Vida Roubada
18 Capítulo 17 - parte 2
Notas iniciais
Conversamos lá embaixo...
Tudo ainda estava muito confuso, a cidade aos pouco ia se recuperando dos terríveis bombardeios que sofrerá e a população ainda temerosa, tentava a todo custo voltar para a sua normalidade. Por algum milagre, ele estava se saindo muitíssimo bem, parecia ter um talento único para a carpintaria o que com a reconstrução das casas e prédios acabava sendo ótimo.
Definitivamente, continuar na Inglaterra foi à melhor decisão que tomou.
Sorriu, estava vivendo um mundo a parte, estava cada vez mais apaixonado por Alice, sua doce enfermeira agora cantava três vezes por semana em um bar no centro da cidade, ao que parece sua futura esposa estava se saindo muitíssimo bem.
Deixou de lixar um pouco a madeira e fechou os olhos por alguns instantes e pode voltar a algumas semanas atrás, quando finalmente pode comprar um anel que pudesse oferecer a sua pequena noiva... E hoje seria o grande dia!
Levou sua mão direita até o bolso e garantiu que o anel estava em segurança, para então voltar a se concentrar no trabalho, deixando que o tempo passasse enquanto assobiava My funny valentine, lembrando dos cabelos negros e olhos vividos de sua Alice, imaginando-a entrando na igreja, vestida de branco para ser dele...
Não teriam muitos convidados, sua Alice era sozinha e ele poderia até ter uma família, mas com seu esquecimento aparentemente permanente, o melhor seria esquecer e se deixar viver ao lado da mulher amada.
Claro que às vezes ainda se questionava se tinha pais, irmãos... Em como seria sua vida... Mas Alice tinha penetrado tão fundo em seu coração que o simples pensamento de outra vida passou a ser sem importância, somente ela e a família que iriam construir junto lhe interessava verdadeiramente.
Olhou para o relógio, estava passando das oito da noite, hora de ir para se preparar para o grande momento, hoje iria jantar na casa de sua namorada, ela lhe prometera algo especial, estava dedicada à culinária por demais nos últimos tempos e ele adorava ser a sua cobaia.
Certificou-se se tudo estava no lugar, desligou a luz e fechou a porta com cadeado. A cidade estava escura, mas não estava mais aterrorizante como antes, possuía um ar esperançoso, ou talvez fosse ele o sonhador que estava vendo as coisas de outro modo.
Caminhou assobiando a única musica que dominava a sua mente, ou melhor, a música que mais dominava a sua mente, pois às vezes, não tão raro quanto gostaria, outra musica martelava em sua cabeça, assim como belos olhos castanhos... Balançou a cabeça negativamente e voltou a caminhar e a manter a sua mente totalmente voltada para sua Alice.
Foi então que se esbarrou em um homem, alto, loiro com um bigode fino acima dos lábios superiores.
- Desculpe-me, estava distraído. – disse educadamente enquanto ajudava o homem a se levantar. Entretanto, logo que o loiro estava com os pés firmes no chão e o encarou cuidadosamente, arregalou os olhos azuis. – O senhor está bem? – perguntou.
- Jasper! – o homem sussurrou.
Sorriu tímido – Não, o senhor está enganado, me chamo Jonnathas!
- Não, você é Jasper, Jasper Cullen amigo do soldado Emmett.
- Como disse, o senhor está enganado...
Em um movimento rápido o homem loiro pegou sua mão esquerda e ali estava a cicatriz. – Sabe como conseguiu isso? – perguntou seguro.
- Eu... Eu...
- Você era um menino, estava aprendendo o oficio de carpinteiro e não sabia manejar muito bem a ferramenta... Foi um corte feio pelo que soube, sangrou muito, precisou de alguns pontos para que fechasse. – olhou nos olhos dele firme – Você é Jasper Cullen, tenho certeza disso, e se me acompanhar poderei lhe mostrar mais sobre quem é realmente.
Engoliu em seco, será que seria certo ir com o homem desconhecido?
Será que descobrir sobre a sua vida, sobre o seu passado esquecido era o certo a se fazer?
Alice... Ela estava esperando por ele...
Suspirou.
