Valkyrjas!

11 True lies, true disaster! part I


Notas iniciais
Oi gente, voltei! Demorei mas voltei. Não vou repetir aqui o que já disse tantas vezes ao longo da semana. Quero só agradecer a paciência de vocês com essa furona aqui! kkk. Muito obrigada mesmo. E vamos direto ao que interessa. Boa leitura.... Thanks por todas as rewiews passadas(escritas e pensadas!) .... Rewiews,peasseee! ... Kisses flowers P.S.: A critério de informação: está é minha segunda fic mais bem acompanhada! Só perde para Perfect! O que me deixa muito, muito, muito, orgulhosa mesmo.

“... Pretty girls that like it fancy;

But you don’t keep it clean;

We get dirty and we go hard;

Some thing’s we don’t mean;

Tell me no one’s gonna get ya’;

I’m just strainght up mad;

I fall in love,roll up beside me;

And you’re jus as bad…”

True Disaster

Tove Lo

Arredores de Laveham (domingo 18:00)

Narrador

“Ele mentiu pra você Tommy. Eu sinto muito”, a declaração de Thea ecoava em sua mente enquanto Thomas tentava processar todas as informações recebidas nos últimos minutos.

—Estão me dizendo que a única pessoa na minha droga de família que pensei ter alguma consideração por mim me...—cala-se um segundo, fechando os olhos, apertando a fronte com uma mão – Me fez de “mula”? É isso? –questiona, abrindo-os novamente, encarando as pessoas a sua frente.

—Não é bem assim Tommy..... – Thea começa a dizer, sendo interrompida pelo amigo.

—Que nome se dá as pessoas que traficam usando o próprio corpo? —pergunta, encarando Eddie.

—Mulas –responde o policial, massageando a nuca.

—Você não está traficando nada! – rebate a jovem, fazendo uma careta.

—Está sim Thea .- reitera, olhando-a o detetive – Podem não ser drogas , ele não sabia que o estava fazendo, mas não deixa de ser uma espécie de tráfico. Só que tecnológico. E esses chips, no momento, são bem mais valiosos do que drogas –completa, voltando-se para Thomas – Todos os projetos e estudos que seu tio e os outros cientistas realizaram nos últimos dois anos estão contidos nesses chips em seu corpo Thomas.

—Vem cá, dá pra você tentar ajudar a Não por meu amigo ainda mais pra baixo do que ele já está? – ralha a garota.

—Não estou ajudando a por ninguém pra baixo, estou, assim como Thomas, apenas constatando um fato. Querendo ou não, Wells o usou como uma “mula tecnológica” – reforça o loiro, espirando, franzindo o cenho antes de continuar – Vocês passaram pelo raio x no aeroporto de Londres? Melhor dizendo, como Você passou pelo raio x já na saída dos Estados Unidos?? Ninguém te parou ou perguntou sobre os chips em seu corpo? – questiona, intrigado.

— Não – afirma o rapaz – Quer dizer...- cala-se um segundo, sentando em um dos bancos –Harrison passou bem antes de mim e o vi conversando com um dos agentes da alfandega – relembra – Mas quando perguntei disse que era algo referido a uma de suas malas, que realmente deu problema ao passar por conta do material do qual era feita. Aconteceu o mesmo em Londres... E para a Holanda fui de carro – completa.

—O que foi fazer na Holanda? – Caitlin indaga.

—Ops! Hora da porca torcer o rabo!! – exclama Thea, fazendo uma nova careta.

—Por que? O que sabe Thea? –questiona ela, voltando-se para a amiga.

—Fui seguir a única pista que conhecia para tentar te encontrar – Thomas se adianta a responder.

—Voltou ao hotel? – Caitlin pergunta, abrindo a boca, surpresa ao vê-lo confirmar, erguendo as mãos – Não acredito que fez isso!! Foi .... Estupido! – bufa, inconformada – Podia ter sido preso ou...

—Fui – revela, sem graça – Mas isso não importa agora – diz, voltando a fechar os olhos, passando as mãos pelo cabelo — Por que Harrison fez isso comigo? Por que justo eu e não um de seus colaboradores no laboratório? O que eu fiz de tão ruim para ele querer se vingar de mim dessa forma?

