Unlike Cinderella...

8 Capítulo 7 - Assignation...


Notas iniciais
Cupcakeeeees ♥! AAAAAA ESTOU SURTANDO COM A RECOMENDAÇÃO QUE RECEBI DA QUIET LITTLE READER!! Linda, muito, muito obrigada pelo carinho e pela perfeita recomendação e dos seus comentários frenquentes! Não sabe a emoção que eu senti ao ler! Esse capítulo é dedicado a você! Espero que goste! Obrigada também a Milazinha 90, Dreams And Wishes, Mara Leite, Mari, Jade, Biiah Lynch, Gabs, CereJeh, Lynch, Paloma Coutinho e Fran, que deixaram as opiniões no capítulo anterior ♥! Obrigada meninas *-*! Explicações sobre eu não ter postado ontem nas notas finais, ok? Boa Leitura...

POV Ally

– Elliot, você está afim de se apaixonar por Ally? – pergunta Trish. – Lembre-se que essa é uma proposta única. É pegar ou largar! – completa em um tom de malícia.

Olho para aquela cena com descrença. Eu não consigo acreditar na proposta que Trish faz a Elliot.

– Está falando sério? – pergunta Elliot em dúvida.

– Não dê ouvidos a ela, Elliot. Trish perdeu, completamente, a sanidade. – falo tentando reparar a loucura que Trish estava prestes a fazer.

– Ally está certa, Elliot. Não se pode dá ouvidos a pessoas que te chamam de perfeito assim que você chega no lugar. – Austin fala, apoiando meu argumento.

– Eu não enlouqueci! – defende-se. – E eu já expliquei o porquê de tê-lo chamado assim.

– Acho que consegui entender aonde Trish quer chegar com essa história e, pensando bem, pode ser uma ótima ideia. – diz Dez, lançando um olhar e um sorriso cumplice a Trish.

– Gente. – choramingo, tendo fazê-los mudar de ideia. É simplesmente insano achar que eu possa lidar com essa situação.

– Hãn, pessoal? Será que dá para alguém me explicar o que está acontecendo? – pede Elliot.

– Esquece essa loucura, Elliot. – fala Austin, colocando a mão nos ombros do moreno. – É só uma louca ideia que passou na cabeça de Trish.

– Elliot, queremos que finja está apaixonado por Ally. Austin e ela não querem se casar e a melhor forma que encontramos de anular esse casamento é com a comprovação de que os dois nunca poderiam dar certo. – explica Trish, ignorando Austin e eu.

Elliot dá um riso de descrença pelo que ouvia sair de nossas bocas. Não é para menos, estamos o envolvendo em um assunto muito mais amplo do que se parece ser.

– Inacreditável. – diz Elliot, olhando para nós com incredulidade. – Vocês são loucos. Tem certeza que isso pode dar certo?

– Não, não temos certeza de nada. Por isso, não precisa se envolver. – responde Austin. O loiro parecia não está gostando nem um pouco do envolvimento de Elliot no nosso plano.

– Bem, apesar de não termos certeza de nada, achamos que pode dar certo. – fala Dez.

– Certo! Então eu ajudarei Ally a sair dessa enrascada. – decidiu Elliot, sorrindo para mim. Coro, envergonhada pela maneira como ele me olhava.

– Tem certeza disso, Elliot? – pergunto sem olhar em seus olhos. – Não precisa fazer isso, se não quiser.

– Ally, eu quero te ajudar. Pode contar comigo! – responde, aproximando-se de mim e fazendo-me olhá-lo, quando levanta meu rosto com delicadeza. – Estou feliz por ajudá-la.

– Certo, Romeu. Agora, poderia nos dizer o que veio fazer aqui? – questiona Austin, afastando Elliot de perto de mim. Confesso que foi bem estranho.

Ouço Dez e Trish soltarem risinhos disfarçados e os olho confusa. O que é que está acontecendo? Parece que estou sobrando na conversa.

– Vim convidar Ally para almoçar comigo e conhecer a cidade, já que faz pouco tempo que ela chegou aqui. – responde Elliot, sorrindo de maneira simpática.

