Universo Paralelo
21 Capítulo 20
Notas iniciais
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gente eu tenho umas notícias ruins a dar. Minhas aulas voltam essa semana e o meu tempo vai ser - novamente - comprimido. Vida de estudante é uma bosta.
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a outra noticia é que os meus avós estão agora morando comigo por motivos de doença e se o meu tempo já estava curto, vai diminuir mais ainda. Eles precisam da minha ajuda e eu me dedicarei a eles.
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mas nunca pensem que eu não quero escrever. Não é isso, só que há prioridades na vida, na família. Também não pensem que eu desisti, isso tá fora de cogitação. Sempre que tiver um tempinho eu estarei no Microsoft Word!
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Mais lá em baixo!
A mulher entrelaçou suas pernas na dele, causando uma vibração no coração do rei. Bella suspirou em meio ao seu sonho, se aninhando ainda mais no peito de Edward, que beijou o topo de sua cabeça. Devia tudo à Rosalie. Falou o que sentia para Bella, que estava apaixonado por ela mesmo que fosse obrigado a casar com outra. Não era justo com Bella, mas quanto a Tânia, desde o início falou que ela tinha passe livre tanto quanto ele, contanto que um não expusesse o outro. Se Bella ainda o quisesse mediante essa relação torta que ele lhe oferecia, trabalharia para que desse certo. Daria tudo de si.
Apesar da madrugada maravilhosa que ele tivera, seu dia estava fadado a ser um inferno. A começar pela bronca de sua mãe e até mesmo de Jasper, depois o clero batendo em sua porta pra lhe recriminar “em nome de Deus”, e mais tarde a fofoca em toda Londres sobre o quanto ele era um péssimo rei por negligenciar a festa de um idiota que sabia lutar.
Sentiu seu queixo sendo mordido e olhou para baixo, onde um olhar verde o encarava sorrindo.
- Mau humor matinal?
Edward sorriu, beijando a ponta do nariz de Bella.
- Só estava pensando no que eu vou ter que enfrentar hoje porque sumi no meio da festa.
- Sinto muito.
- Não sinta porque nem eu estou sentindo.
Bella sorriu sendo beijada pela primeira vez naquela manhã. Decidiu não pensar muito, deixar as coisas rolarem. Iria embora logo, não era como se fosse desperdiçar sua vida inteira pensando que o homem por qual ela era apaixonada fosse largar sua esposa e filhos para ficar com ela. Era adulta, independente e vacinada. Não dependeria de homem nenhum para ser feliz. Aproveitou o beijo.
- Dormiu bem? – Bella acariciou o peito pouco musculoso, na medida certa, de Edward.
- Na verdade eu não dormi. – Bella se afastou deitando-se de lado e se apoiando no cotovelo. Edward a imitou ficando de frente para ela.
- Por que não?
- Porque se dormisse não poderia fixar a imagem de você nua na minha cama. Quero guardar essa memória para sempre.
- Você está muito atrevido para o meu gosto, Cullen. – Bella sorriu sapeca.
- Enquanto você gostar disso, eu continuarei sendo.
Bella sorriu e Edward retirou o lençol que a cobria, deitando-se sobre ela. A física enrolou suas pernas em sua cintura e pela terceira vez naquele dia eles se amaram.
- Oh meu Deus! – Bella disse enquanto Edward ainda estava em cima dela, acalmando o coração que batia freneticamente.
- É Edward, baby. – Edward sorriu cansado e tombou ao lado dela, desconectando-os.
- Não, não é esse tipo de “Oh meu Deus!” É um “Oh meu Deus!” de desespero mesmo. – Bella se levantou correndo, indo até o seu vestido largado no chão.
- Me senti um lixo agora. – Edward fez um biquinho irresistível, fazendo Bella parar e soltar um beijinho para ele.
- Não é isso Edward. Já está amanhecendo, preciso voltar antes que a mercearia de Mary abra.
Edward se levantou rápido, enrolando o lençol em seu quadril. A encarou cético enquanto Bella ajeitava com dificuldade o belo vestido que o enlouquecera na noite anterior.
