Notas iniciais
Olá meninas! Bom, já faz um tempinho que não posto, e quero avisar que estou doente, e pouco disposta, por isso não consegui postar antes, mas estou me esforçando. Bem... eu recebi algumas mensagens sobre o plágio, e quero dizer que tudo já foi resolvido. Não consigo responder as mensagens porque estou com problemas, porém, tudo já foi resolvido. Capítulo dedicado a Steele Grey, Beatriz Taylor, Carolina Muniz e Julia Cassol. Obg por favoritarem ♥

Anastásia Steele

Christian freia o carro com tudo e sem pensar descemos. Phoebe cai no chão com Clara, e José levanta a arma, mas Christian dispara uma vez, e eu vejo José sair correndo. Taylor e Sawyer passam correndo com suas armas em punho indo atrás dele. Corro sem pensar até as minhas filhas e Jesse, que está estática segurando algo nos braços.

—Mamãe! —Clara grita e Phoebe abre os olhos, assustada. Ela olha rapidamente para o braço vendo o grande machucado pela queda. Clara pula em meus braços e eu me joelho abraçando Phoebe também. —Nunca mais façam isso comigo!

—Phoebe, Jesse! —Christian diz bravo e fuzila as duas, mas vejo que ele está bem mais tranquilo. —Vocês são malucas? Jesse, você sabe o estado que deixou sua mãe?

—Me desculpe. —Jesse diz envergonhada.

—O que e isso? —Ele pergunta olhando o cachorro.

—Não briga com elas. —Clara fala se levantando e eu ajudo Phoebe a levantar. —Elas vieram me salvar. Eu estava tentando desamarrá-lo. Se não fosse elas, o José teria me pegado.

—Desamarrar quem? —Christian pergunta.

Jesse desenrola um pouco a manta e nós vemos um cachorro, e é impossível definir sua raça, só há ossos e pele nele.

—Ah, meu Deus! —Digo incrédula.

—Por favor, Christian, nos deixe cuidar dele. —Clara implora juntando as mãozinhas e o olhar de Christian se suaviza. —Eu prometo nunca mais fugir. Nem te chamar de chato quando você virar as costas.

—Chato? —Ele diz surpreso.

—Por favor! —Clara pede abraçando-o e todos nós ficamos surpresos. —Ele vai morrer se o deixarmos.

—Ei... —Christian sussurra abaixando em sua frente. —Calminha, nós vamos leva-lo para o veterinário, ok?

—Nós vamos ficar com ele? —Clara pergunta com os olhinhos brilhando.

—Sim. —Christian e ela sorri abraçando-o.

—Obrigada.

—De nada, agora vamos levar ele e a Phoebe, não é mesmo? —Christian diz lançando um olhar para Phoebe que se encolhe. —Vamos Jesse. Todas para o carro.

Christian se vira e vai andando com Clara e Jesse, passo meu braço pelo ombro de Phoebe e ela começa a chorar.

—Ei, está tudo bem... —Sussurro tentando acalmá-la.

—Ana, ele nem ligou para mim. —Phoebe diz olhando na direção do pai.

—O que? —Paro e a encaro. —Phoebe, eu vi esse homem chorar de desespero.

—O que...? —Ela sussurra olhando para o pai.

—Querida, quando ele viu que você não estava lá, ele entrou em desespero, gritou com todo mundo, até comigo. Depois saiu correndo, eu corri atrás dele, e ele rastreou seu celular, assim nós achamos você. Ele está é furioso, e se falar com você agora, aí sim você vai achar que ele não se importa. Deixe-o se acalmar, ok?

—Tudo bem... —Ela diz e nós caminhamos até o carro.

Christian nos encaro e eu levanto o queixo semicerrando os olhos. Ele dá um leve tapa na minha testa e depois um beijo. Sorrio e entro no carro, mas posso vê-lo puxar Phoebe para os seus braços e jurar matá-la se ela fugir de novo. Olho para o banco de trás e encaro Clara, ela encolhe os ombros e dá um sorriso forçado.

—Você está de castigo. Um mês sem comer biscoitos. —Falo e ela me olha incrédula.

—Mamãe! —Ela diz com manha. —Isso é tão injusto.

—Injusto é ter que correr a cidade atrás de você. —Christian entrando no carro depois de Phoebe. —Depois de vocês. E você Phoebe, vai ficar sem celular.

—Pai! —Phoebe diz incrédula.

—Pai? Não me venha com essa. —Ele diz começando a dirigir e Phoebe bufa.

Olho para a janela e acabo sorrindo. É bom saber que Christian está crescendo.

♩ ♪ ♫ ♬

Paramos em frente a clínica veterinária e Christian desce do carro indo abrir a porta para Jesse e Phoebe descerem, elas correm para dentro da clínica enquanto Christian me espera descer com Clara. Entramos na clínica atrás das meninas e vemos alguns funcionários do local colocando o cachorro super esquelético na maca, e só agora, vendo-o sem o coberto consigo me espantar.

Por Deus! Como alguém é capaz de maltratar um cachorrinho a esse ponto?

