Unlike Cinderella...

7 Capítulo 6 - Proposals


Notas iniciais
Oiii, minhas lindas Cupcakes ♥! Desculpe a demora para postar esse capítulo, meus pais inventaram de sair de última hora. Então eu cheguei faz pouco tempo. Agradeço a Paloma Coutinho, Lynch, Mari, Quiet little reader, Dreams And Wishes, Biiah Lynch, Jade, CqC e Gabs! Minhas doces Cupcakes, muito obrigada! Eu amo os comentários que vocês mandam para mim! Peço desculpas pelo o capítulo não está tão bom. Eu realmente não estou 100% satisfeita com ele, mas prometo melhorá no próximo!! Boa Leitura...

POV Austin

– Bem, isso nós podemos entender com o tempo. – falo e logo vem uma ideia muito louca em minha mente. É inevitável não sorri com a loucura que estou prestes a fazer. – Acho que tenho uma ideia para conseguimos que meus pais cancelem o casamento e que você não saia prejudicada nesta história.

– Mesmo? E qual é? – pergunta Ally, animada.

– Sim, mas iremos precisar da ajuda de Trish e Dez e você terá que está disposta a fazer tudo que eu mandar. – digo, enquanto lembro que Trish é a pessoa com a mente mais maligna que conheço.

– Hãn, eu não tenho opção melhor, então... Tudo bem. Qual é o plano? – Ally parecia cada vez mais animada.

Confesso que estou bem arrependido de tê-la tratado mal. A garota não merecia sofrer com meu mal humor. Nós estamos no mesmo barco e, talvez, unidos, poderemos acabar com essa palhaçada.

– Antes de explicar qualquer coisa, você se importar que eu vá comer? Eu ‘tô morrendo de fome. Ainda precisamos ligar para Trish e Dez. – digo sorrindo sem graça. A garota solta um risinho discreto.

– Claro. Fique à vontade. Enquanto isso, tomarei um banho, caso não se importe. – responde, sorrindo gentilmente.

– Vai lá. – falo. A mesma acena positivamente e, um pouco antes de sair, eu a chamo: — Allycia! Amigos? – pergunto estendendo a mão para a morena.

– Não sei. – fala sorrindo ironicamente. Olho para ela em dúvida e a mesma ri em seguida. – Estou brincando. Amigos! – após dizer isso, Ally aperta a minha mão. – E pode me chamar de Ally, já que agora somos amigos.

– Certo, Ally! Esse é o nosso tratado de paz! – sorrio. A garota corresponde o gesto e sai.

Meu estômago dá sinal de vida e resolvo ir comer. Olho no relógio e vejo que já são dez e sete da manhã. Enquanto saboreio meu café da manhã, começo a bolar melhor o plano que eu tinha em minha mente. Não seria fácil de convencer meus pais, já que não estou acostumado a mentir para eles, mas se eu queria livrar a Ally e eu deste casamento, seria necessário o sacrifício.

Após terminar de comer, pego meu celular e ligo para meus amigos. Os mesmos avisam que em breve estariam em minha casa. Não demora muito para Ally aparecer na sala com um short jeans não muito curto, uma blusa soltinha azul e os cabelos presos em um coque mal feito. A cada minuto que se passa, mais me encanto pela beleza de Ally.

– E então? Ligou para Dez e Trish? – pergunta se sentando no sofá com uma postura que eu jamais teria.

– Sim. Eles devem estar chegando. – respondo e logo a campainha toca. – Não disse?

– Claro. – fala rindo.

– E aí? – Dez me cumprimenta. Depois de fazermos nosso toque, ele vai até Ally e a abraça. – Bom dia Ally.

– Bom dia, Dez. – cumprimenta a garota correspondendo ao abraço.

– Oi Austin. – diz Trish de mal humor, como sempre acontece quando a encontro pela manhã.

– Oi Trish. Tudo bem? – pergunto dando um sorriso irônico.

– O que é que você acha? – responde com o mesmo tom que eu havia usado. A baixinha vai até Ally e a abraça, assim como Dez havia feito. – Bom dia, Ally. O monstro do Austin te fez alguma coisa hoje?

– Hey, eu não sou um monstro e eu não fiz nada a Ally! – respondo, fingindo estar com raiva. Trish apenas me dá língua, como a adolescente madura que ela é.

