Elizabeth

Assim que Andy me falou eu levantei e corri até os fundos do restaurante. Estava do mesmo jeito que 1919 e nos fundo tinha uma porta que levava pro fora. Nela tinha uma estradinha de terra que seguia para New Orleans. Vi um Suvic preto estacionar de qualquer jeito e meu pai saltar pra fora dele. Eu corri em direção à ele sem me importar com as lagrimas em meu rosto. Ela me abraçou forte e eu o apertei afundando o meu rosto em seu ombro. Eu estava com saudades dele e depois de tudo a única coisa que eu realmente precisava era do meu pai.

– Papai. – Eu disse baixinho.

– Esta tudo bem sweetheart. – Ele disse em meu ouvido acariciando os meus cabelos. – Esta tudo bem.

Eu fiquei mais um tempo abraçada com ele eu não sei quanto, mas não importava. Poderia passar a eternidade assim que eu não ligaria. Ele beijou a minha testa e eu tirei o meu rosto de seu ombro olhando para meu pai. Klaus assim como eu tinha lagrimas nos olhos, mas as deles estavam contidas. Ele era sempre será mais forte que eu e meu dever é me espelhar nisso e ser como ele, mas pela primeira vez eu não conseguia fazer isso. Eu não conseguia ser forte. A única coisa que eu consegui fazer foi respirar fundo e o deixar secar as minhas lagrimas e tentar resgatar o que havia restado da minha coragem para encarar a minha família de cabeça erguida e demonstrar que esta tudo bem, que eu estou bem e que a vingança estava a caminho e que como sempre os Mikaelson não iriam se abalar com nada que estava à chegar por mais sombrio e tenebroso que seja, nós iremos superar.

Klaus

Assim que eu estacionei o carro eu pude ver Effy correr em minha direção, eu não penso duas vezes antes de correr até ela e abraçar a minha garotinha. Eu fiquei quase 3 meses sem ver ela e eu não queria fazer mais nada além de abraçar a minha filha e protegê-la de qualquer um que a machucasse. Eu olho para as suas longas madeixas negra caindo em suas costas sobre o blazer de Elijah. Acaricio a sua cabeça e não consigo fazer nada além de tentar confortá-la e dizer que vai ficar tudo bem.

No início eu duvidava que iria ficar, mas agora que eu tinha a minha garotinha de volta em meus braços e chorando eu não tinha duvidas que eu iria resolver essa bagunça custe o que custar só para ter ela em segurança e feliz como sempre foi. Era meu dever como pai e como um Mikaelson assegurar a família de que iríamos superar e como sempre e para sempre iríamos ficar juntos e fortes não importa o que aconteça por que somos uma família e ninguém fere um de nós e permanece vivo. Ninguém.

Ele tirou a sua cabeça de meu ombro e olhei em seus profundos e brilhantes olhos azuis que depois de 160 anos ainda me intrigam. Sequei as suas lagrimas e enquanto continha as minhas eu beijei a sua testa. Ela olhou para trás do meu ombro e viu Rebekah que eu tinha buscado no caminho até Effy. Ela me soltou e abraçou Rebekah. Eu olhei para os três a minha frente e vi Hayley e Andrew darem um abraço rápido, pelo que eu sabia eles tinham uma ligação de alfa e lobo ou sei lá o que é. Elijah os observava e tinha que admitir que ele realmente estava diferente tanto que Kol não desviava a sua atenção dele.

– Bom ver a família reunida de novo, mas eu estou cansada de ficar horas dentro de um carro com o Nik. – Disse minha querida irmã fazendo Effy rir. – Não sei se vocês lembram, mas estamos na temporada das tradicionais fogueiras e temos uma casa nos arredores.

– Não acendemos fogueiras a quase 100 anos Bekah. – Disse Kol revirando os olhos andando em direção a caçula.

– Não me culpe por tentar manter a tradição da família viva. – Ela retrucou.