- Eu... Eu... – fechou os olhos, levou sua mão até o bolso de sua calça e pensou em Alice, tomando sua decisão – Não me importa quem eu fui, tenho uma vida, sou Jonnathas, e estou feliz. Disse se afastando.
- Isabella Swan! – o homem gritou, fazendo-o parar e uma dor de cabeça aguda tomar contar dele.
Ele se virou e voltou a encará-lo – O que disse? – perguntou visivelmente perturbado.
- Você deixou uma noiva em Forks e pelo que soube, você a deixou grávida!
Foi então que uma dor aguda tomou conta de sua cabeça e memórias borradas começaram a surgir, fazendo com que Jonnathas e Jasper entrassem em conflito pelo poder de sua mente e coração.
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Estava cansada, mas finalmente estava de volta para sua casa. Por mais que Derek e Tanya tivessem lhe tratado muitíssimo bem, desejava poder estar em sua casa, pois somente assim não poderia assistir a troca de olhares carinhosos e gestos gentis de seu marido com a dona da casa.
Por Deus, como Derek conseguia lidar com a situação tão calmamente?
Talvez porque dividia a cama com a mulher que amasse, talvez porque a ouvia dizer que o amava... Respondeu a si mesma. Olhou para sua filha dormindo e relaxou na cadeira de balanço velando o sono de sua pequena, tentando deixar com que seus tormentos fossem esquecidos, tentando a todo custo trazer paz ao seu coração... Não soube ao certo quando dormiu, mas soube o exato momento em que despertou, estava nos braços quente e acolhedores de Edward, ele docemente estava lhe tirando da cadeira de balanço. Não pode conter-se, apoiou sua cabeça no ombro de seu marido e se aconchegou mais em seus braços, fazendo-o perceber que já havia acordado.
- Desculpe, não foi minha intenção acordar-la – disse antes que passassem pela porta principal.
- Tudo bem, acho que me tornar mãe me deixou com o sono mais leve! – sussurrou sem fazer qualquer menção para sair de seus braços.
Ele sorriu, entretanto não um sorriso largo, parecia mais com um sorriso típico do Edward de antes de Isabella penetrar em seu coração. Ela não viu o sorriso reservado, mas assim que ele a deixou na cama e não fez qualquer menção de permanecer ao seu lado, Isabella segurou firme o seu pulso, fazendo-o encará-la.
- Rebecca esta dormindo... – disse com a voz fraca.
- Eu sei, vou ficar com ela, assim poderá descansar! – disse interpretando-a mal.
- Ela não vai acordar agora, está muito cansada!
- Imagino o mesmo, por isso levarei alguns documentos para ler. – respondeu ainda sem entender onde sua esposa queria chegar – Não se preocupe, cuidarei dela.
Foi então que ele percebeu os olhos de sua esposa cheios de água, o deixando paralisado.
- Por quê? Eu não consigo entender porque nos deixamos à gente chegar a esse ponto... – lágrimas começaram a escorrer por sua face – Nos costumávamos conversar... Eu costumava a confiar em você tudo o que se passava em meu coração... Oh Edward eu não quero mais, não quero mais não conseguir olhar nos seus olhos e somente conversar o necessário... Eu errei muito com nossa filha, e estou errando com você, estou errando com nos dois... E eu não quero mais isso...
Sentindo um dor em seu coração vendo sua esposa sofrendo, Edward se aproximou, sentando na cama e encarando-a firme.
- Sei que não foi fácil para você, mas tudo isso também não foi fácil para mim... – suspirou – Eu tentei ser forte por todo o tempo, só que lutar o tempo todo cansa... Entende? Foram meses vendo-a sofrer, vendo-a ignorá-la... Vendo-a ser tão diferente da mulher que me encantou... – Balançou a cabeça negativamente – E então quando tudo parecia estar voltando à normalidade... Você continuou afastada de mim, e eu deixei, porque por mais que sentisse a sua falta, a falta de ser seu amigo e amante eu estava sem forças e com medo de olhar em você a vontade de ficar longe de mim... – sorriu triste – Descobrir que não sou tão forte assim... Eu fique com medo de descobrir que não sou o que você sempre desejou ao seu lado!