—Não se trata de vingança Thomas, e sim de confiança – Eddie começa, ajeitando-se no banco – Pelo menos foi isto que nos deu a entender quando Thea o questionou em Londres. Ele acreditava que ninguém iria desconfiar de você ...

—E ao mesmo tempo tem total confiança em você, Tommy – Thea completa – E se servir de consolo, ele jamais quis te colocar em risco. A esta altura, se tudo tivesse corrido como planejara, teriam retirado os chips, você estaria em segurança e a caminho de casa junto com ele e os outros cientistas.

—O que, infelizmente, só reforça a opinião de Oliver e McConnell sobre um provável traidor ... Ou traidora – relembra o detetive, voltando a espirar forte.

—Nossa, saúde – Thea fala, olhando-o – Parece que alguém aqui foi pego por um resfriado! – exclama.

—Sou alérgico, se quer saber – informa o detetive, enxugando o nariz com o dorso da mão – E tanto o clima quanto essa poeira e mofo aqui dentro estão “assanhando” minha alergia.

—Tommy?? – Caitlin chama ao vê-lo levantar-se, caminhando em direção a porta, ela seguindo-o.

—Onde vai? – Thea questiona.

—Preciso de um pouco de ar – diz, saindo, Caitlin fazendo o mesmo.

—Deixe Thea – Eddie diz, segurando-a pelo braço – Ele precisa assimilar as novas descobertas além de ter que lidar com toda aquela realidade que nós dois já sabemos. Não deve estar sendo nada fácil levar tantas pancadas em tão pouco tempo, por mais que ele...—interrompe a si mesmo com um novo espiro.

—Eita! Tá brava a coisa hein??- comenta a garota, fazendo-o ri discretamente – E ficar com essas roupas molhadas não está ajudando nada – reflete, olhando-o – O que tem nos quartos?

—Uma cama em cada e alguns cobertores sobre elas – informa, esfregando o nariz mais uma vez.

—Continue assim e vai conseguir arranca-lo fora! – brinca a garota, segurando em sua mão a seguir – Vem, vamos pro quarto tirar essa roupa molhada e...

—Como é? – questiona o detetive, libertando a mão, encarando-a.

—Oh, tadinho! Tá com medo que eu me aproveite de você? – provoca-o, voltando a segura-lo pela mão, conduzindo-o até um dos quartos – Deixa de besteira Eddie. E se for te deixar mais tranquilo prometo me comportar...”Mas nem tanto assim!!” , pensa, sorrindo minimamente.

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Caitlin

Sigo Tommy até a varanda da cabana, observando seu semblante na penumbra, a expressão atormentada, dor e tristeza misturando-se e sinto um aperto inexplicável no peito...”Está se apaixonando por ele Caitlin,, e isto não é bom!”, admoesto a mim mesma, mordendo o lábio, parando a sua frente, encarando-o quando senta na pequena mureta do lugar...”Romances que começam em situações de risco como essa não duram.”, relembro a observação / conselho que minha mãe repetia feito um mantra.. ”Se bem que não começou agora! “, reflito, sorrindo para mim mesma, ouvindo-o suspirar baixinho.

—Minha relação com meu pai é uma droga desde a morte de minha mãe – começa a dizer, olhando o vazio – Melhorou durante um tempo no início de seu segundo casamento .... Voltando a piorar com a chegada do bebê.. — prossegue, um sorriso mínimo surgindo no canto de sua boca – Passava tanto tempo na casa dos Queen que Moira montou um quarto pra mim na mansão. Ela e Robert viviam chamando a atenção de meu pai para não me negligenciar como estava fazendo, o que funcionava por um tempo – para, voltando a suspirar, mais forte desta vez – Quando Harrison mudou-se para Central , entrando em minha vida pouco depois, pensei ter ganho um amigo, uma pessoa, além de Oliver e Thea, que tinham e tem seus próprios problemas pra resolver, com quem podia me abrir, conversar ... Ele foi o único a me apoiar quando disse que queria cursa Veterinária ao invés de administração. Até me ajudou as escondidas. Nem mesmo Ollie me levou a sério na época – revela, enxugando discretamente uma lágrima – Saber que ele me usou dessa forma...- cala-se, balançando a cabeça negativamente e sinto o aperto em meu peito aumentar.