- Eu já falei que odeio vestidos? – Resmungou Bella. – Qualquer dia desses eu me junto a Rose e coloco calças também.
Edward reprimiu o sorriso. Ela não havia mudado nada. Os resmungos e seu jeito reclamão soavam como música para seus ouvidos. Mas a situação era um pouco mais séria para ceder ao sorriso que insistia em aparecer em seus lábios.
- Você vai embora? Eu pensei que a gente tinha se acertado.
Bella parou o que fazia, encarando Edward sem entender.
- Mas a gente se acertou. Não? – Bella se aproximou de Edward com a parte de trás do vestido ainda aberta. – Eu falei que queria ficar com você.
- Então porque você quer ir embora? – Edward se aproximou.
- Edward, Mary me cedeu sua casa, precisa de mim na mercearia. Seria muito injusto eu abandoná-la de repente. Preciso dar um aviso prévio de que vou sair para que ela encontre outra pessoa.
- Mas eu te quero aqui e agora. – Edward a abraçou e beijou seu ombro nu.
- Não posso. Na verdade eu preciso de uma princesa para ter um álibi convincente, afinal eu passei a noite fora. Pode me ajudar com o vestido?
A contra gosto, Edward fechou o vestido se aproveitando para acariciar a pele branca e leitosa. Bella virou-se para ele e o beijou delicadamente.
- Prometo que volto assim que puder.
- É bom mesmo, se não te arranco de lá a força.
Bella sorriu e deu um beijo apaixonado no homem coberto apenas um lençol em volta do quadril. Foi até a porta e antes de sair lhe soltou um beijo.
[...]
- Oh meu Deus! Eu vou ter um ataque!
Alice gritou em seu quarto. Estava de camisola e com bobs no cabelo quando ouviu batidas em sua porta. Cansada, levantou-e de sua cama e abriu a entrada de madeira, revelando uma Bella escabelada e com o vestido da noite anterior. Ela estava envergonhada e sem outra opção, contou o que acontecia entre ela e seu irmão. Omitiu a parte do sexo, já que a pequena princesa jamais lhe entenderia. Apenas disse que passearam a noite inteira, trocando beijos e abraços.
- Eu preciso que você fale a Mary que eu passei a noite com você, já que somos amigas.
- Bella! Você e meu irmão foram feitos um para o outro! São tão perfeitos juntos! Eu farei de tudo para que o romance entre vocês dê certo! Pode contar comigo.
Bella segurou a vontade de revirar os olhos. De fato, Alice é totalmente previsível com seu jeito sonhador.
- Então vamos logo! Mary deve estar achando que eu sou uma meretriz.
Alice começou a procurar um vestido com a ajuda de Bella. Como já havia sido sua dama de companhia, não teve dificuldade em ajudá-la a se vestir e pentear seus cabelos repicados.
- E você e o Conselheiro, em? – Bella sorriu. – Vi vocês dois dançando ontem.
Os olhos de Alice brilharam.
- Ai Bella, ele é perfeito! Eu sinto que o Jass gosta de mim, mas é sempre tão tímido e educado! Eu praticamente me joguei na sua frente para que ele me chamasse para dançar.
Bella sorriu. Jasper era esquisito, mas tinha um bom coração. Achava que os dois combinavam de alguma forma estranha.
[...]
Edward passou as mãos pelo cabelo, cansado. Não havia dormido a noite toda e ainda tinha que ouvir calado os sermões de todos aqueles que nada tinham a ver com a sua vida. Nenhum fora capaz de o deixar arrependido de ter fugido daquele inferno na noite passada.
Depois que Bella se fora acompanhada de Alice, esperou ansioso o retorno da baixinha. Aguardou quieto as reclamações pela sua “falta de confiança” vindas de irmã mais nova – pensando em proclamar aquele dia como o “Dia Nacional do Sermão” — para finalmente obter a resposta à pergunta que fizera: Mary não hesitou nem um segundo em acreditar na história que a princesa lhe contara.
