Valkyrjas!

14 O Principio de tudo...A cura??


Notas iniciais
E depois de uma looonga ausência eis-me aqui!! Reconheço que LOF tem manipulado minha atenção...Mas acontece de vez em quando com uma outra...especialmente quando alguma está em sua reta final! Neste caso, está aqui! Penúltimo capítulo pessoas lindas! Mesmo que o próximo fique longo, será o último. Portanto, sem mais enrolação , vamos ao que interessa. Boa leitura...Grata por todas as rewiews passadas, escritas e pensadas...More rewiews pleaseeee...Bjinhos flores.

“O teu olhar caiu no meu, a tua boca na minha se perdeu;

Foi tudo lindo, tão lindo foi que eu nem me lembro o que veio depois...”

As Dores do Mundo

Jota Quest

Arredores de Londres (19:20 p.m)

Narrador

—Feito! – Felicity anuncia, fechando o notebook – Agora, caso nosso dedicado e curioso xerife, resolva xeretar nossas “credenciais” – faz aspas no ar – Estamos devidamente cobertos – comemora – É assim que se diz ainda hoje, xerife ou seria delegado? –interroga, secando o namorado, que saia do banho, uma toalha enrolada na cintura, enxugando o cabelo com outra – Uhum, isso sim é uma visão do paraíso! – declara, fazendo-o rir.

—Obrigado pelo elogio! – agradece, inclinando-se, as mãos apoiadas na cabeceira, beijando-a – O que acha de pedirmos alguma coisa e comermos no quarto mesmo? – sugere o loiro, desenhando o contorno dos lábios com o polegar, descendo lentamente a mão por seu pescoço, detendo-se no decote da blusa, rindo ao ouvi-la gemer.

—Acho... — começa dizer, devagar, pondo o computador de lado, erguendo o tronco , as mãos deslizando pelo abdômen definido, parando na cintura – Que podemos pensar em comida daqui a pouco....Pelo menos no prato principal... Porque a sobremesa- insinua, mordendo o lábio inferior, soltando a toalha.

— De acordo – anui Oliver, tomando seus lábios novamente, desta vez de forma mais exigente, sendo imediatamente correspondido, gemendo roucamente contra sua boca ao sentir as mãos da namorada envolver seu membro iniciando movimentos de vai e vêm cadenciados.

Enlaçando-a pela cintura, Oliver ergue-a , trazendo-a para junto de seu corpo, aumentando a intimidade do beijo ao invadir a boca de Felicity com a língua, fazendo-a gemer mais uma vez.

—Está vestida demais sweet! – sussurra contra a boca da garota, as mãos movendo-se habilmente, despindo-a rapidamente – Muito melhor – murmura, deitando-a na cama, seus copos encaixando-se perfeitamente – Não vou perder você de vista nunca mais, nem que para isso tenha que te amarrar na minha cama! – declara, deslizando a boca por seu pescoço até alcançar os seios tomando um entre os lábios, sugando-o, contornando o mamilo com a língua , mordendo o bico rijo até ouvi-la gemer alto, arqueando o corpo, dando ao outro seio o mesmo trato que o anterior.

—Oliver! – murmura Felicity, enfiando os dedos entre os cabelos curtos, as pernas enroscando-se a cintura do loiro, erguendo o quadril contra o dele, sedenta por mais intimidade – Quero você dentro de mim agora! – ordena, mordendo o lóbulo da orelha.

—Só um minuto sweet – sussurra — Espere só mais um minuto! – diz, as mãos, que antes repousavam na cintura da garota, movendo-se, pondo-se entre seus corpos, buscando seu sexo com avidez e ousadia, estimulando o clitóris , os dedos invadindo lentamente sua intimidade.

—Oliver, por favor! Não agüento mais! – implora, cravando as unhas no quadril dele ao mesmo tempo que volta a erguer o seu, sentindo os dedos dele entrarem mais fundo, fazendo seu corpo estremecer mas antes que atinja o clímax, Oliver os retira, afastando-se minimamente, penetrando-a em uma estocada vigorosa fazendo gritar seu nome, parando, deixando-a acostumar-se a sua presença antes de começar a mover-se devagar, entrando méis fundo em sua intimidade.

—Eu te amo Felicity Smoak! – declara, beijando-a com ardor, erguendo o quadril ao senti-la afrouxar as pernas ao redor do mesmo, saindo dela para voltar logo em seguida em uma estacada mais vigorosa, penetrando-a mais fundo, repetindo o gesto mais algumas vezes até sentir o corpo delicado ser sacudido por um espasmo mais forte, estremecendo para logo depois amolecer anunciando que atingira o clímax.

