Notas iniciais
Eeeeeuuuuu voltei o/ gente ainda estou com a imobilização, mas consegui com que o médico diminuísse um pouco agora esta até quase o cotovelo. Pelo menos dá pra digitar melhor ;) Quero muito agradecer... LUNA, ANE E CISAN muito obrigada pelos comentários. Aqui vai mais um Capítulo...

Pov. Michonne

Hershel caiu, caiu diante dos nossos olhos, como eu fui burra, como fui estúpida em abaixar a guarda, decidi parar de caçar aquele maldito então ele veio atrás da gente e destruiu tudo.

Eu o matei enfiei minha espada em seu peito e deixei ali para ser devorado por aqueles monstros que ele tanto gostava.

Peguei minha espada cortei os braços de dois zumbis e também retirei suas mandíbulas, os amarrei assim como no início eles iriam me proteger assim como me protegiam no início.

Caminhava em meio a destruição do que um dia foi meu lar, onde encontrei pessoas boas que aceitaram uma doida com uma espada e a transformaram em uma pessoa melhor. Pessoas por quem eu daria minha vida sem pensar um só segundo, pessoas que me deixaram fraca...

Hershel ali estava a cabeça do meu velho amigo, tão bondoso, carinhoso, atencioso, ele sempre tinha uma coisa boa para te falar, lágrimas escorrem em meu rosto, me abaixo e em um último momento de humanidade gravo minha espada em seu cérebro, meu velho amigo não merece ficar como aqueles monstros.

Me levanto e começo andar para longe daquele lugar, entrei na floresta os outros devem estar longe daqui é o que espero, apenas caminho sem pressa sem destino.

Algum tempo depois resolvi dar a volta e seguir pela floresta beirando estrada, algo brilhando no chão da floresta me chamou a atenção me aproximei, Saís eram as Saís da branquela, ela deve ter se distraído e quase ser pega de surpresa, suspiro aliviada por não ter nada que me prove que ela está morta, ela está bem está segura Daryl não a deixaria para trás, ou ela deve esta com os outros, vejo algumas pegadas levando para a esquerda então vou para a direita, não quero encontrar ninguém, vou seguir meu caminho sozinha comi deveria ter sido desde o início.

Algumas horas caminhando com uma horda sem ser percebida decido parar um pouco, preciso de algumas coisa para comer e um lugar para passar a noite.

[...]

O céu começa a ganhar cores claras enquanto eu saiu de uma pequena cabana quase destruída onde passei a noite, depois de comer algumas frutas e beber um pouco de água comecei a caminhar, andava pela floresta beirando a estrada, a única coisa que chegava a meus ouvidos era barulho dos zumbis que estavam comigo.

Não demorou muito e encontrei novamente uma horda segui caminhando com eles, sem destino apenas caminhando.

"Hey Samurai"

Olhei em volta procurando a dona da voz, era Melissa eu sabia, mas nenhum sinal dela.

"Carl vem aqui seu atentado"

Ouvi novamente e em seguida a risada de Carl.

Então lembranças invadiram minha mente, lembranças dos momentos bons que passei com aquelas pessoas, momentos em que me senti humana mais uma vez, então percebi que não podia mais viver sem eles, eles eram minha família, eles são minha família são tudo o que eu preciso, não posso mais viver nesse mundo sozinha, eu estava enganada, preciso achar eles.

Puxo minha espada em um único movimento corto a cabeça dos dois zumbis que trazia comigo, aquilo chama a atenção dos outros, então começam a vir para cima, não vou desistir não vou perder, não vou perder minha família para esses cabeças ocas.

Com esse pensamento e vários golpes me vi cercada por corpos, o sangue deles pelo meu corpo, decido voltar a caminhar dessa vez vou para a estrada, eu vi o ônibus partir, alguns da família devem estar nele, lembro do plano e do ponto de encontro caso algo desde errado, corro até chegar a estrada sorriu ao ver vestígios que o ônibus passou por aqui, então começo a seguir o rastro.

— Michonne. — ouço depois de algumas horas de caminhada.

Não aquilo não eram lembranças, não eram alucinações. Daryl saia de dentro da floresta com a besta em mãos como sempre.

