Notas iniciais
Oi oi gente, que saudade que eu estava de vocês *-* , bom, peço perdão pela demora, mas como eu havia dito, eu estava doente, e não consegui postar antes, mas aqui estou!!! Bom, quero logo avisar que nós já estamos perto do fim, essa história já está dando o que tinha que dar rs. Capítulo dedicado à Suhshepherd, por favoritar. Gaby eu adorei o formiguinha kkkk, não consegui responder a sua mensagem porque acho que vocês me bloqueou ♥

Anastásia Steele

Encaro Christian sem saber o que fazer, e então ele parece entender meu desespero.

—Silêncio! —Christian grita. Nossas filhas, sobrinhos e irmãos ficam em total silêncio. —Maria Clara?

—Como assim grávida? —Ela diz colocando as mãos nos quadris. —Seis filhas não é um número bom?

—É um ótimo número. —Digo tentando saber o que falar.

—E por que mais um filho? —Phoebe pergunta também colocando as mãos na cintura. —Vocês ficaram loucos?

—Phoebe, meninas. —Cristian diz suspirando. —Não foi nada planejado. Apenas aconteceu.

—Camisinha existe para ‘aconteceu’, não acontecer. —Clara fala deixando todos de boca aberta. —Vocês são egoístas. Um bebê não merece nascer quando têm loucos perseguindo a gente. Isso foi muita mancada.

Clara se vira e sai andando em direção as escadas e todos se entreolham sem conseguir falar nada. Phoebe nos olha e suspira balançando a cabeça. Ela e as outras meninas, até mesmo Ava e João Miguel, deixam a sala, e eu suspeito que indo atrás de Clara.

Droga! Talvez ela tenha razão. Eu deveria ter me cuidado, e não o fiz, agora, não coloco só eu em risco, mas um bebê. Meu bebê.

—Ana, fica calma. —Katherine diz.

—É, amiga. —Mia diz vindo me abraçar. —Filhos são sempre benção. Pode não ser o momento, mas quando é? Vocês vão ficar bem.

—Elas têm razão, Ana. —Elliot diz tentando ajudar. —Nós estamos todos juntos, e já temos pistas de onde eles estão. Tudo vai ficar bem.

—É mesmo? —Digo em uma explosão e as lágrimas começam a cair. —Porque nada parece estar ficando bem. Tudo estão de cabeça para baixo. Nós viemos para cá suspostamente por segurança, e eles já estão aqui. Minhas filhas quase morreram hoje, porque nós achamos que seria seguro. Eu passo vinte e quatro horas dentro dessa casa. Ouvindo brigas, choros, birra, pirraça e seja lá o que for. Eu não aguento mais. Vir para cá só pirou tudo, e agora, agora eu estou grávida. Se algo acontecer comigo, acontece com esse bebê também, e isso só piora tudo. Então não me diga que vai ficar tudo bem. Eu tenho certeza que não vai.

Viro-me para sair da sala, mas Christian segura meu braço impedindo. Ele olha para Elliot, Ethan, Kate e Mia e eles saem rapidamente da sala. Christian me conduz até o sofá e me faz sentar, ele senta ao meu lado e me puxa para os seus braços, me apertando, e é nesse conforto, que deixo toda a insegurança e medo irem embora em forma de lágrimas.

Eu sei que as coisas estão ruins, mas desespero, agora, não irá ajuda muito.

—Que tal um chá? —Christian pergunta depois de algum tempo.

—Seria ótimo. —Sussurro fungando.

—Eu vou lá pegar. Se comporte, mocinha. —Christian fala me fazendo sorrir. Ele sai da sala em direção a cozinha e segundos depois eu vejo Elliot e Ethan entrarem.

—Ei maninha. —Ethan diz me dando um beijo na testa. —Está melhor?

—Sim. —Sussurro sorrindo.

—Que bom, nós vamos ao mercado com a Kate e a Mia. Sua dispensa está quase vazia, e a Gail está cuidando da casa.

—Está bem.

—Até logo. Se comporte.