Imediatamente imaginou os olhos arregalados e os gestos nervosos de Mary ao receber uma princesa em sua casa. Ainda mais Alice, com seu jeito meigo de fada, deve ter deixado a mulher sem fala. Quem ousaria duvidar de uma princesa como Alice? Seu peito inflou de alívio. Bella estava bem e sem suspeitas contra si.
A porta do escritório de Edward – para qual ele havia retornado depois de um mês e alguns dias no quarto de Emmett – recebeu três batidas rápidas, fazendo com que ele murmurasse um “entre”. A rainha entrou nervosa e mal humorada, fechando a porta logo em seguida.
- Precisamos ter uma conversa muito séria.
Edward sentiu suas entranhas revirarem. Será que ela viu Bella saindo de seu quarto? Se tivesse visto alguma coisa, já teria se pronunciado durante o sermão de mais cedo, não? Ou será que ela estava muito ocupada trovejando sobre o quanto a deixara envergonhada na noite anterior, tentando arranjar desculpas pelo seu sumiço. Com receio, Edward remexeu em alguns papeis a sua frente.
- Seja rápida, estou muito ocupado.
A rainha Elizabeth sentou-se a sua frente sem perder a pose, encarando-o altivamente.
- É sobre Alice. Edward, ela precisa se casar.
E como não adivinhara antes! O castelo já havia virado um inferno nos últimos dias devido às brigas constantes entre mãe e filha. Alice se recusava a casar com quem não amava e todo esse blábláblá de criança sonhadora, como se a vida fosse um conto de fadas. Se a vida fosse tão fácil assim, não estaria noivo de Tânia, mas sim daquela maluca reclamona que invadira sua vida tão bruscamente. A sua maluca reclamona. A imagem de Bella caminhando até ele no altar, vestida de branco e com um véu cobrindo seus belos cabelos cacheados fez os pelos de todo seu corpo se arrepiarem.
Mas deixar a sua irmã ser infeliz não estava nos planos dele. Ainda mais Alice, a mulher que sempre veria como uma criança indefesa.
- Elizabeth, eu sou o herdeiro. Quem tem urgência para se casar sou eu. Deixe Alice em paz.
- É uma vergonha, Edward! – A rainha levantou-se revoltada. – Alice já tem vinte anos e nenhum pretendente à vista! É um absurdo, a ruína de nossa família.
Não era verdade. Alice tinha sim um pretendente. Ela e Jasper se gostavam, só que ele era muito tímido para... Uma idéia surgiu em sua mente.
- Tudo bem. Você venceu. Avise a Sue que semana que vem daremos um baile para escolher um marido para Alice. Você cuidará de tudo. Os convites, o buffet, tudo! Não quero perder tempo com isso.
- Pode deixar, Edward!
A rainha sorriu feliz. Agradecendo, saiu do escritório deixando seu filho sozinho novamente.
[...]
Edward se espreguiçou em sua confortável cadeira, analisando mais uma carta contendo ameaças espanholas de invasão. Elas estavam cada vez mais freqüentes. Os tempos de glória que a Inglaterra estava vivendo era fruto de seu reinado, mas também despertava ambições aos reinos vizinhos.
Aro Volturi era o principal ameaçador. Podia ser facilmente comparado ao que Edward II era: ambicioso, egoísta e péssimo administrador. As três características perfeitas para que um reino caia em desgraça. Exigia o norte da Inglaterra, a parte mais rica e fértil de todo seu reino. Oferecera em troca seus escravos franceses. É quase como declarar guerra contra a França.
- Majestade?
- Entre General Uley.
O moreno de um metro e oitenta adentrou no escritório, prostrando-se em frente à mesa. Edward se levantou e entregou a carta ao general. Uley leu por inteiro, mantendo sempre o rosto sério.
- É a terceira esta semana.
- Só preciso das suas ordens, Majestade.
- Organize o exército e planeje as estratégias. A guerra não começará por mim, mas se um espanhol atravessar as minhas fronteiras, o meu exército mostrará sua força.
O General bateu continência e saiu do escritório. Edward sentou na mesa observando a carta com o semblante sério. O selo real da Espanha o encarava como se risse de sua cara. Suspirou. Estava preocupado, mas não podia perder a cabeça.