— Que bom encontra-lo. — sou sincera — Cadê a branquela? — Pergunto

— É bom te encontrar também, Melissa foi no ônibus. — falou

— Daryl. — falo puxando as Saís de dentro de uma bolsa que achei na cabana.

Daryl arregala os olhos pela primeira vez vejo medo em seus olhos.

— Onde você encontrou? — me pergunta

— No lado sul da floresta. — falo

— Não, não isso não devia estar lá. — fala já agitado

— Encontrei lá. — falo

Daryl começa a voltar pelo caminho que vim.

— Onde vai? — pergunto

— Vou voltar, tem alguma coisa errada, preciso encontrar Melissa. — fala sem ao menos parar

— Vou com você. — falou o seguindo

Pela primeira vez desde que o mundo acabou eu peço a Deus para que proteja alguém que eu amo. Melissa é como se fosse uma filha para mim, o mesmo amor que sinto por meu filho, sinto por Melissa e Carl.

Entramos na floresta caminhávamos em silêncio, a angústia de não saber onde Melissa está o consome.

Algum tempo de caminhada ouvimos vozes, nos aproximamos sorrateiramente eram Maggie, Sasha e Bob, nos aproximamos eles nos apontam as armas mas depois relaxam ao perceber que somos nos.

— Cadê Melissa? — pergunta Bob

— Não sabemos, Daryl acha que ela partiu com o ônibus, mas eu achei as Sais dela na floresta. -

— Ela não foi no ônibus, quando o ônibus saiu ela estava atrás de um carro atirando assim como nos, pensei que ela sairia com você Daryl. — Bob fala

Daryl pragueja freneticamente.

— Calma vamos encontra-lá. — falo

— Vocês encontraram o ônibus? — pergunta Maggie

Ela está abatida.

— Não, estava seguindo o rastro
encontrei Michonne agora estamos voltando. — falou apressado


— Preciso encontrar o ônibus, Gleen estava nele. — fala Maggie

Bob e Sasha olhavam indecisos.

— Vão com ela, encontramos vocês depois. — Daryl falou

Os dois concordam nos despedimos rapidamente e logo seguíamos caminho.

Pov. Daryl

Ver Hershel tombar diante dos meus olhos e não poder fazer nada para impedir esta acabando comigo. Aquele velho maluco era como um pai para todos nois, ele com todo seu carinho e sabedoria nos manteve unidos, aquele velho era importante para mim e aquele maldito caolho vai pagar, se ele estiver vivo terei o imenso prazer de mata-lo com minhas próprias mãos.

O que me conforta é que minha Pimentinha saiu com os outros no ônibus, sei que esta segura e vou encontra-lá no nosso ponto de encontro.

Zumbis seguem para onde um dia foi nossa casa, a floresta esta cheia deles, acho melhor seguir pela estrada não quero perder tempo, quero encontrar Melissa e te-lâ em meus braços.

A última vez que há vi ela estava indo em direção ao ônibus, fico feliz por ela me ouvir quando vi o ônibus sair meu coração ficou apertado e aliviado ao mesmo tempo.

Tenho algumas horas até anoitecer da pra cobrir uma boa parte do caminho, quem sabe encontro alguém da família.

Depois de um tempo caminhando decido entrar na floresta um pouco quem sabe caçar alguma coisa para mais tarde.

O dia já estava chegando ao fim encontrei uma cabana na floresta aquilo serviria para eu passar a noite, não arriscaria ficar na floresta com todos aqueles mortos por aí, a porta estava trancada consegui abri e entrei estava vazio, tranquei a porta reforcei colocando uma poltrona,vasculhei o local e achei algumas latas de comida, abri uma e guardei as outras.

A noite se arrastou meu pensamento estava em uma única pessoa Melissa, minha Pimentinha esta por ai, mais que esta bem mais alguém de nossa família deve esta naquele ônibus.

Antes mesmo de o dia clarear já estava fora da cabana e caminhando pela floresta, disparava uma fecha aqui outra ali e recolhia os esquilos, alguns zumbis cruzavam meu caminho alguns eu matava outros eu simplesmente ignorava e seguia meu caminho, quanto mais tempo eu perder com eles, mais tempo demoro para encontrar o ônibus, eu quero minha mulher em meus braços o mais rápido possível.

Quero encontrar minha família espero que todos estejam vivos, bem eu sei que ninguém esta com tudo o que aconteceu mais vivo eu sei que estão e logo nos reuniremos.

