Vida Roubada

17 Capítulo 17 - parte 1


Não foi difícil para Isabella se acostumar com as manias e manhas de Rebecca, Edward conhecia a filha como a palma da mão e ajudou a mais “nova” mamãe e entendê-la melhor, foi um processo lento, mas totalmente gratificante, era fascinante vê-la descobrir algo novo ou simplesmente entender um choro de sua menina, podendo identificar se era dengo ou fome.

Durante as manhãs, se dedicada inteiramente de sua filha, durante as tardes levava-a para brincar e conviver com o avô, Carlisle começou a avançar em sua recuperação de forma surpreendente, o olhar que ele dedicava a Rebecca era luminoso. Durante as noites deixava-a ser feliz ao lado do pai que ela escolheu como seu.

Edward por mais cansado que estivesse ou mesmo tendo que terminar o trabalho bem mais tarde do que normalmente terminaria, não deixava de dedicar horas com a pequena e não querendo atrapalhar acabava se afastando, deixando que pai e filha vivessem o seu momento...

Isso era ruim, por mais que os três estivessem vivenciando um momento mágico assim que Isabella aceitou o amor que sentia pela filha, nunca passou disso, o fato era que ela tinha vergonha de encarar seu marido nos olhos, a fraqueza mesquinha que demonstrou durante meses a deixava mal perante ele. Por isso, pouco se falavam, ela fugia e ele não corria atrás.

Sua sorte era ter Rose, sua prima parecia bem mais forte do que quando chegou, sua tia Ângela acabou se conformando com o afastamento da filha e sobrinha, e Ben quase não aceitou a partida da filha, Rosálie demorou dias para convencer o pai de que estava bem. Às vezes Isabella a pegava triste pelos cantos e apesar de não falarem muito sobre o motivo ela era ciente de que sua prima sofria por Emmett, mas assim como todos em casa Rose se apegava a Rebecca que a fazia sorrir de forma genuína, como se em sua vida não existisse sofrimento.

- Chegamos! – disse Edward sem nem ao menos olhar para ela.

Isabella olhou em volta e então sorriu timidamente, tudo estava exatamente igual desde a última vez que esteve na fazenda, à casa principal continuava avarandada com as janelas de madeira pintadas de azul. Assim como tudo continuava arborizado, deixando o ambiente cheiroso e bem ventilado.

Calmamente acomodou Rebecca em seus braços de forma mais confortável, sua menina ainda não andava e era bastante pesada, mas ainda agüentava carregá-la. Sem dizer uma só palavra caminhou com seu marido até a entrada principal, tudo poderia estar igual, mas sabia que assim que adentrasse na sala iria encontrar uma nova realidade.

Sua filha não estava mais em sua barriga, pelo contrario, sua Rebecca estava a poucas semanas de completar um ano de vida.

Sua relação com Edward não era mais fictícia, apesar de estarem enfrentando problemas.

Tanya, a ex-amante de seu marido se casaria no final da tarde com o agradável Derek, tendo somente três convidados, ela, Edward e sua filha.

É claro que se sentia desconfortável com a situação, entretanto, não seria capaz de dizer não ao velho amigo de seu marido, Derek fez tanto por ela, fez tanto por Edward... E sinceramente não acreditava que Tanya pudesse ser capaz de cometer algo indiscreto, pelo menos não no dia de seu casamento.

Respirou fundo, e olhou de relance para Edward, enquanto ele a conduzia para a entrada. Assim que passaram pela porta principal, foram recebidos por Derek que os aguardavam ansioso.

- Finalmente! – disse animado enquanto seguia para um abraço caloroso em seu “filho” – Pensei que nunca mais fossem me visitar, sua menina está com quase um ano! – olhou para Isabella que carregava Rebecca – Seja bem vinda Isabella! – focou seu olhar na pequena menina – Posso carregá-la? – perguntou docemente.

Como resposta Isabella sorriu – Claro que sim... Só espero que ela não chore! – disse entregando sua Rebecca nos braços do velho Derek.

Rebecca o olhou como se enxergasse sua alma e então deu uma linda e gostosa gargalhada, fazendo os três adultos na sala sorrirem abobalhados. – Ela é linda.