Mais algumas investidas depois e ele também se liberta dentro dela, relaxando, deixando o corpo desabar sobre o dela.

—Também te amo Oliver! – declara a loira, beijando um dos lados do rosto dele – Quanto a essa historia de me amarrar na sua cama....Podemos negociar! – brinca, mexendo o quadril de forma provocante fazendo-o emitir um grunhido rouco ao mesmo tempo em que inverte suas posições, deixando-a por cima.

—Aceito! – sopra, fechando os olhos, suspirando ante os movimentos cadenciados que ele começara.

—Aceita o quê?—Felicity pergunta num fio de voz, apoiando as mãos no peito forte, as unhas cravando-se na pele.

—Ser amarrado a sua cama, seu tornozelo, o que quer que seja...- para, sustentando a respiração, levando as mãos a cintura dela, segurando-a, impedindo que se movesse, abrindo os olhos para mergulhar no azul brilhante da garota – Contanto que estejamos juntos! – afirma, afrouxando o aperto, deixando-a cavalgá-lo livremente, aumentando o ritmo até atingirem, juntos, o clímax.

—Agora podemos pensar no prato principal.... E depois mais um pouquinho de sobremesa! – frisa, erguendo o rosto a fim de ver o dele ao ouvi-lo rir.

—Acho que criei um monstro! – brinca, beijando a ponta do nariz da loira.

—Se estiver achando ruim Queen, posso conversar com o Merlyn sobre uma troca de casais ou....

—Mas de jeito nenhum! – interrompe-a – Tommy já teve a chance dele e deixou escapar. Agora você é minha e de mais ninguém! – frisa, estreitando o abraço.

—Owun! Que possessivo! – comenta, sorrindo – Adoroo! – diz, mordendo o queixo do namorado – Comida Queen! Estou faminta! Duplamente faminta!

—Seu desejo é uma ordem minha guerreira mítica! – diz Oliver, fazendo uma leve reverencia com a cabeça, estendendo o braço até a mesa ao lado da cama a fim de pegar seu celular – O que quer comer?

—Fora você? – provoca-o, sentando-se sobre o abdômen definido – Massa! – responde, levantando-se, caminhando até o banheiro – Vou tomar um banho... Se quiser esfregar minhas costas depois que terminar...- insinua, piscando por sobre o ombro ao entrar no banheiro.

—Prepare a espoja sweet, chego ai em dois minutos!

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Sara e Tommy

—Por onde andou todos estes anos mulher?? Onde se escondia? – pergunta o irlandês, ainda ofegante, virando a cabeça de lado a fim de ver o rosto da loira seu lado, que estica os braços, espreguiçando-se manhosamente – UAU! Parece uma gata...Melhor ...- ergue-se, ficando de joelhos sobre o colchão, as pernas ladeando o corpo de Sara – Uma tigresa! – exclama, inclinando-se, beijando o vale entre os seios.

—Humm, obrigada! – agradece, esticando os braços, as unhas deslizando do peito até o abdômen, detendo-se na cintura – Pensei em tomarmos um banho relaxante, descermos, irmos até aquele restaurante na esquina, comermos alguma coisa, darmos uma volta, e depois... – deixa a insinuação no ar.

—A parte de banho gostei – diz o policial, deitando-se sobre ela, beijando e mordendo o pescoço da loira – A parte da comida também – prossegue, descendo um pouco mais – Já da parte do sair do quarto ...- beija um seio – Da cama...—beija o outro – Essa não gostei muito! – diz, continuando o descer por seu corpo distribuindo beijos e mordidas.

—Pois trate de gostar porque, por mais tentador que seja permanecer na cama com você... – cala-se um segundo, mordendo o lábio e fechando os olhos ao senti-lo beija seu sexo, a língua passeando por toda a extensão, detendo-se no clitóris, estimulando-o – Isso...É covardia Mc! – exclama, cruzando as pernas sobre o pescoço dele, prendendo sua cabeça entre as coxas, mantendo-a no lugar, gemendo cada vez mais e mais alto até gozar, relaxando, provando seu próprio gosto ainda presente na boca dele quando ergue-se, beijando-a – Ganhou alguns minutinhos soldado.... Mas ainda quero sair! – afirma, empurrando-o, libertando-se, correndo, até o banheiro – Se quiser brincar mais um pouco...—insinua chamando-o com o indicador.

