Notas iniciais
Oiiiiiii lindos e lindas, me desculpem por favor pela demora sei que não é desculpa mas tenho tanto o que fazer nesses últimos dias, semanas meses kkkkkkk' espero que não tenham me abandonado, esse capítulo é importante para entender a história, e sei que perceberam que a capa tudo ever está atualizado enfim Beijoss espero que gostem..
Não esqueçam de darem sugestões preciso de vocês beijoss...

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Narração By Mônica

Mô- Eu não acredito! – não acredito no que acabara de ouvir, só o que faltava!

- Está tudo bem? – falou Dc me olhando com ternura.

Mordi os lábios contendo o choro que permanecia em mim.

- Não, n-não aconteceu nada....- falei, não queria contar-lhe o que acontecerá.

Me levantei e comecei a procurar minhas roupas e as vesti.

- Pode me contar o que está acontecendo?! – perguntou Dc com raiva pondo suas roupas.

- Nada! Já disse, pare de ser intrometido! – falei com raiva trincando os dentes.

- Tá. Agora eu estou atrapalhando, desculpa aê! – falou e saiu do quarto batendo a porta.

- DROGA! – Gritei e me joguei no chão do quarto, com as mãos no rosto enxugando as lágrimas, minha melhor amiga morreu, e AC abei de saber que meu pai sofreu um acidente e está em coma!

- Eu joguei pedra na cruz só pode! – falei para mim mesma.

Respirei fundo contando até dez, e saí do quarto, e corri para sala.

- Olha Dc desc......- olhei para os lados da sala, e não estava lá. E depois fui ver na cozinha, nenhum sinal dele.

- Ele saiu...- ouvi uma voz meiga falar atrás de mim.

- O-oquê? – falei franzindo o cenho.

- O Do Contra, ele saiu, parecia estressado bateu a porta e tudo....- falou.

- ah....-falei apertando os olhos.

- Vocês acabaram? – indagou a loira curiosa.

- não...- me sentei no sofá tentando esquecer os problemas – só brigamos, eu acho...

- Hn. – falou sorrindo.

Tenho que fazer algo...me levantei e fui pegar um suco, esfriar a cabeça, quando avistei um pequeno pedaço de papel branco, na frente da geladeira.

- Não fui eu....- peguei o papel e abri.

‘ O seu papai seria um ótimo vegetal para minha salada...-risos-’

P.s: Cuidado com certos amores.

Arregalei os olhos, meu corpo estremeceu e as lembranças invadiram meus pensamentos...

‘Cuidado só o que direi...’

Todos aqueles bilhetes tinha alguma coisa haver com o que estava acontecendo comigo?! Com a morte da minha amiga....com o acidente do meu pai?! E quem seria o próximo?!

Reli o bilhete....

P.s: Cuidado com certos amores.’

O que ele queria dizer com aquilo?! Não, o Dc?!

- não pode ser....- falei arrancando os cabelos.

- aconteceu algo mô?! – falou Carmem me virei para ela...- o que ‘não pode ser’..? – indagou, assustada.

- Não nada...- falei forçando um sorriso – é que eu me lembrei que tinha que ir comprar açúcar e me esqueci, agora não vou ter como fazer suco.

- t-tá ok...- falou erguendo uma sobrancelha pareceu não acreditar em nada, do que disse.

Bebi meu suco e a loira foi para a sala.

Corri para o meu quarto, e peguei meu cell, precisava ligar para o Dc.

Chamou, chamou.....e ninguém atendeu.

- mierda! – falei, pus o sobretudo que o Dc me deu, e umas botas, avisando a Carmem que precisava dar uma saída, fui até a casa da maga.

Andando nas ruas molhadas do bairro, por causa da recente chuva pressuponho.

- é aquela ali! – falou um garoto com aparência de uns dezessete anos mais ou menos franzi o cenho e entortei os lábios, quando mais dois garotos apareceram atrás dele, congelei.

- o que vocês querem?! – perguntei com raiva, mas resolvi me acalmar quem terá coragem de se meter com Mônica Sousa?! Ri interiormente.

- Não seja sínica! – falou o moreno de olhos azuis do meio se aproximando seu cheiro era embriagante, másculo.

Pisquei os olhos e balancei a cabeça. Tentando desviar meus pensamentos

- Me dá licença que eu estou apressada! – falei com raiva. Me desviando dele, porém os dois me seguraram.

- Você não vai á lugar nenhum! – falou com raiva sorrindo.

- Me soltem! – dei uma pausa respirando – agora! – exigi com raiva.

- De jeito nenhum! – falou acariciando meu queixo, virei o rosto – você está me devendo!

- O quê?! – falei sádica – nem te conheço.! – falei me soltando rapidamente dos braços dos rapazes.

- É MELHOR FICAR QUIETA! – gritou o moreno comigo.

E me puxou para um lugar mais reservado.

- Vamos, me dê a grana que está me devendo, senão...- falou me fuzilando com o olhar enquanto os outro dois “amigos” deles estavam alisando os braços doloridos. Sorri vitoriosa.

- Já disse! Não sei do que você está falando!

- A grana da droga que te vendi! – falou mais baixo, e agora que eu me toquei, relembrando aquela noite.

Estava vazia, sem amor, sem carinho queria apenas alguém, mas não! Zombavam de mim, por eu ser uma retardada de óculos e espinhas enormes na cara! Então resolvi me enturmar com os “populares” e eles me desafiaram a comprar drogas para entrar no grupo ridículo deles, então o fiz, prometendo que o pagaria depois...

- Hn. – falei engolindo á seco.

- Agora lembrou vadia?! – falou sorrindo.

- Não me chame de vadia! – esbofeteei seu rosto, porém os seus amigos me prenderam. Ele torceu o pescoço, e deu um soco no meu rosto, que com certeza iria ficar roxo, mexi minha boca que doía com o soco que me dera.

- Estou falando sério! – ergueu meu rosto com os dedos – se não me pagar eu irei te perseguir até no inferno!

- Mas eu não tenho essa grana agora...- falei, tentando me soltar, mas ele me deu um soco na barriga, que me fez gritar de dor.

- Já disse para ficar quieta, vadia! – gritou comigo, minha visão estava embaçada, e mal conseguia respirar, eu era forte mas estava sendo presa com força, e estava dolorida, com os socos que me deu.

- me dê algum tempo...- falei tonta erguendo meu olhar para ele mordendo os lábios.

- Acho que já te dei tempo demais. Tá brincando comigo?! – falou com raiva. – vamos, acabem com ela... – falou.

Eu arregalei os olhos, estremeci ao ouvir aquelas palavras o que iam fazer comigo?!

- O que vão fazer?! – falei tentando soltar-me – me deixem em paz!

- Já disse para ficar quieta! – ele sussurrou no meu ouvido, e mordeu meus lábios, me beijando mas não retribui. Com raiva ele estapeou meu rosto.

- Você é mesmo uma vadia! – falou. Tirando uma arma do bolso, arregalei meus olhos o meu coração gelou, e eu estava inconsciente.

- NÃO, POR FAVOR, IMPLORO! – Ele sorriu irônico, pondo a pistola colada em minha testa.

Fechei meus olhos e vi tudo passar na minha cabeça......

POW#

Notas finais
Oiiiiii, muito obg á todos os meus leitores que comentam minhas fics, fico feliz:)D E pff deixem um rview ajuda muiito beijãooo!