Valkyrjas!

12 True lies, true disaster! Part.II


Notas iniciais
E depois de um longo e tenebroso inverno.... Voltei! Não vou me demorar por aqui . Desculpem a demora. Estava envolvida com os especiais de Natal. Agradeço a paciência e aviso: a historia entrou em sua reta final. Grata a todos que estão pacientemente acompanhando e torcendo por nossos casais. Boa litura...Rewiews peaseee! bjinhos flores.

Arredores de Laveham

Thea & Eddie

Escuto o som da porta sendo aberta e abro parcialmente a do quarto onde me encontrava, espiando pela fresta, levando a mão a boca, surpresa, não ao ver Cait e Tommy juntos visto que já havia percebido que minha amiga estava interessada nele, mas ao vê-los se beijando enquanto caminham até o quarto ao lado.

—Não acredito!! Que maravilha! Que show! Que tudo!.... Que merda! – mordo o lábio, fazendo uma careta.

—Que coisa! Foi da alegria a tristeza em segundos!! – escuto Eddie dizer e me viro (pra quê Senhor!?!), fechando a porta – O que houve? – pergunta, saindo do banheiro enrolado em uma das poucas toalhas limpas que encontramos.

—Mãe de Cristo, se isso for um teste, pode ter certeza que vou ser reprovada! – exclamo rápido, secando, sem a menor cerimônia, o homem parado no meio do quarto.

—Como é?? – questiona – Poderia, por favor ser mais clara?

—Posso sim, coisa linda! – elogio, vendo-o corar – E ainda fica corado! Eddie, você existe?? – pergunto, caminhando até ele, dando um pequeno beliscão em seu braço – Existe sim. Que maravilha! Obrigada Senhor! – agradeço, deixando-o ainda mais confuso – Não tá entendendo nada né? Deixa te explicar – começo, segurando sua mão, fazendo-o sentar na cama, ficando de pé a sua frente – Pra começar estava certo: os dois se entenderam. É justamente isso que me deixou feliz e triste, ou melhor, preocupada. Eles entraram, se beijando, e certamente devem estar transando neste exato momento! – explico, enroscando os dedos nos cabelos curtos e loiros – O que me alegra já que minha amiga não beijaria Tommy se não estivesse apaixonada por ele, o que, se por um lado é bom, por outro é motivo de preocupação visto que na última e única vez que isto aconteceu os pais dela acabaram mortos e ela presa, o que a fez jurar nunca mais se apaixonar novamente...

—Ela associou sua prisão e a morte dos pais a uma falta de objetividade por estar apaixonada, é isso? – pergunta, me encarando, pondo as mãos, institivamente, em minha cintura.

—Isso! – anuo, descendo as mãos até seus ombros, massageando-os – E tem cumprido com esse juramento, à risca... Pelo menos até conhecer o Tommy—suspiro relembrando o quanto Cait havia mudado após conhecê-lo na noite de ano novo – Definitivamente meu amigo conquistou o coração de minha amiga...Só espero que ela não se assuste!

—E por que se assustaria? – questiona, movendo as mãos de minha cintura para os quadris.

—Em se tratando da Cait nunca sabemos como irá reagir – admito dando de ombros, voltando a acariciar seus cabelos – Posso te perguntar uma coisa?

—Pode.

—Está interessado em Cait ou Sara? – pergunto.

—Estou – diz, prosseguindo antes que eu diga algo– Como estou em você, em Felicity, Laurel... Queria prende-las a princípio, depois entender o porquê de terem me ajudado e por fim agradecer.

—Não era bem desse tipo de interesse que estava falando – admito – E sim deste – digo, segurando seu rosto entre minhas mãos, inclinando-me, beijando-o devagar, passeando a língua por seus lábios, aumentando a pressão do beijo quando suspira, cessando-o quando percebo sua dificuldade em respirar, lembrando-me da alergia – Desculpa. Esqueci sua alergia – peço, encostando minha testa a sua.

—Que alergia? – pergunta, puxando-me para seu colo, me beijando com urgência, fazendo com que deitasse na cama.

—Nossa, isso que chamo de recuperação relâmpago! -exclamo, invertendo nossas posições, ficando de joelhos sobre a cama, as pernas ladeando seu corpo – Será que posso contribuir mais um pouco para essa recuperação? – provoco, tirando minha blusa e o sutiã, deitando-me sobre ele, beijando-o lentamente enquanto suas mãos passeiam por meu corpo, detendo-se em minha bunda, apertando-a por cima da calça.

Abandono sua boca, descendo pelo pescoço, peito, abdômen detendo-me na cintura apenas o tempo suficiente para soltar a toalha, voltando a beijar aquele corpo sarado e bem definido.