Antes que eu respondesse qualquer coisa, Austin responde a proposta de Elliot com agilidade. A cada minuto que passo perto de Austin, mais eu o acho estranho. A personalidade dele é bem bipolar.

– É uma pena, mas ela já tem compromisso. Ela vai almoçar com minha família e eu e, mais tarde, Dez e Trish a levarão para conhecer a cidade. Não precisa se incomodar. – o loiro complementa a fala com seu típico sorriso irônico.

– Você é engraçado, Austin. Decida-se logo sobre o que quer da vida. – responde Elliot, rindo de Austin. Estou cada vez mais confusa. – E, imagino eu, que a pergunta foi feita a Ally. Por que não permitimos que ela responda a pergunta?

Todos da sala começam a me encarar. Nesse momento, meu rosto fica mais vermelho do que já estava. Não sei exatamente o que dizer. Ao mesmo tempo em que eu não queria contrariar Austin, eu não podia desapontar Elliot que está sendo tão gentil comigo. Olho para Dez e Trish, como se eles pudessem entender o meu pedido de ajuda e os dois apenas dão de ombros. Ou seja, a decisão está em minhas mãos.

– Hãn, Eu... Hum... Olha, sendo sincera com ambos, eu não sei o que fazer. – resolvo dizer a verdade. Esse tipo de coisa nunca aconteceu comigo.

– Venha comigo, Ally. Terá muito mais tempo para almoçar com Tia Mimi e Tio Mike. Além do mais, acredito que eles entenderão a situação se você explicar. – argumenta Elliot.

– Quer dizer que ela não terá tanto tempo assim para sair com você, Elliot? É o primeiro almoço de verdade com a minha família que ela terá. Está disposta a estragar isso, Ally? – pergunta Austin.

Ótimo, agora eu estou mais confusa ainda. Não faço a menor ideia do que fazer. Quero ir para os dois lugares, mas não posso. O que fazer? Não quero decepcioná-los.

– Ok, isso está sendo ridículo! – fala Trish. – A Ally vai com Elliot e acabou. Outro dia a Ally almoça com a Tia Mimi e o Tio Mike e depois conhecerá a cidade comigo e Dez.

– Trish! De que lado você está? – pergunta Austin, incrédulo.

– Do lado da Ally. – responde Trish com sinceridade. – Vocês dois estão a colocando em uma posição impossível. Além disso, essa pode ser uma boa oportunidade da Ally e o Elliot se conhecerem melhor.

– Concordo com a Trish. – opina Dez. – A Ally, tadinha, já está com vergonha do que está acontecendo e vocês ainda pioram tudo. Tenham um pouco mais de compaixão.

– Obrigada. – sussurro para os dois em agradecimento. Suspiro aliviada, em seguida.

– Ótimo! Vou te levar para conhecer os lugares mais incríveis de Miami, Ally! – diz Elliot em êxtase.

– Tudo bem. Espere apenas que eu coloque uma roupa apropriada. – peço e o mesmo afirma, balançando a cabeça.

Subo as escadas e, ao chegar em meu quarto, escolho uma roupa básica e soltinha. Miami está bem quente. Resolvo ir com um vestidinho branco de alças fininhas e com algumas flores vermelhas e apenas um cinto marrom preso a cintura para deixá-lo um pouco mais encorpado. Olho no espelho e gosto do resultado. Coloco uma rasteirinha e solto os meus cabelos. Dou uma rápida penteada e pego minha bolsinha preta.

Volto para sala e todos estavam em silêncio. Austin parecia chateado, mas prefiro não comentar nada. Ao notarem a minha presença, todos se levantam.

– Você está linda. – elogia Elliot.

– Obrigada. – agradeço com um pequeno sorriso.

– Bem, nós estamos de saída. No fim da tarde venho deixá-la. – fala Elliot, oferecendo seu braço a mim. Pego e o mesmo me lança um sorriso em resposta. – Até mais.

