Voltando para o Começo
2 Capítulo 2: Vamos deixar queimar
Notas iniciais
Era madrugada e Pedro e Karina ainda não haviam dormido. Sua noite fora cheia de acessos de amor e paixão e eles ainda estavam ofegantes pelo último ato. Pedro tinha que se lembrar de deixar que Karina bebesse mais vezes como fora naquela festa de comemoração de sua vitória no campeonato, se não estando completamente bêbada ela ficava daquele jeito, ele não queria nem imaginar como era com ela trôpega.
–- I-isso foi... – tenta sussurrar ele, mas acaba por não conseguir, ofegante como estava.
Ela beija seu peito, distraída, enquanto ele acaricia seus cabelos loiros.
–- Você me ama, Pedro? – pergunta a garota, séria, erguendo sua cabeça para olhar em seus olhos.
Ele franze a testa. Ela ainda perguntava? Encara seus olhinhos azuis e fica ainda mais confuso ao vê-los molhados.
Ele assente, também sério.
–- Mais do que o céu estrelado. Mais que tudo.
Ela abre um de seus sorrisos de lado e volta a beijar sua pele.
–- Por que pergunta? Eu te lembro disso todos os dias... – sussurra ele, em meio a sua confusão. Era verdade, todos os dias antes de um ensaio ou um show, ou então de ir para a faculdade, ele beijava seus lábios e sussurrava contra seu ouvido um “eu te amo, Esquentadinha”.
Ela encara o nada, pensativa.
–- É que hoje, lá na festa, eu vi um pessoal falando mal da gente. – ele franze ainda mais a testa. – Falando que eles nunca viram um casal mais estranho e que a gente não combinava nenhum pouquinho.
O garoto ergue seu tronco de cima da cama e se escora contra sua cabeceira.
–- E você acreditou neles? – pergunta ele, levemente chateado.
–- Não. Quer dizer... – ela suspira. – eles são uns idiotas, mas... – ela treme levemente de nervosismo. – eles fizeram uma aposta.
–- Que tipo de aposta? – pergunta Pedro, curioso.
–- Um deles apostou que a gente não ia durar um mês depois de eu ter ganhado aquele campeonato, outro que não chegaríamos ao casamento e ainda um que foi mais longe, disse que antes do nosso primeiro filho já não estaríamos mais juntos.
Pedro arregala os olhos, não só furioso com aqueles caras, mas também surpreso com suas ousadias.
Ela engole em seco diante do silêncio pelo qual o quarto é tomado.
–- Eu fiquei com medo de eles estarem certos. A gente anda tão ocupados com as nossas carreiras...
Pedro pega seus rosto entre seus dedos e nega com a cabeça.
–- Eu já disse, a gente vai superar esses obstáculos. Eu te amo, Esquentadinha.
Ela sorri em meio às suas lágrimas e se aconchega contra seu peito nu.
–- Eu queria tanto acelerar o tempo e ver como vai ser nosso futuro... – admite, temerosa, sendo embalada por seus braços levemente fortes pela correria do dia-a-dia.
Ele beija sua cabeça e, depois de um tempo pensando, ergue seu queixo para o alto e murmura:
–- Mas a gente pode fazer isso... – a garota franze a testa, já prevendo uma loucura de seu namorado, que a afasta de si, lhe atira uma camiseta sua, veste sua cueca e some do quarto.
Ela veste a camiseta e o espera sentada, até que ele surge com as mãos atrás das costas e se ajoelha em sua frente, beijando sua perna antes de puxar sua mão e mostrar um pequeno anel feito de arame entre seus dedos.
–- Você quer casar comigo, Esquentadinha? – pergunta ele, sorridente.
Ela arregala os olhos e então começa a rir de nervoso.
–- Você pirou de vez, foi?
Ele ri junto dela.
–- Pirei. Pirei de amor pela garota mais incrível desse planeta. Eu te amo, Esquentadinha, e eu sei que você também me ama. Nós já moramos juntos, dividimos as contas e os lençóis, só falta dividir os nomes. Você aceita?