Eddie era maior do que esperava, admito, e forte, fisicamente falando. Os músculos ressaltados pelas roupas justas não decepcionaram quando expostos. Acaricio seu membro ereto sentindo tanto sua quanto minha excitação aumentar.

Me afasto, ficando de pé a fim de retirar minha calça e calcinha, fazendo o caminho de volta através da parte interna de suas pernas, ora beijando, ora lambendo, mordendo, até alcançar seu membro mais uma vez, beijando, lambendo a glande, escutando seu grunhidos e sussurros roucos.

—Thea ! – chama em um grunhido rouco, erguendo a cabeça quando abocanho-o, pondo-o quase todo em minha boca – Porra!! –xinga, segurando uma mecha de meu cabelo, puxando-o forte, me forçando a ergue a cabeça – Quero estar dentro de você...Agora! – impacienta-se começando a erguer o corpo mas antes que o faço, me posiciono sobre ele, encaixando-me, descendo devagar, rebolando, parando a fim de me acostumar com sua presença dentro de mim, suas mãos em meu quadril me apoiando. Quando finalmente o sinto por completo dentro de mim, início uma cavalgada ritmada, aumentando e diminuindo a velocidade até sentir meu corpo estremecer anunciando o êxtase, me libertando ao redor dele em um gozo pleno.

Sem sair de mim, Eddie inverte nossas posições, investindo mais algumas vezes antes de se libertar dentro de mim, ambos relaxando por alguns minutos antes de recomeçarmos tudo de novo, ele por cima desta vez, atingindo o clímax quase ao mesmo tempo, adormecendo, satisfeitos.

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Laveham

Consultório Dr. Ross

Narrador

— Obrigado por suas informações doutor. Vamos tentar encontrar seus amigos – o delegado Stone agradece, entrando na viatura, saindo logo em seguida.

—Espero que eles estejam bem Doug – Cecilia comenta, abraçando o noivo pela cintura enquanto entram no consultório novamente.

—Também espero meu amor- diz, franzindo o cenho ao notar o homem sentado na recepção – Desculpe, estamos fechados – avisa, assustando-se ao ver mais três pessoas surgirem— Vou pedir que saiam -diz, pondo-se entre a noiva e os desconhecidos.

—Sairemos... Assim que conversamos com o senhor e sua esposa – McConnel diz, calmamente.

—Quem são vocês? O que querem? Não tenho dinheiro aqui. Só....

—Não somos ladrões doutor -Oliver tranquiliza-o – Fique tranquilo. Ele ladra mas não morde! – indica McConnel com um gesto de cabeça, que se limita a rir – Estamos apenas querendo informações s obre nossos amigos.

—Seus amigos? Que amigos? – questiona o veterinário, desconfiado.

—Tommy e Cait – Sara fala – Eles estavam aqui não estavam? Até uns malucos chegarem atirando ...Correto?

—Não sabemos nada sobre... – McConnel o interrompe.

—Doutor não temos tempo a perder. Sabemos que Tommy e Cait se abrigaram aqui e agora estão fugindo de Rory e seus homens juntamente com outros dois amigos nossos – revela, levantando-se – Está tarde, chovendo e estou cansado de estar sempre um passo atrás daquele maldito, portanto, nos diga o que puder obre os dois para que nós possamos ajuda-los – pede – Por favor.

—Desculpem a falta de educação e tato dos broncos aqui – Felicity começa, dando um tapa na nuca de ambos – Deixe-me apresentar: Felicity Smoak, amiga de Cait e Tommy, assim como a loira a seu lado, Sara Lance – indica, a loira erguendo a mão –E esses dois broncos são Oliver Queen e Tommy McConnel – apresenta-os – Apesar de não ter sido ...delicado, Tommy falou a verdade. Estamos seguindo os homens que sequestraram os dois desde Londres. Sabemos que Tommy está ferido...

—Retirei a bala hoje pela manhã – revela o médico, interrompendo-a – O ferimento está um pouco infeccionado, ele estava com um pouco febre mais cedo mas no geral estavam, ambos, bem – informa, olhando-os – Tommy chegou a me ajudar em um atendimento algumas horas atrás, antes dessa confusão toda acontecer. Não sabemos se os tais homens de quem estão falando conseguiram pega-los já que, quando saímos para ver o que estava acontecendo, estavam longe daqui. Posso dizer com certeza que estavam a frente deles, mas se permaneceram não tenho como dizer.

—Cait estava ferida? – Sara pergunta.

—Não, apenas ele. Ela só tinha algumas escoriações –informa o veterinário – Como pretendem ajuda-los?

