Notas iniciais
só o carnaval para me dar uma trégua mesmo.
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Como foram o de vocês? O meu foi em casa, já que eu não gosto de multidão, nem bebida ou playboysada implorando por um coma alcoolico, diversão pra mim tem outro nome que definitivamente não é carnaval. e não, por incrivel que pareça, eu não sou tímida ou anti-social, muito pelo contrário. só não gosto mesmo. e por favor, eu não estou criticando quem gosta ou dizendo que todos em uma multidão são assim, mas é um fato que a maioria das pessoa que vão são assim. Portanto, eu dispenso.
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o capítulo ficou pequeno mas daqui pra frente, todos serão tensos. mais detalhes no final.

O silêncio no refeitório reinou depois das palavras de Bella. Emmett, Rosalie e Bella caíram em seus próprios pensamentos angustiados. Era como se toda a alegria vivida por eles nos últimos dois dias tivesse evaporado. Emmett segurou a cabeça nas mãos apoiadas na mesa a sua frente, puxando os cabelos. Rosalie jogou seu corpo no encosto da cadeira, encarando o nada. Bella tentava encontrar algo que não estivesse se encaixando, para que pudesse gritar e se chamar de burra por ter cogitado a idéia ridícula de que Jasper pudesse ter algo a ver com o Okala. E pior ainda, que Edward soubesse disso.

Nada.

– A gente ainda não sabe o que significa a primeira letra. – Sussurrou Rose. Não havia necessidade disso, já que o refeitório estava vazio após alguns minutos se passarem do desejum.

– Pois é. A letra “D” não foi esclarecida ainda.

– Chega, ok? – Bella elevou a voz. – Chega de querer se enganar. Quanto mais cedo encararmos o fato de que Edward e Jasper estão com o Okala mais cedo nos conformaremos. Não há “poréns” ou “mas”. Edward cedeu a passagem secreta para Jasper e foi para o quarto de hóspedes. Ele sabe! E o Okala está lá! Jasper escreveu aquele maldito manuscrito. Eles são cúmplices e não tem idéia de que sabemos de tudo isso. São seus amigos, Emmett. É o seu irmão, Rose.

– Mas Bella... – Tentou Emmett.

– Não me coloquem como vilã. Eu não vou admitir isso! – Os soluços invadiram Bella. – Ninguém nessa história está sofrendo mais do que eu! Estou traindo Edward a cada palavra amorosa que dirijo a ele. Eu minto pra ele sobre quem eu sou de verdade. – As lágrimas caíram e a voz embargada não a deixou. – Sei que não queriam envolver os dois e muito menos roubar algo deles. Não queriam mentir! Porém isso já está acontecendo. Nós não temos qualquer escolha! Eu tenho uma responsabilidade com seis bilhões de pessoas! (n/a: em 2011 não eram 7 bilhões).

– Ela tem razão. – Rosalie abraçou a amiga. – Nós precisamos arquitetar um plano.

Emmett se levantou e passou a mão nervosamente.

–Temos 37 dias para que a máquina do tempo fique carregada. Explicarei tudo que está acontecendo a Carlisle. Bella, quando você foi até a porta da passagem secreta, não conseguiu abri-la.

– Precisamos da chave. – Concluiu Bella.

– Precisamos fazer uma “faxina” no quarto de Jasper. Deixem comigo, afinal, eu agora sou empregada da casa. Tenho acesso livre em todos os quartos. – Disse Rose. – Acredito que a chave esteja lá.

– Ótimo. – Disse Bella. – Mas vamos deixar para achar a chave durante o baile. Você não será interrompida. Distrairei... – Bella suspirou. – distrairei Edward, mas não sei se Jasper vai querer ir ao baile.

– Se for preciso eu o convenço. – Emmett disse triste.

– Okay. Agora vamos logo às nossas tarefas que já passou da hora de tomarmos café da manhã. – Anunciou Rose.


[...]


– Bella, você está bem?

A física saiu de seus pensamentos, remexendo os papéis a sua frente como se estivesse trabalhando naquilo há algum tempo. Deu um sorriso despreocupado e juntou os papéis em um montinho.

– Estou, por que a pergunta?

– Você passou o dia todo distraída, não prestou atenção em nada do que eu estou falando. – Edward disse frustado.

– Me desculpe. – Bella se levantou de sua cadeira e sentou-se no colo do rei. – Minha cabeça ta meio doida hoje.

– Pois saiba que desde que te conheci ela é assim.

Bella revirou os olhos e Edward beijou seus lábios delicadamente. Com delicadeza, segurou seu queixo fazendo-a olhar diretamente em seus olhos.

– Então, que tal se a gente fazer um piquenique noturno? Depois que todo mundo dormir? – Edward piscou um olhos.