– Eu não me importo de ter um chuveiro e uma cama. – Disse Effy e só então reparei que ela estava escorada em Rebekah e Kol e com as pernas enfaixadas.

– O que aconteceu com suas pernas? – Eu a olhei novamente e as faixas começavam a sangrar.

– Os ferimentos abriram de novo. – Kol murmurou olhando paras as pernas da minha filha e a levantando em seus braços. – Depois explico. Agora temos que trocar essas faixas.

– Kol tem razão. – Elijah disse vendo que eu ia começar a discutir. – Vamos logo antes que Esther nos ache.

Kol entrou no banco de trás do meu carro com Effy e pôs a cabeça do lado de fora como se fosse um cachorro.

– Vamos logo Nik! – Eu reviro os olhos e me sento no banco do motorista e Rebekah no passageiro enquanto Hayley, Elijah e o garoto vão no outro carro.

Durante a viajem Elizabeth me explicou o porquê os celulares eram tão “perigosos” e algo como explodiu um posto de gasolina pra poder matar um bicho que soltava bolas de bronze em chamas é claro que eu penso que ela estava delirando, mas mudo de idéia quando meu irmão confirma ter visto um gigante de um olho só explodir em poeira dourada quando Andrew deu uma flechada nele.

Quando chegamos na casa que era pequena para os nossos padrões, mas ainda assim confortável, Rebekah foi para o quintal dos fundos com os outros e Kol e Elizabeth ficaram nas cercas com o pretexto de fazerem feitiços. Eu não perguntei muito e fui falar com os outros.

Eu não tinha demorado nem dois minutos e pude ver que Rebekah e Andrew já tinham feito um ótimo trabalho se quisessem queimar corpos.

– Vai falando sobre essa tal maldição do primogênito. – Rebekah disse jogando madeira na fogueira não acesa. – O que diabos isso deveria ser?

– Bem, de acordo com Finn, nossa irmã Freya, não morreu de peste. – Eu comecei a explicar quando Hayley chegou. – Ela foi levada como forma de pagamento por nossa tia Dahlia, que então amaldiçoou todos os primogênitos Mikaelson para a eternidade.

– Algo disso é verdade? – Andrew perguntou ajudando Rebekah.

– É caso estivermos acreditando em Finn. – Elijah estava abotoando as mangas da camisa. – Que aprendeu com o bastião da verdade, nossa mãe.

– Bem, não é de admirar que Finn nos odeie. – Rebekah disse. – Ele perdeu a irmã que admirava e instantaneamente ganhou um papel de julgar os irmãos, que o achavam insuportavelmente chato.

– Ótimo. Então há qualquer chance de nós fugirmos de nossa estúpida tia Dahlia em breve? – Andrew falou como se fosse um de nós.

– Fábulas durante mais de mil anos. – Disse Elijah com um pedaço de madeira. – Dahlia esta morta a muito tempo.

– Como Esther? – Hayley tocou na ferida aberta.

– Sabem... Monstros morrem... – Disse Andrew ajeitando a fogueira. – Mas não morrem realmente.

– Desculpe, mas eu não entendi a sua lógica. – Eu olhei confuso pro garoto que levava jeito brincando com fogo.

– Monstros gregos. – Ele nos olhou. – Quando nós semideuses os matamos usamos três tipos de armas. – Ele puxou o cordão que se transformou em uma gládio de bronze. – Bronze Celestial, Ouro Imperial e Aço do Etigio. – Ele girou a espada na mão e cortou uma tora como se fosse manteiga. – Ouro Imperial esta extinto, o aço estigio são laminas feitas do rio Estige exclusiva para os filhos de Hades. – Algo me diz que ele se referia a Effy. – E o bronze é o único que sobrou pra fazer armas. O ponto é. – Ele cortou outra tora e entregou a Rebekah. – Quando matamos um monstro ele vira pó e vai pro Tártaro.

– Ta falando daquela placa do dente? – Hayley parecia confusa.