- Edward Cullen! Eu não acredito que você fez isso!
O sorriso que surgira nos lábios de Edward sumiu um segundo depois. Bella estava ali! Só que não como ele imaginava. Não havia um sorriso doce e olhos brilhantes. Nem mesmo um abraço. Havia uma cara vermelha, um rosnado saindo de sua boca e braços cruzados frente aos seios. Aquilo não podia ser boa coisa.
- Como você pôde fazer isso? Eu vim aqui toda alegre, pronta pra te encher de beijos... quando encontro a rainha planejando um baile para escolher o marido de Alice. – Bella jogou os braços para o alto.
- Bella...
- Você está vivendo esta mesma tortura. Casando com alguém que não ama. Como pode condenar Alice a ser tão infeliz assim?
- Bella...
- De todos Edward, você era a última pessoa que eu imaginei que faria isto...
- Bella! Será que dá pra me escutar um instante? – Edward segurou os dois pulsos de Bella, aproximando-se dela. – O Jasper gosta de Alice e Alice gosta dele. Só que ele é tímido demais para tomar a frente de qualquer coisa. Então... eu pensei que com a pressão de perder a mulher que ama para outro...
- Ele finalmente tomasse a iniciativa. – Bella sorriu. – Você é um gênio.
- Eu sei. E o “encher de beijos”. Ainda está de pé?
Bella sorriu maliciosamente e colocou as mãos em volta do pescoço do rei. Automaticamente o rei a envolveu pela cintura.
- Não sei. Acho que você vai ter que me estimular pra ganhar alguns beijos.
- Não vai ser um grande problema.
Edward beijou seu pescoço alvo, sentindo o cheiro de morangos que a mulher exalava. Deu uma mordida leve no ombro antes de ter seu rosto levantado com ansiedade, fazendo com que seus lábios encontrassem os de Bella. Ele a envolveu com fervor, sentindo seus cabelos serem deliciosamente puxados.
- Seu idiota! – A porta foi aberta com brusquidão por Jasper, fazendo Bella e Edward se soltarem assustados. – Traídor! Você não vale o chão que pisa!
Jasper estava possuído pela raiva e pelo ódio. Sue foi quem lhe contara a traição de seu amigo, fazendo-o abandonar seu quarto imediatamente e correr até o escritório do rei. Com rapidez, segurou o colarinho de Edward e o puxou contra si, colocando-se cara a cara.
- Jasper! Solte-o. – Bella falou exaltada.
- Você é mesmo um miserável. Agora que tem Bella nas mãos não se importa mais com ninguém. – Jasper rosnou.
- Me largue Jasper. – Edward o empurrou fazendo com que seu conselheiro cambaleasse alguns passos. – Alice precisa casar. Ela tem vinte anos e você não toma qualquer atitude.
- O que você está querendo dizer?
- Que eu esperei demais para você pedi-la em casamento. Eu dei todo o tempo do mundo para que você acabasse com essa timidez e se declarasse para ela. Me diga, Whitlock, há quanto tempo está apaixonado por Alice? – Jasper permaneceu calado. – Desde que a viu pela primeira vez, não é mesmo? Quanta vezes você demonstrou a ela isso. Nenhuma! Agora, se você não se resolve, eu não vou deixar Alice passar por essa humilhação. Amanhã mesmo anunciarei a mão da minha irmã. E eu sinto muito se você não é homem o suficiente para assumir seus sentimentos.
Jasper engoliu em seco e sem dizer nada retirou-se do cômodo.
- Você não foi muito duro com ele?
- Era preciso. – Edward suspirou, virando para ela. – Então, não que eu esteja desapontado de te ver mais cedo do que prevíamos, o que aconteceu?
- Acho que a presença da Princesa Alice mexeu com os miolos de Mary. Ela praticamente me expulsou de lá. Não é terrível? – Ironizou Bella.
- Um desastre. – Edward sorriu e a beijou mais uma vez.
[...]
- Você e Emmett... De novo?