Bella sorriu. Quando fosse para o futuro, sabia que sempre que estivesse com um homem iria compará-lo com Edward. Sua futura vida amorosa foi para o esgoto desde que se apaixonara por ele.

– Eu adoraria.

Bella segurou o rosto do seu rei e o beijou com fervor. Estava triste, culpada e apaixonada. Sua vida estava uma merda. Maldito dia em que concordara participar daquele plano. Sei bilhões de pessoas. Seis bilhões de pessoas.

Sentiu a mão de Edward subir até seu seio e acariciá-lo. Bella ofegou, desensacando a blusa do rei avidamente. Antes que pudessem fazer algo mais, a porta deu leves batidas. Os dois se afastaram rapidamente.

– Edward?

A voz de Tânia criou um clima tenso entre os dois. Edward e Bella se arrumaram antes que a porta se abrisse.

– Eu não me lembro de ter te dado permissão para entrar Tânia.

– Desculpe-me. Isso não irá acontecer novamente. – Tânia olhou para Bella como se esta fosse um inseto. – Você pode trazer um lanchinho para nós. Sue sabe exatamente o que preparar.

Edward olhou para os próprios pés, querendo morrer. Bella engoliu todos os xingamentos e mordeu a língua para impeli-los de sair antes de ir à cozinha.

– Não precisava falar com ela assim. É minha serva!

– Mas você nem a trata como uma. Chegou a dançar com ela!

– Foi o Sargento Paul que a convidou para a dança. Na troca de pares eu acabei ficando com ela. De qualquer forma eu não lhe devo satisfação.

Tânia calou-se ao perceber o nervosismo de seu noivo. Observou o rei se afastar e passar as mãos pelos cabelos.

– O que veio fazer aqui?

– Sua mãe me pediu para perguntar se você tinha alguma exigência para o baile de apresentação da Princesa Alice.

Edward segurou o ímpeto de dizer “Não”, mas uma idéia surgiu em sua mente e um leve sorriso tomou seus lábios. Tânia relaxou já que os ombros do rei não estavam mais tensos. Ele não está mais com raiva.

– Tenho sim. Não sei como Alice estará no dia do baile já que vem chorando todos esses dias. Quero que seja um baile de máscaras para que ela não deixe transparecer um possível rosto inchado e disfarce os olhos vermelhos. Não quero que seu pretendente ache que ela é uma mulher chorona e imprópria para o casamento. – Edward quase vomitou com sua própria fala.

– Ótima idéia. – Tânia sorriu. Aproveitando o momento relaxado de Edward, arriscou. – Edward, quero que seja sincero comigo.

Edward franziu o cenho quando sua noiva segurou suas duas mãos delicadamente.

– O que houve?

– Você está com alguma mulher?

Edward suspirou fundo, soltando-se da mulher, porém sem afastar-se desta.

– Nós já conversamos sobre isso. Nem eu nem você estamos nos casando por amor. Com a condição de não expor um ao outro, podemos nos relacionar com outras pessoas. Dou-lhe total apoio...

– Eu sou uma dama Edward! – Disse Tânia ultrajada. – Nasci para servir meu marido e não para me dar o desfrute como uma qualquer! Tornarei-me rainha e não uma meretriz. É uma ofensa você achar que agiria assim com meu marido.

– Eu sinto muito então. Mas não espere que eu responda esta pergunta. — Edward olhou para Tânia com pena. – Tânia, eu realmente sinto muito por tudo que está acontecendo conosco. Longe de mim querer lhe ferir...

– Eu só preciso de carinho, atenção. Quero alguém para conversar mesmo que esse alguém não me ame. Eu sou mulher e necessito disso.

– E você tem!

– Não, eu não tenho e você sabe disso. Sei que está apaixonado por outra mulher e triste por não pode estar com ela. Mas eu não mereço toda essa sua raiva descontada em mim. Sei que todas as vezes que some em festas é porque está com ela. Já pensei em te seguir, mas não tenho esse direito.

Edward suspirou, tomado pela culpa. Tânia estava repleta de razão e nunca fora sua intenção tratá-la mal. Ela não tinha culpa de nada, mas mesmo que não quisesse, via nela a causa de não poder estar com Bella.

– Me perdoe. Eu juro que vou tentar melhorar. Mas quero que me obedeça e jamais se intrometa em meus assuntos pessoais.

– Eu prometo. – Tânia se aproximou mais dele, acariciando a face. – Beije-me Edward. Apenas agora. Só por esse instante. Como um sinal de paz.

Edward pensou por alguns segundos, antes de tocar os lábios da mulher a sua frente com leveza. Tânia segurou seu pescoço, aproximando-os ainda mais a fim de intensificar o beijo, e Edward pôs as mãos em sua cintura. Não negaria o pedido de sua noiva. Não nesse momento.