– O Tártaro é o pior lugar da historia grega. – Ele parecia serio. – Pense no inferno. – Ele disse. – Agora pense em um lugar 70 vezes por. Isso não seria nem metade do que o Tártaro realmente é. – Se o garoto estava certo eu agradecia por ser imortal. – Quando matamos o monstro ele vai direto pro Tártaro e fica lá dentro por anos ou talvez éos só procurando a saída de lá pra voltar em busca de vingança contra os semideuses.

– Não seriam mais simples vocês parem de matar eles? – Até eu achei a pergunta de Rebekah idiota.

– A não ser que queiramos ser o jantar deles. – Andrew ri como se fosse uma piada com fundo de verdade. – Acho que não. A moral da historia é. Os monstros sempre voltam para atormentar as nossas vidas e vocês são imortais. Eu estou surpreso por eu ter vivido até os 18.

– O que quer dizer com isso? – Elijah perguntou.

– Vocês se alimentam de sangue. Monstros se alimentam de semideuses. – Eu acompanhava a sua lógica. – Fora isso tem as missões suicidas que somos as vezes obrigados a fazer, atividades que nem sempre acabam bem e guerras. – Ele da os ombros. – Além de Effy nunca vi um semideus durar o primeiro semestre da faculdade.

– Ninguém vai machucar a Elizabeth porque ninguém vai achar ela. – Eu digo baixo só pra eles ouvirem já que Kol e Effy estavam concentrados em seus feitiços. – Chega de madeira, Rebekah. – A loira para. – Você vai queimar todo o estado do Arkansas.

– Bem, nós estávamos apenas esquecendo do ingrediente principal. – Ela diz limpando as mãos.

– Não, não estamos. – Eu digo a ela.

– Sim, nós estamos, Nik. – Ela diz animadinha. – Ajude-me, Elijah.

– Suspeito que Niklaus nos sufocaria com bastante sobre as cinzas. – Elijah diz cruzando os braços risonho.

– Do que vocês estão falando? – Hayley pergunta confusa.

– Bem, antes de acendê-la nós escrevemos desejos para cada um queimar para dar sorte. – Effy disse das costas de Kol. – Essa é a nossa parte favorita, não?

– É sim. – Kol responde virando o rosto pra ela.

– Por que insistem em fazer algo tão velho? – Eu realmente não entendia.

– Por que é divertido, eu gosto e vamos fazer. – Disse Rebekah saindo.

Kol

Assim que chegamos na casa eu e Elizabeth ficamos pra trás enquanto os outros não calavam a boca no quintal da frente.

– Lembra dos feitiços de 1800? – Eu olho pra ela.

– Os de proteção? – Ela me pergunta e eu balanço a cabeça. – Claro que sim praticava eles quando Mikael nos achou em 1919.

– Vamos fazer ele ao redor da casa. – Eu disse e ela concordou. – Vamos nos concentrar nas cercas.

Ela concordou e segurou as minhas mãos, as delas tremiam levemente então eu as segurei firme e vi ela fechar os belos olhos e se concentrar.

– Protego Maxima, Fianto Duri, Repello Inimigotum, Salvio Hexia. – Nos murmurávamos os feitiços que fariam basicamente uma barreira fodona em volta da casa que faria até mesmo Ester suar a camisa pra quebrá-la. — Protego Maxima, Fianto Duri, Repello Inimigotum, Salvio Hexia. – Eu era um bruxo poderoso, mas o poder de Effy era muito maior e com nossas forças juntos deveria adiantar pra alguma coisa.

– Vamos trocar as suas ataduras. – Eu disse a pegando no colo. Suas feridas abriram deixando as ataduras vermelhas de sangue.

Eu a esperei terminar de tomar banho enquanto procurava o kit de primeiros socorros em sua mochila. Eu tentava não ouvir, mas era impossível não ouvir a conversa deles lá fora. Eu não tinha palavras para expressar o quanto eu achava Niklaus idiota por ter escutado aquela besteira que Finn tinha dito. Eu escuto a porta do banheiro abrir e vejo Elizabeth de olhos vermelhos e cabelos molhados sair de dentro dele.