- Não! – disse Isabella chorando – Você foi forte, foi incrível... E eu o amo ainda mais, meu coração bate chamando por você, e por nossa filha... Nossa Rebecca! – disse esticando uma das mãos para ele, e assim que sentiu o seu aperto sorriu – Não importa os problemas que iremos enfrentar, nunca, jamais você verá em meus olhos a vontade de ficar longe!
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Nada mais foi preciso dizer, com a mão que estava segurando-a puxou para seus braços, beijando-a voraz, totalmente necessitado, duas bocas que se conheciam, duas bocas que se reconheciam e apreciavam o delicioso contado de lábios com lábios, língua com língua, saliva com saliva...
Com suas duas mãos grandes envolvendo o pescoço e nuca de Isabella, Edward tornou o beijo mais ardente, demonstrando em atos a falta que ela fazia em sua vida. Sem ar, afastou suas bocas e encostou suas testas. Arfando abriu os olhos e olhou fundo nas duas pedras castanhas que o olhava de volta.
- Eu amo você Isabella! – disse acariciando as bochechas de sua esposa com o polegar.
Um sorriso iluminado surgiu nos lábios de Isabella, assim como um brilho nos olhos que ele nunca tinha visto antes, era simplesmente a primeira vez que ele dizia que a amava.
- Diz novamente! – pediu sussurrante enquanto fechava os olhos para apreciar o momento ainda melhor.
- Eu amo você... – beijou os lábios de Isabella delicadamente para em seguida descer os beijos pela mandíbula e seguir mordiscando para a orelha de sua esposa – Amo você... Você é a mulher da minha vida, nunca existiu e nem nunca existirá nenhuma outra!
Completamente envolvida virou a face e voltou a beijá-lo para então sorrindo e com olhos iluminados pelas lagrimas confessar o que já sabia há muito tempo – Eu também amo você... E sou completamente sua, como nunca fui de ninguém antes... Oh meu amor... Eu te amo tanto, tanto, tanto...
Nada mais era preciso dizer, ambos finalmente se entregaram totalmente, ao prazer, ao amor...
Com uma possessividade de quem sabe ser dono do que tens nas mãos, Edward a deitou na cama, deixando a boca de sua mulher e descendo com beijos calmos pelo pescoço enquanto delicadamente abria os botões da blusa que ela usava, um a um apreciando a tortura de querer vê-la inteiramente nua debaixo dele. A cada botão aberto, a cada pele amostra, Edward ia descendo seus beijos.
Quando o ultimo botão foi aberto ele se afastou e olhou para a barriga de sua esposa, estava plana, parecia que nunca havia sido o abrigo de um ser antes. Sorrindo ajudou que ela se levantasse para poder tirar a blusa azul clara que usava e jogasse em algum lugar do quarto.
Puxou-a para mais um beijo enquanto suas mãos se desfaziam do sutiã de sua bela mulher deixando os belos seios amostra, o beijo se tornou mais devorador, a dança de suas línguas mais envolvente fazendo com que as mãos de ambos trabalhassem mais rápido. Isabella começou a tirar a blusa de seu marido sem qualquer calma enquanto Edward mandava para longe a saia e calcinha que ela usava, deixando-a completamente nua em segundos.
O ar faltou a ambos, Isabella levantou a cabeça puxando por oxigênio, enquanto Edward colocou-a escanchada em seu colo voltando a descer seus beijos molhados, encontrando dessa vez os seios rijos de sua esposa livres para serem acarinhados. Com amor e com delicadeza ele beijou os dois montes alvos, porém foi com paixão e necessidade que os sugou, sendo premiado com um pouco de leite, o fazendo sorrir...
Voltou a deitá-la na cama, continuando sua trilha de beijos, sentindo as mãos de sua esposa em seus cabelos enquanto suas caricias se tornavam mais intimas... Chegando finalmente ao monte de Vênus que o deixava louco. Com as mãos separou bem as pernas de Isabella e a encarou enquanto o seu dedo indicador subia e descia pela abertura, fazendo Isabella gemer de antecipação.
- Você é tão cheirosa meu bem... Que me deixa ainda mais apaixonado!
A voz de Edward estava rouca, o que tornou tudo ainda mais delicioso.
- Edward... – gemeu.