Troco um olhar com Christian e ele parece tão incrédulo quanto eu.

Uma enfermeira sai da sala e por um segundo tenho a sensação de conhecê-la. Ela corre diretamente ao cachorro e já começa a examiná-lo com um estetoscópio. Aproveito para observá-la. Ela é linda! Deve ter uns cinquenta anos eu acho, mas é muito conservada. Pele clara, cabelos longos e castanhos e lindos olhos cor de mel.

—O que houve com ela? —Pergunta a doutora e sua voz me causa um leve arrepio.

—Ela? —Clara sussurra fazendo uma careta.

—Sim. —A doutora diz rindo e olha para ela, mas parece encarar um fantasma, ela me olha por alguns segundos, mas se recompõe rapidamente. —E então?

—Ela foi abandonada presa a uma arvore. —Phoebe explica.

—Ok. Pessoal nós temos um cachorro abandonado. Desidratado. —Ela começa a falar. —Acho que vamos precisar de umas transfusões, e muito soro. Vamos lá.

A mulher se vai sem nos falar mais nada, mas minutos depois um funcionário volta nos fazendo uma pergunta.

—Tudo bem. A doutora quer saber se vocês vão ficar com a cachorra. —Pergunta o enfermeiro.

—O que vocês acham? —Christian pergunta olhando para as meninas.

Phoebe suspira e encara Clara, ela abaixa na frente da irmã e suspira.

—Olha, eu sei que você quer cuidar dela... —Phoebe sussurra. —Mas com tudo que está acontecendo, nós não podemos. Ela precisa de muitos cuidados, e a doutora pode proporcionar isso. Nós vamos voltar logo para casa, e não vamos poder leva-la.

—Tudo bem... —Clara diz suspirando, ela se vira para o enfermeiro e suspira outra vez. —Vocês vão cuidar muito bem dela?

—Sim senhorita. —Ele diz sorrindo.

—Nós vamos lidar com a despesas. —Christian diz. —E se ela não tiver lugar para ficar, levaremos ela.

—Tudo bem. —O enfermeiro diz. —Você pode assinar alguns papéis?

—Claro. —Christian diz e vai com ele.

De logo vemos eles conversando e assinando algumas coisas, e em um certo momento Christian pega um cheque e lhe entrega, então se despede e nós vamos embora. Entramos no carro e eu olho para as meninas.

—Eu estou orgulhosa de vocês. —Sussurro. —Por tudo. Por abrir mão dela, para dar a melhor chance, e Phoebe, estou orgulhosa por ter ido atrás da sua irmã, mas se vocês fizerem de novo, eu mando vocês para um internato na Inglaterra, e isso inclui você Jesse.

—Mãe! —Phoebe e Clara dizem juntas e Christian começa a risada.

—Está avisado. —Ele diz rindo e começa a dirigir em direção a casa

♩ ♪ ♫ ♬

Abro a porta de casa e vejo quatro minis furacões correrem na nossa direção e pularem em cima de Clara e Phoebe. Logo as seis estão no chão rindo.

—Jesse! Ah, meu Deus! —Gail diz vindo em nossa direção.

—Oi mãe. —Jesse diz encolhendo os ombros e parece arrependida. Ela abraça a mãe e começa a pedir desculpas.

O celular de Christian começa a tocar e ele sai para atender. Olho para as meninas e saio de mansinho antes que elas me vejam. Corro até o andar de cima e entro no banheiro trancando a porta. Abro a última gaveta do gabinete e pego a pequena caixa de papel.

Suspiro pesadamente. Vamos lá...

Saio do banheiro atordoada, ainda com o teste em mãos. Christian entra no quarto falando, mas não ouço muito.

—Ei, querida. Eu estava te procurando. Nossos irmãos já estão na mesa de jantar com as crianças. —Christian continua falando. —Ana, o que há?

—Christian... —Sussurro levantando o teste e ele arregala os olhos. —Eu estou...

—Grávida? —Ele sussurra estático e continua parado por minutos, e eu da mesma forma. Christian caminha até a cama e senta na pontinha, percorrendo as mãos pelos cabelos. —Ana... eu...

—Não. —Sussurro indo sentar ao lado dele. —Isso não deveria ter acontecido. Não agora. Nós temos seis filhas. A Jenny só tem dois anos. Há malucos por aí nos perseguindo. Não. Não. Não é o momento.

—Ana, o que nós vamos fazer? —Ele pergunta atordoado.

—Ter... —Murmuro.

—Eu sei disso. —Ele fala como se fosse óbvio. —Como nós vamos cuidar dele? Ana...

—Nós vamos dar um jeito. —Falo encarando a parede. —Como sempre fizemos.

—Tudo bem. —Ele diz começando a se acalmar. —Será que é um menino?

Viro para o lado e começo a rir.

Ah, Christian!

Christian sorri e me puxa para um abraço.

—Nós vamos protege-loo, e seremos bons pais. —Ele diz acariciando minha barriga.

—Você está grávida?

Viramos para a porta juntos e vemos Katherine parada.

O-ou. Lá vem bomba!

Notas finais
Boa noite garotas.