Derek beijou o topo da cabeça castanha de sua filha e a aconchegou melhor em seu colo.

- É tão bom quando nossos filhos são pequenos assim, tão próximos da gente... – disse engolindo um nó garganta abaixo.

Isabella e Edward se olharam, ambos sabiam que esse comentário se referia totalmente a ele e a falta que Jane fazia em sua vida, mais de um ano se passou, e a senhora Volturi não procurou e nem ao menos quis saber do pai.

Na única vez que Isabella a encontrou depois do trágico aniversario de Derek, Jane se mostrou indiferente ao pai e isso fez com ela sentisse pena da senhora Volturi... Ah se ela ainda pudesse ter seu pai por perto, abraçar e olhar nos olhos de Charlie lhe faria um bem tão grande!

Mas que ela era para julgar?

Há meses atrás tinha renegado sua própria filha... Fechou os olhos por alguns segundos e deixou que o sentimento triste que estava querendo dominá-la não penetrasse fundo em seu ser, voltando a olhar para sua princesa no colo de Derek, que com os olhos brilhando em emoção olhou para ela e Edward – Espero que aproveitem bem esse momento, acredite, ele passa voando!

- Prometo fazer o meu melhor! – disse Isabella tocada pelo tom de voz e feições de Derek.

Durbin sorriu em reposta e voltou seu olhar para a pequena Rebecca – Princesinha... Sabia que tenho um presente lhe aguardando desde que estava na barriga de sua mãe?

Isabella olhou para Edward, levou um susto quando seu marido lhe contou sobre o cavalo que sua menina tinha ganhado. Mas não esperava que Derek gostaria de presenteá-la tão cedo. Rebecca ainda era um bebê totalmente vulnerável, talvez não fosse bom contado com animais tão grandes.

- O que acha de conhecê-lo? – perguntou Derek para a menininha em seus braços que lhe sorriu como se dissesse um sim. – Eu sabia, sabia que gostaria!

- Eu... Não acho que seja uma boa idéia! – disse Isabella tremula.

- Não há o que temer, estarei com ela o tempo todo! – garantiu Derek. Olhou para a feição preocupada de Isabella e suspirou – Deixe que eu e Edward a levemos, o que os olhos não vêem o coração não sente. Logo estaremos de volta.

Isabella engoliu em seco. Edward olhou para o seu amigo e percebeu que a idéia foi mais que uma estratégia para protegê-la do medo maternal, e como confiava em seu amigo, acabou acatando a sugestão.

- Não tem porque se preocupar, tanto eu quanto Derek estaremos com ela!

Isabella o olhou incrédula, não podia acreditar que Edward estava compactuando com isso.

- Edward...

- É só um cavalo Isabella...

- Não sei... Ele pode ser arrisco...

- Não é, se fosse não eu mesmo impediria de Rebecca se aproximar dele! – disse Derek.

Isabella suspirou resignada.

- Não vamos demorar, lhe prometo! – disse Edward se aproximando e por impulso segurou as mãos de Isabella – Nada de ruim acontecerá com nossa menina, confie em mim! – pediu olhando em seus olhos.

Ela lhe deu um sorriso tímido que quase o deixou sem ar.

Apesar da distancia ela ainda conseguia mexer com ele de maneira tal que ainda o surpreendia.

- Eu confio!

Os dois ainda se olharam por alguns instantes, até que Derek chamou por Edward o trazendo para a realidade. Com certa relutância largou as mãos de Isabella e se aproximou de seu amigo pegando sua filha no colo. Quando estava próximo à porta olhou para sua esposa que ainda estava apreensiva e lhe sorriu – O que acha de ir preparando a sopinha dela? Ficar parada vai deixá-la mais nervosa!

Isabella respirou fundo e assentiu, para então ver os dois levando sua menina para os estábulos, deixando-a na sala sozinha. Fechou os olhos por uns estantes e então se virou olhando para a enorme escadaria que levava ao andar de cima e para a sala de jantar que possuía um arco que levava para a cozinha.

Talvez Edward estivesse com a razão, ocupar-se não seria tão mal assim.

