro... – o guitarrista ergue as sobrancelhas e então se senta ao seu lado, já prevendo seu mal humor.

–- O que, que foi, Esquentadinha?

Ela solta um suspiro.

–- Fui no médico hoje... eu ainda estou com Ovário Policístico e agora vou ter que voltar a tomar anticoncepcional. – murmura ela, irritada.

Ele faz uma careta.

–- Que droga! – amaldiçoa ele, já sabendo da aversão dela perante a medicação. Ele não podia negar... quando ela tomava anticoncepcional costumava ser mais cheinha, mas é claro que ele nunca diria isso, afinal, perderia um dente ou dois.

–- É! Agora eu vou ganhar das minhas adversárias no ringue na base do giro pelo tamanho que eu vou ficar! – ele ri do exagero dela.

Ela bufa e então se levanta da cadeira e se joga no sofá, irritada. Ele lhe segue com os olhos e então com as pernas, atira seu corpo para cima do dela e beija seu pescoço, enquanto pergunta:

–- Por que a gente não esquece os anticoncepcionais... – ele beija sua clavícula e ela segura a respiração para que não gemesse. – as pílulas... – ele beija seu seio por cima de sua blusa e ela acaba soltando o gemido. Maldita hora para estar sem sutiã! Ele sorri ao sentir seus bicos se enrijecerem. – as camisinhas...

Ela arregala os olhos e o empurra para longe.

–- Você enlouqueceu?! Desse jeito eu vou acabar... – ela se interrompe ao ver o olhar ansioso dele e então, ergue as sobrancelhas, com uma interrogação por entre os lábios.

–- Por que não? Por que nós não tentamos?

Ela arregala ainda mais os olhos e toca na própria pele para que tivesse certeza de que aquela não era uma alucinação.

–- Gravidez?

–- Nós somos casados faz mais de dois anos, moramos juntos a três e namoramos a mais de seis. Por que não?

Ela sente suas mãos tremerem e sua garganta secar. Nunca havia pensado naquilo daquela forma.

Ele se aproxima e volta a beijar seu pescoço.

–- Ah vai... seria uma boa ideia. – ele sobe seus lábios até o lóbulo de sua orelha e completa, depois de mordê-lo: -- Já pensou? Alguém com esses seus olhinhos correndo pela casa... com os cabelos castanhos cacheados que nem o meu, que eu sei que você adora...

Ela treme diante da sensação de sua respiração na boca de seu ouvido e sente sua pele arrepiada.

–- M-mas... – começa, mas para que conseguisse completar sua fala, foi necessário empurrá-lo para o lado novamente. Encara seus olhos. – Você não acha que a gente não está preparado...? – pergunta, olhando para seu pequeno apartamento. A cozinha-sala de 4 por cinco metros, o quarto, banheiro e lavanderia menores que um corredor...

–- Isso a gente resolvia. Você tem todo o dinheiro dos campeonatos guardado, eu tenho os dos shows. A gente consegue dar entrada em uma casa.

–- Mas e suas turnês?

–- A gente ta bem de dinheiro o suficiente para eu dar uma pausa.

Ela solta um suspiro e olha para o nada enquanto pensa. Ele encara sua reação, com uma ruga de incompreensão no rosto.

–- Ta tudo bem, Esquentadinha?

Ela olha para ele, seus olhos azuis marejados de lágrimas e sua expressão tão dura quanto pedra. Ele se aproxima mais e abraça de lado seu tronco enquanto beija sua bochecha.

–- Você realmente não quer ser mãe agora, não é?

Ela olha para baixo em resposta.

–- É que... a ideia de ter meu corpo mudando na minha frente, ter um serzinho dentro de mim para logo em seguida tê-lo em meus braços... é um pouco assustadora.

–- Pensei que você quisesse ser mãe... – murmura ele. – Você até mesmo ameaçou terminar comigo alguns anos atrás, porque minha carreira não permitiria que formássemos uma família tão cedo...

Ela suspira.

–- Eu sei. Mas eu nunca pensei muito a respeito disso. Esses dois anos que eu dissera... eu pensei que eles fossem passar mais devagar.

–- Pois é, mas passou três anos.

Ela assente, encarando seus olhos castanhos.

–- E eu ainda não me sinto preparada.

A expressão dele recai, não havia armas perante aquilo.

–- Desculpa, Pê... – murmura ela, enquanto ele olha para baixo, chateado.

(...)

Aqueles meses se passaram rápido. Pedro e Karina seguiram normalmente com sua vida, se esquecendo daquela proposta do jovem guitarrista e agindo como sempre agiam um com o outro.

É claro que Pedro não desistira daquela ideia, apenas a guardara na gaveta. Uma hora, Karina estaria preparada e eles poderiam começar a formar sua família.

