Valkyrjas!

13 O Princípio de tudo!


Notas iniciais
Olá pessoas lindas, voltei!! E não vou ficar de enrolação porque estou no meio de uma maratona Grimm! (além de estar com mais dois capítulos de fics diferentes em produção! Eita que estou a todo vapor!kkkkk) Só dei um tempo para postar aqui, afinal estou mega atrasada com as guerreiras! Mas já vou voltar a me deleitar com o único capaz de me fazer pensar em trair o Tommy/Connor....Hum !.... Nem tanto assim! kkkkkkkkkkkkkk. Grata por todas as rewiews passadas, escritas e pensadas...Pelas quarenta e duas flores que estão acompanhando a historia fazendo dela a minha segunda fic mais lida (só perde para Perfect! que está alcançando os sessenta acompanhamentos!! IUUUUUPIIII!) Boa leitura...More rewiews, pleaseee! ...Bjinhos flores.

“Já não tenho dedos pra contar de quantos barrancos despenquei;

E quantas pedras me atiraram ou quantas atirei;

Tanta farpa, tanta mentira, tanta falta do que dizer;

Nem sempre é “so easy” se viver;

Hoje eu não consigo mais lembrar de quantas janelas me atirei;

E quanto rastro de incompreensão eu já deixei;

Tantos bons quanto maus motivos, tantas vezes desilusão;

Quase nunca a vida é um balão...”

Tudo Bem

Lulu Santos

Arredores de Londres ( 20 horas depois)

Narrador

—Não acredito que finalmente consegui tomar um banho decente! – Thea comemora, saindo do banheiro vestindo um roupão, enxugando o cabelo com uma toalha, Eddie rindo discretamente, encostado a cabeceira – Você ri, mas garanto que vai gostar bem mais de mim agora! – insinua, pulando sobre a cama, beijando-o, fazendo uma careta ao sentir as costelas pressionadas por algo – Larga isso! – resmunga, tomando o tablete que ele segurava, jogando-o aos pés da cama – Bem melhor agora! – exclama, envolvendo o pescoço do loiro.

—Thea, preciso analisar essas imagens que Mike nos mandou! – reclama, tentando afasta-la, rindo ao sentir as costelas sendo pressionadas por suas unhas – Para com isso! – pede, contorcendo-se.

—Hum, quer dizer que meu gatinho tem cocegas não é!? – comemora, repetindo o gesto, fazendo-o rir mais, sendo agarrada por ele, que inverte as posições, prendendo-a com seu corpo, segurando as mãos da garota acima da cabeça.

—Quieta, gatinha manhosa! – exclama o loiro, inclinando a cabeça, deslizando os lábios por seu pescoço, mordendo e sugando a pele sensível, arrepiando-a – Dois podem jogar esse jogo! – provoca, posicionando uma perna entre as suas, abrindo-as, libertando as mãos dela, levando as suas ao robe que ela usava, abrindo-o – Tem razão... Bem melhor agora! – murmura, mergulhando a cabeça no vale entre seus seios enquanto as mãos tocam sua intimidade, contornando o mamilo com a língua, prendendo o bico rijo entre os dentes...

—Eddie, Thea, estamos indo comer alguma coisa, vocês vêm? – Felicity pergunta, dando uma leve batida na porta.

—Não!! – respondem juntos – Traz algo pra gente Lissy! – Thea pede.

—Ok. – concorda a loira, completando – Peguem leve! Não queremos receber reclamações ou sermos expulsos por causa do barulho! -- provoca-os.

—Ha, há, há, tão engraçadinha! – revida a garota, mordendo o lábio, calando-se, os olhos fechados ao sentir os dedos dele invadindo sua intimidade enquanto a boca suga o outro seio – Eddie!! – sussurra, enroscando os dedos nos cabelos curtos, puxando-os, erguendo o quadril contra a mão do loiro, resmungando ao senti-lo retirar os dedos de dentro dela, enroscando as pernas na cintura do rapaz.

—Calma, não vou a lugar nenhum – assegura ele, afastando-se o suficiente para retirar a toalha que envolvia a cintura ouvindo-a gemer ao roçar seu membro na parte interna de suas coxas – Você é minha perdição, sabia!? – sussurra no ouvido da garota, mordendo o lóbulo.