Ele pensou que talvez pudesse torturá-la um pouco, mas estava tão saudoso de cada pedaço de sua mulher que tudo o que conseguiu fazer foi beijá-la intimamente, provando de cada gota do néctar que ela liberava. Tornando tudo ainda mais intenso, introduziu um, depois dois dedos, enquanto atormentava o clitóris inchado de sua amada... Fazendo-a explodir em sua boca.
- Linda, linda... – sussurrou enquanto subia beijando seu corpo trêmulo. Quando suas bocas se encontraram, Isabella se provou nos lábios de seu marido, e Edward cada vez mais desejoso retirava sua calça e se acomodava entre as pernas de sua esposa, penetrando-a lentamente, fazendo com que ela se acostumasse com a invasão, fazendo da dança, uma calma e linda valsa...
- Oh... Eu... Eu amo... Você! – ela disse com os olhos semi-abertos.
Desejando penetrá-la ainda mais fundo, Edward se retirou de dentro dela e sentou-se na cama, com toda delicadeza do mundo a conduziu para sentar-se em cima dele, fazendo com que o sexo de sua amada engolisse o seu completamente, tornando o ato mais intenso.
- Eu... Oh Edward... Me ajude! – pediu sentindo-se totalmente desengonçada.
- Você está no controle meu bem... Só sinta... – disse ajudando-a a descer e subir, segurando-a no quadril e com um polegar livre estimulando seu delicado ponto inchado.
Completamente envolvida encostou sua testa na dele, sentindo-o beijando-la com selinhos enquanto buscava por ar. Era uma linda dança, ela estava conduzindo em um ritmo lento, fácil, sentindo cada comprimento do membro de seu marido sendo sugado e mastigado para dentro dela. Era uma tortura, uma doce tortura que fez com que ambos gemessem e sussurrassem palavras de amor e carinho, junto de promessas que jamais seriam esquecidas... Pois não eram promessas falsas, eram verdadeiras, ditas de coração e alma.
Quando a dança precisou ser intensificada, Isabella apoiou-se nos ombros de seu marido, tornando a dança do prazer mais acelerada, enquanto recebia beijos em seus seios, seu pescoço e boca... Simplesmente onde Edward conseguia acariciá-la... Quando por fim explodiram juntos no mar dos amantes, quando estavam com seus corpos trêmulos e suados pelo prazer e amor sentido, olharam um para o outro e sorriram ao dizerem juntas as três palavras que os amantes estão sempre desejosos por dizer e ouvir.
- Eu te amo!
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Estava transtornado, não precisava ouvir o que o homem lhe disse durante horas, suas lembranças por si só já eram suficientes, entretanto passou boa parte da noite escutando sobre sua vida esquecida. Pouco antes das duas da manhã saiu da casa que o encheu de duvidas e dor e vagou pela cidade.
Há apenas algumas horas atrás ele podia sentir uma doce mudança no ar... Uma esperança que o dominava. Então sentiu um ardor em seus olhos, uma dor em sua alma e um tormento em seu coração, olhou em volta e somente viu destruição... De fato, os olhos são a janela da alma, só enxergamos aquilo que nosso coração nós permiti ver.
Isabella!
O que aconteceu com ela?
Alice!
O que diria a sua nova noiva?
Filho!
Ele provavelmente já era pai!
Estava tão confuso, não sabia o que pensar nem como agir. Colocou as mãos na calça e olhou para o anel que havia comprado, vendo a semelhança das histórias... Andou por horas, e horas, e então viu o sol nascer o fazendo mesmo sem querer voltar para a sua casa.
Assim que chegou sentiu uma dor em seu peito, Alice estava sentada no chão, encostada na porta e dormia. Seu vestido levemente rodado com estampas florais demonstrava que ela havia se arrumado para ele, para o jantar que não havia acontecido. Respirou fundo e tomou coragem de despertá-la.
Ao menos nisso fora carinhoso.
- Jonnathas! – disse assim que abriu os olhos e o viu. Não demorou nenhum minuto, já estava com seus olhos negros arregalados e levantando-se desesperada – Oh meu amor, o que aconteceu? Foi atacado, passou mal... Oh fiquei tão preocupada...