Ela abre um de seus sorrisos assim de lado e pega o anel de arame de sua mão, colocando ela mesma em seu dedo.
–- É claro que eu aceito, meu guitarrista! – murmura ela, alto, jogando seus braços em volta de seu pescoço e beijando sua boca com intensidade. – Eu te amo. – ela beija sua bochecha e então seu queixo e ele ri, bobo, segurando sua cintura.
–- Espera aí, ainda não acabou... – murmura ele, afastando-a levemente e encarando seus olhos azuis. – Você aceita ser minha esposa... amanhã?
A garota franze a testa e tem a certeza de que seu namorado enlouqueceu.
–- É sério... a gente não precisa esperar. Amanhã de manhã a gente vai até um cartório e já se casa no civil. Eu sei que você nunca gostou da ideia de se aparecer com uma festa de casamento e assim você já fugia de ter que usar um vestido.
Ela o encara de volta, pensativa. Aquilo não era bem verdade. Ela achava bonita a ideia de um casamento, por mais que não se imaginasse como uma daquelas noivas. Engole em seco e então abre um sorriso. Tudo o que importava era ser dele por inteiro, firmar seu amor em matrimônio.
–- Eu aceito. – e assim ele a tomou novamente em seus braços, abraçando-a firmemente enquanto se sentia o homem mais feliz da face da Terra.
(...)
–- Dá pra você responder, Capiroto? Já que a minha filha parece ter engolido a própria língua... que história é essa de casados? – pergunta Gael, sério.
Pedro arregala os olhos e prende a respiração, olhando para sua esposa. Aquele dia eles haviam se esquecido de um mero detalhe, o pai casca grossa da menina e sua irmã tradicional.
–- Er... – gagueja ele, sem saber por onde começar.
–- Desembucha, Pedro! Como que você casa com a minha irmã sem nem mesmo avisar a gente? – murmura Bianca, irritada.
Mas não é Pedro que responde nenhum dos dois e sim Karina, que se levanta da mesa e encara de pé sua família.
–- É isso mesmo que vocês ouviram, eu e o Pedro nos casamos. – afirma ela, ouvindo o movimento de seu marido enquanto este se levantava e, logo, suas mãos em sua cintura.
É Dandara a próxima a se pronunciar, segurando a mão de seu filho mais novo, Miguel:
–- Como assim, meu amor?
Karina suspira.
–- Não foi uma cerimônia de verdade, foi só uma certidão tirada no cartório dois meses atrás. – afirma ela, tentando apaziguar o clima.
Gael fica, como se possível, ainda mais irritado.
–- Eu não acredito nisso... – murmura ele, passando a mão entre seus cabelos. – E o Capiroto ainda nem pediu permissão?!
É João quem ri dessa vez.
–- Ferrou pro teu lado, Pedrinho.
Pedro revira os olhos para o amigo e Karina o faz para o pai.
–- Desde quando eu ou o Pedro precisamos pedir permissão pra você? Somos maiores de idade e ainda por cima, moramos juntos.
–- É verdade, sogrão, esses dois ai já devem ter feito cada coisa que você nem imagina... – completa João, com seu tom sarcástico de sempre.
Sua mais nova esposa o manda um olhar recriminador e ele se cala em seu canto, enquanto Gael tenta afastar as imagens desagradáveis que surgem em sua mente.
–- Isso é muito sério, Karina e não é porque você não pediu permissão. É só que... seu pai te criou e ele gostaria de ter presenciado seu casamento com o Pedrinho. – diz Dandara, fazendo a consciência de Karina pesar ainda mais.
–- Nós sabemos disso, Dandara, mas é que foi uma coisa meio repentina. Em um dia a gente teve a ideia e no outro já fomos no cartório.
Bianca, que até então estava quieta em seu canto, com a testa franzida de chateação, pergunta:
–- Engraçado, que eu saiba não é tão simples assim casar no cartório, precisa de um monte de papelada e duas testemunhas...
–- É. A Sol e o Wallace foram nossas testemunhas. – diz Karina, já prevendo o acesso de ciúmes de suas amigas.