– Bom dia, Trish. – Ally cumprimenta rindo da cena que Trish e eu fazíamos. – Ao contrário do que os dois imaginam, Austin e eu nos entendemos.

– Sério? – falam Trish e Dez ao mesmo tempo, completamente, surpresos.

– Sim. Eu resolvi escutar Ally e vi que eu estava sendo um babaca por isso. – explico, lançando um sorriso em seguida para Ally.

– Austin, meu melhor amigo loiro, entenda uma coisa: você é babaca a todo momento e por tudo. Isso não é novidade para ninguém. – Dez tinha que soltar uma piadinha. Ally e Trish, junto de Dez começam a ri com a cara que eu faço.

– Por que eu ainda sou seu amigo mesmo? – pergunto ironicamente.

– E então? Não vai nos dizer o que você queria com a gente a essa hora da madrugada? – pergunta Trish se jogando no sofá.

– Madrugada? Trish, são onze horas da manhã. Está quase na hora do almoço. – diz Dez, sentando ao lado de Ally.

– Eu só acordo depois do meio dia no domingo, então para mim, ainda é madrugada, panaca! – responde Trish.

– Certo, certo. Eu preciso da sua ajuda, Trish. – peço, enquanto expulso os seus pés de cima do sofá e me sento ao seu lado.

– E no que, exatamente, você precisa da minha ajuda? – pergunta interessada.

– Preciso que coloque sua mente maligna em ação para conseguirmos fazer com que o meu casamento com Ally seja cancelado. – falo sorrindo.

– Eu pensei que vocês tivessem se entendido. Por que querem cancelar o casamento ainda? – questiona Dez confuso.

– Nós nos entendemos e é por isso que queremos cancelar o casamento. Assim como Austin, eu não quero me casar e estou sendo obrigada por minha família. – responde Ally meio incerta. Provavelmente, ela tem medo de confiar em Dez e Trish.

– Ally, não precisa se preocupar. Apesar de tudo, os dois estão do nosso lado. – explico e a mesma me olha surpresa. Depois do pequeno susto, a garota suspira aliviada e me lança um sorriso de agradecimento.

– Então vocês estão me dizendo que nenhum de vocês querem se casar? A situação é bem mais fácil do que eu imaginei. – diz Trish, bocejando em seguida. – Por que vocês não falam para os pais de vocês que não querem o compromisso?

– A Trish tem razão. É muito mais fácil e menos desgastante do que bolar planos e todas essas coisas. – completa Dez.

– Nossa, por que eu não pensei nisso antes? – falo com ironia. – Muito obrigado, Trish e Dez por vocês me mostrarem o óbvio. Não sejam idiotas! Vocês acham mesmo que nós já não tentamos isso? Ally falou com os pais dela e eu com os meus. A resposta é sempre a mesma: Haverá, sim, casamento.

– A situação é mais complicada do que se parece, Trish. – fala Ally com doçura. – Eu preciso me casar o mais rápido possível. Eu só poderei assumir o trono se eu estiver casada, em caso contrário, as consequências são inesperadas.

– Que tipo de consequências? – pergunta Dez, desconfiado.

– Em casos extremos? Posso afirmar que até uma guerra pode acontecer para outros reinos assumirem a coroa do meu país. – responde Ally em desanimo.

– Vocês tem algo em mente? – questiona Trish, parecendo, agora, interessada no assunto.

– Sim. – respondo. – Quer dizer, mais ou menos. Acredito que meus pais deixariam essa baboseira de casamento de lado, caso Ally e eu comprovássemos que nós nunca poderíamos nos apaixonar. Algo que demonstrasse que o máximo que podemos nos ver é como amigos. Eu pensei em algumas coisas, mas nada que pudesse causar um grande impacto. Tipo, precisamos de um acontecimento que não deixe dúvidas e é aí que a Trish entra. Você tem ótimos planos.

– Bem, não posso negar que Trish é realmente boa com planos. Algum em mente, Trish? – pergunta Dez.

– E se Austin e Ally se apaixonassem por outras pessoas? – sugere Trish.

– Apaixonarmo-nos por outras pessoas? Parece algo improvável. – fala Ally meio desapontada.