Caminhando pela floresta não consegui encontrar nenhum rastro, cacei mais algumas vezes, recolho água em algumas garrafas, decidi ir beirando a estrada.

Zumbis por todos os lados era isso que tinha naquela floresta.

Algumas horas de caminha depois vejo Michonne saindo da floresta, esperei para ver de tinha mais alguém com ela mas não tinha.

— Michonne. — chamei




Ela parou olhou em volta quando me viu seu rosto parecia aliviado mas
preocupado ao mesmo tempo,




— Que bom encontra-lo, cadê a branquela? — Perguntou

— É bom te encontrar também, Melissa foi no ônibus. — falo desanimado

— Daryl.- Mich fala e puxa de uma bolsa as Sais que reconheço imediatamente como sendo as da minha Pimentinha, Mich me olha assustada.

— Onde você encontrou? — pergunto com medo da resposta

— No lado sul da floresta. — ela fala

— Não, não isso não devia estar lá. — fala já me agitando tenho que voltar e encontrar Melissa.

— Encontrei lá. — ela fala tensa

Dou meia volta e logo estou voltando pelo caminho de onde viemos dessa vez pela estrada mesmo.

— Aonde vai? — me pergunta

— Voltar tem alguma coisa errada, preciso encontrar Melissa. — falo sem ao menos parar

— Vou com você. — ela fala

Eu sabia que ela viria, então está ao meu lado então começamos a andar.

Minha cabeça trabalha a mil por hora, na floresta ela não podia esta lá, porque ela não me obedeceu e entrou naquele ônibus.

Entramos na floresta podemos achar um modo de cortar caminho e chegar lá mais rápido, ouvimos vozes e decidimos nos aproximar eram Maggie, Sasha e Bob.

Paramos e depois de um rápido diálogo que me deixou ainda pior seguimos caminho, decidimos que a floresta é a melhor opção,nenhum dos nossos se arriscariam na estrada.

Horas caminhando a noite começa a cair, somos obrigados a parar primeiro por causa da noite e segundo uma chuva se aproxima, paramos na mesma cabana onde passei a noite, quero que essa noite passe voando preciso ir atrás de Melissa, preciso encontrar minha mulher.

Enquanto a Samurai e o Arqueiro se arrumavam da melhor forma possível para passar aquela noite, longe dali a jovem Melissa ainda continuava desacordada devido a forte pancada que recebeu.

O homem estava sentado de frente para a garota seus olhar era de desejo de possessão, o homem se aproximou e passou a mão pelo corpo da garota, pegou a faca que estava perto e cortou a blusa que a garota vestia, deixando seu corpo exposto coberto apenas seus seios por delicado sutiã.

Sem nenhum cuidado o homem desabotoou a calça da garota e puxou para baixo, com o movimento a garota começou a se mexer.

— Acorda minha doce Mel. – o homem falou com um
sorriso sádico no rosto

A garota abriu os olhos estava um pouco atordoada, tenta se mover direito então percebe que seus pés estão amarrados assim como suas mãos, a garota tenta se levantar mais uma tontura a atinge e ela cai novamente sobre o cobertor imundo.

O homem a olha parece desapontado pela garota ter apagado novamente, decide deixar seus joguinhos para depois, ele sente mais prazer em ouvi os gritos da garota, ele sente prazer em ver ela tentando se defender, ele sente prazer em torturar a garota.

Uma fraca chuva começa a cair, o homem sorri satisfeito agora nem que alguém queira ira encontra-los a chuva ira apagar todos os rastros e os zumbis atrapalharam tudo.

Pov. Melissa.

Minha cabeça dói tudo está girando quando abro os olhos, sinto um solavanco no meu corpo, tento mover minhas mãos sinto elas presas em minhas costas, não consigo mover minhas pernas, tento me levantar tudo está rodando, Sam, não isso não pode ser verdade, tento me levantar tudo roda mais uma vez e sou tomada pela escuridão.

A noite se tornará uma eternidade para o caçador e a samurai dentro daquela cabana.

Um grupo de zumbis se aproximava da cabana, os dois estavam atentos e preparados para qualquer coisa, ficaram em silêncio absoluto mal respiravam com medo de atrair a atenção.

Uma hora se passara quando finalmente o grupo de zumbis passou pela cabana.