- Shiiiiiu! Não foi planejado, ok? – Rosalie reclamou. — Ah Bella, por mais durona que eu seja, eu sou mulher sabe? Ele foi tão carinhoso me pedindo pra ser só dele.
- Awnnnnn!
Bella estava sentada em sua cama já de camisola, observando Rosalie arrumar suas coisas para passar a noite no quarto de Emmett. Já era tarde da noite e a loira esperava não ouvir mais nenhum ruído para que ela finalmente fugisse sem ser vista. As duas compartilharam sonhadoras suas noites românticas. O brilho no olhar das duas podia ser visto de longe.
- A pior agora é Alice, não é mesmo? Apesar de achar o plano de Edward brilhante, odeio ver o rosto inchado da Licinha. É de partir o coração. – Lamentou Rose, dobrando sua blusa.
- É para o bem dela. Ah!!! Vou sentir sua falta hoje nesse quarto. Eu nem lembro mais quando foi a última vez que eu dormi sozinha. O futuro ás vezes parece tão distante.
Não havia contado sobre a sua descoberta para Rose e Emmett. Queria contar quando estivessem juntos os três. De qualquer forma, não havia pressa. Ainda faltava um mês para a máquina do tempo carregar, e quando roubasse o Okala de Jasper, ela e Emmett deveriam estar prontos para partir.
Rosalie se despediu e saiu cuidadosa pela porta, certificando-se que não havia ninguém para testemunhar sua fugida para o dormitório masculino. Bella deitou-se e apagou a única lamparina que iluminava o quarto. Não deu dez minutos para que ouvisse um barulho suspeito.
Confiando na iluminação provinda da lua, Bella levantou-se e caminhou até a janela, gênese da perturbação do silêncio. Os cabelos acobreados foram a primeira coisa que viu antes que abrisse a janela animadamente.
- Edward! O que você está fazendo aqui? – Bella disse risonha.
- Será que dá pra você me ajudar a entrar no seu quarto antes de eu responder? Não sei como eu conseguiria explicar o que eu estava fazendo na sua janela, no meio da noite, caso me vissem aqui.
Rindo, Bella o ajudou a entrar. Edward não vestia um pijama, mas sim roupas normais. Bella lhe deu um selinho e esperou para ouvi-lo.
- Bom, eu estava indo dormir quando vi a minha irmã fugindo para o dormitório masculino e NÃO! Não me conte o porquê disso, prefiro permanecer na ignorância. Bom, sabendo que ela não passaria a noite aqui, acho que eu poderei ocupar o lugar dela. Se você quiser, é claro.
Bella sorriu diante da timidez de Edward.
- Deixa me ver... Passar a noite abraçadinha ao homem por quem eu sou apaixonada... É, eu acho que eu consigo fazer esse sacrifício.
Edward a encarou sorrindo de leve. Os olhos verdes dele pareciam invadir sua alma e Bella se sentiu inquieta.
- Que foi?
- Você não me disse que era apaixonada por mim.
- Pensei que soubesse.
- Você não me disse com todas as letras.
Bella sorriu e deu um beijo nele.
- Eu sou apaixonada por você Edward Anthony Cullen III.
Com fervor, Edward a segurou pela cintura e deitou-a na cama de solteiro. O coração dos dois batiam a mil.
Notas finais
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eu não consigui botar o lemon. Acredito que qd não vem é melhor não forçar se não fica ruim e acaba com a mágica. Prém eu gostei da ideia da GISLAYNE em fazer uma one shot, ou melhor, um capítulo extra caso me venha a inspiração mais tarde. Se não, deixa assim mesmo.
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Como disse, os proximos capítulos antes do GRAN FINALE será focado no nosso casal. Acho que eles precisam de atenção. Mas houve uma ameaça de guerra que você devem se focar aí também. Há tambem Alice e Jasper que precisam se resolver.
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Foi um capítulo light mas não mesno importante. e aguardem...
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O MISTÉRIO ESTA PRESTES A SE RESOLVER! FAÇAM SUAS ÚLTIMAS APOSTAS! OS PRÓXIMOS TRÊS CAPÍTULO SERÃO DECISIVOS!
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bjs e até o próximo capítulo!
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