Enfim, chegara o dia em que Jade trabalharia na cidade e cedo da manhã a jovem e o noivo apareceram na casa do casal Perina. Cobra, cercado de malas e com uma cara de poucos amigos no rosto.

–- Oi!! – murmura Jade, abraçando empolgadamente a amiga enquanto Flux pulava em seu companheiro e quase o derrubava no chão. Pedro ri e corre para ajudar o moreno com as malas.

–- Jade trouxe o guarda-roupa inteiro, não é? – pergunta ele, brincalhão.

Cobra revira os olhos e então ajuda o cabeludo.

A morena se atira no sofá despreocupadamente enquanto as outras pessoas levam as malas para algum canto da sala. Karina se senta ao seu lado e franze a testa para sua cara de cansaço.

–- Que viagem mais chata! O trânsito não podia me dar uma folga pelo menos hoje?! – murmura a designer, irritada.

Karina olha para Cobra, em busca de uma explicação para sua mudança de humor repentina, mas recebe apenas um revirar de olhos do amigo.

–- Eu já estava indo para um supermercado para comprar algumas coisinhas diferentes para nós. Algo em especial? – pergunta Pedro, cortês.

–- Sim, sim! Muita coisa! Eu vou ter que ir com você, Guitarrista! – se apressa Cobra em dizer, desesperado.

Pedro ri, percebendo que o amigo – sim, Pedro e Cobra eram agora amigos – queria era se livrar um tanto da noiva, que estava, provavelmente, na TPM.

Depois que os dois saem, não demora nem um minuto, e Jade está correndo para o banheiro.

Karina encara seu movimento, confusa e arregala os olhos ao ouvi-la vomitar.

–- Ta tudo bem, Jade? – pergunta ela, segurando seus longos e morenos cabelos para que eles não se sujassem.

A morena faz um sinal positivo com a cabeça, fecha a tampa do vaso, lhe dá descarga e lava o rosto com água para então voltar para o sofá, ainda com um bico nos lábios.

–- Maldita viagem... Maldito Vagabundo! – murmura ela, rabugenta. – Aquele filho da mãe conseguiu o que queria... eu não vou casar tão cedo.

Karina franze a testa enquanto se senta ao seu lado.

–- Eu to grávida. – afirma a morena e a loira arregala os olhos.

–- Como assim?

Jade ri.

–- Grávida. G-R-Á-V-I-D-A. Sabe... eu e o Cobra transamos sem camisinha...

–- Não, não, não! Sem detalhes! – implora Karina, cobrindo a boca da amiga, que ri.

–- Eu só tava tentando te explicar o que é gravidez, já que você diz não saber... – murmura ela, arrogantemente.

A lutadora revira os olhos.

–- Você me entendeu... vocês estavam tentando ou...

A morena nega.

–- Foi meio que uma surpresa.

–- Eu sinto muito. – murmura Karina, séria.

–- Sente muito? Não é como se eu estivesse com uma doença terminal. – ela sorri. – É verdade que eu queria casar antes de engravidar, mas... imagina só, um pequeno serzinho dentro de mim? Que vai nascer meio Jade, meio Cobra, Cobrade. – ela ri com mais ênfase. – Eu vou ser mãe, Karina, olha só que maravilhoso!

Karina apenas assente, sem saber bem como reagir, e as duas ficam em silêncio por alguns segundos, enquanto a morena acaricia a cabeça de Flux, sorridente.

–- Mas e você e o Pedro... quando pretendem pôr alguém no mundo?

A loira estremece e coça nervosamente sua própria cabeça.

–- Eu não sei. O Pê tinha proposto alguns meses atrás, mas...

–- Ah! Vocês estão tentando?! – murmura a jovem designer, animada.

–- Não. – afirma Karina, atirando seu corpo para trás, deitando sua cabeça contra o sofá.

–- Por que não? – pergunta a morena, imitando a amiga e se sentando ao seu lado, com a cabeça entre as almofadas verdes do móvel.

Karina suspira.

–- Porque eu não quis.

–- Mas vocês tem tudo... vocês tem dinheiro, amor e talento e ainda estão na flor da idade! – murmura Jade, confusa. – E ainda por cima são casados! Daria tudo para ter me casado com o Cobra, nem que fosse no cartório que nem vocês fizeram e ele já propôs... – ela ri. – cada dia mais eu entendo o porquê de vocês terem casado com aquela pressa toda. Você fez bem, Karina. Esses homens de hoje em dia não querem mais compromisso sério... – murmura a morena, irritada.

Karina ri, como era dramática sua amiga.

–- É sério, Ka, por que vocês ainda não tentaram?