—Ainda não sabemos -Oliver revela, caminhando em direção a porta – Ficando parados aqui é que não. Obrigada pelas informações – agradece, fazendo sinal para que os demais o seguissem.

—Mais uma coisa – o veterinário chama atenção – Dependendo para que lado correram, pode ser que acabem em um beco sem saída, por assim dizer. Um pequeno “precipício” com um rio logo abaixo. Se acabarem lá ou pulam ou se rendem. Pelo pouco que vi e ouvi dos dois a primeira opção é a mais provável. –passa para trás do balcão – Neste caso, existem duas construções onde podem buscar abrigo – estende um mapa sobre o mesmo, circulando um local com a caneta – Essa é a mais próxima do rio. Se forem por aqui cortarão caminho – aconselha, entregando-lhes o mapa – Evidente que é um tiro no escuro! – frisa.

—Mesmo assim obrigada – Felicity agradece, saindo, o casal acompanhando-os, fechando a clínica.

—Boa sorte – deseja Cecilia, acenando para o grupo, que opta por seguir, a princípio, as pistas a pé, seguindo trilha reclamações deixada por eles entre os diversos quintais por onde passaram durante a fuga.

—Parece que nosso amigo veterinário estava certo – McConnel comenta – Ao que tudo indica seguiram para fora da cidade.

—Eles não iriam permitir que ninguém se ferisse por sua culpa – Sara concorda – Voto em seguirmos a dica do doutor- ergue a mão.

—Por mim também – Felicity e McConnel erguem as mãos em concordância.

—Mesmo que não quisesse sou voto vencido – Oliver sorri – Vamos pela rodovia. Quem sabe, desta vez, não levamos vantagem em relação ao Rory!

—Temos que levar -Sara frisa, abrindo a porta do carro- Não aguento mais estar sempre atrás daquele traste!

—Vou traçar a melhor rota até a tal construção de que ele falou – Felicity avisa, abrindo o notebook assim que entra no carro – Desta vez Rory não vai chegar antes de nós!

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Cabana (manhã de segunda , 07:10 a.m)

Caitlin

Estico os braços, espreguiçando-me, sentando rápido ao dar por falta de Tommy.

—De novo!! – gemo, contrariada, levantando-me, procurando minhas roupas – Isso já está ficando chato Cait. Não pode ser pega desprevenida. Nunca.... No entanto está se tornando uma rotina, especialmente com ele por perto! – admoesto-me enquanto visto as roupas, parcialmente secas – Isso que dá se envolver com a missão ... Mesmo que ele não tenha sido a missão inicialmente! – calço o tênis, saindo do quarto, respirando aliviada ao vê-lo sentado junto a pia da cozinha fazendo...--- O que diabos pensa que está fazendo!?!? – bravejo, indo até ele.

—Me livrando dessa porcaria de chip!! – responde, erguendo os olhos para mim, parando momentaneamente o que fazia.

—Perdeu o juízo Tommy? – rebato, tomando a faca com a qual cortava o próprio ombro de suas mãos – Mesmo que pudesse faze-lo, o que acho pouco provável a menos que soubesse exatamente onde foram implantados...

—Meu ombro -aponta o local onde fizera um corte relativamente profundo – Quando acordei no laboratório em Central, meu ombro doía e ardia muito.

—O que não quer dizer que estejam ai! – bufo, procurando algo para aplacar o sangramento – Não bastava ter um braço ferido tinha que ferir o outro também? Ainda por cima com uma faca não estéril? – reclamo, pondo a mão em sua testa – Só podia! Está com febre de novo. Deve estar tão alta que está te fazendo delirar.

—Não estou delirando Cait . Sei o que estou fazendo – rebate, segurando minha mão – Por que ao invés de reclamar não me ajuda?

—Ajudar a quê? – ouço a voz de Thea, seguido de um grito abafado – Oh meu Deus , Tommy o que houve? – pergunta, aproximando-se juntamente com Eddie, que terminava de vestir a camisa com uma aparência tão doentia quanto Tommy.

—Esse maluco está delirando por causa da febre. Acha que pode retirar os chips- informo, usando a manga da camisa que ele cortara como torniquete, diminuindo o sangramento.

—Sinto dizer Thomas, mas acho que não estão em seu ombro – Eddie fala ao mesmo tempo que esfrega o nariz com o dorso da mão com força- Pelo que Wells falou, foi necessária uma micro cirurgia para implanta-los. Não deixaram tão superficial justamente por que seria fácil – faz aspas no ar- Retira-los – completa, espirando, voltando a coçar o nariz, que fica vermelho como um pimentão.