Enquanto Isabella se torturava sem um grande motivo, Edward estava animado para conhecer o famoso potro que sua menina havia ganhado. Talvez por isso a ida até o estábulo não tenha demorado o esperado.

Quando enfim Derek os conduziu pelo enorme estábulo de madeira parando em frente a um ainda pequeno cavalo branco com manchas pretas pelo corpo, Edward sorriu – Puxou a beleza da mãe!

Derek sorriu – Ao que parece ele tem mais haver com Rebecca que a idade!

Não tinha como Edward discordar, sua pequena apesar das características que indicavam sua deficiência mental, possuía tantas semelhanças com a mãe que ele poderia passar com pai biológico sem grandes problemas.

- Possui o gênio encantador de Black? – apesar do lindo Quarto de Milha ser um cavalo de corrido e adorar isso, era dócil e adorava ser paparicado, diferente de Fenix, nunca tinha visto uma égua tão arrisca quanto aquela, por isso Edward sempre se manteve afastado.

Derek sorriu – Sim, sim... Fenix não passou mais que sua beleza a sua cria.

Nesse momento Rebecca deu um grito esticando os bracinhos gorduchos em direção ao seu cavalo que como resposta relinchou como se soubesse que aquela era sua dona. Edward olhou para o seu amigo – Será que haverá problemas se ela se aproximar?

- De forma alguma... Hum... Acho que tive uma idéia.

Sem sequer esperar por alguma resposta, Derek chamou um de seus funcionários e preparou tudo, levou-os para o lado de fora montou no ainda “pequeno” animal que o agüentou muitíssimo bem e pegou a pequena Rebecca, colocando-a nas costas do cavalo que parecia aceitar bem a menininha.

- Derek!

- Não se preocupe papai, sei bem o que estou fazendo!

E sim, ele sabia. Rebecca adorou a brincadeira e ao que parecia o seu presente também.

- Chegaram há muito tempo?

Edward virou-se encarando sua eterna amiga com roupas de montaria, tendo a face suada e avermelhada devido à atividade física que estivera praticando.

Um belo motivo para manter Isabella afastada dos estábulos! Pensou Edward, entendendo a indireta no olhar que Derek lhe enviou.

- Tanya!

Os dois sorriram um para o outro e se abraçaram.

- As duas crianças parecem estar se divertindo! – comentou se afastando do abraço de seu amigo e olhando a imagem de seu noivo e a pequena Rebecca brincando.

- Jane se afastou, acredito que Rebecca esteja amenizando um pouco essa dor. – comentou Edward.

- Sinceramente, Jane é uma estúpida!

Edward olhou pelo canto dos olhos para sua amiga e sorriu – Deixe seu futuro marido escutá-la dizendo isso!

- Não estou mentindo, ele sabe o que penso!

- Acredito que sim, afinal, ser honesta com que ama sempre foi uma de suas qualidades!

Ela olhou-o divertida – Posso morrer feliz agora, finalmente descobrir uma de minhas qualidades!

- Não me diga que não tem conhecimento das tantas outras? Até parece que não está ciente do meu sofrimento desde que deixou a empresa!

- Ao que soube sua mais nova secretaria esta dando conta muitíssimo bem do trabalho, afinal, está com você há cinco meses!

- De fato, Rosálie vem sendo tão talentosa como você, o que é um alivio para mim e para Derek, pois iria ter que brigar com meu amigo para conseguir minha secretaria de volta, o que nos leva a uma questão!

- Agora fiquei curiosa! Que questão é essa? – perguntou Tanya sorridente.

- O que faz uma noiva com roupas de montaria a poucas horas de se casar, ao invés de estar se arrumando para o grande momento?

Ela gargalhou. – Não seja tolo Edward, não é um casamento grande e rapidamente estarei pronta, de uma coisa sou ciente, tenho beleza suficiente para não necessitar ficar me arrumando horas.

O sorriso de Edward se alargou mais ainda – De fato, é muito bela!

Os dois se olharam nos olhos por alguns instantes e então Tanya suspirou – É bom ter você aqui!

- É bom estar aqui!

- Tem certeza?

Ele abaixou o olhar – Eu...