–- É que... sabe... a ideia de ser mãe não me atrai tanto quanto as outra mulheres. Ter alguém dentro de mim me assusta mais do que alegra... se fosse menina então... já pensou? Eu sou praticamente um homem.

Jade bufa.

–- Não começa com baixa autoestima, lutadora!

Karina ri.

–- Mas é sério... não é que eu me odeie por ser assim, é só que eu não saberia ser mãe de uma garota. – ela seca os olhos. – E ainda tem... – ela suspira. – minha mãe morreu no meu parto porque ela teve que escolher entre eu e ela. Já pensou se acontecesse a mesma coisa? E se ela passasse a vida toda infeliz? Eu não me sinto digna para colocar alguém no mundo e sofrer o perigo dela ser infeliz e me culpar para sempre.

Jade se aproxima mais da amiga e lhe abraça de lado enquanto ela chora.

–- Eu entendo seu medo. – Karina se afasta de seu abraço e a encara em seus olhos.

–- Desculpa. Você grávida e eu te preocupando...

Jade sorri.

–- Relaxa... não é como se o mundo fosse bom e justo... mas ele não é inteiramente ruim. E a gente pode mesmo ta sendo egoísta em querer colocar alguém nele, mas... – ela sorri mais um pouco. – Já pensou? Já pensou em um pequeno serzinho correndo por sua casa, com os cabelinhos do Pedro e suas pintinhas no rosto? Já pensou nele dentro de você, chutando sua barriga na forma de agradecer por ter lhe dado vida? Lhe dado a chance de sofrer e amar ao mesmo tempo, de conhecer o mundo e poder escolher?

Karina olha para o nada, pensativa. Pensando por aquele lado...

–- Tenta ver o lado bom, Karina. Engravidar também tem esse lado, é mágica a sensação de ter alguém dentro de você, alguém fruto do amor trocado entre você e alguém que você ama, e mesmo tendo que ficar gorda, inchada e nervosa, eu não trocaria isso por nada. – ela sorri e então coloca sua mão por cima da de Karina e olha no fundo de seus olhos azuis, os seus, marejados – malditos hormônios de grávida!—Aliás... eu tenho certeza que você seria a melhor mãe do mundo, sendo ou não essa lutadora marrenta que odeia salto alto!

Karina ri, emocionada.

–- Talvez você tenha mesmo razão...

–- Talvez? Você sabe que eu tenho razão! Deixa de marra, lutadora, eu sei muito bem que ter uma família é um de seus maiores desejos!

Karina olha para a amiga e então para Flux, que encarava as duas de soslaio, deitado em seus pés. Até ele parecia concordar... mas ela sempre tinha uma pulga atrás da orelha, era como se seu corpo soubesse de tudo o que viria com aquela ideia. Ela ainda não tinha parado para pensar se ele estava pronto para isso, até aquele momento. Olha para sua barriga lisa de lutadora e sorri.

–- Você, como sempre, sabendo o que dizer. Acho que além de designer, professora de dança e dona de uma ONG, você pode ser psicóloga. – brinca, sorrindo para com a amiga. – Você tem razão. Eu vou topar tentar. Eu quero ter um filho com Pedro.

Notas finais
ENTÃO? Karina quer ter um baby perina! Gostaram da novidade? E da Jade grávida? Asseguro vcs que ela vai continua sambista! Suahu Espero que com o fim da novela os reviews não diminuam! Afinal, essa história ainda não terminou! Essa semana ainda vai ta complicado pra mim, então acho que posto o próximo na sexta. Enfim, me contem ai nos comentários, o que vcs sentiram com esse último capítulo de malhação? Como eu disse, não to triste, gostei do fim, mas me deu uma leve dorzinha não ver todos os meus shippers juntos e tbem acho que foi um pouco corrido... eu custei perceber que era o último e só acreditei nisso quando o Nando começou a dublar o que aconteceu. E os tiros santovitti? Nem sei o que sentir... suahsua esses dois não se decidem! Apesar de tudo, sei que vou sentir saudades de olhar os resumos td final de semana, correr da escola pra ver a novela ao vivo, ver fotos novas dos capítulos no insta. Mas a gente sobrevive, eu sei disso. Já passei por cada “fim” que posso dizer que esse não será o fim! Ficará guardado em nossos corações todas as lições que aprendemos, desde ver as pessoas de outra forma como foi com a Karina, uma marrentinha que se mostrou apaixonada, até a Jade e o Cobra, que se mostraram arrogantes e perigosos no inicio, mas que no fim eram apenas duas pessoas tentando se encontrar, até enxergar a arte e o esporte com outros olhos. Então ta ai, minha declaração! Boa semana pra vcs!