—Uhum – murmura a jovem, apossando-se dos lábios dele em um beijo exigente – Digo o mesmo! – exclama, deslizando as mãos pelo corpo, parando na cintura, pondo-as entre seus corpos, alcançando o membro ereto.

Erguendo-se, Eddie lhe dá espaço, permitindo que o estimule com as mãos, apoiando-se um dos braços, levando a mão livre até o sexo da garota, retribuindo. Quando ambos não suportam mais a espera, posiciona-se entre suas pernas penetrando-a em uma estocada vigorosa, iniciando movimentos cadenciados até atingirem, quase ao mesmo tempo, o clímax, relaxando, abraçados.

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Restaurante próximo ao hotel

Caitlin

Sentados em uma mesa mais reservada, esperamos os pedidos que fizemos serem entregues.

Oliver e McConnell tinham ido ao banheiro enquanto eu, Tommy, Sarah e Lissy ficamos na mesa.

Aproveito que as duas estão distraídas vendo alguma coisa no notebook de Lissy para observar Tommy, que se distraia rodopiando o açucareiro sobre a mesa, um braço apoiado no encosto acima de meus ombros, parecendo distante.

Havíamos decidido parar, mesmo estando relativamente perto de Londres, por conta dele.

Estava pálido e muito febril, ambos os ferimentos em seus braços, um provocado pelo tiro e outro que fizera para retirar o chip, ainda sangravam de vez em quando, nos deixando preocupados, mesmo ele afirmando que não teria problema em continuar.

Estico a mão tocando seu rosto em um carinho. Em resposta, deita-o sobre minha palma aberta fechando os olhos. Não consigo evitar que um sorriso bobo tome conta de meu rosto.

—Aqui estão os pedidos – a voz da garçonete me traz de volta. Viro o rosto para encara-la – Três bifes com fritas e arroz, três files de frango grelhados com arroz e salada – anuncia, pondo os pratos sobre a mesa, inclinando-se tão exageradamente que, ao fazê-lo,roça os seios fartos no rosto de Tommy, me irritando – Desejam mais alguma coisa? – insinua, mantendo-se na mesma posição.

—Uma faca afiada! – digo, fazendo Lissy e Sarah erguerem os rostos da tela rápido, me encarando com uma expressão de espanto – Pra cortar os bifes... e a galinha! – exclamo, fuzilando-a com o olhar.

—Des...desculpe, eu a- acho que não entendi! – gagueja a mulher.

—Entendeu sim querida! – friso, mantendo o olhar sobre ela.

—Bebidas – Felicity fala rápido – Cervejas, por favor – pede, sorrindo para a mulher – Duas sem álcool.

—Vou buscar – diz, afastando-se, cruzando com Oliver e McConnell.

—O que exatamente foi isso!? – Sara pergunta.

—Isso o quê? – McConnell questiona, sentando entre Sara e Lissy, Oliver ficando, assim como Tommy estava, na ponta da mesa oval.

—Nada. Não foi nada – sustento – Vamos comer? – convido, pegando meu prato.

—Onde estão as bebidas? – Oliver pergunta.

—A galinha já vai trazer! – respondo rápido, mordendo um pedaço do bife.

—Que galinha?? – Tommy questiona, voltando a realidade.

—Nenhuma. Esqueçam – Sara aconselha – Vamos terminar aqui, descansar um pouco e partir. Temos um longo percurso pela frente e não gosto da ideia de Rory em nossos calcanhares! – exclama – Tommy, acha que aguenta até Londres em mais paradas?

—Sim – responde, sem levantar os olhos do prato de comida, mexendo na mesma sem no entanto prová-la.

—Tommy, sei que não está sendo nada fácil pra você. Pra nós também não, acredite – desabafa Oliver -Quando descobrimos o que seu tio havia feito ficamos revoltados.

—Mas agora não resta muito o que fazer a não ser te levar em segurança pra casa e.…- Felicity começa mas ele a interrompe.

—Não pretendo voltar pra casa – afirma, nos surpreendendo – Depois que retirarem essas coisas de mim, vou permanecer em Londres. Pelo menos a princípio.

—Fazendo o que?? – questiono, dirigindo um olhar irritado para a garçonete, que retornava com as bebidas, depositando-as sobre a mesa, tendo, desta vez, o cuidado de se manter longe dele.

—Vou pensar em algo – diz simplesmente, dando de ombros.