- Edward, você sabe que pode contar comigo, não sabe?

Ele assentiu e respirou fundo, olhou para Derek e sua filha que ainda estavam brincando e então voltou a encarar sua amiga. – Não acho justo, é o dia de seu casamento.

- É dia de formalidades, já estou casada com Derek desde que o aceitei em meu coração, por isso, pode desabafar, estou aqui para apoiá-lo, sempre!

Respirou fundo mais uma vez – Não sou um bom marido, por mais que eu queira tudo o que consigo é afastar minha esposa ainda mais de mim!

Ela soltou o ar aliviada, o que o fez olhá-la incrédulo. – Ora, pensei que fosse algo mais serio, como talvez Peter ter aparecido com noticias “inesperadas”.

Ele engoliu em seco – Peter não deu noticias, ainda mais agora com o fim da guerra, o que me faz acreditar que as coisas são como são.

Ela arqueou as sobrancelhas – Não duvidaria que a qualquer momento ele possa bater em sua porta, afinal, o pagamento não foi totalmente concluído.

- Tanya... – fez uma careca, estava incomodado – Esse assunto morreu... Não há mais nada que possa se fazer.

- Se você diz... Só espero que saiba que pode contar comigo se ele voltar!

- Eu sei disso!

- Isabella precisa saber disso Edward, não há porque esconder!

Ele suspirou – Eu já teria contado... Mas... Eu não sei se ela entenderia não agora com as coisas como estão eu simplesmente não quero causar mais um motivo para nos manter afastados!

O silencio se fez presente por alguns minutos, os dois ficaram lado a lado olhando para Derek e Rebecca que estavam se aproximando.

- Ela o ama, basta somente ser verdadeiro, dizer o que sente isso irá bastar para que se aproxime dela novamente... Pelo que soube o problema de Isabella não deve ser você, e sim ela mesma!

Ele ficou tentando a lhe questionar, mas Derek estava próximo o suficiente e não queria causar qualquer desconforto, por isso pegou sua filha e viu seu amigo descer do cavalo e beijar sua noiva carinhosamente.

Os quatro foram juntos para a casa, conversaram por mais alguns minutos e então cada um foi para o seu aposento. Isabella deixou um recado com a governanta, estaria esperando por ele e sua filha no quarto. Suas coisas já estavam relativamente arrumadas no quarto, o moises de Rebecca estava próximo a cama e escutou a água do chuveiro, delatando que Isabella estava no banho. Olhou uma pequena panela boiando em uma água que deveria estar morna para fazer com que a sopa continuasse morna.

Colocou sua pequena carinhosamente na cama e colocou sua comida no prato. Antes que Isabella saísse do banho, sua menina já havia se alimentado e demonstrava estar cansada, mas parecia relutante em se render.

- Deixe-a comigo, você deve estar precisando de um banho! – disse Isabella pegando sua menina nos braços.

- Não, vou deixar para tomar banho antes do casamento.

Ela permaneceu calada, mostrando o quão distante estavam. Os minutos passaram e logo foram chamados para o almoço. Assim que desceram, uma das funcionarias se ofereceu para ficar com Rebecca, com relutância Isabella acabou permitindo, entretanto foi quando chegaram a sala de jantar que desejou ter sua menina nos braços, pois assim seria mais fácil controlar sua vontade de voar contra Tanya.

Mesmo não entendo porque se sentia assim, Isabella não conseguia se controlar. Nem mesmo quando os pegou juntos precisou contar sua sede matá-la. Tanya e Edward estiveram juntos sim, mas isso foi antes dela e seu marido se acertarem, assim como ela teve um passado com Jasper, seu marido viveu um com Tanya.

Passado... Eles tiveram um passado!

Mas o fato era que o seu presente com Edward não estava bom, e isso a deixava temerosa... Sentia que poderia perdê-lo a qualquer momento e a culpa seria totalmente dela.

- Olá Isabella! – disse Tanya se levantando da cadeira e indo cumprimentá-la.

Educada, retribuiu o gesto, mas permaneceu calada por todo o almoço, nem ao menos se alimentou como normalmente faria, de repente, ficou sem fome... Respirou fundo ao perceber que esse dia seria um tormento em sua vida.