—Minha nossa Eddie, vai terminar ferindo seu nariz – comento.

—Já feriu -Thea informa, mostrando a própria blusa manchada de sangue – Estava sangrando quando acordei. Imagine o tamanho do susto que levei quando abri os olhos e o vi sentado na cama de cabeça baixa, o sangue escorrendo...

—Não exagera Thea! – ralha, apertando-o forte, fechando os olhos.

—Poderiam me dar um pouco de crédito? — Tommy chama nossa atenção—Não estou delirando Cait – me olha – Posso até estar com febre, mas não estou delirando.... Olhe você mesma. Tem alguma coisa em meu ombro sim!- afirma tão seguro que me rendo e começo a mexer no ferimento, espantando-me ao tocar a ponta de algum objeto.

—Está certo. Tem alguma coisa aqui – reconheço.

Eddie aproxima-se, assumindo meu lugar.

—Me arranjem alguma coisa que eu possa usar -pede.

—O quê? – questiono, olhando ao redor, pegando a bendita faca mais uma vez – Espero que sua antitetânica esteja em dia! – ralho, olhando feio para ele, que me desarma com seu sorriso de menino... “Definitivamente estou perdida! ”, penso, ajudando Eddie, que retira, para nossa surpresa, um chip dentro do ferimento...Mas não OS Chips – Que droga é essa?

—Um localizador – Eddie suspira, pondo o objeto em minha mão—Agora dá pra entender porque o Rory afirmou que nos encontraria em breve – relembra, enxugando o rosto na manga da camisa – Temos que sair daqui o mais rápido possível -ordena, voltando-se, assim como nós, para a porta ao escutarmos um barulho vindo de fora – Merda! – xinga, posicionando-se a frente de Tommy, eu e Thea fazendo o mesmo, preparando-nos para enfrenta-los, respirando aliviados ao vermos a cabeleira loira de Sara surgir.

—Que espécie de recepção é essa! – brinca, abrindo os braços para receber Thea – Também estou feliz em te ver pequena!

—Também quero um desses! -Oliver fala, entrando seguido por Felicity e McConnel, recebendo o abarço da irmã.

—Como nos encontraram? – pergunto, abraçando Felicity e Sara ao mesmo tempo.

—Seu amigo veterinário nos deu uma pista – McConnel revela, apertando a mão de Eddie – Ele daria um bom detetive – completa voltando-se para Tommy – Tommy Merlyn, suponho! – estende a mão em sua direção – Tommy McConnel.

—Apresentações ficam depois! – Thea o corta, segurando a mão de Eddie, puxando-o – Precisamos sair daqui o quanto antes.

—Por que? – Sara pergunta intrigada.

—Tommy tinha um localizador implantado no ombro – informo, envolvendo o ferimento com a manga da camisa – Temos que ir. Rápido. Não sabemos o quão perto Rory pode estar – friso – E Tommy precisa de cuidados médicos- digo.

—E de maiores explicações, por favor – pede ele, recuperando-se do choque – Doug e Cecilia estão bem? – pergunta, apertando a mão de Oliver.

—Estão, não se preocupe – garante, abrindo a porta da cabana, saindo a nossa frente – Preocupados, confusos mas bem. Rory não deu atenção a eles.

—Não precisava já que tinha como nos encontrar – Eddie comenta.

—O que houve com você Thawne? – McConnel pergunta.

—Alergia! – respondem ele e Thea ao mesmo tempo – Me digam que estão de carro!- suplica, descendo os degraus.

—Estão estacionados mais à frente. Não tinha como vir até aqui – Felicity informa, fazendo uma careta – Que barulho é esse? – indaga, fazendo-nos parar alguns metros fora da cabana –Parece um....- antes que complete a frase, a cabana as nossas costas voa pelos ares, nos jogando ao chão.

—Acho que Rory perdeu a paciência! – Thea fala, sentando-se.

—Não vamos esperar para saber! – friso, ajudando Tommy a levantar-se._

—Não precisa dizer duas vezes! – Felicity exclama, erguendo-se rápido.

—THAWNE, SNOW, ESTOU CHEGANDO! – ouvimos a ameaça ecoar pelo vale – DESTA VEZ NÃO TEM RIO PRA TE SALVAR PLAYBOY!

—Sem querer ser chata, já sendo, vamos indo... Não é por medo nem nada..- começa.

—Não é hora para um confronto – digo, puxando Tommy pela mão – Não faltara oportunidade para acertamos as contas com Rory -afirmo, seguindo Oliver e os demais, correndo em direção aos carros..

Notas finais
Feliz Ano Novo!! Bjinhos flores.