– Isso é besteira darling. – Eu disse beijando a sua testa. – Sente ai.

Ela só concorda com a cabeça e se senta na banca me deixando fazer os curativos. Iriam sarar logo, mas eu não a deixaria anda tão cedo. Quando eu terminei eu me virei de costas pra ela.

– O que foi? – Ela perguntou confusa.

– Suba. – Eu respondi. – Você não vai andar.

Ela apenas suspirou e colocou suas delicadas mãos em meus ombros e suas pernas ao redor da minha cintura, mesmo no corpo humano pra mim ela era leve como pluma, segurei firme suas pernas, mas com cuidado para não machucá-la. Quando chegamos onde a família e os intrusos se reuniam eu percebi do que eles falavam.

– Bem, antes de acendê-la nós escrevemos desejos para cada um queimar para dar sorte. – Effy disse se inclinando pra me olhar. – Essa é a nossa parte favorita, não?

– É sim. – Respondi virando o rosto pra ela.

– Por que insistem em fazer algo tão velho? – Niklaus, sempre estragando a diversão.

– Por que é divertido, eu gosto e vamos fazer. – Disse Rebekah saindo.

Isso foi o suficiente pra todos se calarem e voltarem pra dentro eu Lizie e Niklaus ficamos conversando na mesa de jantar quando a loba aparece jogando um talão de cheques para meu o irmão.

– Aqui. – Ela disse.

– Eu estou meio ocupado agora Hayley. – Ele diz sem olhar pra ela.

– Dois minutos de sua eternidade, não vai fazer falta. – Ela sorri.

– Percebeu que eu não sou o tipo de marido que obedece? – Eu quase vomitei com isso.

– Percebe que eu quase morri na última semana e que você me deve um favor? – Ela argumentava calmamente.

– Tudo bem. – Nik disse ainda mais calmo o que faz a mim e a Elizabeth arregalar os olhos quando ele assina o talão. – Desejo que diga a Elijah que você vai se casar com seu pretendente lobisomem, para eu dar-lhe um Whisky e parabenizá-lo pela bala que se esquivou.

Ele sorri e a entrega o cheque. Eu e Elizabeth estávamos de boca aberta e a doce Hayley com cara de quem arrancaria a primeira cabeça em sua frente, então simplesmente amassou o papel e jogou no chão.

– Tenho a leve impressão de que perdemos algo. – Lizie diz baixinho pra mim e eu concordo.

Ao ver nossa duvida Klaus disse o porquê que a loba iria se casar, aparentemente era alguma razão de ritual idiota pra fortalecer o bando. Fomos pra fora e Nik acendeu a fogueira.

– Hey, vejam o que eu achei! – Disse Rebekah saindo de trás da porta. – Queria saber se funciona!

– Que inferno. – Nik diz ao ver a câmera antiga em suas mãos.

– Anda vamos tentar. – Ela vinha animada se aproximando com a câmera. – Nik, vem vamos nos encaixar pra uma selfie!

– Niklaus é bom em encaixar os irmãos em lugares fechados. – Elijah diz sarcástico.

– Bem eu fico feliz por viajar centenas de quilômetros – Nik pegou a câmera da mão de nossa irmã. – para visitar o meu irmão doente para ele me insultar.

– Anda logo tira a foto! – Rebekah disse impaciente.

Nos juntamos e Effy aproximou mais o seu tronco de minhas costas e colocou o rosto ao lado do meu para aparecer na foto. Um flash seguido de um barulho ridículo surgiu depois que Klaus tirou a foto. Uma cartinha branca saiu da câmera e Nik a pega ainda escurecida no lugar da foto.

– Ótimo! – Eu disse. – Agora é só esperarmos meia hora até sair a foto!