O barulho exagerado de uma bandeja chocando-se com o criado mudo ao lado da porta fez Edward se afastar de Tânia imediatamente.

– Perdoem-me. – A voz provocativa de Bella fez Edward tremer. Merda. – Acho que não precisa mas dos meus serviços, estou certa Majestade? Tem uma bela mulher para lhe ajudar.

– Sim, está certa. Está dispensada e... – Tânia olhou para um Edward estático. – me perdoe por tratá-la mal hoje mais cedo.

– Não se preocupe senhora. Com licença.


[...]


Edward saiu apressado de seu escritório, destinado a cumprir a decisão que tomara ao terminar de tomar o café da tarde com sua noiva. A porta principal do castelo já estava aberta e Edward observou que faltava pouco para o crepúsculo. Logo as lojas da cidade de Londres estariam fechadas. Tinha que se apressar.

Com paços rápidos, foi em direção a área onde costumavam ficar seus empregados e não demorou muito para achar quem estava procurando, porém não foi assim que imaginava encontrá-lo. Carlos parecia discutir com Ângela, como se tentasse convencê-la de algo.

– Posso saber o que está acontecendo?

Os dois pararam de discutir imediatamente, baixando a cabeça diante de seu governador.

– Nada Majestade. Eu vou entrar, ainda tenho muito o que fazer. Com licença. – Ângela saiu rápido e Edward lançou um olhar questionador para Carlos.

– Me leve a cidade imediatamente, Carlos. No caminho me conte o que aconteceu entre os dois.

Carlos preparou a carruagem rapidamente e logo os dois estavam em Londres. Pela abertura que dava entre a carruagem e o banco do Chofer do lado de fora, Edward escutou as palavras proferidas por Carlos.

– Criei um apreço por essa moça muito rápido, Majestada, como um pai por sua filha. Ela está querendo se encontrar com um moço na cidade que não acredito ser de boa índole. Mas ela não me escuta.

– Ângela é uma moça ajuizada e assim como um pai, você deve deixar ela fazer as suas próprias besteiras, claro que sem nunca desviar os olhos dela. É assim que se cresce.

Por um momento pensou em Alice e no baile de apresentação. E se Jasper não se apresentasse como pretendente? Precisava falar com Emmett para que ele convencesse seu conselheiro disso. De qualquer forma, não deixaria sua irmã casar com nenhum outro homem que não amasse. Não a condenaria ao mesmo maldito destino que ele.


[...]


Edward depositou a cesta no gramado. Olhou mais uma vez para trás a fim de encontrar alguém que o tenha visto. Nada. Como na noite passada, procurou o buraco na parede e colocou o pé esquerdo lá, impulsionando seu corpo para cima. Apoiou seus braços no parapeito da janela aberta.

Pôde ver Bella deitada na cama, de costas para ele. A camisola confortável cobria seu corpo pequeno e branco. Não sabia se estava acordada, mas quando sussurrou seu nome ela olhou para a janela só para esconder seu rosto no travesseiro novamente. Não estava afim de conversa. Edward não ousou entrar no quarto, preferindo continuar do lado de fora a levar um soco na cara.

– Eu entendo que não queira mais falar comigo, é mais que compreensivo. Mas eu nunca menti para você, Bella. Nunca lhe disse que te daria tudo que você merece, e me odeio por não poder prometer isso. Mas essa vida escondida é tudo que eu posso te oferecer, me perdoe. Eu... eu vou preparar o piquenique e se você não aparecer por lá, eu vou entender o que isso verdadeiramente significa. O local é onde nós demos o nosso primeiro beijo. Tem um cavalo te esperando no início da mata. Então... é isso.

Preguiçosamente, na esperança de que ela lhe dissesse algo, Edward saltou e pegou a cesta, tomando rumo para o local combinado. Depois de algum tempo, já com tudo arrumado e com as velas acesas, esperou que a mulher aparecesse. Ela está atrasada, só isso. Esperou além do que deveria, além do óbvio da resposta negativa de Bella ao encontro marcado, até que percebeu que ela não vinha mais.


Kiss me – Ed Sheeran

http://www.youtube.com/watch?v=kFfKb_WEkCE


Juntando a comida que preparara sozinho, Edward tentava ignorar as batidas sufocantes de tristeza de seu coração. Bella não quer mais continuar nessa vida de merda que eu posso oferecer. No futuro, ela devia estar acostumada com homens melhores que ele, que caiam aos seus pés e não eram comprometidos. Por que Bella se conformaria com ele?

De longe, ouviu rápidas trotadas de um cavalo. O barulho cada vez mais alto denunciava sua aproximação. Edward sentiu seu coração parar quando a viu descer, ainda de camisola, e se jogar em seus braços. Ela veio.