–- Como assim?! A Sol e o Wallace?! Mas e eu, Esquentadinha?! – murmura Jade, se levantando furiosa da mesa.
Karina suspira e é Pedro quem a ajuda:
–- Sollace eram as pessoas mais perto da gente naquela época. – diz ele. Era verdade, toda a Galera da Ribalta estava morando em São Paulo no momento, cursando suas faculdades lá e levantando o sucesso da banda, já que era lá que se encontrava seu produtor.
Mas isso não convenceu Jade, que foi se sentar, chateada na mesa, ao lado de Nat, que tinha a mesma expressão no rosto.
–- Olha, pessoal, eu entendo que vocês estejam chateados, mas vocês também tem que entender que esse é um assunto que diz respeito somente a mim e ao Pedro. Eu amo esse guitarrista e não podia mais esperar pra ser sua esposa. – diz Karina, encarando seu moleque nos olhos enquanto sorri. – De qualquer forma, todos aqui sabem que eu não sou o tipo de pessoa que casaria de véu e grinalda em uma igreja. É isso... vocês não tem nada que sentirem pena de mim. Eu fiz o que eu queria – ela sorri ainda mais. –, casei com o grande amor da minha vida.
Alguns apenas assentem com a cabeça enquanto outros simplesmente saem dali.
Bianca fica e depois de soltar um longo suspiro, ajeita seu vestido branco de noiva no chão e encara sua irmã.
–- Eu sei que você não gosta dessas coisas de princesinha, mas... você nunca sonhou com algo parecido? Nunca sonhou em todos vendo o momento mais feliz da sua vida, papai te levando no altar, Miguel levando as alianças, você caminhando devagar em direção ao Pedro, que tem o maior dos sorrisos em sua boca? – pergunta ela, com os olhos molhados de lágrimas. – Hoje foi o dia mais feliz da minha vida e não só porque eu me casei com o João, mas também porque toda a minha família e amigos, todo mundo que eu amo presenciou esse momento, viu que nosso amor é verdadeiro. Eu só queria que você sentisse a mesma coisa, mas você me decepcionou... nunca pensei que minha irmã fosse me privar de ver sua felicidade, fosse ser egoísta ao ponto de esquecer de sua família no momento mais mágico de sua vida.
E então ela sai dali, sendo acompanhada por seu esposo.
Pedro, não tendo ouvido o que Bianca dissera, apenas vê a expressão caída de Karina, se aproxima e segura sua mão, chamando a sua atenção, preocupado:
–- Hey... ta tudo bem?
A lutadora apenas assente e então engole em seco as lágrimas que ameaçavam cair.
(...)
Ao final da noite, aquele assunto já fora quase que totalmente esquecido – exceto por Gael, que ficou a festa inteira sentado em seu canto, emburrado -- e até mesmo Jade brincava com o novo casal de maridos. Karina ria feito boba de suas piadas idiotas, tendo bebido além da cota aquela noite, ela dançava feito uma maluca e corria pela Acquazen, brincando com seu meio-irmãozinho.
Já era quase meia-noite quando Pedro a segurou de um quase tombo na piscina e reparou que eles precisavam ir imediatamente para casa.
Seria uma longa viajem até São Paulo e Karina ainda teria treino na tarde do dia seguinte.
Ele deu adeus a todo mundo, recebendo calado o olhar matador de Gael para com sua filha bêbada que cutucava a orelha do marido que ele recém descobrira que era marido. É, ser pai não devia ser fácil, ele admitia.
Mal entrara no carro, colocara o cinto em Karina e girara a chave e a loira já começou com seu pequeno showzinho de bêbada. Ele sabia que ela ficaria maluca por causa da bebida, ele já havia a visto bêbada uma ou duas vezes e sabia que o efeito nela era o de perda total de timidez, o que significava apetite sexual aguçado, mas mesmo assim ele não esperou que ela pusesse suas mãos por cima de sua perna enquanto ele dirigia e as arrastasse até sua virilha, fazendo-o quase virar o carro com tudo para o lado.