—Como assim pensar em algo? Como vai viver?? Onde vai morar? – questiono, encarando-o, séria.

—Dou um jeito – resume, empurrando o prato para longe sem ao menos tocar na comida.

—Sério Thomas, não pode simplesmente ...- ele me interrompe.

—Voltar pra que e por que? – questiona, olhando de mim para Oliver e Felicity – Meu pai não tá nem ai para o que faço ou deixo de fazer, se estou vivo ou morto, contanto que não esteja gastando seu precioso dinheiro! – começa – Meu querido tio me jogou aos leões!....O que me prende a Starling? -pergunta, ele próprio dando a resposta – Nada. Nada me prende lá. Não tenho nada a perder ou ganhar voltando para “casa” – faz aspas no ar, tomando um gole generosa da cerveja.

—Tem sua herança -Oliver relembra.

—Não tenho não – diz – Caso não saiba Oliver, o que acho pouco provável visto que vocês – nos aponta um a um – Parecem saber mais da minha vida do que eu mesmo, meu pai bloqueou todos os meu bens e se brincar, a esta altura, já deve ter me deserdado e passado tudo para o nome da Emily, o que, honestamente falando, diante de tudo que passei nos últimos dias, não dou a mínima! – frisa, bebendo o reto da cerveja.

—Então é isso? Vai simplesmente entregar tudo de bandeja? Não vai ao menos tentar lutar por seus direitos? – Sara interroga-o.

—O único direito que me interessa lutar no momento loira, é o de permanecer vivo! – rebate, levantando-se.

—Onde vai? – seguro seu braço, surpreendendo a mim mesma por tamanha possessividade.

—Ao banheiro. Posso? – ironiza, puxando o braço, afastando-se devagar.

—Deem um tempo a ele -McConnell recomenda – O cara teve a vida virada de ponta cabeça, perdeu tudo do dia pra noite e ainda corre risco de morte – enumera – Na boa, não sei como não pirou mais cedo! Eu teria -assume, tomando sua cerveja.

—Mc tem razão – Sara anui – É um milagre ele estar reagindo tão bem a tudo isso. Pensei que reagiria de forma mais danosa.

—Isso só não aconteceu por sua causa Cait – Oliver aponta, Lissy concordando com um aceno.

—Eu?? O que Eu tenho a ver com isso? – questiono, olhando em direção ao banheiro no exato momento em ele sai, sendo interpelado pela tal garçonete e sinto meu sangue ferver.

—Está apaixonado por você – escuto Oliver dizer, sem desviar os olhos dele.

—Assim como você está por ele- Felicity completa, passando a mão a frente de meu rosto, chamando minha atenção.

—Não vejo no que isso pode influência-lo -- rebato, voltando a observa-lo, irritando-me com a atenção que dedicava a mulher – Não me parece tão apaixonado assim! – friso, fazendo-os voltarem-se em direção a Tommy que, para nossa surpresa, encaminha-se para a direção oposta a nossa mesa, seguindo para a que a mulher lhe indicava.

—Por que não estou gostando disso!?! – McConnell comenta, levantando-se rápido, pulando o encosto do acento onde estava e nós o seguimos.

—O que disse a ele? -Oliver interroga, segurando o braço da mulher, virando-a para nós, surpreendendo-se ao ver o cinto com explosivo plástico preso a sua cintura.

—Ele disse que se eu não o fizesse sair pacificamente me explodiria! – revela ela entre lágrimas.

—Ele quem? – Sara questiona enquanto McConnell e Oliver examinam o cinto em busca de uma maneira de desarma-lo.

—O homem que estava nos fundos do restaurante – diz, chorando copiosamente – Me ajudem por favor! – implora e me sinto péssima pela forma como a tratei antes.

—Vamos ajudar! – asseguro, segurando suas mãos – Sara, Lissy, vejam se conseguem alcançar Tommy.

—NÃO! – grita a mulher, chamando atenção de todos no lugar – Se alguém sair ele vai acionar o explosivo!

—Merda! – Sara xinga, pegando o celular – Anda Thea, atende.

< Oi >, escuto a voz de Thea.

—Rory está aqui – alerta.

< Não está não > rebate < É o Snatch! > revela, fazendo meu sangue gelar.

—Cadê o Thawne? – Sara pergunta, indo até a janela, abrindo a cortina discretamente – Que merda ele pensa que está fazendo? – xinga e sigo seu olhar vendo Eddie se esgueirar por detrás de alguns carros do outro lado da rua.