Reviro os olhos para Ethan e Elliot. Quantos anos esses homens acham que eu tenho?

Os dois saem da sala e minutos mais tarde Christian volta trazendo meu chá. Ele resolve ir trabalhar um pouco e eu fico sozinha. Pego um livro em cima da mesa de centro e vejo que é o livro de Clara, onde ela costuma escrever e fazer alguns desenhos. Sorrio ao abrir e ver uma foto dela com as filhas de Christian e os primos.

—Mamãe?

Viro-me e olho para a porta vendo Clara parada. Coloco o livro de lado e me ajeito no sofá, ela anda com desconfiança e se aconchega em meus braços.

—Você está brava comigo? —Clara pergunta e eu balanço a cabeça. —Eu não quis te chamar de egoísta.

—Eu sei. —Sussurro ajeitando seus cabelos.

—Eu não quero que meu irmãozinho se machuque. —Clara diz e um grande sorriso se abre.

—Como você sabe que é um irmãozinho? —Pergunto e ela revira os olhos.

Clara senta em cima das minhas coxas virada para mim, ela coloca as mãos na minha barriga e fecha os olhos, como se estivesse analisando o que tem dentro.

—É um menino. —Diz com convicção.

—Eu aposto que é uma menina. —Provoco.

—Ok, então vamos fazer uma aposta.

—Valendo o que? —Pergunto curiosa.

—Se for menina, você e o Christian escolhem o nome. Se for menino, eu escolho.

—Ah. —Solto uma pequena gargalhada e ela me acompanha. —Ok, e que nome você sugere?

—Theodore. —Clara diz revirando os olhos. —Meu irmãozinho Teddy.

—Ah, boa escolha.

—Viu só.

—Filha, posso te perguntar algo?

—Claro, mamãe. —Ela diz acariciando minha barriga e uma sensação ótima me sobe. —Por que você não chama o Christian de pai? Ele disse que você poderia.

—Mamãe... o Christian é bonzinho. —Maria Clara sussurra. —Mas ele não é meu pai.

—Mas as suas irmãs também não são minhas filhas. E mesmo assim me chamam de mãe.

—É diferente. —Ela fala desconfortável. —A mãe delas não estão mais vivas, e a Phoebe odeia a Elena, mas eu não odeio meu pai. Ele pode ser ruim, mas ainda é meu pai.

—Entendo... —Sussurro surpresa. —Então você não quer chama-lo de pai? Por causa do José?

—Sim.

—Clara, ele te disse algo? Ou fez?

—Não. —Ela diz rapidamente me deixando desconfiada. —Me coloca na cama?

—Tudo bem, mocinha. O que você não está me contando?

—Nada. —Clara diz mordendo os lábios.

—Clara! Você está mentindo para mim? —Pergunto ofendida e ela desce do meu colo ainda mordendo os lábios e começa a andar de um lado para o outro. —Ei, eu não acredito nisso.

Levanto-me e encaro Clara. Coloco as mãos na cintura e ela me olha e então sei que tem algo errado.

—Maria Clara. Diga. —Ordeno.

Ela abre a boca para falar, mas seus olhos se arregalam ao fixar algo atrás de mim. Viro-me e vejo um homem, na janela do lado de fora. Um arrepio me percorre. Ele está olhando para nós. Droga!

—Clara... vá chamar o Christian. —Sussurro.

—Mamãe... eu não consigo. —Ela sussurra.

O homem nos olha e some rapidamente indo para outro lugar. Viro-me e corro pegando Clara, corro até o escritório e bato na porta. Christian abre e nos olhos preocupado, mas ele fica na frente da porta, e não nos dá espaço.

—Christian, o que há? —Pergunto desconfiada. —Tem pessoas lá fora. Onde estão os seguranças?

—Ana, eu estou ocupado agora. Eu resolvo isso depois. Você pode ir ver as meninas?

—Christian... —Sussurro deixando as lágrimas caírem.

—Anastásia, vá! —Ele ordena.

—Mamãe... —Clara sussurra olhando para algo dentro do escritório e eu posso ver um pé atrás de Christian.