–- Shh... para Karina. – pede ele, tirando sua mão de sua perna e pondo-a em seu colo.
Ele faz biquinho e ri feito uma criança, tirando o cinto e se curvando sobre o banco enquanto ele a olhava preocupado de soslaio.
–- Karin... – mas antes que ele completasse, ela morde o lóbulo de sua orelha enquanto volta a acariciar sua virilha.
–- Eu to com fome... – sussurra ela, rouca. – fome de você.
Ele não consegue segurar o gemido que sai pela sua boca e na primeira oportunidade que tem, vira o carro para uma pequena estradinha em direção ao mato e estaciona ali, tirando o cinto e enfim se virando para sua esposa e beijando-a com volúpia.
–- H-hmmm... – geme ela contra seus lábios, como se possível, com ainda mais fogo que o normal, seu hálito cheirando a álcool não incomodando-o nenhum pouquinho.
Ele intensifica o beijo e então leva suas mãos para suas pernas nuas debaixo do vestido e sente elas tremerem sob seus dedos. Ele ri. Ela continuava sensível...
Ela agiu rápido, se jogando para o banco de trás e se sentando ali, de pernas abertas enquanto o chamava com o dedo. Ele ri de seu jeito e logo está ali atrás com ela, beijando sua boca. Ela morde seus lábios e saboreia sua maciez, enquanto tira a jaqueta de couro que ele usava e aperta mais os cabelos de sua nuca.
Ele estava por cima dela, prensando-a contra a porta direita e passando suas mãos por suas costas, debaixo do tecido de seu vestido, provocando nela arrepios quase que imediatos. Agradeceu mentalmente pela escuridão na rua e por seus faróis estarem apagados.
Ele sorri, malicioso e puxa o zíper de seu vestido para baixo, passando suas alças por seus braços e atirando a peça no chão do carro.
Ela teve as bochechas levemente vermelhas como sempre fazia quando estava perto de tanta intimidade com ele, e ele sorri, ela realmente ainda estava sã. Era sua Esquentadinha tímida e intensa de sempre que estava ali.
Mas ao notar que ele havia parado, Karina deixou esse seu lado e o empurrou contra o banco do carro, desabotoando sua camisa com agressividade e atirando-a para o banco da frente. Ela beija seu peitoral levemente musculoso e então desce seus lábios até o cós de suas calças, onde ele estremece e se segura firme no tecido do carro. Ela lhe manda um sorriso brincalhão e lentamente abaixa aquela peça.
Ele não deixou aquela provocação sair impune, a puxou até seus lábios e a beijou selvagemente, deslizando seus lábios pelo seu pescoço e depois para o lóbulo de sua orelha, murmurando:
–- Dessa vez eu vou ficar no comando. – ela quase riu com seu sussurro, mas antes que pudesse fazê-lo, ele apertou sua cintura com força contra o colo dele, deixando-a literalmente louca.
Ela gemeu baixinho e grunhiu, se afastando um pouco para abaixar a cueca Box vermelha dele. Lambeu os lábios, ele realmente sabia como enlouquecê-la. Cueca Box vermelha?
Não havia nada mais sexy do que ele numa cueca Box vermelha.
Mais uma vez suas bochechas deram uma leve corada e ele já ia puxá-la para finalmente penetrá-la quando ela se agachou e abocanhou seu amiguinho. Ele soltou um urro alto, unhando as próprias mãos e erguendo os quadris. Ela sorriu, chupando seu pênis com vontade e ficando cada vez mais excitada. Fez isso por mais algum tempo, até senti-lo perto do ápice, e então se levantou, sendo empurrada quase que imediatamente contra o banco.
Os olhos dele vagaram pelo rosto corado dela até seu busto ainda coberto pelo sutiã, suas pupilas tão negras quanto a noite. E então ele estava com uma mão segurando forte na coxa dela e a cabeça a alguns centímetros da dela, os lábios sendo mordidos, ela sorriu, safada e foi o que bastou para ele pescar seus lábios e deslizar sua mão para o meio das pernas dela. Ela gemeu alto em sua boca e ele imaginou o quão excitada ela devia estar. Com isso, subiu sua mão pelas suas costas e abriu seu sutiã, deslizando as alças por seus braços e atirando-o para qualquer lugar, enquanto admirava aqueles seios perfeitos.