Quando voltou ao seu aposento nem pode descansar, arrumou sua filha com um vestido lilás com babados, se arrumou com o vestido rosa que usou em seu casamento com Edward e desceu, o casamento de Tanya aconteceu às quatro da tarde. Foi simples, somente um juiz, ela e Edward de convidados além dos empregados.

A noiva estava de bege, com um vestido simples e levemente rodado, enquanto o noivo nem ao menos vestia um terno, estava com calça social e uma camisa de botão branca... Ambos em simples, mas possuíam um sorriso na face e um brilho no olhar que deixou Isabella sentir-se péssima, por pensar tão mal da noiva.

Ouve um brinde e o primeiro pedaço de bolo, então todos foram dispensados, Rebecca logo adormeceu, sendo a desculpa perfeita para Isabella afastar-se, deixando os noivos com seu marido. Delicadamente retirou a roupa de sua menina e vestia com uma calça e uma camisa de manga branca antes de acomodá-la no moises.

Tirou seus sapatos e despenteou o coque que tinha feito em seu cabelo se olhando no espelho. Estava como antes de ter sua filha, magra, seus seios voltaram ao normal já que Rebecca não mamava há quase um mês e seu cabelo já não estava caindo como antes... Entretanto o seu marido não lhe tocava nem ao menos lhe abraçava mais...

Sentiu seus olhos ficarem carregados por lágrimas, e as teriam derramados se uma batida não tivesse lhe impedido.

- Estou incomodando? – perguntou Tanya assim que adentrou.

- A casa é sua Tanya! – respondeu encarando-a.

A loira suspirou e cruzou os braços em cima de seus seios.

- Você tem os seus motivos por não gostar de mim, eu jamais deveria ter me aproximado de você enquanto dividia a cama com Edward... Mas...

- Você não tem nada que se explicar, eu e Edward não tínhamos nada... Se fosse para você se explicar com alguém, esse alguém deveria ser o seu ex-marido!

- Isabella...

- Tanya faça um favor a nos duas? Deixe esse assunto onde ele deve permanecer, enterrado! Você agora é casada com outro homem, homem esse que tenho muito a agradecer e somente por isso estou aqui... Tentamos ser amigas antes, não deu certo... Torço por sua felicidade em nome do Derek, acredito que iremos nos encontrar muitas outras vezes porque não sou tão burra quanto pareço, Edward possui um carinho especial por você e por seu marido... Mas nossa relação não passara de apenas duas conhecidas!

Tanya a encarou por alguns minutos, não sabia bem o que falar, pensou que talvez elas pudessem se entender, mas de certo havia se enganado.

- Eu entendo e respeitarei o seu desejo! – disse encarando-a.

- Obrigada! Agora se não for pedir demais, gostaria de ficar sozinha com minha filha.

Tanya sorriu.

- Sem problemas – disse se dirigindo a porta, entretanto antes de se retirar voltou seu olhar para Isabella. – Não sou sua amiga, mas sou amiga de Edward e desejo que ele seja feliz, por isso, tomarei a liberdade de lhe falar... Não deixe que a culpa destrua o que sente por ele, todos erramos, não podemos voltar atrás e concertar as coisas, mas ao menos podemos aprender com nossos erros... – não disse mais nada, simples passou pela porta a fechando-a.

Isabella ficou paralisada, deixando que as palavras adentrassem em seu ser...

Perder!

Culpa!

Por culpa quase “perdeu” sua filha...

Por culpa estava perdendo o homem que ama!

Continua...

Notas finais
Mais um capitulo...
Hummm... quem será esse Peter???
Posso dizer que assim como Carlisle ele é um personagem segundario que tem grande peso na história....
Nos ultimos capitulo a passagem de tempo esta acelerada... Mas é necessario para que as coisas aconteçam...
Já passamos da metade da historia... isso quer dizer que os segredos logo, logo serão relevados....
Mas tbm... fortes emoções nos esperam....
ahhhh já estava me esquecendo...
vcs acharam a Bella muito dura com a Tanya????
hummmm...
comentem, comentem, comentem....
bjocas