Ela teria falado mais, entretanto se calou quando o sentiu abraçá-la forte e chorar como uma criança que havia perdido sua maior alegria. Calmamente ela pegou as chaves com ele e abriu a porta da casa, o colocou no sofá e o abraçou até que ele se acalmasse, para em seguida ir para a cozinha e lhe preparar um chá de camomila, o fazendo tomar tudo antes de abrir a boca para falar o que quer que fosse.
- Eu me lembrei Alice, eu me lembrei de tudo sobre a minha vida! – disse sem conseguir encará-la.
Um arrepio frio passou por sua coluna, deixando-a temerosa com que viria a seguir.
- Certo... É algo tão ruim quanto está parecendo ser?
Ele sorriu tristemente – Depende do modo que é visto.
- Meu amor, somente para a morte não encontramos solução!
- Entretanto tem coisas que só existe uma solução! – disse seco o que a assustou.
- Porque não me conta e juntos decidimos o que fazer? – sugeriu. Ele nada disse, levantou-se e afastou-se de sua namorada. – Meu amor, deixe-me ajudá-lo! – ele continuou calado o que a fez se aproximar e tocar o seu ombro delicadamente – Jonnathas... – foi tudo o que precisou dizer para ele explodir.
- EU NÃO SOU JONNATHAS! ESSE NOME VOCÊ CRIOU, PARA QUE EU VIVESSE UMA MENTIRA!
Ela se afastou assustada, ele nunca havia gritando com ela antes. Envergonhado pelo seu ato, Jasper simplesmente se afastou.
- Não posso mais viver uma mentira, não posso mais viver uma vida falsa... Não quando eu sei que tenho uma família... Que... – fechou os olhos, pois sabia que a magoaria – Que deixei uma noiva a minha espera, uma noiva que me amava e que eu amava e... E ainda amo!
Ele não precisou olhar para ela, sabia que sua Alice estava chorando, sabia que estava magoando-a.
- Ainda a ama? – perguntou Alice.
- Sim!
- Ao menos me encare quando diz que ama outra mulher! – disse sem alterar a voz. Ele não se moveu um centímetro, o que a fez se aproximar. Emoldurou a face de seu namorado com suas mãos e o fez encará-la – Olhe nos meus olhos e me diz que tudo o que vivemos foi uma mentira, me diz que nunca sentiu nada por mim, diz que é somente ela que esta em sua mente agora, vamos, me diga que vou embora agora mesmo!
- Eu... Eu...
- Você! Você me ama! – disse o puxando para um beijo, mostrando em um ato apaixonado que ele não conseguiu resistir, que ela estava completamente certa, que ele a amava. Ainda o beijando, cantarolou para ele – But dont change a hair for me (Mas não mude um cabelo por mim) Not if you care for me (Não se você cuidar de mim) Stay little valentine stay (Fique namoradinho fique) Each day is valentines Day (Cada dia é dia dos namorados)...
Foi tudo que ele precisou para pegá-la com paixão, para carregá-la e levar para sua cama, para despi-la e amar a mulher que fazia sem coração acelerar tão rápido como em um piscar de olhar... Sim, ele a amava, a amava loucamente que somente de se imaginar longe temia morrer sem ar... Sem vida.
Com todo o amor que havia dentro dele amou-a, beijou cada centímetro do corpo curvilíneo de sua amada, acariciou cada ponto que pode enquanto sussurrava que ela era a única que o fazia se sentir único... Disse que a amava enquanto rompia sua virgindade e penetrava fundo dentro dela, chorou quando ela olhava em seus olhos e dançava junto com ele a dança dos amantes e foi ao ápice junto de sua amada tendo a sublime sensação de que estava alcançando as estrelas...
Com o corpo amado e cansado, Alice adormeceu nos braços do homem que amava e nem ao menos viu o momento em que ele chorou ao vê-la nua em sua cama enquanto arrumava suas coisas, as coisas que necessitaria para a volta a América.
Jasper foi rápido e silencioso, não teria coragem de partir se olhasse nos olhos de Alice mais uma vez, simplesmente esqueceria tudo, mandaria tudo para o fundo de sua mente e viveria como Jonnathas para sempre...
Suspirou, sabia que não poderia fazer isso, tinha obrigações, era um homem não um garoto irresponsável... Sabia que não amava Isabella como sua Alice, mas gostava de sua noiva e seria feliz ao lado dela e do filho que já deveria ter nascido!