Puxou-a mais contra si, trazendo ela para seu colo novamente, e atacando seus seios sem pudor. Ele mordeu e lambeu em volta de suas auréolas, em êxtase, e ela pôs a cabeça para trás, com um gemido.
–- Óh meu Deus, me fode de uma vez! – murmurou, irritada. Ele riu, ela nunca falava palavrões, nem mesmo durante o sexo, e esse era um dos efeitos colaterais que a bebida lhe causava.
–- Ainda não, gata.
Ela gemeu de frustação, mas ele apenas apertou seu seio com mais força, enquanto puxava sua calcinha e colocava as pernas dela sobre seus ombros.
Ela o olhou, de boca aberta, escabelada e corada. Mas ele continuou, deslizando sua mão para a intimidade dela e esfregando-a ligeiramente, fazendo ela contrair os músculos e gemer alto, ele se divertiu com aquilo e não demorou a penetrá-la com a língua, fazendo-a gemer tão alto que ele não se surpreenderia se alguém na rua tivesse ouvido.
Ela apertou os cantos das coxas dele com tanta força que com certeza deixaria marcas e ele continuou seu trabalho até ela quase o sufocar com as pernas prensando sua cabeça, de tanta excitação.
–- Oh, Pedro! – murmurou, ofegante, sem se importar em seus gritos estarem altos demais, concentrada apenas na língua molhada que tocava sua clitóris, tocou em seus seios, tentando acalmar seu desejo, mas aquilo só o provocou mais, fazendo-o aumentar os movimentos até ela se sentir quase em ebulição. – Droga, Pê, eu quero gozar em você! – disse, irritada, e aquilo o fez afastar a cabeça do meio de suas pernas, deixando as pernas dela tombarem até o final de seu tronco.
Ela estava com os olhos vidrados de excitação e isso fez com que ele sorrisse, mordendo os lábios dela e colando seus corpos, seu membro costeando a entrada dela, o deixando tão excitado a ponto de gemer, e fazendo o mesmo com ela.
Tanto é que ela ergueu os quadris para tê-lo mais próximo.
–- Shh... o que eu disse sobre eu comandar hoje? – disse ele, ofegante, empurrando o corpo dela para baixo.
–- Pê... – ronronou a loira, descontente e ele se limitou a sorrir, deslizando seus beijos para o pescoço dela.
Mas ela não deixou aquilo sair barato, o empurrou para o seu lado e subiu em seu colo, não deixando tempo para que ele assimilasse o que ela havia feito, começando a rebolar contra a ereção dele.
–- K-Ka. – murmurou ele e se rendeu, colocando suas mãos em volta da cintura dela, e entrando de vez nela, fundo e forte. Ela soltou um gemido de satisfação e começou a rebolar mais no colo dele, sentindo-o beijar seu pescoço enquanto ela praticamente cavalgava em seu colo.
Ele notou o cansaço dela em ter que ditar todos os movimentos e a empurrou contra o vidro do carro, ficando por cima e assim entrando mais fundo. Os dois gemeram juntos.
–- Oh Pedro... Mas que droga Pedro, eu vou explodir! Oh... MAIS FORTE! – gemia ela, fazendo ele sentir ainda mais prazer e apertá-la mais fundo contra ele. Os seios dela se mexiam no ritmo de sua respiração inquieta e as unhas dela cravavam fundo no peito dele, fazendo sair sangue e ele gemer mais alto, agora de prazer e dor.
–- Oh... Karina!
Ela estava com os olhos fechados e a cabeça contra o peito dele quando eles finalmente chegaram ao ápice.
–- Isso... foi... – ele respirava com dificuldade. – incrível.
Ela riu contra seu peito e o abraçou pelo pescoço, sentindo as mãos dele em sua cintura enquanto ela rapidamente pegava no sono.
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