Violin

15 Dia 15 — Oceano


Notas iniciais
GENTE, SOCORR, 73 REVIEWS s2 Vocês são demais, sério. Se ainda 'tô no desafio é por causa de vocês, porque meu tempo 'tá apertando e 'tá ficando cada vez mais difícil arranjar tempo para escrever :c Principalmente porque minha semana de provas 'tá para começar e essa semana eu 'tô CHEIA de trabalhos para entregar. Mas, né, vamos que vamos. O capítulo ficou curtinho, mas eu gostei. Não ficou como o último (mal acredito que fui eu quem escreveu, porque ficou demais uydgdahsja) mas ficou legal. Gostei da música porque me deu mais liberdade para fazer algo menos "cena" e mais poético. Eu 'tava querendo fazer um cap mais assim faz um tempo, já. Não vou segurar vocês por mais tempo. Taí o cap:

Amar Sherlock era como percorrer um deserto. Era como vaguear pela vastidão árida, esperando encontrar algum oásis para matar a sede. Ainda assim, havia alguma beleza. Ouvi-lo dizer que o amava — meio timidamente, como se as palavras o surpreendessem — era como descansar na sombra de um coqueiro depois de passar horas sob o sol escaldante.

Absolutamente refrescante.

Também era difícil, mas ele não se importava. John não se dava bem com o fácil, não permanecia muito tempo em alguma coisa que não o desafiasse. Não que não desejasse, muitas vezes, que fosse diferente. Amar Sherlock também era sofrer. Consistia em mais dúvidas que certezas, em tantas lágrimas quanto sorrisos.

Sherlock não era do tipo que prometia as estrelas ou fazia juras de amor eterno.

Havia algo, no entanto, que sempre o puxava para perto dele. Sherlock era um astro, e John não conseguia se impedir de orbitá-lo. Era um oceano, e sempre desaguaria nele. Era seu melhor amigo e o amor de sua vida, e duvidava que houvesse qualquer coisa no mundo pudesse mudar ou diminuir esse sentimento.

A única maneira que John conhecia de viver era amando-o.

Nenhuma das outras formas parecia certa.