– Bella. – Edward a beijou, a apertando contra seu corpo para ter certeza de que ela era real.

– Você tem razão, Edward. Você nunca mentiu para mim. Quando entrei nessa sabia exatamente a que estava sendo submetida.

– Me perdoe pelo que viu, não vai mais acontecer. Conversei com Tânia.

– Ela sabe de nós dois? – Bella falou confusa.

– Sabe que eu tenho outra. Não é como se eu tivesse enganado ela. Você me deu um susto. Achei que não viesse.

– Tive medo de não te encontrar mais aqui. – Bella o beijou novamente. – Iria até o seu quarto obrigá-lo a fazer um piquenique comigo novamente.

– Não seria uma má idéia.

Os dois comeram a comida que Edward havia preparado sob falsas acusações da parte de Bella de estar intragável. Não ligaram para o fato da comida estar fria, os beijos e provocações falavam mais alto.

Edward de repente ficou sério, algo notado por Bella que preferiu ficar calada. Se afastando da mulher que estava sob seu peito, procurou uma caixinha de veludo que estava guardada dentro da cesta. Bella ficou estática.

– Eu pensei muito no que aconteceu hoje. Sobre você não poder ficar comigo por completo e como eu me sinto impotente de não poder dizer aos quatro cantos do mundo que você é minha, de lhe defender quando Tânia te mal-tratou. Mas eu queria que simbolicamente você soubesse que eu sou seu e que eu soubesse que você é minha. Como homem e mulher. – Bella abriu a boca. – Se não quiser, eu entendo, não se sinta pressionada...

Bella se jogou em cima dele, beijando-o vigorosamente. A caixinha – ainda fechada – rolou alguns centímetros pelo chão quando Edward a soltou para envolver a cintura de Bella. Depois de alguns minutos, sentaram-se novamente e Edward recuperou a caixinha, abrindo-a. Havia duas alianças de ouro envolvidas por um cordão também de ouro, imitando um colar.

– Se colocássemos no dedo ficaria muito exposto, então decidi envolver as alianças por um cordão um pouco grande para que pudesse ser escondido pelas roupas.

– É perfeito.

Bella observou sua aliança. Era delicada e roliça, com E.C. gravado no interior do aro. Imaginou Edward a escolhendo, pensando se ela gostaria ou se, como dissera antes, fosse muito precipitado. Na realidade era, e como, mas na situação que os envolvia era mais que necessário. Mostrava, mesmo que silenciosamente, que estavam juntos. Bella e Edward. Não Tânia e Edward.

Edward lhe entregou seu colar – inscrito B.S.– para que Bella o colocasse. De frente para ele, a mulher prendeu o fecho, recebendo selinhos durante o ato. O mesmo aconteceu ao contrário, só que com mais dificuldade.

Repentinamente, Bella se levantou e retirou a camisola, mostrando seu corpo inteiramente nu. O membro de Edward pulsou ao ver que a aliança repousava entre os seios da mulher, em uma perfeita imagem erótica. Seu orgulho masculino quase criou vida ao ver o E.C., mostrando a quem o corpo e coração dela pertenciam. Minha mulher. Com um sorriso malicioso, Bella pulou no lago, recebendo com frisson o choque térmico. Não esperou muito tempo até que ouvisse o corpo do rei afundar-se no lago e a empurrasse com violência até a margem.

Ao olhar os fios molhados e bagunçados do homem que a encarava sorrindo, não resistiu.

– Eu te amo.

Edward encostou seu nariz ao dela, a abraçando com delicadeza. Seus olhos a olhavam com intensidade.

– Não mais que eu.

Os dois riram ao perceber que as alianças acidentalmente haviam se enroscado uma na outra. Assim como seus corpos, mentes e corações.

Notas finais
sem comentários sobre a fofura linda entre esses dois.
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Mass, isso está pra mudar a partir do próximo capítulo. Então, romanticas de plantão, Beward vai acabar, mas não para sempre, é claro. Minhas fics tem que ter finais felizes. Não vou matar nem um dos dois e eles vão acabar juntos. Essa é a única certeza que eu dou pra vcs. ODEIO FINAIS TRISTES. Sensação de perda de tempo dez!
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Enfim, o próximo capítulo dará inicio a revelação, porém não tooooda. O capítulo chave é o que vem depois dele. Tive a ideia de postar um dossiê (no mesmo dia que postar o próximo capítulo)com todas as informações e perguntas sem respostas que reunimos até agora. Acho que vai ajudar vocês a pensarem. E deixá-las mais ansiosas, é claro. Por que é isso que eu faço xD
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Então, estejam preparadas para o drama nos próximos capítulos finais. Serão de matar.
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Bjs e até o próximo capítulo.