– Não de verdade, Ally. – digo sorrindo. – Entendi o que Trish quis dizer com isso. E se fingíssemos estar apaixonados por outras pessoas?

– Talvez funcione. Mas, por quem nos apaixonaríamos? – pergunta Ally um pouco mais animada.

– Eu também não sei. – digo, tentando encontrar respostas.

– Por que não pede ajuda a Cassidy, Austin? – sugere Dez.

– Ótima ideia, idiota! – exclama Trish, animada.

– Péssima ideia, Dez! — exclamo com impugnação.

– Qual o problema, Austin? – pergunta Ally, inocentemente.

– Cassidy é a ex-namorada do Austin, Ally. – explica Dez.

– Ela foi a primeira garota por quem ele se apaixonou de verdade. Acho que ele ainda é apaixonado por ela. – complementa Trish.

– Eu não gosto mais da Cassidy, mas não quero que ela se envolva nisso. – explico. A verdade é que Cassidy e eu tivemos um término de relacionamento nada agradável. Ainda é difícil para mim olhar para ela e não sentir tristeza pelo que aconteceu.

– Mas, vocês acham que ela nos ajudaríamos caso pedíssemos? – pergunta Ally curiosa.

– Ally! Você ouviu o que eu disse? Nada de envolver a Cassidy nisso! – repito começando a ficar nervoso.

– Acho que sim, Ally. Só precisamos pedir com jeitinho. – fala Trish, ignorando por completo o meu pedido.

– Austin não quer o envolvimento de Cassidy nisso, então vamos deixá-la para último caso. – diz Ally.

– Se não for a Cassidy, quem mais poderia ser? – pergunta Dez. – Alguém tem alguma ideia?

– E se fosse a Trish? – pergunta Ally, pensativa.

– O que? Isso nunca aconteceria! – diz Dez e Trish ao mesmo tempo.

– Mesmo? Eu li em vários livros que melhores amigos podem se tornar namorados. Talvez, se a Trish e o Austin dissessem que se gostam a muito tempo e não tinham coragem de se declarar, a Tia Mimi e o Tio Mike podiam acreditar. Pelo menos é assim que funciona nos livros. – explica Ally.

– Acho que isso nunca daria certo. – digo com calma. – Trish e eu nos conhecemos desde crianças, mas sempre nos vimos como irmãos e meus pais sabem disso.

– Com certeza. Essa é uma péssima ideia! – fala Dez com convicção. Hum, só eu acho que alguém ‘tá com ciúmes? Vou usar isso ao meu favor qualquer dia desse.

– Ideia vetada! – responde Trish. – Fingir ter qualquer coisa com Austin seria bem nojento. Não me leve a mal, Austin.

– Estou tranquilo com isso. – respondo rindo

– Certo, perdoe-me pela péssima ideia. – diz Ally suspirando em arrependimento. – O problema é que eu não conheço ninguém em Miami, além de vocês. Não faço ideia de quem poderia ser sua paixão, Austin.

– Eu sei. – falo suspirando. – Nem eu faço ideia de quem eu irei pedir ajuda.

– Por que não pede a Brooke? – sugere Dez.

– Brooke? A garota obcecada por Austin? – pergunta Trish. – Até que não é má ideia.

– Não é uma má ideia? Aquela garota é louca! Já perdi as contas de quantas coisas sem noção ela já me fez. – digo e sinto uma sensação terrível na espinha só de lembrar das coisas que a louca já fez.

– Ela é tão ruim assim? – pergunta Ally, inocentemente.

– Ruim é pouco. – digo. – Eu, normalmente, não tenho medo das garotas, mas ela... Quando eu vejo a Brooke dá vontade de sair correndo.

– Tem alguma ideia melhor, Austin? –pergunta Trish, impaciente.

– Não, eu não tenho. Mas isso não quer dizer que eu precise me envolver com a doida da Brooke. – respondo irritado.

– Bem, você não tem muitas escolhas. Ou você aceita fingi está apaixonado por Brooke ou você deve se casar com Ally. A escolha é sua. – Trish deixa bem claro que eu não tenho alternativa, senão aceitar fingi gostar de Brooke.

– ‘Tá, eu aceito. Não tenho saída mesmo. – resmungo irritado.