< Estou dando cobertura a ele! > ouço Thea dizer < Não vou deixar ninguém machucar meu gatinho muito menos levar meu amigo embora! >

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Tommy

Estou saindo do banheiro quando a garçonete que havia provocado ciúmes em Cait me interpela segurando meu braço fazendo-me voltar para ela.

—Me ajude! -pede, indicando sua cintura onde vejo um cinto com explosivos – Ele disse que se você não fosse encontra-lo lá fora sozinho, aciona os explosivos e me mata- revela.

—Ele quem? – pergunto, suspeitando saber a resposta.

—Não disse o nome. Apenas me ameaçou com uma arma quando fui levar o lixo fora, prendeu isto em mim, me mostrou sua foto e mandou te dizer para sair sozinho ou me mataria -repete, impedindo-me de voltar-me para a mesa onde Cait e os demais se encontravam – Ele disse que se não o fizer em dez minutos aciona os explosivos. Se tentar avisar seus amigos também -revela e fecho os olhos.

—Onde? – pergunto.

—Ele mandou sair por trás e dar a volta. Estará lhe esperando do outro lado da rua – avisa.

Sem olhar para trás, me dirijo a direção indicada por ela, saindo pela porta dos fundos do lugar, que dá em um beco apertado, entendendo o porquê de ter-me mandando dar a volta: um carro não entraria ali.

Devagar, sigo pelo beco alcançando a rua pouco depois, notando um homem encostado a um carro que me acena, exibindo o que parecia ser um controle remoto.

Lentamente sigo em sua direção parando a cerca de cento e cinquenta metros de onde estava.

—Parou por que? Por acaso lhe disse para fazê-lo? – braveja.

—Não. Mas só vou até você depois que desativar os explosivos – negocio ao mesmo tempo que vejo um vulto esgueirar-se por detrás dele – Liberte a mulher lá dentro e vou com você pacificamente.

—E quem disse que isto é negociável? – ironiza, apontando uma arma em minha direção – Escuta garoto, estou cansado. Muito cansado. Tive que viajar quilômetros pra concertar a cagada daquele idiota do Rory. Viajei a noite inteira seguindo as poucas pistas que dispunha – enumera, dando um passo em minha direção, e recuo um também – E pra completar minha alegria descubro que Você está transando com minha ex noiva, a qual, diga-se de passagem, ainda me interessa --revela, para minha surpresa – Agora, antes que eu sucumba a tentação e enfie uma bala no meio dessa sua carinha bonita, visto que não precisa necessariamente estar vivo para retirarem os chips de você, é melhor me acompanhar e tentar não me irritar ainda mais – ameaça, sacudindo o revolver – Anda – ordena.

—Não – permaneço firme – Pode me matar se quiser, mas só saio daqui quando desativar os explosivos – reitero, ouvindo-o gargalhar alto.

—Bem que Rory avisou que era metido a herói! – ironiza, atirando no chão a minha frente – A próxima vai abrir um buraco no meio da sua testa! -ameaça, avançando rápido e duas coisas acontecem: (1) escuto um grito vindo de trás de mim; (2) ouço um zumbido agudo pouco antes de o carro atrás dele explodir.

—Se der mais um passo é um homem morto Snatch! – Cait ameaça – Se tocar nele também! -completa.

—Princesa, há quanto tempo! – diz, irônico — Então é verdade mesmo? Caiu de amores por esse playboy!? – me olha de alto a baixo, parecendo me avaliar – Nunca pensei que gostasse do tipo mauricinho Caitlin. Sempre achei que meninos maus faziam mais seu gênero! – desdenha.

—Isso não lhe diz respeito Snatch – revida ela, parecendo estar mais próxima – Não sei qual seu interesse nesse caso...

—O de sempre minha flor: dinheiro! – interrompe-a – Quanto será que seu pai pagaria pra ter o filho inteiro, ou quase, de volta? – me encara, um riso cínico no canto da boca.

—Nada – afirmo, surpreendendo-o – Não conseguira arrancar um centavo sequer de meu pai – asseguro, vendo seu riso aumentar.