– Tchau Ally e Elliot. Divirtam-se. – despede-se Trish, sorrindo.

– Tchau e juízo vocês dois, hein?! — fala Dez acenando com animação.

– Até logo Trish, Dez e Austin. – digo e acompanho Elliot até seu carro.

Elliot abre a porta de seu carro para que eu pudesse entrar e depois entra no lado do motorista. Ele lança um sorriso antes de ligar o carro e partir a algum lugar que não conheço.

– Prefere almoçar primeiro ou conhecer a cidade? – pergunta, enquanto presta atenção no trânsito.

– Almoço, por favor. – peço e o mesmo concorda.

Passamos um tempo em silêncio, apenas aproveitando a companhia um do outro. Observo a paisagem passar pelo carro e me encanto cada vez mais pela beleza de Miami.

– Desculpa. – ouço Elliot falar e me viro para ele, tentando entender o porquê, exatamente, dele me pede desculpas. – Pela cena que Austin e eu fizemos agora a pouco. — explica.

– Não se preocupe. Está tudo bem. – digo com sinceridade.

– Sei que pode parecer estranho para você, mas Austin e eu funcionamos dessa maneira. Desde crianças, nós dois sempre batemos de frente e nossas personalidades só fazem piorar a nossa relação. Mas, somos bons amigos. Discutimos e tudo mais, mas sabemos que podemos sempre contar um com o outro. – explica, suspirando.

– Isso é encantador. – comento, voltando a observar a paisagem.

– O que? – pergunta Elliot com curiosidade.

– Vocês serem tão diferentes e se darem tão bem. Se for analisar melhor, a amizade de vocês é bem mais forte do que parece. Vocês convivem diariamente brigando e, ainda sim, estão sempre juntos. Vocês possuem uma amizade muito bonita. – explico meu ponto de vista.

– Você acha? – pergunta Elliot, sorrindo em satisfação.

– Sim. – respondo, sorrindo para o moreno.

Depois dessa breve conversa, volto a observar Miami pelo vidro do carro. Não demoramos a chegar ao restaurante. O lugar era muito bonito e era bem perto da praia, o que nos dava uma vista maravilhosa.

Sentamo-nos em uma mesa um pouco mais afastada. Fazemos nossos pedidos e logo nossa refeição é servida. A comida estava maravilhosa. Provavelmente, meu encanto por Miami nunca irá acabar.

– Gostou daqui? – pergunta Elliot, observando-me atentamente.

– Sim. O lugar é muito bonito. – respondo, sorrindo.

– E como está a comida? – questiona.

– Divina! – exclamo, após saborear um pouco mais da comida. – Aqui é maravilhoso.

– Fico feliz que tenha gostado. – fala Elliot. Após um tempo em silêncio, o rapaz volta a falar. – Ally, eu posso te fazer uma pergunta?

– Claro. – respondo, limpando minha boca com o guardanapo, em seguida. Observo o garoto se endireitar na cadeira.

– Por que você não quer se casar com Austin? Por acaso, isso tem a ver com a maneira com que ele te trata? – questiona com interesse.

– O problema não é Austin, se é o que está imaginando. – respondo. – Eu não quero me casar apenas para cumprir um compromisso, entende? Eu quero me casar por amor. Sei que pode ser um desejo infantil, mas é o que eu realmente quero.

– Não é infantilidade querer se casar por amor, Ally, isso é sensatez. Quando as pessoas se casam é para viver ao lado da pessoa até que a morte os separe. Casar-se com alguém que não ama é algo desumano, se pararmos para pensar. – diz Elliot. Sorrio com intensidade. É muito bom saber que não sou a única a pensar assim.

– Deseja se casar um dia, Elliot? – pergunto, antes de tomar um pouco do meu suco.

– Tenho vontade de me casar e construir uma família, mas não pretendo tão cedo. Quero curtir minha vida o quanto eu puder. Somos jovens, Ally. Casamento é coisa séria demais. Não pretendo tomar uma decisão dessa de qualquer maneira. Só me casarei com quem eu amar de verdade. – sinto que as palavras de Elliot são verdadeiras.