—Você é impossível loirinha! – diz, McConnell, levantando-se.

—Devia ter pego meu celular! Podia ganhar uma grana vendendo essa imagem — brinca, acompanhando-o caminhar até ela, nu, envolvendo-o pelo pescoço com os braços.

—E correria o risco de ter uma multidão batendo a sua porta a fim de saber quem era o gostosão da foto!? – devolve, erguendo-a do chão.

—Convencido!! – exclama a loira, enroscando as pernas em sua cintura – Hum, já está pronto pra mais um round soldado?? – provoca-o, mexendo o quadril sedutoramente, roçando o membro ereto contra seu sexo, fazendo-o encosta-la a parede ao mesmo tempo em que a penetra, abafando seu grito com um beijo.

—Tom! – sussurra a loira, mordendo o lábio inferior dele, puxando-o, soltando para mais um beijo, agarrando-se ao corpo do policial à medida que ele aumenta o ritmo de suas investidas até finalmente atingirem o clímax juntos – Melhor mudar a chave da água para gelado ou não sairemos daqui! – diz, esticando os braço para o alto a fim de fazer o que dissera.

—Pode até mudar, mas não vai adiantar nada tigresa! – avisa McConnell – Esquece que sou irlandês? Banho gelado para mim é estimulante! – vangloria-se, voltando a mexer-se lentamente – Cansada? – provoca-a, apertando as coxas.

—Nem um pouco soldado – afirma, cruzando as pernas as suas costas, apoiando-se em seus ombros – Nem um pouco!

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“... A tua voz dizendo amor foi tão bonito que o tempo até parou;

De duas vidas uma se fez e eu me senti nascendo outra vez...”

Cait e Tommy

Em silêncio afago os cabelos negros de Tommy, acariciando seu rosto suavemente para não o acordar.

Após nosso banho havíamos pedido uma pizza, deitando-nos assim que terminamos de comer.

Começamos a conversar, cada um falando um pouco de si mesmo até que ele relaxara por completo, adormecendo.

Mesmo estando muito cansada e sentindo meu corpo inteiro doer, não conseguia dormir.

Meu pai sempre dizia que quando “ esfriamos” após uma situação de tensão extrema, como a que passamos mais cedo, pessoas como nós (entenda soldados, agentes, infiltrados ou não, médicos... e ladrões, além, claro, de outras profissões que envolvem estresse extremo) não conseguem simplesmente “desligar” e dormir. É um processo demorado, lento e que por vezes não se concretiza em um sono reparador.

O motivo? Nossa mente!

Querendo ou não estamos sempre alertas (vai ver os escoteiros tiraram daí seu lema!!) e justamente quando paramos na intenção de relaxar fazemos justamente o oposto. Por várias razoes.

Em meu caso em particular duas coisas não estavam me deixando relaxar: Como raios Snatch veio parar no local Exato em que nos encontrávamos? Se Tommy ainda estivesse com o chip localizador em seu corpo entenderia. Mas não está... “ Então como aquele nojento conseguiu vir até nós? Como, em toda essa região, sabia onde estávamos? Alguma coisa não está batendo aqui!”, reflito, erguendo as mãos, cessando o carinho que fazia em Tommy ao escuta-lo gemer, mexendo-se inquieto na cama, envolvendo minha cintura com um braço antes de se aquietar, permanecendo a dormir.

Volto a enroscar meus dedos em seus cabelos, admirando-o enquanto dorme, não conseguindo impedir um sorriso bobo se formar em meu rosto.

Ouvir sua declaração algumas horas atrás enquanto nos banhávamos aqueceu meu coração! Mas também o encheu de medo.

Medo pelo futuro, do que poderia acontecer depois que chegássemos a Londres, medo do procedimento para retirar os malditos chips ( por mais que Felicity tenha tentado me tranquilizar mostrando que seria rápido e praticamente indolor), medo da reação dele ao reencontrar o tio ( apesar de sua aparência tranquila, Oliver me alertara que Tommy não era o mais calmo e paciente dos homens, que costumava ser inconstante e arranjar briga por motivos banais), de como reagiria, diante de tudo que ele fez, se o pai estivesse esperando por nós em Londres, o que poderia acontecer levando em conta as informações fornecidas pelo crápula do meu ex noivo antes de morrer...Mas principalmente medo de mim mesma, de como reagiria ao vê-lo ser ameaçado mais uma vez, o que me leva ao segundo questionamento que não me deixava dormir: por onde anda Rory?!