Dou alguns passos para trás encarando Christian, e me olha e fecha os olhos, em seguida tranca a porta. Coloco Clara no chão quando começo a ouvir gritos vindo do escritório, e nenhum são de Christian. Parece a voz de... a porta se abre e José sai de lá, e atrás posso ver Christian caindo e sagrando. Meu coração para. Clara grita e sai correndo.

—Mariazinha, não é assim que você trata o papai. —José diz e eu sinto minha cabeça rodar e enjoos me subirem. —Olá Anastásia, como você está bela.

Dou um passo para trás, mas paro fechando os olhos quando José levanta uma arma. Minha cabeça está confusa e a única imagem que vem é de Christian caído no chão. Sangrando. Abro meus olhos e tento correr até ele, mas José me segura jogando-me contra o chão. Ele abaixa e acaricia meu rosto fazendo o medo subir.

—Ah, querida. Como eu senti sua falta.

—Não me toque! —Grito empurrando sua mão enquanto as lágrimas caem.

—Olha, acho que a cadela aprendeu a rosnar. —José fala apertando meu rosto e eu o empurro de novo. —Acho que seu namoradinho não vai mais nos incomodar.

—Mamãe! —O grito de Allyson, vindo do outro andar faz meu coração parar.

—Não! —Grito empurrando José e me levanto. Corro até as escadas e posso ouvi-lo rindo enquanto vem atrás de mim. Entro no quarto de Phoebe e a primeira coisa que vejo é ela, sentada na cama com as mãos e pés amarrados, e as irmãs e primos no chão, amarrados um a outro, mas nenhum sinal de Clara. —Phoebe...

—Olá Anastásia, querida. —Viro meu rosto e vejo Elena parada, com uma arma apontada para a cabeça de Phoebe.

—Não. Não faça isso! —Imploro. —Ela é sua filha.

—Ela? —Elena gargalha e bate na cabeça de Phoebe que cai sobre a cama desacordada.

—Não! —Jennifer grita apavorada. —Pheebs.

—Jennifer não olha. —Corro até as meninas e ajoelho na frente delas.

—Não ouse desamarrá-las. —Elena diz apontando a arma para Jennifer.

—Não! —Grito abraçando Jennifer que chora desesperada. —Não machuque minhas filhas.

—Suas filhas? —José diz entrando no quarto e gargalhando assustando mais as meninas.

—Por favor, não as machuque. —Imploro.

—Ah, Ana. —Elena diz se aproximando. —Elas não são suas filhas. Nunca vão ser.

Elena se aproxima e abaixa na frente de Allyson que olha apavorada para ela, ela segura o rosto da minha filha apertando com as unhas.

—Foi tão fácil matar a mãe delas... você não tem noção. —Elena sussurra.

—O que? —Pergunto encarnado José. —Foram... foram vocês?

—Ah, mas é claro que sim. —José diz rindo.

—Pobrezinha. —Ela sussurra. —Ela estava viva quando chegou ao hospital, sabia? Eu só tive que me disfarçar e chegar até ela. Eu a sufoquei até a morte. Eu adorei vê-la implorar até a morte.

—Não! —Grito. —Vocês são dois monstros!

—Nós nem começamos. —Elena diz me encarando e solta Allyson. —José, ache aquela pestinha!

—Anastásia, querida. Vamos dar uma volta. —José fala agarrando minha cintura.

—Mamãe! —Jennifer grita e depois as irmãs começam a gritar por mim.

—Tia, não! —Miguel diz.

—Não, por favor. Não os machuque. —Imploro.

—Não, se preocupe. A Elena vai cuidar muito bem deles. —José diz me levando para fora do quarto.

—Não! —Grito tentando me soltar, e já no corredor, ele me joga contra o chão. Coloco a mão na barriga sentindo-a doer. —O que você quer?

—O que eu quero? —Ele diz abaixando na minha frente. —Destruir vocês. Um por um. E depois pegar aquele a fedelha.

—Não, eu imploro. Ela é nossa filha. Nossa bebezinha.