– É admirável que possua esse tipo de pensamento, Elliot. Acredito que não seja algo fácil de se encontrar nos dias atuais. – elogio com sinceridade.

– Bem, agora que sei o motivo de não querer se casar com Austin, eu irei, com certeza, ajudar-te com o plano. – fala, bebendo, na sequência, seu refrigerante.

– Obrigada, Elliot, de verdade. – agradeço, feliz por saber que poderei contar com a ajuda dele.

– O que, exatamente, eu devo fazer? Ainda estou perdido com o plano. – diz Elliot.

– Basicamente, devemos mostrar a Tia Mimi e a Tio Mike que estamos “apaixonados”. – explico. – Não sei como fazer, mas, segundo Austin, caso nós consigamos convencê-los, eles anularão o casamento, pois presam muito o amor.

– Não será uma tarefa fácil, visto que Tia Mimi e Tio Mike são bem espertos. – comenta Elliot.

– Sim. – concordo com desanimo. – E é isso que mais me preocupa. Não gosto de mentiras e mentir para os dois, que estão me acolhendo com tanto carinho, deixa-me pior ainda com isso. Será que vale a pena enganá-los?

– Não é a coisa mais certa a se fazer, mas vocês precisam lutar pela liberdade de vocês. Talvez, quando eles descobrirem, não aceitarão muito bem, mas com o tempo, entenderão que foi por uma boa causa. – incentiva Elliot. – Nós vamos conseguir colocar o plano em prática, Ally. Apenas acredite nele.

– Você está certo. – minha confiança havia voltado. – Pela primeira vez em minha vida, eu preciso fazer algo por mim também. Obrigada, Elliot.

Com isso, começamos a conversar e conheço um pouco mais sobre o moreno. Ele é bem maduro para sua idade e devo admitir que isso me encanta muito. Ele me contou sobre algumas recordações de quando criança com Austin e falou sobre sua família. Ele é bem divertido e fácil de se manter uma conversa. É atencioso e bem falante.

Assim que terminamos de almoçar, Elliot me levou para conhecer os pontos turísticos de Miami e falou um pouco da história de cada um. A cada ponto que visitávamos, mais eu me apaixonava pela cidade. Apesar de ser domingo, a cidade parecia viva, com a quantidade de pessoas passeando.

Eu nunca havia feito um passeio tão divertido quanto fiz hoje. A calma com que tirava todas as minha dúvidas me fizeram ver o quanto eu gostaria de estar noiva de alguém como ele. Ele é o cara que faz meu tipo, devo confessar. Sempre sorrindo e sendo sincero, ele consegue conquistar a todos com a sua simpatia.

– E então? Não vai me dizer como acabou entrando para a banda de Austin? – pergunto curiosa.

– Austin e eu estudamos juntos desde o jardim de infância. Nossas famílias sempre foram amigas e isso aumentava ainda mais a nossa convivência. Vivíamos discutindo e brigando, como até hoje acontece, mas se tinha uma coisa que nós concordávamos era que a música é a nossa vida. Quando Austin conheceu Jason, Kelvin e Mark, eles decidiram criar uma banda. Austin queria que Dez entrasse também, mas no dia de uma apresentação, o ruivo fugiu bem na hora que eles iam começar a tocar. Não sei bem o porquê, mas quando eu vi, já havia subido no palco, pegado o baixo e começado a tocar com os outros. Aquele dia foi inesquecível. Foi ai que concordamos que seria muito bom se nós dois usássemos do nosso conhecimento, talento e amor pela música juntos. – explica.

Sentados na areia, observando as ondas do mar e o belo pôr-do-sol de Miami, pude perceber que Austin, realmente, ama a música. Todas as histórias que Elliot contou relacionadas ao loiro, sempre envolviam a música de uma maneira ou de outro.

– Parece que, realmente, a música os move. – comento com tranquilidade.

– Você nem imagina o quanto. – responde no mesmo tom. – Ainda quero vê-la tocar todos os instrumentos que você disse que toca e cantar.