Me aproximo, tocando seu rosto, fazendo com que se voltasse para mim...

Como pode ser gostar de alguém e esse tal alguém não ser seu, acaricio seu rosto, encaixando-me entre suas pernas

Fico desejando nós gastando o mar, pôr do sol, postal mais ninguém.... seguro seu rosto entre minhas mãos, mergulhando naquele mar azul turvo pela dor e tristeza

Minha linda flor, meu jasmim será, meus melhores beijos serão seus, lentamente, sem perder o contato visual, toco seus lábios, iniciando um beijo calmo que vai crescendo aos poucos

Sinto que você é ligado a mim sempre que estou indo, volto atrás ..... sinto seus braços envolverem minha cintura, trazendo-me mais para perto

Mas pode sim ser sim amado e tudo acontecer, nos separamos devagar e seguro sua mão, conduzindo-o para dentro

Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão nem pena, sigo para um dos quartos, notando a sala vazia

Nessa doação, milagres do amor, sinto uma extensão divina, fecho a porta, voltando-me para ele e sou recebida por um novo beijo, desta vez urgente

É tanta graça lá fora passa o tempo sem você, sem interromper o beijo, caminhamos para a cama, as roupas sendo deixadas pelo caminho

Mas pode sim ser sim amado e tudo acontecer.....paro junto a cama, separando-nos apenas para tirar minha calcinha, Tommy fazendo o mesmo com sua cueca , ficando completamente nus.

Volto a beija-lo, deitando sobre a cama, trazendo-o comigo. Abro as pernas, encaixando seu corpo ao meu e ao fazê-lo sinto seu membro roçar a parte interna de minha coxa, arrancando-me um gemido rouco junto a sua boca.

Sinto suas mãos deslizarem pela lateral de meu corpo detendo-se no quadril, apertando, uma delas insinuando-se entre nós até alcançar meu sexo. Arqueio o corpo buscando o dele ao mesmo tempo que envolvo sua cintura com minhas pernas.

—Tommy, quero você! – sussurro em seu ouvido – Agora! – peço, mordendo o lóbulo, escutando um grunhido rouco no momento em que retira a mão que acaricia meu centro, penetrando-me em um movimento único e vigoroso, dor, surpresa e prazer misturando-se em um grito que abafo, mordendo meu lábio.

Fecho os olhos quando começa a mover-se, saindo de mim para entrar mais uma vez, lentamente, enquanto sua boca desce por meu pescoço até um seio, tomando-o, prendendo o mamilo entre os dentes, a língua brincando com o bico, me fazendo gemer alto, minhas mãos em seu cabelo, puxando, fazendo-o erguer a cabeça, prendendo seus lábios em um beijo sedento.

Aperto minhas pernas em volta de sua cintura, comprimindo-o, fazendo com que cada movimento seu ecoasse dentro de mim.

—Tommy ... -suspiro, sentindo-o aumentar o ritmo de suas estocadas, indo cada vez mais rápido e mais fundo – Isso! .. Assim!.. – exclamo, cravando minhas unhas em suas costas, afrouxando as pernas , sentindo meu corpo estremecer anunciando o êxtase que se aproximava.

—Quero te sentir, Cait, goze pra mim! – ordena, a voz carregada de luxuria, em meu ouvido, estocando ao mais e mais forte – Goze comigo! – fala, rouco e não me contenho mais. Meu corpo estremece mais uma vez,mais forte, e liberto-me ao redor de seu membro, deixando seu nome escapar de meus lábios em um grito abafado pelos seus, que tomam os meus,sentindo-o também libertar-se dentro de mim – Minha linda bandida! – sussurra – Minha linda e deliciosa bandida! – repete, olhando-me nos olhos – Quero você Cait. Comigo. Pra mim. Pro resto da vida! –declara, prendendo minha boca com um beijo....

Continua

Notas finais
Por enquanto é só pessoal! Prometo terminar no máximo na segunda ok!? A música, ou melhor, os trechos contidos do meio(mais ou menos) para o final são de Amado, da Vanessa da Mata. Bom dia ! Bjinhos da lady Vamp, flores!