Não é do feitio dele desistir, ainda mais estando com raiva, e ele estava! Com muita, muita raiva mesmo tanto de mim quanto de Tommy. Me atrevo a dizer que mais ainda dele por tê-lo humilhado em frente a seus homens quando fugimos deles na estrada e por ter comandado, por assim dizer, nossa fuga naquele penhasco (se não tivesse pulado talvez tivéssemos, eu, Eddie e Thea, escolhido enfrenta-lo).

Na mente distorcida de Mike Rory, qualquer um de nós, “soldados iguais a ele”, ter feito essas coisas seria aceitável. Mas um “civil”!?!? Ainda por cima um sem experiência nenhuma em nada relacionado a combate, um playboy, certamente o havia deixado com o orgulho ferido. E furioso. Muito furioso...

—Cait? – ouço a voz de Thea me chamar, baixinho, ao mesmo tempo que enfia a cabeça cuidadosamente na fresta que abrira na porta – Tudo bem por aqui? – pergunta, a cabeleira loira de Sara surgindo logo a seguir.

—Tudo sim – tranquilizo-as – Ele dormiu – indico Tommy com um gesto de cabeça.

—Ouwnnnn! Que lindo! Tão tranquilo dormindo! – Thea exclama, completando antes que tenha a chance de falar – Nem parece o peste que é acordado! – brinca, pondo meio corpo para dentro do quarto – Não se deixe enganar por essa carinha linda...

—Ou esses olhos azuis – Sara diz, apoiando um braço sobre o ombro dela, sorrindo.

—Ou esse jeitinho angelical enquanto dorme – continua a Queen caçula – Tommy não nem tão quietinho nem tão bonzinho quanto parece!

—Já percebi isso!- asseguro – Onde vão? – pergunto ao notar suas roupas.

—Dar uma volta, comer –começa dizer.

—Verificar o perímetro para nos certificarmos que não existe nenhuma ameaça por perto – escuto a voz grave de McConnell dizer.

—E namorar um pouco porque ninguém é de ferro! – Thea acrescenta, piscando.

—Vocês comeram alguma coisa?- Sara questiona, olhando as embalagens de pizza.

—Pizza – confirmo- Mas se puderem trazer alguma coisa para amanhã de manhã...-peço – Pelo que Fel disse Oliver quer sair muito cedo, não é isso?

—É sim – confirma – Bem pensado. Vamos trazer algo para todos – avisa, calando-se ao ver Tommy mexer-se – Vamos indo antes que o acordemos – cochicha.

—Oliver e Felicity estão no quarto – Sara avisa – Se precisar é só chama-los – diz, acenando juntamente com Thea.

—Pode deixar – garanto acenando de volta – E tenham cuidado – peço.

—Teremos- afirmam juntas, fechando a porta ao saírem.

Suspiro ao me ver sozinha com Tommy mais uma vez, voltando a admira-lo.

Ele ainda insistia em não querer retorna para Starling após toda essa confusão terminar, me deixando preocupada.

O lembrei de sua sociedade na boate com Oliver, ele me lembrando que sem ter acesso a seus bens, bloqueados pelo pai, não teria como manter a sociedade com ele ao passo em que assegurei que Oliver, certamente não iria desmancha-la por conta disto.

—Se é que ele vai querer voltar para Starling sem Felicity — argumentara – Ou vocês pretendem parar depois que isto tudo terminar? – perguntara — Vai ficar comigo Cait, quando sua missão estiver cumprida? — questionara, olhando dentro de meus olhos. Escapei de ter que lhe responder graças a chegada de nossa pizza, agradecendo mentalmente por ter deixado o assunto de lado.

Olhando-o agora, dormindo tranquilamente a meu lado, abraçado possessivamente a meu corpo, tenho que admitir: não sei se conseguirei dar-lhe as costas, ele ficando em Londres como disse pretender fazer ou retornando a Starling.

—A verdade Cailin, é que está irremediavelmente apaixonado por esse playboy irresponsável e mulherengo! – murmuro para mim mesma – Não quero e não posso te perder Thomas Merlyn! – confesso baixinho, inclinando meu rosto, beijando o dele levemente -- Só não sei se há um futuro para nossa relação.... Pelo menos não um que seja seguro pra você!

“... E eu vou esquecer de tudo, as dores do mundo;

Não quero saber quem fui mas sim quem sou;

E eu vou esquecer de tudo, as dores do mundo;

Só quero saber do seu, do nosso amor!’

Notas finais
Bjinhos flores.