Olho para ele e o mesmo ri da minha cara de assustada. Cantar para outras pessoas? Jamais conseguiria fazer isso. Posso tocar os instrumentos para um ou outro, agora, cantar? Isso é impossível para mim.

– Oh, não me peça para cantar. Posso até demonstrar minha habilidade com os instrumentos, mas não irei cantar. – digo com convicção.

– Ah, vai Ally. Você não deve ser tão ruim assim. – fala sorrindo.

– Eu sou a pior cantora do mundo. Caso ouça minha voz, posso estourar seus tímpanos. – brinco e o mesmo gargalha.

– Certo, pior cantora do mundo. – diz Elliot, rindo. – Infelizmente, já está na hora de irmos. Está tarde e todos devem estar preocupados com você.

– Tudo bem. – levanto-me com a ajuda de Elliot e voltamos para o carro.

A viagem de volta é silenciosa e agradável. As músicas que tocavam na rádio tornavam o ambiente ainda mais aprazente. Não demoramos a chegar a residência dos Moon’s.

– Obrigada pelo passeio, Elliot. – agradeço, tirando o cinto de segurança. – Foi maravilhoso.

– Imagina, Ally. Eu me diverti muito com você. Espero que possamos repetir a experiência mais uma vez. – diz com simpatia.

– Eu adoraria. – falo. Ao sair do carro aceno e me despeço: – Até mais.

Elliot acena de volta e sai com o carro, em seguida. Toco a campainha da casa e não demoro a ser recebida. Tia Mimi abre a porta com um grande sorriso de satisfação. Dentro da casa, podia-se ouvir o som da guitarra de Austin.

– Entra, querida. Quero saber de todos os detalhes sobre o seu encontro com Elliot. – pede Tia Mimi, entusiasmada.

– Tudo bem. – concordo meio sem-graça.

– Ally! Finalmente você chegou! Quero saber tudo o que rolou no seu encontro. – fala Trish, tão animada quanto Tia Mimi.

Suspiro cansada. Elas, pelo visto, não iriam aceitar qualquer resumo. A conversa iria ser longa, então decido tomar um banho antes de relatar qualquer acontecimento.

– Importar-se-iam de esperar que eu tomasse um banho? Estou um pouco cansada e coberta de areia. – pergunto com esperança de fugir um pouco da conversa.

– Claro, mas seja rápida. Acho que não aguento mais de tanta curiosidade. – responde Trish.

Apenas concordo e subo as escadas. Apesar de ter sido um dia divertido, eu estou morta de cansaço. Quando estou prestes a entrar em meu quarto, ouço a porta do quarto de Austin se abrir e sua voz entoar pelo corredor.

– Não vai me contar como foi o encontro, Ally?

Olho para Austin e o mesmo parecia sério. A tonalidade que ele usava parecia um misto de raiva, curiosidade e algum outro sentimento que eu não soube explicar. E agora? O que eu devia contar a ele?

Continua...

Notas finais
E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Bom, Cupcakes da minha vida, eu não postei o capítulo ontem, porque estava doente. Alguém aí mora em Brasília? Acho que aqui é a cidade mais bipolar do país, principalmente, nessa época do ano. Eu to com a garganta mega inflamada e ontem eu sentir febre. Nem mexer no computador eu mexi. Mas, prometo que vou postar sempre que eu tiver tempo! Hey, eu estava pensando em fazer um "jogo" com vocês. Tipo, eu quero saber mais sobre as minhas lindas leitoras. Não precisam participar disso, se não quiserem, mas eu proponho que: Vocês me mandem uma curiosidade sobre vocês e façam uma pergunta sobre mim. Pode ser qualquer pergunta! Mandem no meu MP e eu responderei mega feliz. Podem falar do que gostam, não gostam, se tem namorado, se não tem, qual a cor preferida ou comida, enfim, qualquer coisa! Beijocas meus amores ♥ E obrigada mais uma vez, Quiet Little Reader pela recomendação ♥