—Ah, Ana. —José sussurra. —Eu vou cuidar bem dela, acredite. Mas ela sabe demais. E precisa ficar em um lugar bem seguro, e eu garanto. Não é aqui.

—Do que você está falando? Ela é só uma criança. Não merece passar por isso. Por favor. Não nos machuque mais.

—Vamos fazer assim. Se sua filhinha aparecer, eu deixo vocês. Ela está com algo meu, e eu quero de volta. Agora... durma.

Encaro José sem entender, mas então ele espirra algo no meu rosto, e em segundos, tudo se apaga.

♩ ♪ ♫ ♬

Maria Clara

Tapo meus ouvidos ao ouvir Christian gritando de dor. Olho para a tela das câmeras e vejo um dos capangas de papai batendo nele. Ele já está muito ferido. Isso é tudo culpa minha. Eu não deveria ter fugido. Não deveria. Agora ele vai machucar todo mundo. Até a minha mamãe e o Teddy.

Aperto meus olhos para não ver as imagens. Ninguém sabe que estou aqui. Só eu e Christian sabemos dessa sala. Ela fica dentro das paredes da casa, e tem telas com as câmeras. Eu contei toda a verdade para ele, e ele me disse que se algo acontecesse eu deveria me esconder aqui com a mamãe as minhas irmãs. Mas eu não fiz isso. Eu fugi e deixei ele pegá-las.

—Vamos Anastásia! —Ouço José dizer e olho para uma das telas vendo ele bater na mamãe. Eles estão na sala. —Diga aonde ela está.

—Eu não sei. —Mamãe diz chorando.

Eu deveria fazer algo..., mas o que? Se eu aparecer ele vai me pegar e me levar embora. A menos que... levanto-me rapidamente e caminho até o computador, puxo meu colar de ursinho de pescoço e arranco a cabeça do urso revelando o pen drive. Plugo no computador e abro o e-mail de Christian... Droga! Para quem eu vou mandar isso?

Eu já sei. Já sei.

Copio os arquivos do pen drive para o e-mail e envio, droga! Ainda vai levar quinze minutos. O que eu posso fazer nesse tempo?

Levanto-me e ando até o painel de controle dos portões e das câmeras. Lá fora há uns vinte homens do papai. Como será que eles pegaram Taylor? Aliás, onde Taylor está? Procuro pelas câmeras e vejo Taylor preso junto aos cachorros dos guardas. Hã, acho que era a vez dele alimentar os cachorros.

Procuro pelos outros seguranças e vejo que todos estão presos em algum local, e os que estavam no portão e na porta foram atingidos. Hm... ainda tem homens o suficiente. Olho para a câmera da sala de segurança e vejo que há um homem de papai. Aquele delegado que ajudou a forjar tudo. Quer dizer que ele está brincando na sala do Taylor? Que coisa feia.

Pego o microfone e aperto o botão três, que dá nos autofalantes do canil.

—Taylor. —Falo no microfone e o vejo olhar para a câmera. —Eu vou soltar você, e os outros seguranças. O papai está no escritório, há dois capangas do José com ele. A Elena está com minhas irmãs e meus primos. E a mamãe... está na sala com o José. Ajude o Christian... e acabe com os capangas que estão aí fora. Eu vou cuidar do José e da Elena, só pegue a minha mãe.

—Tem certeza? —Taylor pergunta preocupado.

—Sim. Ajude a Gail e a Jesse, por favor.

—Tudo bem.

—Taylor?

—Sim?

—Me de cobertura. —Falo por fim e desligo.

Aperto o botão e vejo o portão do canil de abrir. Taylor sai de lá seguido pelos dez cachorros. Procuro nas outras câmeras e solto os outros seguranças. Vejo Taylor se encontrar com eles e falar algo, depois todos se espelham. Fico mais aliviada quando eles pegam Christian.

Agora é a minha vez. Coloco meu fone e microfones conectados aos autofalantes. Aperto o botão que desliga as luzes da casa e pego apenas uma lanterna. Vamos brincar Elena. Sigo o caminho das paredes contando até chegar a parede que fica atrás do quarto de Phoebe. Ouço Elena falando algumas coisas e sorrio.