A chuva caia forte do lado de fora, os barulhos dos raios e trovões confundiam os zumbis.

[...]

Depois de uma noite quase sem fim o dia finalmente clareou, o céu estava nublado e poderia chover a qualquer momento.

O Caçador e a Samurai andavam pela floresta, o caçador estava atento a tudo, realmente a chuva fez um belo estrago, nenhum rastro naquela floresta parecia fazer sentido, isso deixava o coração do caçador apertado.

Algumas horas de caminhada finalmente chegaram onde um dia se sentiram seguros.

— Foi aqui Daryl. — a samurai falou apontando o local onde tinha encontrado as Saís de Melissa.

O caçador se abaixou pegou algumas folhas do chão e esfregou entre os dedos, olhou em volta a procura de algum rastro, mais não tinha nada ali a chuva mudou tudo.

Em uma rápida lembrança o caçador de lembrou de Rick lhe falando sobre o "Pai" de Melissa e onde ele o tinha visto, o caçador socou o chão violentamente, se xingando internamente por não ter ido atrás daquele verme.

— Encontrou alguma coisa? — Michonne perguntou

— Nada, a chuva apagou qualquer rastro possível. — falou irritado

— O que faremos? — questiona

— Procurar, temos que encontrar alguma coisa, aquele verme do pai dela está por aí, e se ele tem alguma coisa haver com isso eu o matarei com minhas próprias mãos. — fala já se pondo em pé

— Nos vamos encontra-lá. — afirma Michonne

O caçador afirma e logo estão em movimento, ao irem mais fundo na floresta o caçador começa e identificar alguns rastros, devido as copas das árvores serem mais fechadas naquele local a chuva quase não fez efeito.

— Alguém passou aqui, é homem. — falou verificando uma pegada

— Quanto tempo? — pergunta

— Quase dois dias. — fala tenso

Logo estão caminhando novamente, um barulho chama a atenção dos dois que ficam em alerta.

De entre as árvores uma garota cambaleando aparece, o caçador ergue a besta e está prestes a atirar quando percebe que não é um zumbi.

A garota se aproxima esta fraca, tem vários ferimentos, eles sabem que a garota não tem muito tempo, a garota cai então eles correm até ela.

— Que bom que são vocês. — fala a garota

— O que aconteceu? Onde você estava com quem? — pergunta Michonne

— Eu corri quando o ônibus saiu, entrei na floresta e me escondi estava sozinha. — fala com dificuldades

Daryl a apoia junto ao tronco de árvore.

— Mel, ela estava aqui também. — fala gemendo de dor

— Onde ela está? — pergunta o caçador desesperando

— Um homem a levou, eu vi ele a acertou na cabeça ela desmaiou e ele a levou. — fala mais uma vez

— E você não fez nada? — fala bravo

— Eu fiz, eu o segui, eu estava em cima de uma árvore desci e consegui segui-lo sem ser vista. — para de falar para puxar um pouco de ar que lhe falta

— Onde? Onde ele está? — pergunta mais uma vez

— Por ali. — aponta de onde veio

A garota respira mais uma vez.

— É uma caverna, eu consegui entrar quando ele saiu para buscar água, Mel está amarrada ele rasgou as roupas dela, eu tentei acorda-lá mas não consegui, quando eu estava desamarrando ela para tentar tirar ela daquele lugar ele chegou e pegou. — para de falar mais uma vez

Dessa vez à garota tosse e um pouco de sangue sai de sua boca.

— Fique calma tome. — Michonne fala e lhe entrega uma garrafa de água

À garota está fraca e deixa a garrafa cair, Michonne pega e leva a garrafa até a boca da garota, depois de alguns goles ela volta a falar.

— Ele me amarrou e amordaçou, tentei me soltar eu juro, mas não consegui, Mel acordou ficou apavorada também tentou se soltar, nos duas tentamos ele viu que não conseguiria controlar as duas ele a apagou novamente, e eu... a garota é interrompida por mais uma tosse seguida por uma golfada de sangue.

Michonne mais uma vez a ajuda.

— Ele me violentou, me bateu, me furou. — fala e ergue a blusa onde são visíveis as perfurações.

