Kol

Assim como prometido a ela eu voltava para a casa de campo em Louisiana todas as noites afastar a solidão que ela sentia e preencher o meu vazio que eu sentia sem ela. Eu não fazia nada além de assistir a ela dormir e ver a sua bela face angelical adormecer tranquila e quando os mais sóbrios pesadelos a cercavam eu a envolvia em meus braços e não a soltava até que acordasse.

Durante o longo mês que se estendeu e a única coisa que eu desejava era que ela continuasse a dormir em paz e sem medo. Continuasse a sonhar com um mundo em que meus pais não vinham atrás de nós e que a única coisa que ela precisasse se preocupar era com qual pijama iria adormecer e não em ficar escondida. Um mundo normal, uma vida normal, uma família e uma confortável casa onde vivesse os melhores momentos de sua vida. Momentos simples como pintar um quadro no sol de verão ou assistir uma criança a dar os primeiros passos. Aqueles momentos simples, mas que você com certeza irar lembrar o resto da longa vida que arrastamos com sigo.

Minha mãe não dava sinais de vida ou de morte e Mikael ocasionalmente aparecia para tornar nossas vidas um inferno. Finn tinha sumido e Rebekah estava em algum lugar do planeta. Klaus vinha às vezes visitar Effy e quanto a Elijah nem preciso mencionar o quão patético ele é. E eu passava todas as noites vendo-a dormir. Eu me sentava na cadeira ao lado de sua cama e ficava até que ela abrisse os seus belos olhos.

A cada dia que se passava era cada vez mais irresistível ficar em sua companhia. Depois de 150 anos imaginando o sabor de seus lábios depois de uma vez tomado eles pra mim eu simplesmente não conseguia esquecê-los. Eram delicados, doces e seus lábios contra os meus eram como macios como seda. Olhar em seus olhos era ainda mais tentador com aquele tom de azul que era como o céu e as estrelas mais brilhantes que eu já havia visto. Misteriosos, atraentes e preciosos como safira que me faziam ter um louco e promiscuo desejo de ter-la para mim e só pra mim. Sua pele branca, macia e gelada como a neve fina que caia no início de dezembro. Seu longo cabelo negro mais escuro que a sombra mais absoluta era liso e sedoso com o cheiro de menta e eucalipto que me fazia me sentir ainda mais preso na sua forma quase divina de sua beleza natural.

– Kol... ? – Escuto a sua voz melodiosa me tirar do meu devaneio por sua beleza.

Eu não consegui me conter e tomei os seus lábios aos meus. A beijei com cuidado como se fosse uma porcelana que poderia facilmente se quebrar. Seus lábios tão doces quanto da última vez que eu havia beijado. Passei os meus dedos pela sua bochecha e traçando um caminho até a sua nuca onde segurei os seus cabelos com cuidado. O beijo foi ficando mais intenso e ela me beijava da mesma forma que eu a beijava com paixão e um fogo contido. Eu hesitei um pouco, mas devagar fui deitando o meu corpo por cima do seu. Ela tinha as mãos em minha nuca e isso só me dava ainda mais vontade de possuía, mas ela não era qualquer uma, ela era a mulher. Só a tomaria como minha se ela quisesse realmente de corpo e alma ser minha. Eu me afastei um pouco ofegante olhando para os olhos que só faziam a minha imaginação fluir ainda mais loucamente.

– Eu te amo. – Eu disse. Não foi por impulso, eu realmente a amava com os confins da minha alma corrompida onde ela era a luz.

– Eu te amo também. – Ela sorriu e tomei os seus lábios de volta.

Beijei o seu pescoço e tracei com meus lábios um caminho até a sua orelha e de volta aos seus lábios doces. Tirei a sua blusa revelando com uma lingerie preta e vinho, algo sexy demais pra alguém tão angelical, que me deixava cheio de luxuria que aguardava há 150 anos para ser liberta. Contornei a sua fina cintura com minhas mãos e fui beijando seu corpo devagar para apreciar cada curva, cada detalhe de seu corpo, minhas mãos deslizavam pelo seu corpo de maneira mais gentil e excitante que eu poderia fazer. Lambi a sua barriga a fazendo sentir um arrepio e soltando um suspiro que me fez sorrir. Eu tirei minha camisa e me deitei sobre ela tomando a sua boca contra a minha me deixando louco. Levei meus lábios de seu queixo até o seu seio tirando devagar o seu short levei lentamente minhas mãos até suas coxas e coloquei suas pernas na minha cintura, ela me arranhava, agarrava os meus cabelos e sussurrava gemidos no meu ouvido e mordendo levemente o meu pescoço.

Ela era sexy de um jeito quase inocente, era um anjo que se apaixonou pelo diabo e estava prestes a descer do paraíso, era a minha redenção, o meu prazer a minha salvação de meus próprios pecados sujos e infames. Tudo de ruim que eu tinha feito, todos que eu havia matado a dor e destruição que eu havia trago eram subitamente esquecidos nos olhos dessa mulher eram apagados com uma rajada de vento feito pelo bater das asas de um anjo.

Ela aranhava minhas costas soltando gemidos baixos me fazendo delirar e finalmente depois de tanto tem ela finalmente era minha. Finalmente eu havia à tomado pra mim do jeito que eu desejava do jeito que ela queria do jeito que eu duvidava que alguém teria tanto prazer quanto eu sinto por essa mulher. Que era minha e de mais ninguém. Ela era a mulher com quem eu sempre quis estar e desejei, pois eu sempre soube e ainda sei que ela foi feita para mim, não há outra que posso tomar o seu lugar, nem hoje, nem nunca.