—Olá Elena. —Sussurro no microfone e pelo celular vejo-a olhando para os lados.

—Aonde você está sua Monstrinha? —Ela grita e eu acabo rindo. —Eu vou acabar com você.

—Você tem que me achar primeiro. —Digo e ouço minhas irmãs rindo.

—Ah, Maria Clara, não brinca comigo. Eu conheço seus truques!

—Que truques? —Me faço de inocente sabendo que ela ficará mais brava.

Ando mais um pouco pela parede e abro a portinha atrás da casa de bonecas. Como está escuro, Elena não consegue me ver. Desligo a tela do celular e abaixo o barulho do microfone, aumentando o volume dos fones. Pego a corda que usamos para brincar e me aproximo de Allyson, mas peço silêncio. Desamarro suas mãos, sempre com muito cuidado para Elena não ver. Depois desamarro os pés dela.

Sussurro para que ela solte as outras, e nossos primos, e ela vai fazendo com a ajuda de Cassie e Ivy depois de soltá-las. Elena está encostada na porta do quarto gritando, mas ela está morrendo de medo.

Eu realmente espero que Taylor tenha conseguido pegar minha mãe.

Respiro fundo e peço a Ivy e Cassie para segurarem a corda um pouco à frente de Elena. Me afasto ficando de frente para ela.

—Onde você está? —Ela grita com ódio.

—Na sua frente. —Digo calmamente.

—Agora eu pego você, pestinha!

Pego a lanterna e seguro, ouço seus passos e logo ela cair no chão, batendo a cabeça na mesinha de madeira. Acendo a lanterna e vejo Elena desacordada.

—Ivy, coloque isso no nariz dela. —Ordeno estendo um pano e vejo Ivy me olhar desesperada.

—Eu faço. —Cassie diz vindo pegar o pano. Ela coloca no nariz de Elena que protesta, mas logo desmaia de vez.

—Usem as cordas para amarrá-la. Eu vou acordar a Phoebe.

Corro até Phoebe e seguro seu rosto apertando suas bochechas. Ela resmunga e eu aperto mais.

—Ai! —Phoebe diz.

—Acorda! Sua chata. —Peço deixando algumas lágrimas caírem.

—Clarinha? —Phoebe diz abrindo os olhos e eu sorrio começando a tirar sua fita com a ajuda de uma tesoura. Ela olha para os lados e vê Elena no chão. —Por que está tudo escuro? O que você fez?

—Nada. —Digo encolhendo os ombros. —Eu preciso que vocês entrem na portinha atrás da casa de bonecas. Há um corredor, você tem que seguir a direita, depois reto até encontrar uma porta, é só empurrá-la, ela vai levar você e as meninas até o jardim.

—Está doida? Eu não vou deixar você sozinha. Você é só um bebê.

—Não, Phoebe. —Sussurro chorando, mas sorrio. —Eu não sou mais. Agora, vai, por favor.

—Clarinha. —Phoebe diz chorando. —Por favor, vem com a gente.

—Eu vou ficar bem. —Sussurro secando suas lágrimas. —Vai Phoebe.

—Não, você é minha irmãzinha. Eu tenho que cuidar de você.

—Phoebe, vai com ela. —Ava diz e nós nos viramos vendo nossas irmãs e nossos primos. João abaixa e pega Jennifer no colo. —Nós levamos as meninas.

—Não, eu não posso deixar você se machucar. —Digo preocupada.

—Você é uma pirralha! —Phoebe diz brava. —Mas é minha irmãzinha, e eu amo você. Ava, leve eles. Agora.

Ava balança a cabeça e me encara. Ela segura a mão de Allyson e se vira indo para a passagem secreta. Minhas irmãs e meu primo a seguem, e logo todos, menos Phoebe e eu, se foram. Encaro Phoebe e suspiro. Então vamos lá.

Notas finais
Boa noite, boa leitura ♥