— Meu Deus. — Michonne de espanta

— Fingi estar morta, ele me arrastou para fora da caverna, me arrastou por alguns minutos e me deixou, depois que tive certeza que ele não estava ali eu comecei a andar então encontrei vocês. — fala já cansada

— Eu vou seguir o rastro, você fica com ela. — Daryl determina

Michonne se prepara para retrucar quando sente a garota segurar sua mão, então apenas concorda e o caçador da uma última olhada para a garota e segue seu caminho.

Michonne volta o seu olhar a garota, ela está mais pálida, suas mãos estão geladas.

— Me desculpa. — a garota fala

— Pelo que?- questiona sem entender

— Pelo que falei de você é dos outros, eu sinto muito, meus pais me criaram de um jeito que eu demorei a perceber que não era o certo, quando tudo isso começou eles ficaram apavorados e claro que não podiam de deixar de culpar a quem eles odiavam, enquanto fugíamos encontramos vários negros pelo caminho, alguns pareciam ser boa gente outros demonstravam o contrario assim como os brancos, mais meus pais sempre se mantinham afastados deles, meu pai até chegou a matar alguns. – Lágrimas escorrem dos olhos da garota

— Não precisa falar. – Michonne fala alisando o rosto da garota

— Preciso, eu preciso, sei que vou morrer não quero que pensem que sou ruim, não quero levar algo ruim. – fala

— Então tudo bem querida, ficarei aqui com você vou lhe ouvir. – a samurai fala com a voz embargada

— Pouco antes de ser encontrada pelo governador fomos atacados por zumbis, algumas pessoas apareceram para nos ajudar, mamãe era menos orgulhosa que meu Pai então aceitou a ajuda, três das pessoas que nos ajudaram eram negaras eles puxaram mamãe e eu bem a tempo, nos esconderam atrás deles, tentaram ajudar Papai mais ele não aceitou, ainda gritou para minha mãe que éramos imundas que ele preferia morrer a ficar perto da gente, então ele se jogou de braços abertos para os zumbis, as pessoas que nos ajudaram algumas ficaram sem entender, outros entenderam, mais não nos julgaram ao contrario nos protegeram mais algumas vezes, então durante outro ataque nos separamos, o governador encontrou mamãe e eu e nos levou para sua cidade, mamãe morreu quando vieram atacar vocês, quando vocês nos trouxeram eu estava revoltada, planejava me vingar de vocês de algum jeito, eu os culpava pela morte da minha mãe, então vi quem realmente vocês eram, eu tentei aceitar vocês mais tudo o que Papai me dissera repetia-se diariamente em meus pensamentos, mesmo depois das coisas estúpidas que falei para Mel e vocês ouviram eu não conseguia aceita-los, então teve aquele ataque no bloco D e Bob me salvou, eu estava assustada ele me ajudou, cuidou de mim isso me como posso dizer, tolerar e repensar tudo o que me acontecera, quando eu ia procurar vocês para me desculpar tudo aquilo aconteceu e eu fiquei sozinha. – terminou de falar com a voz entre cortada e fraca

— Não se preocupe Annabelly. – Michonne se pronuncia sem saber o que falar direito

— Obrigada, por ficar aqui comigo, não poderia ser uma pessoa melhor, tinha que ser você a grande Samurai. – fala com um leve sorriso

— Vou ficar aqui, agora descanse. – fala passando a mão mais uma vez no rosto da garota.

A garota então fechou os olhos encostando a cabeça no tronco da arvore onde estava encostada, a Samurai olhava tudo em sua volta atentamente, voltou a prestar atenção na garota quando sentiu o aperto em sua mão desaparecer.

O branco do seu rosto começou a perder o tom e ganhar um tom acinzentado, a Samurai pegou a faca que trazia presa em sua cintura depois de acariciar o rosto da garota mais uma vez cravou a faca na cabeça da garota.

— Descanse em Paz querida. — falou a Samurai

Notas finais
O que acharam? Espero de coração que tenham gostado! Desculpem os erros ( preguiça master toma conta da minha pessoa quando tem que revisar ) Bom ninguém vai morrer por um "suspense" básico né? kkkkkk já vou começar a escrever o próximo eu juro ;) Bjssssssssss até o próximo Comentem quero muito saber o que acharam :) Obs: Quem quiser dar Sugestões, Criticas CONSTRUTIVAS fiquem á vontade, podem mandar MP