– Tem certeza, Austin? – pergunta Ally com o seu doce tom de sempre. – Podemos procurar mais, caso não esteja a vontade com Brooke.

– Relaxa, Ally, eu vou ficar bem. – digo sorrindo.

– Certo, mas agora falta acharmos o par de Ally. – fala Dez, abraçando Ally de lado.

– Não acho que seja necessário acharmos alguém para ela. – falo meio incomodado.

– Como assim não é necessário? A Ally precisa, também, de uma pessoa para que o plano tenha mais efeito. – diz Trish.

– O que você acha disso, Ally? – pergunta Dez.

– Não acho que seja uma boa ideia. – quando Ally responde, por algum motivo, sinto um peso sair das minhas costas.

– E por que não seria? – questiona Trish com doçura. Isso é bem estranho. Normalmente, ela é sempre bem grosseira.

– Eu queria poder ajudá-los, no entanto, isso é impossível para mim. Eu não consigo manter o olhar em um garoto por mais de cinco segundos sem corar. Eu não consigo ter uma conversa decente e sempre gaguejo. Eu não consigo me envolver com nenhum garoto de maneira amorosa. – explica a garota, extremamente corada. A morena estava incrivelmente fofa com aquela cara de criança perdida.

– O que? Isso é sério? Mas, Ally, você é linda, fofa, educada e inteligente. Tem todas as qualidades que uma garota queria ter e que encanta qualquer garoto. Você pode consegui, basta querer. – Trish incentiva a garota. Aquela conversa estava me incomodando e muito.

– Gente, eu acho que... – sou interrompido pelo som da campainha.

– Deixa que eu atendo. – fala Dez, indo em direção a porta. – Hey, Elliot! – exclama Dez, após abrir a porta.

– Hey, Dez! A Ally está? – ouço o moreno perguntar ao meu amigo ruivo.

– Está sim. Entra aí! – Dez dá passagem para Elliot entrar.

– Oi pessoal! – cumprimenta Elliot, sorrindo.

– É isso! Elliot, você é perfeito! – fala Trish de uma hora para outra. Todos da sala a encaram assustados. Como assim o cara é perfeito? ‘Tá de sacanagem com a minha cara? Se for para falar quem é mais perfeito nessa sala, com certeza sou eu!

– Hãn, oi? Obrigado? – Elliot parecia tão confuso quanto todo mundo.

– Não, não! Vocês entenderam errado. – diz Trish corando um pouco. – Eu quis dizer que você é perfeito para o plano que estamos bolando.

– Trish! – repreende Ally, extremamente corada.

– Mesmo? E no que eu posso ajudar? Estou curioso! – pergunta Elliot com interesse.

– Não acho que seja uma boa ideia, Trish. – falo com seriedade. Trish só pode estar ficando louca. Elliot é o pior cara para Ally fingir estar apaixonada. Ele nem respeitou que a garota é minha noiva. Quando ele a viu, já foi dá em cima dela sem dó nem piedade.

– Deixa de ser chato, Austin! Ele já sabe de toda a história e isso já facilita e muito o processo. – diz Trish sorrindo.

– Que tal contar o plano? Estou cada vez mais curioso. – diz Elliot, sentando ao lado de Ally. A mesma se encolhe um pouco, como se estivesse bem nervosa por estar ao lado do garoto.

– Elliot, você está afim de se apaixonar por Ally? – pergunta Trish na lata. Ela realmente enlouqueceu! – Lembre-se que essa é uma proposta única. É pegar ou largar! – complementa com um sorriso malicioso no rosto.

Continua...

Notas finais
E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Agora irei explicar o porquê de ter postado o capítulo sem está satisfeita: Bom, eu sou bem crítica comigo mesma e só posto um capítulo se eu estiver confiante nele. O que não foi o caso hoje, mas eu havia prometido postar outro ainda hoje. Eu passei a tarde toda passeando com meus pais e não tive tempo de escrever com mais cuidado. Prometo que o capítulo que vem, postarei um capítulo bem melhor, onde poderei revisar com cuidado. Mesmo assim, peço que deixem a opinião de vocês, falando o que vocês acham que a fic precisa mudar e se estou indo pelo caminho certo. Beijocas, minhas doces Cupcakes ♥