Ele era pai, isso era tudo o que lhe importava!
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Os raios do sol adentraram as janelas, iluminando o corpo nu de Isabella que era aquecido pelo corpo também nu de Edward. Estavam abraçados de conchinha, sorrindo ao ver o dia amanhecer e percebendo que não estavam nem um pouco preocupados com a noite que passaram em claro.
Tinham se amado por mais duas vezes, e em nenhuma das vezes a frase “eu te amo” se tornou banal, pelo contrário, havia se tornado mais forte, mais viva... Cada vez mais verdadeira!
- Logo, logo Rebecca irá acordar! – murmurou Isabella quanto seu corpo era acariciando pela mão de Edward, em uma lenta subida e descida em suas curvas. Uma carícia deliciosamente encantadora.
- Ela vai exigir muita atenção hoje, dormiu a noite toda! – disse Edward no ouvido de sua esposa sorrindo.
- Nem me fale, já estou imaginando! – comentou divertida.
- Sabe, às vezes fico me perguntado, o que será que ela irá falar primeiro?
- E você tem alguma duvida? – Isabella se virou ficando de frente para o seu marido – Ela irá falar papai, e por mais que fique um pouco enciumada, não consigo imaginar palavra melhor para ela dizer... Você é um pai maravilho meu amor, o melhor pai que consigo imaginar!
Ele a beijou delicadamente nos lábios e voltou a encará-la – Somente o melhor pai?
Ela sorriu – Não, o melhor homem, o amante mais delicioso, o amigo mais leal, o marido mais incrível... Você é o homem dos meus sonhos! – disse enquanto acariciava a face de Edward.
- E você a mulher dos sonhos... – fechou os olhos e suspirou – Eu amo você!
- Eu também te amo... – sorriu, então levou uma de suas mãos até a face de seu marido, acariciando-o – Não consigo acreditar que estou aqui com você... Que depois de tudo, estamos juntos!
- Eu sei... Tendo você e Rebecca na minha vida eu descobrir o que é o amor, e sei que ainda enfrentaremos muitas coisas, sei que podemos chegar a fraquejar em alguns momentos, mas, eu descobrir que nosso amor é forte, tão forte que iremos vencer todos os obstáculos!
- Será possível meu amor crescer ainda mais por você? – disse sorrindo em meio às lágrimas.
- Não sei, mas acredito que ano, após ano, poderemos descobrir... – beijou-a demoradamente nos lábios e voltou a encará-la – Casa comigo?
Isabella paralisou por alguns instantes e então sorriu – Oh meu bem, já somos casados lembra?
- Não, simplesmente nos unimos para dar um nome a Rebecca... – suspirou e com a ponta dos dedos acariciou a face de sua esposa – Estou falando de verdade, na igreja... Eu quero poder vê-la vestida de branco, dizer que aceito amá-la eternamente... Ouvir e ver a mesma aceitação em você... Eu amo nossa menina, mas agora eu quero me casar com você porque eu te amo, porque você é de fato mulher da minha vida!
Lagrimas saíram dos olhos de Isabella – Eu... Eu aceito!
O amor dominou o ambiente, finalmente ambos estavam se jogando de cabeça no sentimento que sentiam, com medo sim, mas com a segurança de que nada é mais lindo e perfeito que se entregar e viver um grande amor.
FIM DO CAPITULO
Notas finais
que capitulo hei???
Edward e Bella se acertaram.... tiveram um noite e tanto com direito a pedido de casamento... aiiii q fofo....
Mas.... ao que tudo indica Jasper esta voltando.... o que será que vai acontecer????
Ahhhh fique com pena da Alice.... caramba, coitada... n merecia isso...
e quem será esse homem que encontrou o Jasper???
algum palpite???
hummm
fortes emoções nos aguardam os proximos capitulos...
Bem... mudando de assunto...
como a fic está entrando em reta final.... Um novo projeto começou a ser montado... Um delicioso libertino e uma mulher voluntariosa, são os personagens principais dessa nova estoria...
Conto com vcs nessa nova estrada...
Prologo postado...
e comentem, digam o que acharam....
http://fanfiction.com.br/historia/281420/Amor_Inesperado/
bjocas
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