– Viu? – Disse Bekah para Klaus. – Eu gostaria que fosse sempre assim.

– Se pedidos fossem cavalos... – Elijah começou com aqueles ditados ridículos.

– Mendigos montariam. – Niklaus continuou me fazendo rolar os olhos.

A foto finalmente saiu mostrando a mim, Effy, pulguento, lobinha, Vadia maluca, Bekah e Nik.

– Sabe que temos que queimar. – Nik perguntou pra loira. – Quer que eu faça um pedido pela família, Rebekah. Queria que não fosse assim, mas é. Não podemos arriscar cair nas mãos erradas. – Observamos a foto queimar depois que ele a jogou na fogueira.

– Não. Isso não esta certo. – Eu concordava com ela, mas quando Rebekah calaria a boca? – Merecemos isso. Conquistamos isso. – Ela nos olhava. – Não deixarei isso escapar. – Ela parecia tomar coragem enquanto a olhávamos. – Eu sei como parar Esther.

– Rebekah, não. – Elijah disse e eu começava a ligar os pontos.

– Vou aceitar o acordo. – Ela o ignorou. – E quando eu aceitar vou derrubá-la comigo. — Hayley e o poodle ficaram no quintal quando fomos para a “reunião de família”. – Vai funcionar. Ela esta distraída e vulnerável.

– Não. – Effy disse de sua cadeira. – Matando, ela mudará de corpo.

– Empeça ela de mudar! – Rebekah argumentava.

– Se soubéssemos como impedir, não acha que eu já não teria matado?! – Eu falei para a rainha da teimosia.

– É, mas agora Effy esta de volta e você estão de volta. – Ela tinha razão. – Vocês sabem uns truques.

– Estão loucos? – Elijah disse escorado em uma mesa.

– Definitivamente. – Rebekah o cortou. – Elijah, foi sua idéia. – Elijah olhou nervoso para nosso irmão. – Disse que ela quer uma vitoria, e se fizéssemos certo, ela terá.

– E se eu estiver errado, não terá mais o seu corpo.

– E isso seria a pior coisa? – Aquilo parecia uma partida de ping-pong. – Você estava pronto pra fazer isso e Kol fez isso.

– Me deixa fora disso. – Eu disse.

– Foi um momento de tolice. Um que sabiamente me dissuadiu. – Elijah, sempre rainha do drama.

– Espero que tenhamos sorte, para parar o feitiço antes. – Ela diz.

– E se não der, ganha o que sempre quis. – Klaus diz de cabeça baixa olhando pra Rebekah. – Não é isso o que esta dizendo? – Ele ergue a voz. – Esta disposta a perder.

– Estou disposta a arriscar a perder, sim. – Ela retruca com calma.

– Temos que achar alguém para ela saltar. – Ele aponta pra loira. – Alguém anônimo, que pode desaparecer.

– Rebekah estamos juntos há séculos. — Elijah diz. – Se você for humana...

– Quando eu estiver velha e enrugada pode devolver ao meu antigo corpo. – Ela disse. – Nik tem um caixão onde poderá me deixar, como fez com Kol.

– Falando nisso depois disso tudo. – Eu faço um circulo com a mão. – Vou precisar do meu corpo de volta.

– Achei que gostava de ser um bruxo. – Nik me olha surpreso.

– Amo, mas esse corpo é inútil pra matar um Salvatore, então depois que ficarmos órfãos eu vou voltar. – Eu dei uma piscada pra ele.

– Se é o que Rebekah quer eu mesma posso a colocar de volta depois. – Lizie diz.

– Já vi onde isso vai dar. – Klaus disse. – Vamos Rebekah, precisamos achar um novo corpo pra você antes que nossa mãe troque o dela. – Ele diz pegando as chaves do carro. – O que sobrar de vocês fica aqui na casa.

– Niklaus. – Eu falei quando eles saiam. – Não se surpreenda se a casa desaparecer.