—Tem certeza? – questiona – Até onde sei ele está oferecendo uma gorda recompensa por qualquer informação que possa traze-lo até você -afirma – O que? Não acredita? – volta a questionar diante de minha expressão de dúvida – Ao que parece seu tio, o arrependido professor Wells, entrou em contato com ele. Não sei o que disse mas o fato é que a recompensa é bem real – para alguns segundos, olhando por cima de meus ombros – O que acha princesa: entregamos seu namorado ao pessoal interessado nos chips, recebemos pelo bom trabalho e logo depois de retirarem o que lhes interessa vendemos o corpo pro papai querido! -ironiza, me encarando – Nós dois. Uma dupla. Como nos velhos tempos!

—Acho que a explosão de agora a pouco deve ter danificado seu cérebro de alguma forma! – rebate Cait, sua voz tão próxima que tenho certeza que se esticar a mão para trás irei toca-la – Não estou interessada.

—De fato. Esqueci que agora é um dos mochinhos! – volta a ser irônico -Ou será que está tão apaixonada que perdeu o seu feeling!?

—Por que não vai embora enquanto está respirando Snatch? – escuto-a dizer, parando bem a meu lado – Acredite ou não, está em desvantagem aqui – avisa, pondo sua mão junto a minha discretamente. Mas não o bastante.

—Está realmente fascinada por ele Cait!! – comenta, erguendo a mão – Pena! -diz e no momento seguinte ouço o estampido seco de uma arma sendo disparada.

Fecho os olhos sentindo meu corpo inteiro se retesar, abrindo-os ao sentir a mão de Cait apertando a minha

—Tudo bem – ouço-a dizer – Está tudo bem Tommy – repete, e me volto vendo respingos de sangue por todo seu rosto, notando os mesmos em nossas mãos, que permanecem unidas.

Olho para baixo e vejo o corpo inerte do homem que a pouco me ameaçava, sangrando.

—Vocês estão bem?? – alguém pergunta e só então me dou conta da pequena multidão a nosso redor.

—Tudo bem pessoal. Somos do FBI -Oliver anuncia – Este homem era um bandido procurado – prossegue, tocando em meu ombro – Cait, tire Tommy daqui – pede.

—Vamos – chama, segurando firme em minha mão.

Me deixo conduzir de volta ao hotel onde estávamos, cruzando com Eddie e Thea no caminho, ele com uma pistola ela com um arco nas mãos, os dois piscando e sorrindo minimamente ao passarem por nós indo juntar-se a Oliver e os demais.

Quando começamos a subir as escadas, olho em direção à rua onde vejo, juntamente com Oliver, Sara, McConnell, e a garçonete, conversando com dois policiais, Thea e Eddie mantendo-se mais afastados.

—Venha, precisamos de um banho – Cait chama assim que entramos no quarto.

Em silêncio nos despimos, entrando juntos no box.

Apoio as mãos contra a parede deixando a água morna massagear minha pele levando embora a tensão de minutos atrás.

—Quando esse pesadelo vai terminar Cait? – pergunto, sentindo suas mãos em minhas costas, me ensaboando.

—Em breve – garante – Em muito breve – reitera, fazendo-me ficar de frente para ela, envolvendo meu pescoço com os braços – Assim que chegarmos a Londres, retiram os chips e estará livre – declara, me dando um beijo calmo, acariciando meu rosto, olhando-me intrigada ao me ver sorrir – O que foi? Disse algo engraçado?

—Não – afirmo, enlaçando sua cintura – Só relembrando como nos conhecemos: no banheiro em um quarto de hotel! – exclamo, fazendo-a rir minimamente, apertando mais o laço em volta de meu pescoço, colando seu corpo ao meu.

—Só que naquela ocasião era eu quem estava em apuros! – relembra – Muito embora não chegue nem perto pelo que está passando – frisa, voltando a acariciar meu rosto, me encarando por um longo tempo sem dizer nada, suspirando antes de me beijar mais uma vez.

—Disse que estarei livre assim que retirarmos os chips – repito e confirma com um aceno – Mas não estarei – asseguro, vendo-a enrugar a testa interrogativamente – Só me sentirei livre e completo a seu lado Cait. Eu te amo! – declaro, selando-a com um beijo...

“.... Mas o teu amor me cura de uma loucura qualquer;

É encostar no seu peito e se isso for algum defeito;

Por mim tudo bem....Tudo bem....Tudo bem!”

Notas finais
Bjinhos flores! #partiumaratonagrimmmmmm!